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Com 65 bairros afetados, Rio Branco só deve normalizar abastecimento de água no domingo

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O Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco (Saerb) deu detalhes na manhã desta terça-feira, 21, sobre a atual situação das Estações de Tratamento de Água (ETAs) I e II que realizam o abastecimento de, aproximadamente, 65 bairros da capital dos setores da Sobral, Calafate, Central, São Francisco e Horto. A previsão é de que até o próximo domingo, 26, normalize em 100% o abastecimento.

De acordo com o diretor-presidente do Saerb, Enoque Pereira, desde o dia 7 de junho alguns bairros estão sofrendo com oscilação no abastecimento de água em decorrência das fortes chuvas e da alta turbidez na água do rio Acre. “Quando essa água é captada para a realização do tratamento, a lama vem junto e dificulta no tratamento da água”, informou Enoque.

Além da lama, o que também contribuiu para o prejuízo, segundo a prefeitura, foram alguns balseiros que acabaram danificando duas bombas de captação. “Com essa vazão, tivemos que diminuir em torno de 60% da capacidade máxima, pois tratamos em torno de 1.600 L de água por segundo, sendo 600 litros na ETA I e 1.000 litros na ETA II. Em virtude dessa situação, tivemos que reduzir a capacidade máxima de tratamento”, explicou o gestor.

O diretor-presidente informou ainda que até segunda-feira, 20, as turbinas estavam com 55% da capacidade e que nesta terça-feira, 21, foi para 94%.

Os bairros afetados são: Bahia Velha; Bahia Nova; Bom sucesso; Cabreúva; Carandá; João Paulo; Airton Sena; João Eduardo II; Parte do João Eduardo l; Boa União; Bairro da Glória; Plácido de Castro; Boa Vista; São Sebastião; Aeroporto Velho; Novo Esperança; Conjuntos Esperança I, II e III; Doca Furtado; Jardim Europa; Jardim de Alá; Loteamento Mariana; Primavera; Conjunto Tangará; João Eduardo; Bairro Novo Horizonte (floresta); Bela Vista; Vila Betel; Habitat Brasil; Joafra; Parque das Palmeiras; Bairro da Paz; Rui Lino III; Mocinha Magalhães; Alphaville; Centro; Bairro da Base; Castelo Branco; Bela Vista; Ivete Vargas; Tropical; Palheiral; Mascarenhas de Moraes; Abrão Alab; Bosque; Cohab do Bosque; Aviário; Estação Experimental; Morada do Sol; Cadeia Velha e Adalberto Aragão.

– Setor São Francisco:

São Francisco

Green Garden

Edson Cadaxo

Estrado São Francisco (Embratel)

Parte da Rua Luiz Gonzaga

Parte da rua Joaquim Macedo

– Setor Horto:

Conquista

Nova Estação

Manoel Julião

Procon

Solar

Vila Ivonete

Jardim América

Conjunto Tiradentes

Av. Antônio da Rocha Viana

Av. Getúlio Vargas até o Lourenço Filho

Destaque 4

Banheiros sem porta deixam pacientes em situação de constrangimento em UPA do Acre

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Já faz aproximadamente um mês que os pacientes usuários dos serviços da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) localizada no bairro Sobral, em Rio Branco (AC), são obrigados a fazerem suas necessidades fisiológicas em situação de constrangimento. É que os únicos locais reservados do banheiro masculino que estão funcionando não possuem portas.

A situação faz com que os usuários da unidade de saúde se vejam em completo vexame. O ac24horas esteve na referida UPA na tarde desta segunda-feira, 20, e comprovou a denúncia. O gerente administrativo do local, Carlos Cardoso, disse que as portas foram quebradas por vândalos e que a situação já foi repassada para a secretaria estadual de saúde (Sesacre) há 30 dias.

“Já solicitamos o reparo ao setor de serviços gerais da Sesacre no mês passado. Nesta semana eles devem estar vindo solucionar [o problema]. Quebraram portas para roubarem luminárias. Subiram e quebraram até o mármore da pia”, alegou o gerente da UPA à reportagem.

