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Motorista de van envolvida em acidente na BR-317 é diretor na Cageacre e estaria fazendo “bico”

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Jean Lopes de Oliveira Júnior, motorista da van que se envolveu numa colisão com um caminhão na manhã dessa quarta-feira, 27, na BR-317, onde cinco mulheres morreram, é nomeado do governo do estado e exerce atualmente a função de diretor operacional da Companhia de Armazéns Gerais e Entrepostos do Estado do Acre (Cageacre).

A informação foi confirmada pelo presidente da própria Cageacre, Jessé Cruz. A entidade chegou a emitir uma nota de pesar e solidariedade, mas omitiu a informação de que o motorista era diretor operacional. Ao ac24horas, Jessé afirmou que a Cageacre deve emitir uma nota oficial nesta quinta-feira, 28, e que não sabia que Jean exercia outra função, mesmo fora do horário de trabalho.

“Estou no interior e o jurídico vai se posicionar por meio de uma nota. Desconhecia que o diretor operacional exercia outras funções fora do horário de trabalho. Se assim for comprovado, será exonerado”, afirmou Cruz.

Além de ser diretor da instituição, Jean Lopes é casado com uma sobrinha da mulher do deputado estadual Antônio Pedro (União Brasil), Carla Mendonça, que foi candidata à prefeita de Xapuri nas últimas eleições municipais.

O ac24horas tentou entrar em contato com Jean Lopes, mas não obteve retorno. O espaço segue aberto para posicionamento do motorista, caso haja interesse.

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Na CNN, Gladson declara apoio a Bolsonaro no 2º turno e garante conter as queimadas

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O governador reeleito, Gladson Cameli (Progressistas), concedeu entrevista ao canal CNN Brasil, na manhã desta terça-feira, 4, e afirmou que deverá continuar apoiando o presidente da República, Jair Bolsonaro (PL) na disputa contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Ao ser questionado por quais motivos deverá apoiar Bolsonaro, Gladson destacou as parcerias com o governo federal ao longo do mandato. “Ele nos ajudou bastante na questão da renegociação das dívidas, no apoio a questão da segurança, criamos parceria para monitorar nossas fronteiras e também as obras de Infraestrutura que sempre contamos com apoio do governo federal”, declarou.

Cameli também falou do tema do momento: as queimadas. Segundo ele, em seu segundo mandato deverá coibir a prática, porém, sempre orientando os produtores e grandes agricultores. “Forçamos a polícia ambiental para que possamos não só coagir, mas orientar o pequeno
produtor”, explicou.

A entrevista começa a partir de -58:00. Assista:

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Destaque 4

No Acre, homem se revolta com derrota do PT e pede para Bolsonaristas comprarem sua casa

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Um morador residente da cidade de Cruzeiro do Sul, interior do Acre, identificado por Elio Moreira de Farias, simpatizante do PT, resolveu polemizar ao gravar um vídeo no aplicativo Kwai, onde ofende os moradores do Estado de “idiotas” por ter dado uma votação expressiva ao candidato a reeleição da presidência do Brasil, Jair Bolsonaro (PL) que obteve mas de 62% dos votos válidos.

Moreira começou sua crítica chamando os “Bolsonaristas” de mortos de fome. Segundo ele, os eleitores do “mito” não têm condições de comprar sua residência para o mesmo se mudar para fora do território acreano. “Não tem condições de comprar essa casa aqui, ela é até bonita. Se fossem ao menos Bolsonaristas rico que pudesse me comprar essa casa para eu ir me embora desse lugar imundo que esse Acre”, desabafou.

O morador do Vale do Juruá disse ainda que seu pai cometeu grave erro ao vir constituir família nas terras acreanas e, em tom de revolta, contou que almeja ir embora para o nordeste onde Lula obteve um grande potencial de votos. “Aqui só tem idiota vagabundo. Aí não tem Bolsonarista capaz de comprar minha casa e eu sou obrigado a viver nesse entre de rato de esgoto. Eu quero ir embora para esses estados do nordeste que me deixaram orgulhoso e saber que lá tem ser humano, tem gente”, declarou.

Após as ofensas de Moreira aos acreanos e Bolsonaristas, o homem passou a receber inúmeras ligações e proposta para vender o imóvel – contudo, Elio não atendeu às ligações e muito menos respondeu às mensagens de WhatsApp e SMS.

Ameaças

De acordo com informações divulgadas nas redes sociais, Moreira foi ameaçado pelos Bolsonaristas que, a partir da divulgação do vídeo, passaram a buscar a localização do homem para tirar satisfações.

O irmão do divulgador, de identidade não revelada, também divulgou áudios dizendo que o irmão sumiu depois da polêmica. Para ele, nesse momento, Moreira deverá arcar com seus atos e atitudes.

