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Confira a lista de nomeados e exonerados no governo nesta quinta-feira

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Confira a lista de nomeados e exonerados no governo nesta quinta-feira

O governador Gladson Cameli fez mudanças em cargos comissionados pelo Diário Oficial desta quinta-feira, 3, principalmente na Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Regional.

Confira abaixo quem foi exonerado e nomeado.

Nomeações

Bruno André Lameira Aquino – CEC-3, na Secretaria de Estado de Saúde – SESACRE

José Renato Oliveira de Souza – CEC-3, na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Regional – SEDUR

Sara Lima Verde de Souza – CEC-4, na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Regional – SEDUR.

Sailane Amorim Ferreira – CEC-1, na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Regional – SEDUR

Letícia Lopes de Souza Saraiva de Farias – CEC-3, na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Regional – SEDUR

Exonerações

Luciana da Silva Sousa – CEC-3, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Regional – SEDUR

Breno Rodrigues de Oliveira – CEC-3, da Secretaria de Estado de Saúde – SESACRE

Odlan da Rocha Ferreira – CEC-3, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Regional – SEDUR

Emanuel Hermes De Lima Amaral – CEC-1, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Regional – SEDUR

Flávio Luiz de Calixto do Cargo – CEC-7, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Regional – SEDUR

André Lucas Ferreira Ximenes – CEC-4, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Regional – SEDUR

Acre 01

Sammy Barbosa Lopes escreve: Essa senhora chamada “democracia”- Parte 2

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– O “Paradoxo da Tolerância”: quão tolerante uma sociedade democrática deve ser com os intolerantes? Quão tolerante uma sociedade democrática deve ser com as pessoas intolerantes, que buscam destruí-la? Com aqueles que preferem viver em um regime autoritário e de repressão, onde os seus próprios direitos e liberdades são subtraídos e negados, e a sua segurança esteja permanentemente em risco, desde que as suas próprias ideias e crenças – políticas, religiosas, filosóficas – e, sobretudo, os seus “preconceitos”, sejam as que prevaleçam hegemonicamente, a ferro e fogo, chegando ao ponto de desejar e defender publicamente uma ditatura civil, religiosa ou militar? É a indagação que faz o filosofo Karl Popper, um dos pensadores mais importantes do nosso tempo, em uma de suas obras mais conhecidas e festejadas: “A sociedade aberta e seus inimigos”, na reflexão que foi denominada de “o paradoxo da tolerância”.

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Para Popper, esse paradoxo leva a um problema crucial: “a tolerância ilimitada leva ao desaparecimento da [própria] tolerância. Se estendermos a tolerância ilimitada mesmo aos intolerantes, e se não estivermos preparados para defender a sociedade tolerante do assalto da intolerância, então, os tolerantes serão destruídos e a tolerância com eles” 1 .

No entanto, dada a sua complexidade e até por se tratar de um “paradoxo”, surge daí um novo problema axiológico: ao não permitir a existência e a “livre manifestação” 2 dos intolerantes, a sociedade democrática não acabaria por se tornar, ela própria, intolerante? Essa foi a posição defendida, inicialmente, por outro grande filósofo do século XX, John Rawls, na sua Teoria da Justiça3 . É por essa razão, que Popper esclarece que: “nessa formulação, não insinuo, por exemplo, que devamos sempre suprimir a expressão de filosofias intolerantes; desde que possamos combatê-las com argumentos racionais e mantê-las em xeque frente à opinião pública. Suprimi-las seria, certamente, imprudente” 4 .

Popper propõe então, com propriedade, uma solução para o paradoxo da tolerância, no sentido de que: “Devemo-nos, então, reservar, em nome da tolerância, o direito de não tolerar o intolerante. Devemos exigir que qualquer movimento que pregue a intolerância fique à margem da lei e que qualquer incitação à intolerância e perseguição seja considerada criminosa, da mesma forma que no caso da incitação ao homicídio, sequestro de crianças ou revivescência do tráfico de escravos” 5 . Nesse sentido, Rawls encontra-se em concordância, ao afirmar que: “ao passo que uma seita intolerante não possui pretexto para reclamar de intolerância, a sua liberdade deve ser restringida em relação aos tolerantes somente quando estes últimos creem que a sua própria segurança e as instituições que preservam a liberdade estão em perigo” 6 . Qualquer semelhança, portanto, com os fatos que estão acontecendo atualmente nos Estados Unidos e no Brasil, não é mera coincidência.