No reservado masculino, duas portas foram arrancadas. Além disso, o dispenser de toalha de papel e de sabão líquido também não existe mais. “A gente compra isso constantemente e coloca, mas sempre é roubado pelos vândalos. Eles levam saboneteira, porta-papel, inclusive já tivemos uma reunião com a empresa responsável para repor isso”, afirmou Cardoso.

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Destaque 4

Porta aberta para mais de 44 mil migrantes, Acre lidera entrada de refugiados na Amazônia

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Na Amazônia, o Acre concentrou o maior volume de solicitações de reconhecimento da condição de refugiado apreciadas pelo Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), em 2021, 33.911 (47,8%), seguido por Roraima, 10.403 (14,7%) e pelo Amazonas, 6.660 (9,4%).

Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (20) pelo Ministério da Justiça. Segundo o Governo do Acre, mais de 39 nacionalidades vieram ao Estado nos últimos anos.

A intensificação dos fluxos migratórios no Acre é intensa desde 2015. O Estado já acolheu mais de 44 mil imigrantes desde então.

Quando se analisam os Estados de registro das solicitações de reconhecimento da condição de refugiado apreciadas pelo Conare, em 2021, reitera-se a relevância da região Norte para a dinâmica atual do refúgio no Brasil. No ano, 72,2% das solicitações apreciadas pelo Conare foram registradas nas UFs que compõem essa região.

Estes solicitantes de reconhecimento da condição de refugiado tinham origem, fundamentalmente, no Haiti (40.415) e na Venezuela (9.777), além de Cuba (355) e Senegal (307). Por outro lado, a região Nordeste concentrou o menor percentual de solicitações apreciadas pelo Conare, apenas 0,4%. Quanto às demais regiões brasileiras, o Sudeste registrou 11,5% do total de solicitações apreciadas pelo Conare, enquanto o CentroOeste (11,3%) e o Sul (3,9%) completam o quadro de análise regional.

Somadas, as pessoas haitianas (40.297) e as venezuelanas (9.720), que solicitaram reconhecimento da condição de refugiado nessas três UFs (50.017), representavam 70,5% do total de solicitações de reconhecimento da condição de refugiado analisadas pelo Conare, em 2021.

Entre as demais UFs, os destaques foram o Distrito Federal (10,7%) e São Paulo, com 10,5% das solicitações de reconhecimento da condição de refugiado apreciadas pelo Conare, em 2021.

No caso de São Paulo, as pessoas solicitantes de reconhecimento da condição de refugiado têm como origem, principalmente, China (2.132), Haiti (1.136), Angola (908) e Nigéria (522), reiterando a tendência observada nos anos anteriores, conforme verificado por Silva, Cavalcanti, Oliveira e Macedo (2020; 2021), por padrões de distribuição, escala, e, aparentemente, rotas substancialmente distintos entre diferentes pontos do território brasileiro. Por sua vez, no Distrito Federal, destaque para as pessoas solicitantes de reconhecimento da condição de refugiado que têm como origem o Haiti (5.198) e a Venezuela (1.033), que representaram 81,9% do total de pessoas solicitantes naquela UF em 2021.

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Rio Branco reavalia suspensão e retoma aulas presenciais do 1º ao 5º ano na quarta-feira

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A prefeitura de Rio Branco emitiu um comunicado na noite desta segunda-feira, 21, informando que em acordo com a diretoria do Colegiado de Diretores, reavaliou a suspensão das atividades escolares por conta do surto de Síndrome Respiratória Aguda Grave e decidiu pelo retorno das aulas nas escolas de Ensino Fundamental a partir desta quarta-feira, dia 22.

De acordo com o município, esse público de alunos vem sendo menos afetado que o público da Educação Infantil (creches e pré-escolas), que só deve retomar as aulas presenciais a partir do dia 27/06 (segunda-feira). Nesta semana, o retorno é válido apenas para os alunos que estudam o Ensino Fundamental (1º ao 5º anos).

“Recomendamos que, como medidas protetivas, todos (pais, professores, funcionários e alunos) devem usar máscaras facial, realizar a higienização das mãos regularmente e evitar o compartilhamento de objetos, no ambiente escolar. Reafirmamos a importância de sensibilização da comunidade para a vacinação das crianças tanto para a covid-19 quanto para gripes e outras doenças”, informa a prefeitura.

