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Bittar acredita que eleição no Acre vai para o segundo turno

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O candidato ao governo do estado pelo União Brasil, Márcio Bittar, comentou nesta manhã de terça-feira, 30, resultado da pesquisa do Instituto IPEC, divulgada pela Rede Amazônica, na noite de ontem.

Bittar, que aparece em penúltimo com apenas 2% das intenções de votos, afirmou que a campanha começou há poucos dias e que acredita que as eleições no Acre vão para o segundo turno. “Temos visto, nos últimos tempos, pesquisas para todos os gostos. Continuo achando que para o governo haverá segundo turno”, afirma.

Márcio Bittar cita outras pesquisas internas dos partidos que teriam números diferentes. “Tive acesso nos últimos dias aos números de pesquisas internas nossas e dos adversários que apontam segundo turno e a disputa para o Senado embolada entre a Márcia, o Alan e o Ney”, concluiu.

Acre

Jéssica, Minoru, Antônio Pedro, Neném e Cadmiel não foram eleitos

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Todas as eleições, surge a discussão sobre o quociente eleitoral que define a quantidade de vagas de cada partido. A polêmica acontece sempre com os eleitores de candidatos que não são eleitos, apesar de terem obtido mais votos do quem acabou conquistando um mandato. Quem perde costuma dizer que o sistema político é injusto.

Quociente eleitoral é um método pelo qual se distribuem as cadeiras nas eleições pelo sistema proporcional de votos em conjunto com o quociente partidário e a distribuição das sobras.

Para descobrir quem são os deputados estaduais e federais, assim os vereadores, que vão compor o Poder Legislativo, deve-se, antes, saber quais foram os partidos políticos vitoriosos para, depois, dentro de cada agremiação partidária que conseguiu um número mínimo de votos, observar quais são os mais votados. Encontram-se, então, os eleitos. Esse, inclusive, é um dos motivos de se atribuir o mandato ao partido e não ao político.

Nas eleições deste ano não foi diferente. Para deputado estadual, por exemplo, Antônio Pedro (União) que concorria ao seu terceiro mandato foi o 15º mais votado no geral com 6.004 votos. Mesmo assim sua votação não foi suficiente para garantir uma cadeira na Aleac.

Outros parlamentares estaduais passaram pela mesma situação. Neném Almeida e Cadmiel Bonfim ficaram na 17ª e 18ª posições entre todos os candidatos e mesmo assim ficaram fora. O deputado menos votado que conquistou uma vaga na Aleac foi Eduardo Ribeiro, que teve 4.810 votos. Se fossem levado em conta apenas os votos nominais seria o 30º colocado. Os atuais deputados Marcus Cavalcante, Bestene e Daniel Zen, que não conseguiram se reeleger, também obtiveram mais votos que Ribeiro.

Na Câmara Federal quarta mais votada não se elege

A mesma situação aconteceu na eleição para Deputado Federal. A distribuição das 8 vagas para a Câmara dos Deputados foi considerada injusta pelos eleitores de quem ficou de fora, mesmo tendo mais votos de quem foi eleito.

A o caso, por exemplo de Jéssica Sales (MDB) que concorria a reeleição. Mesmo sendo a quarta mais votada do Acre com 20.500 votos, não conseguiu a vitória. Jéssica só ficou atrás dos eleitos Socorro Neri, Meire Serafim e Coronel Ulysses.

Quem também foi “vítima” do quociente eleitoral foi Minoru Kinpara. O candidato tucano obteve 19,077 votos, foi o 7º mais bem votado, mas não conseguiu uma das 8 vagas. Já a Perpétua Almeida teve 392 votos a mais que Roberto Duarte, mas não conquistou a reeleição. Duarte, inclusive, foi o que conseguiu uma vaga com menos votos, tendo sido escolhido por 14,522 eleitores.

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Acre

Na Aleac, oposição será conhecida com formação do novo governo

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A bancada governista será até maior que a atual na Assembleia Legislativa do Acre a partir de 2023, mas de acordo com o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) isso pode não se configurar exatamente em solução. “O governo fez barba, cabelo e bigode. A base governista é grande e isso pode virar um problema porque tudo demais pode virar problema na gestão dos processos”, disse ele, reeleito para novo mandato.