No dia 6 de janeiro de 2021, em Washington DC, extremistas, seguidores do ex-presidente norte-americano, Donald Trump, um dos símbolos mais representativos da atual extrema-direita no Mundo, estimulados por ele em um comício, romperam violentamente as grades de proteção e invadiram a sede do Parlamento Federal americano, denominado, em uma metonímia, de “Capitólio”, considerado sede e coração da democracia americana, desde a fundação do país, no século XVIII. Fato que nem mesmo Osama bin Laden, líder da organização terrorista “Al-Qaeda”, responsável pelos atentados de 11 de setembro de 2001; ou Leonid Brejnev, líder da União Soviética no auge da “Guerra Fria”, chegaram sequer a cogitar fazer. Na invasão do Capitólio, morreram cinco pessoas7 , inclusive um policial, que fazia a segurança do prédio, e várias outras ficaram feridas. O prédio precisou ser evacuado às pressas e os parlamentares e demais autoridades presentes, colocados sob proteção em fuga. Um dos invasores, fantasiado de bisão, uma espécie de búfalo, existente nas regiões geladas da América do Norte, inclusive com uma espécie de chapéu feito da cabeça do animal, com chifres e tudo, permitiu-se sentar e deixar-se fotografar na cadeira de presidente do Congresso, em meio à multidão, majoritariamente formada por homens brancos, de barbas longas e vestidos em simulacros de fardamentos militares, de estampa camuflada, que depredava tudo o que via pela frente8 . Na praça, do lado de fora do prédio, havia uma forca erguida, com o intuito de “enforcar”, segundo anunciavam os extremistas, o então vice-presidente da República, Mike Pence, que, na configuração constitucional americana, também acumula a função de presidente do Senado Federal, durante a sessão conjunta do Congresso, destinada a homologar o resultado das eleições presidenciais, nas quais Donald Trump não havia conseguido se reeleger9 . Naquilo que foi definido pelo FBI, a Polícia Federal norte-americana, como: “terrorismo doméstico” ou “terrorismo interno”10 .

Desde muito antes da campanha eleitoral, o ainda presidente Donald Trump, então no exercício do posto que é considerado de “o homem mais poderoso do Mundo”, após ter negado a pandemia de Covid19, boicotado as medidas de distanciamento social, fundamentais no combate da crise sanitária global e até mesmo das vacinas anticovid, além de defender publicamente o uso de medicamentos sabidamente ineficazes para a doença, em conflito direto com a maior autoridade em epidemiologia e imunologia dos Estados Unidos, o respeitado pesquisador norte-americano Anthony Fauci11 , o que acabou por transformar os Estados Unidos no “epicentro” da pandemia12 e campeão de mortes, após o colapso do seu excelente sistema de saúde; além de flertar abertamente com movimentos extremistas13 de supremacistas brancos e proferir discursos com alto grau de preconceitos a diversos segmentos da sociedade, como negros, homossexuais e imigrantes, no qual prometia até a construção de um muro na fronteira com o México, cuja conta deveria ser paga integralmente pelo país vizinho14 , já antecipava que qualquer resultado das eleições, diferente da sua vitória, representaria com certeza absoluta, fraude no processo eleitoral, mesmo sem apontar qualquer evidência disso15 .

O sistema eleitoral americano é muito diferente do brasileiro, sendo ainda o modelo decorrente do processo de independência e de construção do país, após a Revolução Americana e a Guerra Civil de Secessão que a seguiu e fundiu as treze colônias britânicas, que inicialmente intencionavam formar cada uma um país separado e depois uma Confederação de nações, em um país único, em um modelo de Federação (In pluribus unum – “de muitos se fez um” – slogan da Federação dos Estados Unidos da América) 16 .

