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Vereador de Rio Branco propõe criação de escolas para autistas no Acre

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Na sessão deliberativa na Câmara Municipal desta terça-feira, 2, o vereador Arnaldo Barros (Podemos), propôs ao prefeito Tião Bocalom (Progressistas), a criação de uma escola especializada para acolher crianças com autismo em Rio Branco.

De acordo com o parlamentar, o objetivo da proposta é melhorar a qualidade dos portadores do transtorno e potencializar seus conhecimentos. Além disso, Barros destacou que na capital, existem mais de 5 mil autistas identificados por meio de laudo – sendo que deste, mais de 1.600 estão aguardando por tratamento no centro multidisciplinar disponível na capital.

“Uma unidade educacional no município aos autistas, iria possibilitar a abertura de mais vagas a demais crianças que ficam de fora dos colégios. Uma das maiores problemáticas em Rio Branco. Só aqui temos mais de 5 mil autistas, no âmbito estadual temos mais de 11 mil”, declarou.

Em seu pronunciamento, Arnaldo cobrou do poder público que forneça medicação para as crianças com o transtorno do espectro autista – como por exemplo, a risperidona.

Cotidiano

Campanha de Lula pede inelegibilidade de Bolsonaro e filhos no TSE

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A campanha do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva entrou na tarde desta quinta-feira com duas ações de investigação judicial eleitoral no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em que pede a inelegibilidade do presidente Jair Bolsonaro (PL) por abuso de poder político e econômico. Em outra ação, o presidente eleito pede que Flavio e Eduardo Bolsonaro, além de outros apoiadores, se tornem inelegíveis também. No dia 2 de novembro, a CNN revelou que a campanha preparava as ações.

Os escritórios Aragão & Ferraro e Zanin Martins, que representam a coligação, assinam as ações.

Uma das ações, de 53 páginas, se baseia na acusação da utilização da máquina pública durante as eleições. O documento diz que o presidente “concedeu ilegais benefícios financeiros aos cidadãos brasileiros durante o período eleitoral, com o claro intuito de angariar votos e, portanto, influenciar na escolha dos eleitores brasileiros, de modo a ferir a lisura do pleito”.

O documento lista dez ações que, segundo a coligação, compreendem abuso de poder:

Erros na inclusão de beneficiários do Bolsa-Família entre 2019 e 2022.

Vantagens a concursados da Polícia Federal e da Polícia Federal

Antecipação dos repasses do Auxílio-Brasil e do Auxílio-Gás durante o segundo turno

Inclusão de 500 mil famílias no programa “Auxílio-Brasil” em outubro de 2022

Antecipação de pagamento de benefício para caminhoneiros.

Relançamento do programa de negociação de dívidas “Você no azul”, da Caixa Econômica Federal.

Anúncio da liberação de uso do FGTS “futuro” para financiar imóveis.

Aumento de R$ 1 bilhão dos subsídios ao programa Casa Verde e Amarela.

Anúncio de crédito para mulheres empreendedoras.

Antecipação do pagamento de benefícios para taxistas e caminhoneiros como Anúncio de Benefício Extra de Até R$ 500 no fim do ano para taxistas.

Crédito Consignado do Auxílio-Brasil.

A coligação aponta que “não se critica a maior parte das medidas adotadas, em sua essência, em favor dos cidadãos brasileiros” mas diz que “as irregularidades ora apontadas se dão na medida em que Jair Bolsonaro e seus apoiadores se valem da máquina pública para otimizar tais programas sociais com o claro intuito de promover campanha eleitoral em favor do candidato à reeleição, o que é vedado pela legislação brasileira”.

Atos contra sistema eleitoral

Na outra ação, de 198 páginas, a coligação pede que além de Bolsonaro, também se tornem inelegíveis o candidato a Vice, Braga Neto, os filhos do presidente, senador Flavio Bolsonaro e o deputado Eduardo Bolsonaro, a deputada Carla Zambelli, o deputado eleito Nikolas Ferreira, Gustavo Gayer e Magno Malta.

Nesta ação, o objeto “diz respeito a reiterados atos atentatórios dos investigados contra o sistema eleitoral brasileiro, a visarem a abalar a normalidade e higidez do pleito, para, assim, deslegitimar o sufrágio eleitoral democrático e seguro, incutindo nos eleitores o sentimento de insegurança e descrença no sistema eleitoral e, por consequência, atentando contra a existência do próprio Estado Democrático de Direito”.

Os atos mencionados se dividem em antes da campanha eleitoral, no período eleitoral, no dia da eleição e depois da eleição:

Atos praticados antes da campanha eleitoral

Divulgação do Inquérito no 1.361 ao nascimento da desinformação do suposto ataque “hacker” às urnas.

A disseminação e ramificação da fake news sobre suposta “fraude na urna” e a propagação da tese de insegurança do sistema eleitoral.
Ataque às autoridades do Poder Judiciário.

Encontro com Embaixadores para deslegitimar o processo eleitoral.

Descredibilização das pesquisas eleitorais.

Instauração do medo de ir às urnas e ataque a participação política pública.

Atos praticados durante a campanha eleitoral

Intensificação do ataque aos institutos de pesquisas durante a campanha eleitoral.

Consolidação da narrativa de perseguição política – “eleições manipuladas”, “decisões parciais” e “censura”.

Ataques às autoridades judiciárias durante a campanha eleitoral.

Reinvindicação por 154 mil inserções de rádio na Região Nordeste que eram de responsabilidade fiscalizatória da Coligação e não do TSE.

Ataque à segurança das urnas eletrônicas.