Nesse contexto, é previsível uma bancada de oposição pequena ou não, a depender da composição do novo mandato de Gladson Cameli no Palácio Rio Branco. Assim, as bancadas favoráveis ou contrárias a Gladson só serão dimensionadas mais para frente, observando cooptação e dissidências. “Ainda é cedo pra afirmar. Aguardar a composição do novo governo. Haverá cooptação e dissidentes”, prevê Magalhães
.
Antes, em seu discurso de agradecimento pela reeleição, Edvaldo destacou que não haverá pacto da mediocridade, não haverá ´silêncio dos cemitérios´, mas discussão sobre tudo o que interessa ao Estado -e afirmou que teme pelo segundo mandato de Gladson Cameli, salvo neste primeiro mandato pela pandemia apesar de desafiadora. “Quanto maior a vitória mais é alto o salto do sapato”, disse.

Eleitos pelos partidos que tiveram candidatos majoritários próprios, como Eduardo Ribeiro (PSD), Emerson Jarude (MDB), Antônia Sales (MDB) e Adailton Cruz (PSB) podem atuar na oposição junto com Edvaldo Magalhães.

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Acre

Bolsonaro vai tomar café com Gladson na quinta-feira

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O governador reeleito Gladson Cameli (PP) desembarcou em Brasília (DF) na manhã desta quarta-feira, 5, onde cumpre uma série de agendas institucionais nos Ministérios. Cameli deve ficar na capital do poder até quinta-feira, 6, quando participa de um café da manhã com o presidente Jair Bolsonaro (PL).

Bolsonaro reunirá os governadores eleitos que o apoiam no Palácio da Alvorada para demonstrar força neste segundo turno das eleições de 2022 contra o candidato a presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT.

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Acre

Luiz Calixto – O cara será diferente

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Somente em montagem de filme assisti um jogador, em uma tacada só, encaçapar todas as bolas da sinuca.

Na política local e nacional não tenho conhecimento de algo semelhante: um político, sozinho, derrotar a todos os adversários e inimigos de morte, que se uniram para derrubá-lo usando as armas mais letais da traição e da covardia, como as criminosas fake news.

Gladson entra para a história acreana como o político que desbancou o PT depois de 20 anos de governança e no pleito seguinte fez a fila de falsos aliados que o extorquiram com vantagens de privilégios para, em seguida, traí-lo.

Em palavras bem populares: não sobrou um pra fazer remédio ou contar a história.

O ódio destilado pelos irmãos Major e Mara Rocha, por Sergio Petecão, além do egocentrismo de Jorge Viana e Márcio Bittar, certamente fizeram deles os maiores derrotados desta eleição, ao saírem bem menores do que entraram.

Para tentar disfarçar o passado arrogante, Jorge Viana se amparou em Marcos Alexandre e sepultou os sonhos políticos do ex-prefeito de Rio Branco.

Marcos pode até ressuscitar, mas para isso terá que se afastar do PT e de algumas figuras pesadas do partido.

Ao custo de mais de R$ 3 milhões do Fundo Partidário, os 100% de uma suposta popularidade de Petecão se reduziram a 6% de votos, quase igual à quantidade de votos da deputada mais votada, a professora e ex-prefeita de Rio Branco Socorro Neri.

Os Rochas fizeram campanha afogados num pote de água tingida de ódio e ressentimentos. Vão ter que se esforçar para ressurgir das cinzas.

Márcio Bittar conseguiu apenas 9,99% dos votos para Márcia Bittar, aquela autodeclarada candidata do presidente Jair Bolsonaro.

Márcio fez uma das campanhas mais caras e terá que reconhecer a sua verdadeira estatura política e baixar o facho para não ser reprovado em 2026, quando o seu mandato estará na reta .

Apesar dos ataques violentos e virulentos, tanto no campo político quanto pessoal, o povo do Acre preferiu reconduzir o governador, entre tantas outras virtudes, porque ele não censura a imprensa, não persegue servidores, não tenta controlar a vida das pessoas, tem humildade de reconhecer os próprios erros e não se julga superior ao acreano mais necessitado.

Gladson emergiu das urnas como um verdadeiro e inquestionável líder e tem a oportunidade de montar sua equipe de governo, sem ilhas ou feudos políticos.

Agora a parte salgada no recheio da doce e grande conquista: o povo dá muito, mas também cobra muito. “

O melhor terá que vir agora.

Como diz a música que animou campanha eleitoral dele, “o cara é diferente”. E o governador reeleito já declarou que fará uma gestão diferente.

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