Inicialmente, eles não possuem um modelo de eleição presidencial “direta”, como o Brasil. Nos Estados Unidos, em decorrência da Revolução Americana e da Guerra da Secessão, cada estado-membro possui um peso e uma representatividade na Federação, de acordo com a sua população e a sua importância econômica, no “Colégio Eleitoral” destinado a eleger o presidente da República. Sendo que, cada estado-membro elege os seus “delegados” ou “superdelegados”, como são chamados. E, esses sim, terão a incumbência de eleger o presidente.

Segundo, lá o voto é “facultativo”, considerado apenas como um “direito” e não um “dever” e uma “obrigação”. Então, vota quem quer, não havendo nenhuma consequência sancionadora para quem não votar, por qualquer motivo que seja. Por essa razão, e para que mais pessoas sejam estimuladas a votar, as eleições não ocorrem exclusivamente em um mesmo dia, mas em um período pré-estabelecido, no qual o eleitor pode escolher o dia e a forma como deseja manifestar o seu voto.

Terceiro, lá não existe um ramo do Judiciário encarregado de realizar as eleições e proclamar os eleitos, como no Brasil existe a Justiça Eleitoral, criada na década de 1930, como uma estratégia nacional para combater as fraudes eleitorais generalizadas. Assim, cada estado-membro da Federação americana organiza as eleições. Ou seja, tal como era no Brasil no passado, são os próprios políticos que organizam as eleições e proclamam os eleitos. É por isso, que cabe ao Parlamento (o Capitólio) reconhecer e homologar o resultado.

Em razão do fato de que cada estado-membro organiza as eleições e do nível de autonomia que eles detêm no modelo federativo norte-americano, relembre-se, que foi conquistado em uma guerra civil e não predefinido por decreto, como no caso do Brasil, após a proclamação da República, em 1889: cada estado tem autonomia para organizar as eleições da forma que convencionar e lhe parecer mais adequado, desde que dentro dos preceitos da Constituição e das leis. Assim, por exemplo, uns admitem o voto pelo correio, outros não. Uns adotam uma máquina de votar (sim, alguns estados americanos também adotam modelos de urnas eletrônica); outros, mais conservadores, ainda adotam o modelo de votação tradicional por cédulas de papel e até, pasme, por “cartões perfurados”, como eram feitos os jogos da “loteria esportiva” no Brasil, nos anos 1960 e 1970 (e depois conferido o resultado, nas noites de domingo, pela animação rudimentar de uma zebra, que só conseguia movimentar a mandíbula, em um famoso programa de televisão).

Ora, como os adeptos de Donald Trump eram (e ainda são), em sua grande maioria, negacionistas em relação à pandemia de Covid, acreditando piamente na eficácia de um antigo remédio antiprotozoário, tais como os do gênero Plasmodium, que causam a “Malária”, dentre outras doenças, muito conhecido e utilizado no Brasil, desde priscas eras, e não um antiviral; o que foi desmentido pelos maiores e mais importantes institutos de pesquisa do mundo e, inclusive, apontado os seus elevados riscos de efeitos colaterais. Além de insurgirem-se em massa e sabotarem as medidas de distanciamento social, seus eleitores, mais apaixonados política e ideologicamente, inclusive aqueles ligados diretamente com movimentos racistas de supremacistas brancos e neofascistas, eram mais dispostos a correrem o risco de contaminação, uma vez que o negavam, ao ficar em longas filas nos locais de votação, do que os eleitores do seu adversário, o candidato do Partido Democrata, Joe Biden, mesmo a eleição ocorrendo ainda no auge da pandemia.

Assim, o alvo principal da enxurrada de notícias falsas (fake-news) e das teorias conspiratórias na campanha eleitoral norte-americana de 2020, foi o “voto pelo correio”, preferido, na ocasião, pela maioria dos eleitores do Partido Democrata, temerosos com a própria saúde, e não as “urnas eletrônicas”, adotadas no “voto presencial” em alguns estados, preferido pela maioria dos eleitores trumpistas.

As “urnas eletrônicas” americanas, aparentemente, não tinham problema algum para os eleitores de Donald Trump, já que exigiam a presença física do eleitor no local de votação. O problema deles era o “voto pelo correio”, que permitia que o eleitor exercesse o direito de participação cívica da segurança de sua casa.