A reportagem do ac24horas buscou contato com Elio Moreira que, após a polêmica repercussão, decidiu desativar seu WhatsApp.

Veja o vídeo:

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Acre encerrou setembro com diesel a R$ 7,79, gasolina a R$ 5,69 e etanol a R$ 4,75

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O Acre fechou setembro com o preço do litro da gasolina cotado em R$ 5,69, etanol R$ 4,75, diesel comum R$ 7,79 e S-10 R$ 7,83. Os valores do diesel são mais os altos do País no período, segundo levantamento da consultoria Ticket Log divulgado no fim de semana passado, véspera da eleição.

A região Norte fechou o mês com a gasolina a R$ 5,62, etanol a R$ 4,93; diesel comum a R$ 7,54 e diesel S-10 a R$ 7,67 – ambos com o preço médio mais caro em relação às demais regiões.

O último levantamento do Índice de Preços Ticket Log (IPTL) apontou que o preço médio do litro do diesel comum fechou setembro a R$ 7,13, valor 3,90% mais barato se comparado ao fechamento de agosto. Já o tipo S-10, apresentou recuo de 3,83% e fechou o período a R$ 7,23.

“Este segundo recuo consecutivo identificado pelo IPTL nas bombas de abastecimento de todo o País é reflexo da última redução anunciada no dia 19 de setembro para o diesel vendido às refinarias. Ainda assim, quando comparamos com um ano atrás, em que os dois tipos estavam sendo comercializados a média de R$ 4,93 o comum e R$ 4,98 o S-10, o valor do combustível ainda está 45% mais caro para os motoristas”, destaca Douglas Pina, Diretor-Geral de Mainstream da Divisão de Frota e Mobilidade da Edenred Brasil.

No recorte regional, o Sudeste ocupou o posto que foi do Nordeste em agosto e registrou as reduções mais expressivas para os dois tipos de diesel, com o tipo comum a R$ 6,91, e recuo de 4,24%; e o tipo S-10 a R$ 7,05, com redução de 4,17%. Já as médias mais baixas foram registradas no Sul a R$ 6,72 o comum e R$ 6,77 o S-10, com reduções de 3,86% e 3,94%. Assim como em agosto, as médias mais altas foram comercializadas nas bombas de abastecimento do Norte, R$ 7,54 o comum e R$ 7,67 o S-10.

Entre os Estados, a Bahia foi o único a apresentar aumento no valor do combustível, de 0,08% para o tipo comum e de 0,26% para o S-10. Já as médias mais altas foram registradas nas bombas de Roraima, a R$ 8,13 o tipo comum e R$ 8,28 o tipo S-10, mesmo com reduções de 2,81% e 1,62%, respectivamente.

Sergipe foi o Estado que apresentou a redução mais expressiva para o diesel comum, de 6,19%, que passou de R$ R$ 7,52 para R$ 7,05. No Rio Grande do Norte o tipo S-10 fechou a R$ 7,13 e recuou 5,90%, em relação a agosto, a maior queda entre os Estados. O menor preço médio do País para ambos os combustíveis foi registrado nas bombas de abastecimento do Paraná, com o tipo comum a R$ 6,68 e redução de 3,37%; e o S-10 a R$ 6,73, que ficou 3,90% mais barato.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo. A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

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Assim como os Viana e Flaviano, Famílias Bittar, Bestene, Sales e Rocha recebem recado das urnas

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Quem orbita o mundo político sabe que os cenários são compostos por auges e uma série de dissabores. As eleições de 2022, assim como as de 2020 e 2018, trouxeram mais mensagens duras para famílias e alguns grupos políticos tidos como imbatíveis. A arrogância, prepotência e a cegueira por vingança e até mesmo certas doses de capricho e soberba, acabaram deixando um rastro de ressaca digna de grandes derrotas. Não é fácil acordar na segunda-feira, pós-eleição, e não conseguir sair à rua, olhar na cara das pessoas ou até mesmo responder ligações telefônicas e mensagens por WhatsApp. A vida é dura sem mandato.

Com a apuração das urnas chegando aos 100%, grupos foram esfacelados e relações nunca mais serão as mesmas. Assim como o PT, que foi praticamente varrido da vida política do Acre nas eleições de 2018 e 2020, e serviu de exemplo para todos, inclusive agora em 2022, quando mais uma vez recebeu um sono NÃO da maioria da população, perdendo o governo do Acre, vagas na Assembleia Legislativa e também na Câmara Federal, chegou a vez de grande parte dos vitoriosos de 2018 sentirem o gosto amargo da derrota.

