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Conhecido por ser “Rei do Gado”, Zamora não declara nenhuma cabeça de gado ao TSE

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Apesar do pecuarista Fernando Zamora (PRTB), ter declarado ter um patrimônio de R$ 3,1 milhões em bens junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o vice da candidata ao governo, deputada federal Mara Rocha (MDB), não declarou suas inúmeras cabeças de gado junto ao órgão eleitoral.

Seu patrimônio é de R$ 3.149.951,74, sendo distribuído em vários veículos, imóveis, comércio e movimentação financeira em instituições bancárias.

No entanto, ao ac24horas, Zamora contou nesta quinta-feira, 11, que a não presença dos bois na prestação de contas pode está relacionado a problemas em uma parte do Imposto de Renda (IR) que não entrou na declaração junto ao TSE. “Eu não tenho nada a esconder, tenho gado sim e tudo devidamente declarado, vou verificar o que aconteceu, pelo que vi, faltou uma parte do meu IR”, declarou o candidato.

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Moraes multa coligação de Bolsonaro em R$ 22,9 milhões após PL pedir anulação de votos

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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, negou o pedido de verificação extraordinária do resultado do segundo turno das eleições. O pedido foi apresentado na terça-feira (22) pelo PL, partido do presidente Jair Bolsonaro.

Moraes considerou que a ação do partido não apresenta qualquer indício ou prova de fraude que justifique a reavaliação de parte dos votos registrados pelas urnas.

O ministro ainda condenou a coligação da campanha à reeleição de Bolsonaro a pagar uma multa de quase R$ 23 milhões por litigância de má-fé — quando a Justiça é acionada de forma irresponsável.

Moraes determinou ainda:

o bloqueio e a suspensão dos repasses do fundo partidário às siglas até que a multa seja quitada;

a abertura de um processo administrativo pela Corregedoria-Geral Eleitoral para apurar “eventual desvio de finalidade na utilização da estrutura partidária, inclusive de Fundo Partidário”;

o envio de cópias do inquérito ao Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito da investigação sobre a atuação de uma suposta milícia digital para atacar a democracia e as instituições.

Pedido ‘esdrúxulo’

A ação do partido de Bolsonaro é baseada no relatório de uma consultoria privada que diz que as urnas anteriores ao modelo 2020, que têm um número de série único, deveriam apresentar um número individualizado. Segundo a auditoria, isso não permitiria que esses equipamentos passassem por uma auditagem — o que é desmentido por uma série de especialistas e entidades fiscalizadoras.

Na terça, ao receber o pedido do PL, Moraes, deu 24 horas para o partido entregar os dados completos da consultoria, inclusive do primeiro turno, já que ambos os turnos usaram as mesmas urnas.

Mas o partido não incluiu o primeiro turno na auditoria — na prática, incluir o primeiro turno levaria ao questionamento da eleição da bancada do PL: a maior da Câmara.

Na decisão desta quarta, Moraes classificou o pedido do PL de “esdrúxulo”, “ilícito” e realizado de maneira inconsequente.

Moraes disse que o partido atentou contra o Estado democrático de direito e usa o pedido para incentivar movimentos criminosos e antidemocráticos que estão ocorrendo nas estradas, inclusive com uso de violência.

O presidente do TSE esclareceu ainda que é descabida a afirmação de que as urnas possuem o mesmo número de identificação, o que impediria o rastreamento. Para Moraes, esse argumento só pode ter sido levantado por ignorância — o que não parece ser o caso, segundo Moraes –, ou má fé.

Moraes afirmou que os argumentos do PL são absolutamente falsos, já que todas as urnas utilizadas na eleições 2022 assinam digitalmente os resultados com chaves privativas de cada equipamento. E que essas assinaturas são acompanhadas dos certificados digitais únicos de cada urna. Portanto, a partir da assinatura digital, é possível rastrear a origem dos arquivos.