E assim, choveu notícias falsas de supostas fraudes eleitorais. Nenhuma comprovada. Inclusive, com fotografias de supostas cédulas eleitorais, ora enterradas aos montes em algum buraco, ora empilhadas em alguma estante, ora queimadas em uma fogueira… A imaginação não encontrou limites. Todas elas devidamente investigadas pelo FBI e até pelos governos dos estados, organizadores das eleições, nos locais em que os supostos fatos estariam ocorrendo. Inclusive governos do Partido Republicano, o mesmo de Donald Trump. Ao final, nenhuma denúncia restou comprovada. Mas, em tempos de “pós-verdade”, quem precisa dela? 17

Para uma parte considerável do eleitorado e da própria sociedade norte-americana, a eleição de Joe Biden foi fraudada, simples assim, sem qualquer prova ou mesmo um indício sequer, apenas pelo mero desejo e a “livre opinião” da pessoa. Ou, apenas pelo exercício do direito de ser intolerante em uma sociedade tolerante, ante a derrota do seu candidato.

Não precisou de muito esforço, portanto, para que o ex-presidente utilizasse o mecanismo que a Psicologia chama de “apito de cachorro” (política do “dog whistle”) 18 , para, com poucas e inflamadas palavras, insuflar a malta a invadir o Capitólio e tentar enforcar o vice-presidente da República dos Estados Unidos da América, também candidato derrotado, que recusava-se a reconhecer as teorias conspiratórias sem qualquer sombra de provas, acerca da lisura do pleito eleitoral, fiscalizado por várias instituições, nacionais e internacionais, sem pensar nas consequências que um ato dessa natureza e gravidade teria.

Passado pouco mais de um ano desses fatos, as responsabilidades começam a aparecer, na medida de sua imensa gravidade. Pessoas, inclusive o próprio ex-presidente, foram identificadas pelas forças de segurança, através de vários meios tecnológicos disponíveis, e agora encontram-se respondendo pelos seus atos, em várias esferas: civil, criminal, administrativa, política… É muito provável que venham a receber a reprimenda cabível e sobre elas recaiam as suas responsabilidades.

Várias pessoas já foram condenadas e presas.

Mais uma vez, a Democracia prevaleceu. A pergunta que tem sido feita com muita frequência é: mas, até quando continuará a prevalecer? Até quando o “paradoxo da tolerância” continuará a ser equacionado em favor da Democracia?

Quando este artigo já estava pronto e em fase de correção, na tarde do domingo, dia 08 de janeiro de 2023 (a invasão do Capitólio, nos Estados Unidos, ocorreu no dia 06 de janeiro de 2021), uma horda, de aproximadamente quatro mil pessoas, vinda de diversos locais do país, em vários ônibus fretados e gastos de viagem devidamente custeados, de forma previamente planejada e anunciada, caminhou, escoltada pela Polícia Militar do Distrito Federal, vestida majoritariamente com a camisa “Canarinho”, da seleção brasileira de futebol, cinco vezes campeã da Copa do Mundo, e, enrolados em bandeiras do Brasil, desde o Quartel General do Exército – onde, acampados fazia mais de dois meses, reivindicavam a subversão dos resultado das urnas, mas apenas para a eleição presidencial, um golpe militar, o fechamento do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal, inclusive com a destituição e prisão dos Ministros da Suprema Corte – até a Praça dos Três Poderes, em Brasília, onde, inicialmente sem qualquer resistência por parte das forças de segurança pública, inclusive da Guarda Presidencial, sob o olhar complacente de policiais que compravam água de coco e faziam selfies com os telefones celulares, invadiu e destruiu as sedes dos três Poderes da República.

Uma imagem, registrada pelos telefones celulares dos próprios extremistas, mostrava um homem arriando a bermuda e, de cócoras, defecando em público sobre os escombros de um dos ambientes do Supremo Tribunal Federal. Outra imagem, mostrava outro homem dando risadas e exibindo-se, do lado de fora do prédio, que agora parecia um cenário de guerra, sentado em uma das poltronas arrancadas do Plenário do STF19 , afirmando ser a “cadeira do Xandão”, em referência ao Ministro Alexandre de Moraes, que depois foi fotografada abandonada, com o brasão da República que foi arrancado da parede do Plenário, sobre ela. O próprio gabinete do Ministro Alexandre de Moraes foi invadido e destruído.