Auditoria apócrifa apresentada pelo Partido Liberal ao Tribunal Superior Eleitoral

Adesão ao discurso e contribuição de toda base de apoiadores na propagação da desinformação

Atos praticados no dia da realização do segundo turno da eleição de 2002Instrumentalização da Polícia Rodoviária Federal

Atos praticados após a divulgação do resultado do segundo turno da eleição de 2022

Manifestações antidemocráticas com o intuito de perturbar a diplomação do presidente eleito

Live sobre suposta fraude nas urnas eletrônicas.

Pedido de anulação de votos depositados em 279 mil urnas eletrônicas sem respaldo fático-comprobatório.

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Cotidiano

Ibovespa fecha em queda de 1,67% com receios fiscais; dólar sobe a R$ 5,21

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O Ibovespa fechou em queda de 1,67% nesta quinta-feira (8), aos 107.249.04, com sinais nocivos sobre o rumo fiscal do país endossando receios de que a política monetária restritiva no Brasil dure mais do que o previsto. Este foi o menor patamar de fechamento em quatro meses, desde 5 de agosto.

Entre as ações, CVC puxou as perdas, com desvalorização de 10,23%, seguida por Azul, -7,61%, e Pão de Açúcar, -6,97%. Na ponta oposta, Meliuz teve ganhos de 8,85%.

Já o dólar encerrou em alta de 0,18%, cotado a R$ 5,215, em meio a negociações instáveis, com investidores ajustando posições após perdas recentes da moeda, acompanhando a tramitação da PEC do Estouro e digerindo o comunicado de política monetária do Banco Central, que trouxe alertas fiscais ao governo eleito.

Na véspera, a moeda norte-americana fechou em queda de 1,23%, a R$ 5,206, patamar de encerramento mais baixo desde quinta-feira passada (R$ 5,197).

Copom
O Banco Central decidiu manter a Selic em 13,75% na véspera e afirmou que irá acompanhar “com especial atenção” os desenvolvimentos futuros da política fiscal e seus efeitos nos preços de ativos e expectativas de inflação.

O Credit Suisse e a XP Investimentos revisaram projeções e agora não esperam mais cortes da taxa básica de juros até o final do ano que vem, prevendo que uma redução deve ocorrer apenas em 2024. Antes, o banco suíço estimava uma redução a 11,5% e a XP, a 10% em 2023.

Em meio a preocupações no mercado como rumo fiscal do país, o Senado aprovou também na quarta-feira a PEC do Estouro que expande por dois anos o teto de gastos em R$ 145 bilhões. O texto agora segue para a Câmara dos Deputados.

No exterior, Wall Street abriu em alta, em sessão marcada por dados mostrando um aumento moderado nos pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos, enquanto persiste o receio com o efeito da política monetária do Federal Reserve na economia.

*Com informações de Reuters

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Cotidiano

Jovem morre no PS de Rio Branco após ser baleado em beco próximo ao Ginásio Coberto

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Rafael da Silva Nunes, de 23 anos, foi ferido a tiros em via pública na madrugada desta quinta-feira, 8, no beco do Ginásio Coberto, situado no bairro Aeroporto Velho, na região da Baixada da Sobral, e morreu no Pronto-Socorro de Rio Branco.

De acordo com informações da polícia, Rafael e um amigo ainda não identificado estavam em uma bicicleta, quando foi ferido a tiros no beco. Moradores ao escutarem seis disparos da arma de fogo foram averiguar o que havia acontecido e encontraram Rafael caído no solo e sangrando. Após a ação o autor do crime fugiu do local.

A ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada, os paramédicos prestaram os primeiros atendimentos e pediram apoio da ambulância de suporte avançado que encaminhou o paciente ao Pronto-Socorro de Rio Branco em estado de saúde gravíssimo.

Ao dar entrada ao hospital Rafael não resistiu aos ferimentos e morreu no centro cirúrgico.

Policiais Militares estiveram no local e em seguida fizeram patrulhamento na região em busca de prender o acusado de ferir a vítima, mas ele não foi encontrado.

O corpo de Rafael foi levado do Pronto-Socorro ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavéricos.

A polícia acredita que o crime pode estar relacionado a guerra entre organizações criminosas.

O caso segue sob investigação dos agentes de Polícia Civil da Equipe de Pronto Emprego (EPE), da Delegacia Especializada de Investigação Criminal (DEIC).

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Cotidiano

Dupla armada invade hospital de Eduardo Velloso e leva dinheiro de cofre

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O Hospital Oftalmológico do Acre (HOA), de propriedade do médico e deputado federal eleito, Eduardo Velloso, foi vítima de um assalto na manhã desta quinta-feira, 8, no centro de Rio Branco.

As informações prestadas ao ac24horas por testemunhas da ocorrência são de que dois homens armados invadiram o hospital e levaram todo o dinheiro que estava em um cofre. De acordo com as primeiras impressões, o assalto foi planejado com antecedência, já que os criminosos foram direto à sala onde fica o cofre e já sabiam a data que a responsável pelas finanças da empresa abre o cofre para retirar o dinheiro e depositar na agência bancária.

Os bandidos eram jovens, usavam boné e máscaras. Como é comum neste tipo de crime, os assaltantes estavam em uma motocicleta que foi usada para fuga. “Eles sabiam até onde era a sala e vieram somente com o objetivo de pegar o dinheiro do hospital. A impressão é de que foi tudo bem planejado. Ainda levaram dois celulares de pacientes”, conta a testemunha.

Não há ainda informações de quanto foi levado pelos bandidos. O ac24horas procurou Eduardo Velloso, mas o médico não se pronunciou até o momento.

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