O ministro afirmou ainda que não faz sentido verificar os votos do segundo turno apenas para presidente da República, porque é impossível dissociar um turno do outro, sendo que os equipamentos foram usados nos dois turnos.

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Jéssica Ingrede sofre com preço de copo da cerveja no Catar que vale R$ 71: “Tomei só uma”

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Mostrando os bastidores da Copa do Mundo, no Catar, a Influenciadora acreana, Jéssica Ingrede, junto com seus parceiros selecionados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), se divertiram em um bar em um hotel no país do Oriente Médio.

Segundo a blogueira, os espaço são os únicos lugares onde ainda é permitido o uso de bebidas alcoólicas. Cantando músicas e dançando, o grupo se juntou com vários outros brasileiros, incluindo o mascote Canarinho Pistola.

Ingrede questionou o preço de uma cerveja e ficou surpresa com o valor. “Uma cervejinha aqui, que é um copo de chopp, custa 49 Rial catarense”, o equivalente a R$ 71.

“Tomei só um, claro”, brincou Jéssica, que afirmou antes, estar preparada e ansiosa para apresentar para os seus seguidores a partida do Brasil X Servia, que acontece nesta quinta-feira, 24.

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Oposição diz que gabinete sobre bloqueios foi criado tarde e culpa governo federal por omissão

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O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB), líder da oposição na Assembleia Legislativa do Acre, considerou tardia a criação do gabinete de crise dos impactos dos bloqueios nas rodovias que ligam ao Acre.

O governo do Acre pediu ajuda do Exército Brasileiro na manutenção das vias federais abertas para garantir o abastecimento com gêneros de primeira necessidade e assegurar o direito de ir e vir de todas as pessoas. “A crise está instalada e escalada e apenas hoje o gabinete foi instalado. Portanto, tardiamente”, disse o deputado.

Para ele, permitir que o problema aumente, impedindo inclusive que doentes façam o tratamento de saúde em outros Estados conforme vem acontecendo, requer o uso da força para reprimir esses atos. “O que existe hoje é um crime sendo cometido por parte de pessoas que não tem pauta de reivindicação justa, mas um atentado contra o Estado Democrático de Direito”, completou o parlamentar.

O líder do Governo na Aleac, deputado Pedro Longo (PDT), disse que providências já estão sendo tomadas e contatos com autoridades federais já foram feitos. “O governo está cobrando das autoridades providências mais enérgicas”. Para ele, o governo federal não está prestando a devida atenção ao problema.

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Com avanço da Covid, Anvisa determina volta do uso de máscaras dentro de aeroportos e aviões

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta terça-feira (22), resolução trazendo novas medidas para serem adotadas em aeroportos e aeronaves, em virtude do cenário epidemiológico da Covid-19 no país. A mudança se refere ao retorno da obrigatoriedade do uso de máscaras nesses ambientes.

Em reunião, os participantes ressaltaram que os dados epidemiológicos demandam o retorno de medidas não farmacológicas de proteção, como o uso de máscaras, principalmente no transporte público, aeroportos e ambientes fechados ou confinados.

A nova resolução aprovada pela Anvisa dispõe que é obrigatório o uso de máscaras faciais no interior dos terminais aeroportuários, meios de transporte e outros estabelecimentos localizados na área aeroportuária.

A norma proíbe a utilização de máscaras de acrílico ou de plástico; máscaras dotadas de válvulas de expiração, incluindo as N95 e PFF2; lenços, bandanas de pano ou qualquer outro material que não seja caracterizado como máscara de proteção de uso profissional ou de uso não profissional; protetor facial (face shield) isoladamente; máscaras de proteção de uso não profissional confeccionadas com apenas uma camada ou que não observem os requisitos mínimos previstos na ABNT PR 1002 – Guia de requisitos básicos para métodos de ensaio, fabricação e uso.

A resolução entrará em vigor no dia 25 de novembro de 2022.

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