Para quem já foi governador, senador, prefeito de Rio Branco e deputado federal por diversos mandatos, o fim melancólico de Flaviano Melo na política, aos 72 anos, é um sinal claro que tudo tem começo, meio e fim e os efeitos práticos disso são frutos de escolhas. Melo, que preside uma das siglas mais poderosas do Acre, viu tudo desmoronar com o fato de Jéssica Sales não se reeleger. Aliás, os dois tiveram votações inferiores ao pleito de 2018. Jéssica, que é uma parlamentar exemplar, até pouco tempo lutava contra um câncer, e resolveu fazer campanha aos 45 do segundo tempo, obteve 20.500 votos, bem longe dos 28.717 votos das eleições há quatro anos. Já Melo, que teve 7.406 votos nesse novo pleito, bem abaixo dos conquistados em 2018 (18.723 votos).

As derrotas do MDB não vem só de agora, são sinalizadas também em 2020, quando a família Sales lançou o filho Fagner para disputa da prefeitura de Cruzeiro do Sul, e foi derrotada novamente. O mesmo ocorreu com Flaviano, que lançou Roberto Duarte a prefeitura e na época uma votação pífia foi alcançada. O fato é que só quem escapou dessa situação trágica foi a deputada Antônia Sales, mãe de Jéssica e esposa de Vagner Sales, que obteve 5.720 votos e se reelegeu, apesar da votação ter sido bem inferior em relação a 2018 (9.139 votos). Já Roberto Duarte, percebendo os sinais, pulou fora do barco e resolveu fazer voo solo numa aventura no republicanos, que acabou dando certo, ao se reeleger deputado federal, junto com Antônia Lúcia.

O fato é que esse cenário podia ter sido diferente se Flaviano tivesse aceitado ser vice de Cameli. Por não acreditar nessa possibilidade, acabou fazendo escolhas como dar guarita para os irmãos Mara Rocha (deputada federal) e Major Rocha (vice-governador), que tinham como objetivos não só limpar o Acre da corrupção, mas também uma vingança insana e sem limites contra Gladson. E por falar nos Rocha, esses sentem o drama das escolhas, alegaram uma série de problemas para deixar a composição do atual governo, mas parecem que não convenceram a população. A aproximação umbilical um do outro, acabou levando os irmãos, promissores na política, para o fundo do poço. Resta agora saber se calçarão as sandálias da humildade, o que muita gente duvida. Para o bem da política e das boas e velhas amizades, esperamos que sim.

Quem também não pode ser esquecido nesse pleito é o senador Márcio Bittar (União Brasil). Este tentou resolver questões particulares com ex-mulher, Márcia Bittar, colocando o futuro do Acre em suas mãos. Fez de tudo para colocá-la como candidata ao senado com a desculpa que havia recebido um convite do presidente Jair Bolsonaro. Aliás, motivo esse usado para resolver qualquer problema: “O Bolsonaro convidou”, “O Bolsonaro pediu” e “Eu não posso dizer não para o Bolsonaro”. Essa “tara” por Bolsonaro expôs a família Bittar ao ridículo, ao ponto de questões pessoas, particulares virem a tona em solenidades, como aquele episódio da Câmara de Rio Branco, onde Márcia arrancou o celular das mão de Márcio e também sobre uma série de declarações dela sem pé nem cabeça baseadas em grupos de WhatsApp e telegram. Aliás, me desculpem, muitos deste vivem no mundo da lua. Mas como tudo tem ação e reação, a população sobre dar o recado, Márcio, que e havia sido eleito senador em 2018 teve a pífia votação de 4.773 votos. Para se ter uma ideia, o deputado estadual eleito com menos voto em 2022 no Acre obteve 4.810 votos, que foi Eduardo Ribeiro (PSB). Já Márcia obteve 41 mil votos, que pelo que se nota é a base da direita ultra radical no Acre.

Com todo respeito ao ex-secretário Alysson Bestene, que considero uma boa pessoa, mas gosto de separar a família Bestene em dois clãs, apesar de muita gente não concordar. A família Bestene derrotada nas eleições foi liderada pelo deputado estadual José Bestene, candidato a reeleição, e seu filho, o vereador Samir Bestene, candidato a deputado federal. A fome dos Bestene não só resume apenas a cargos no governo e prefeitura, mas também em conseguir mais espaços de poder. Não conseguiram. As figuras, enfatizo o pai, foram responsáveis por boa parte das crises internas instaladas no atual governo e conhecendo bem os caminhos, deverão fazer uma verdadeira guerra para obter espaços no governo. O atual governador já sabe disso, resta saber se ele vai querer jogar o mesmo jogo dos últimos quatro anos.

Não poderia deixar de rabiscar também sobre Sérgio Petecão, o senador tido como 100% popular, que obteve pouco mais de 27 mil votos na disputa do governo. Ele desqualificou pesquisas e o governador, mas pelo que tudo indica a conversa para a população não colou. Como todo ato de desespero, ele culpou até mesmo a imprensa, mesmo tática usada por Jorge Viana, a maior estrela do PT, para enfatizar uma blindagem. Mais uma vez o recado foi duro e foi dado.

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