Várias imagens, feitas pelos próprios invasores, foram divulgadas nas redes sociais, em comemoração ao feito, permitindo a identificação de vários deles e a sua participação. Uma das imagens mostra uma senhora idosa, chamada no vídeo de “Dona Fátima de Tubarão”, depredando o prédio do STF. “Quebrando tudo!”, ela afirma. Posteriormente, foi identificada como uma traficante de crack já condenada, além de possuir outros processos por tentar fraudar o INSS e por estelionato. Ela também teria defecado nos escombros do STF.

Em outra imagem, um homem com o rosto encoberto por um pano, lembrando os agentes do ISIS, o Estado Islâmico, exibe triunfalmente a réplica da Constituição Federal, assinada pelos constituintes, que se encontrava em exposição no prédio do STF.

Claramente, um golpe de Estado teve uma tentativa de início naquela tarde de domingo.

As perguntas que ficam é: para onde seguirá a Democracia brasileira e qual a sua capacidade de autodefesa? A Democracia brasileira tem condições de combater os intolerantes?

Assuntos para um próximo artigo.

Sammy Barbosa Lopes, procurador de Justiça do Ministério Público do Estado do Acre, professor de Direito Constitucional e Ciência Política. Mestre e doutor em Direito. Autor de obras jurídicas.

 

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Governo e Prefeitura lançam “Carnaval da Família” no complexo do Arena da Floresta

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Na manhã desta segunda-feira, 30, o Governo do Estado e a Prefeitura de Rio Branco, se reuniram na Arena da Floresta, para lançar o “Carnaval da Família” – que será realizado no estacionamento do complexo Arena da Floresta, no Segundo Distrito da Capital, após dois sem festas devido à pandemia da Covid-19.

Já no próximo domingo, 5, ocorrem as atividades artísticas diversificadas com a seletiva da realeza do Carnaval. Na lista de atividades está incluída a Banda do Senadinho, onde o baile da Melhor Idade estará no Casarão e deve agitar muitos foliões. Na Concha Acústica e na Av. Getúlio Vargas também terá atrações e atividades culturais na noite dos desfiles dos bailes carnavalescos.

Presente na solenidade, o prefeito Tião Bocalom destacou a parceria de união com o governo. “União é a palavra de ordem para a realização dessa grande festa popular. Temos que destacar a relevância deste momento. Fico muito feliz que tudo está sendo realizado da melhor maneira possível.

Bocalom acredita que após dois anos sem festas, o carnaval deverá ser inesquecível e com estimativa de público de 40 mil pessoas por noite. “São dois anos sem carnaval, por essa razão, os foliões podem ter certeza: esse será um dos melhores carnavais de todos os tempos, com público estimado de mais de 40 mil pessoas por noite. É um momento de harmonia de confraternização.

Representando o governo, o secretário de Indústria, da Ciência, do Comércio, do Empreendedorismo e do Turismo (Seicetur), Assurbanipal Mesquita, falou do empenho de Gladson Cameli para que a festa ocorra dentro dos conformes. “Serão noites de muita folia e diversão para a população de Rio Branco e também para visitantes de outros locais. O governador Gladson está muito satisfeito com a parceria feita com o Executivo municipal”, declarou.

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Acre 01

Blog do Crica: Voto aberto impedirá traições, na eleição da FFAC, pela presidencia da entidade