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Acre tem redução de 9% no desmatamento nos últimos 9 meses, segundo Imazon

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O estado do Acre é um dos que apresentaram redução nos números relativos ao desmatamento no período de agosto de 2021 a maio de 2022, segundo dados do Sistema de Alertas de Desmatamento (SAD) do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), que monitora a floresta por imagens de satélite desde 2008.

De acordo com o boletim referente a maio de 2022, o Acre foi o penúltimo estado da Amazônia Legal, com 3% do desmatamento detectado neste mês pelo SAD, ficando à frente do Maranhão, que teve 2% do total, que foi 1.476 quilômetros quadrados, 31% em relação a maio de 2021, quando o desmatamento somou 1.125 quilômetros quadrados.

Distribuído pelos estados da Amazônia Legal, o desmatamento detectado em maio de 2022 ocorreu no Amazonas (38%), Pará (32%), Mato Grosso (13%), Rondônia (12%), Acre (3%) e Maranhão (2%). Já as florestas degradadas na região somaram 65 quilômetros quadrados em maio de 2022, o que representa um aumento de 67% em relação a maio de 2021.

O dado positivo para o Acre aparece quando são contabilizados os números referentes ao período dos últimos nove meses, de agosto de 2021 a maio de 2022, quando o estado registrou uma redução de 9% com relação ao período anterior – de 2020 para 2021, o Acre teve 528 km² de desmatamento detectado pelo SAD, nesse intervalo. De 2021 para 2022 foi de 480 km².

Porém, na Amazônia Legal, de maneira geral, mesmo após a explosão do desmatamento no ano passado, o ritmo de destruição da floresta amazônica segue crescendo neste ano. De janeiro a maio de 2022, a Amazônia perdeu mais de 2 mil campos de futebol por dia de mata nativa, a maior devastação dos últimos 15 anos para o período.

De acordo com os dados do SAD, foram derrubados 3.360 km² em apenas 151 dias, de janeiro a maio, uma área três vezes maior do que Belém. Apenas em maio, foram desmatados 1.476 km², o que representa 44% do acumulado do ano. Em comparação com maio de 2021, quando foram destruídos 1.125 km², pior marca para o mês em 14 anos, a devastação cresceu 31% em 2022.

Amazonas lidera

Entre os nove estados que compõem a Amazônia Legal, o que mais perdeu floresta em maio foi o Amazonas, onde o jornalista Dom Phillips e o indigenista Bruno Pereira foram mortos. Foram 553 km² de floresta destruídos, 38% do registrado em toda a região. Isso representou um aumento de 109% em relação ao desmatamento identificado no estado em maio do ano passado: 264 km².

No Amazonas, a devastação avança nas divisas com o Acre, Rondônia, Mato Grosso e Pará. Apenas uma cidade, Apuí, concentrou 214 km² de desmatamento em maio, área equivale a 39% de toda a devastação registrada no estado, sendo o município que mais destruiu a Amazônia no mês. Outros três municípios amazonenses: Lábrea, Novo Aripuanã e Manicoré, estão na lista dos 10 mais da destruição da Amazônia.

Pará, Mato Grosso e Rondônia

O segundo estado que mais desmatou a Amazônia em maio foi o Pará, com 471 km² (32%). Em solo paraense, um dos grandes problemas é o avanço da devastação sobre áreas protegidas, como unidades de conservação (UCs) e terras indígenas (TIs). Seis das 10 UCs e quatro das 10 TIs mais desmatadas na Amazônia ficam no Pará.

Em relação às unidades de conservação, apenas a APA Triunfo do Xingu, que ocupa o topo do ranking das mais desmatadas na Amazônia, registrou 29% de toda a destruição no Pará: 135 km². E a terra indígena Apyterewa, que sofreu invasões de grileiros em maio, foi a mais desmatada da região, com 5 km² de floresta derrubados.

Já Mato Grosso, que ficou por quatro meses consecutivos como o estado que mais desmatou na Amazônia, ocupou a terceira posição em maio, com 196 km² (13%). Rondônia ficou em quarto, com 178 km² (12%).

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