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PELA PRIMEIRA vez em mais de década teremos, amanhã, uma eleição pelo comando da Federação de Futebol do Acre. As anteriores sempre foram por aclamação do atual presidente Antônio Aquino, o “Toniquim”. O que era para ser uma eleição tranquila envolvendo todos os postulantes do cargo, o presidente Aquino e o deputado Roberto Duarte (União Brasil), virou uma guerra; com acusações contra o grupo da oposição, que vão desde a compra de votos, como pelo oferecimento de cargos no governo para adesão de votos dos presidentes de clubes. Duarte não tem folha de serviços prestados ao esporte, porque nunca ocupou cargo no setor. Já o “Toniquim” tem uma larga folha de realizações. Fez o estádio FLORESTÃO, tijolo por tijolo, sem ajuda de nenhum governador ou prefeito. Não se envolveu em nenhum escândalo financeiro no comando da entidade, e hoje é destaque nacional no futebol na direção da CBF. Com o estádio público Arena da Floresta sucateado por peladeiros e fechado por decisão da justiça; só acontecem jogos do campeonato profissional por causa do FLORESTÃO. Na avaliação de quem vive o futebol acreano por dentro, “Toniquim” é tido como favorito para mais um mandato. A decisão da comissão eleitoral em manter a eleição de amanhã às 17 horas, na sede da entidade, de voto aberto, impedirá as traições de última hora, que sempre acontecem em disputas nestes cenários. Cada um tem que mostrar a cara no voto. Assim, fica mais transparente e democrático.

TUDO DOMINADO
NÃO É PRECISO ter bola de cristal, basta uma olhada nos nomes dos novos deputados eleitos, para fazer uma previsão de que, o debate estará enfraquecido na legislatura preste a começar. Por um ângulo simples: a maioria da nova safra estará no cabresto do governo.

GRANDE NOME
COM AS AUSÊNCIAS de muitos deputados da legislatura que se finda, a oposição para valer, dura, provocativa, que denuncia, estará praticamente no mandato do deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB); que ainda sendo uma voz isolada, dará muito trabalho à base do governo.

ÚLTIMO DOS MOICANOS
O DEPUTADO Edvaldo Magalhães (PCdoB) foi destaque nessa legislatura que se finda na quarta-feira, será uma espécie de último dos moicanos da oposição na ALEAC.

OLHOS VOLTADOS
HÁ MUITA expectativa sobre como se comportará o deputado eleito Emerson Jarude (MDB); se repetirá o mandato independente da Câmara Municipal de Rio Branco, ou se integrará o grupo do amém ao governo.

FORA DA DISPUTA
O DEPUTADO Pedro Longo (PDT) teve uma conversa com o deputado Luiz Gonzaga (PSDB) – candidato á presidência da ALEAC – e confirmou que, ele não será candidato a presidente, mas á vice-presidente.

AÇÃO ENTRE AMIGOS
A ELEIÇÃO de quarta-feira próxima para compor a nova mesa diretora será uma ação entre amigos. O deputado Nicolau Junior (PP) deixará a presidência e irá para a primeira secretaria; e o deputado Luiz Gonzaga (PSDB) pulará da primeira secretaria para a presidência.

O SUJO E O MAL LAVADO
O PT criticou tanto o Bolsonaro por colocar vários episódios do seu governo sobre sigilo funcional; e agora o Lula pôs sob sigilo as festanças da Janja na sua posse.

QUE TURMA TARADA POR GOLPISMO!
VIROU uma tara nos bolsonaristas o golpismo. Tentaram melar a vitória do Lula tramando um golpe militar para lhe derrubar e não conseguiram. Agora tramam pela vitória do senador Rogério Marinho (PL) ser presidente do Senado vislumbrando dar um golpe no STF. Vão perder de novo.

LEI DO SILÊNCIO
O PT impôs a lei do silêncio sobre a ocupação de cargos federais no Estado. O ex-senador Jorge Viana (PT), que é quem vai coordenar o movimento, não dá um pio sobre o assunto e se omite em responder questionamentos.

CIDADE DO TERROR
O NOME que melhor caberia à Cidade do Povo seria hoje o de “Cidade do Terror”, tão rotineiros se tornaram os furtos, roubos, e crimes contra a vida. Os moradores vivem aterrorizados, se calam por temerem serem alvos.

VIROU MODA
TER CAFEZAIS virou moda entre os políticos, a atividade política ficou em segundo plano. Primeiro foi o deputado Jonas Lima (PT), depois o prefeito Mazinho Serafim e o ex-senador Jorge Viana, a cantarem em prosa e verso a imensidão das suas plantações. Agora foi a vez do prefeito Bocalom mostrar seu pujante cafezal.

TÃO CONDENÁVEL
TÃO CONDENÁVEL quanto a cena do vereador José Gilvan (PCdoB) ameaçar “dar porradas” na vereadora Eliane Abreu (PP), por discordâncias políticas; será se o PCdoB o mantiver em seus quadros e a Câmara Municipal do Bujari não o punir, pelo triste incidente.

PERGUNTA TRANSFERIDA
“O QUE LEVOU o deputado José Bestene, com larga folha de serviços prestados ao Estado como secretário de Saúde; parlamentar de vários mandatos, aceitar um cargo de pouca relevância no escalão do governo do Gladson?”. A pergunta foi enviada por um leitor, como não sei responder, transfiro a pergunta ao Zeca Bestene.

LÓGICA DA DISPUTA
NA C MARA Federal pode dar novamente Artur Lira (PP) como presidente; e no Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), tende a ser reconduzido ao cargo para novo mandato.

VOTO CERTO
NA BANCADA DE SENADORES do Acre, quem está sacramentado para integrar a bancada de apoio ao governo do Lula, é o senador Sérgio Petecão (PSD).

O DESAFIODA FERNNDA
SE A PREFEITA de Brasiléia, Fernanda Hassem, pudesse ser candidata, por certo ganharia. E craque numa eleição. A questão é que terá que escolher um candidato para apoiar, e na eleição não há nada mais difícil do que a transferência de votos. Fazer seu sucessor é seu desafio.

EXEMPLO DO IRMÃO
A VOTAÇÃO do irmão Tadeu Hassem (REPUBLICANOS) é um exemplo. A sua votação em Brasileia ficou abaixo do esperado. Só se elegeu porque seu cunhado Israel Milani jogou toda sua estrutura para deputado federal para lhe eleger, em outros municípios.

BOLA OU BURICA
MERO ESPECTADOR ou um parlamentar atuante. É a dúvida que fica do bom e combativo vereador Emerson Jarude (MDB), que se elegeu deputado estadual.

LEI DO SILÊNCIO
O JORGE VIANA impôs uma lei do silêncio no PT, em relação sobre quem vai para o DNIT e INCRA. Até ele se recusa a falar sobre o assunto. Até parece que estão em discussão cargos no Reino Britânico.

ADORADORES DO GOLPE
HÁ UMA torcida entre os bolsonaristas pela eleição do senador Rogério Marinho (PL) para a presidência do Senado, sob o argumento de com ele os ministros do ST serão punidos. Vão perder, dará Pacheco. Ô turma para gostar de golpe!

ZONA DE PERIGO
A CIDADE do povo virou a Cidade do Medo. Furtos, roubos, já se tornaram corriqueiros naquela comunidade. Se mata um hoje e deixa o outro amarrado para morrer amanhã.

PROBLEMA DO PT
ELEIÇÇÃO da prefeitura de Rio Branco. Até aqui o PT não tem um nome de peso para colocar como candidato.

FRASE MARCANTE
“Não há nada errado com aqueles que não gostam de política, simplesmente serão governados por aqueles que gostam”. Platão.

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Acre 01

Latam “perde” mala e humorista que veio fazer show no Acre fica só com a roupa do corpo

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O humorista Pedro Manso, conhecido pela imitação de famosos como a do apresentador Faustão e do apóstolo Valdemiro, chegou ao Acre na noite da última sexta-feira, 27.

Ao desembarcar em solo acreano, para realizar um show neste domingo, 29, Manso foi surpreendido ao descobrir que a companhia aérea Latam despachou sua bagagem para outro destino e a mala não chegou ao Acre.

O jornalista e humorista Antônio Klemer, que vai, inclusive, abrir o show de Pedro Manso postou um vídeo nas redes sociais onde fala sobre a “perda” da mala. Pedro afirma que já é a terceira vez que o problema acontece em shows pelo país.

De acordo com amigos que acompanham a estadia de Pedro Manso no Acre, o humorista entrou em contato com a família para que outras roupas usadas no show fossem enviadas e teve que ir às compras em Rio Branco, já que só tinha como opção a roupa que já chegou vestido no aeroporto da capital acreana.

Apesar do contratempo, o show de Pedro Manso está confirmado e acontece na noite deste domingo, 29, no Teatro da U:VERSE (antiga FAAO), a partir das 19 horas.

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