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PS já internou 165 crianças com problemas respiratórios e 60 são transferidas para o INTO

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Em meio ao surto de doenças respiratórias em crianças, os mais de sessenta pacientes internados no Hospital da Acre estão sendo transferidos para o Instituto de Traumatologia e Ortopedia (Into-AC) em Rio Branco, onde o estado abriu mais leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e enfermaria.

De janeiro até o último sábado, dia 11, foram notificados 165 casos com necessidade de internação no Pronto-Socorro da Capital acreana. Os índices começaram a subir a partir do mês de abril, quando começaram as mudanças de temperatura em todo o estado.

Atualmente, o Pronto-Socorro conta com 20 leitos pediátricos, sendo eles distribuídos entre quatro leitos de semi-intensiva, dois de emergência e o restante de leitos de observação. Até sábado, 11, havia 16 crianças internadas, nenhuma na emergência ou semi-intensiva. Também não foram registrados novos óbitos.

A saúde ampliou a vacinação contra gripe para crianças de 6 meses a 10 anos. Em dois meses, o Acre registrou 9 mortes de crianças por síndrome respiratória, sendo 4 delas somente nos primeiros 8 dias de junho.

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Alan Rick diz que ato de Márcio Bittar foi golpe para impedi-lo de ser vice de Gladson

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No calor de acontecimentos recentes que esquentaram o cenário político acreano às vésperas do encerramento do prazo para a realização das convenções, o ac24horas conversou com um dos protagonistas dos últimos fatos, o deputado federal Alan Rick, na transmissão da sexta noite da Expoacre.

O assunto da conversa com Leônidas Badaró e Jocely Abreu não poderia ser outro senão a recente destituição unilateral da Comissão Provisória do União Brasil no Acre pelo seu presidente, o senador licenciado Márcio Bittar, decisão que motivou medida judicial junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Perguntado sobre como está se sentindo diante dos últimos acontecimentos, Alan Rick disse que o momento é de reflexão e afirmou que as pessoas são mais importantes que as suas motivações pessoais. “A vontade do cidadão, do povo, é soberana. Será que vale a pena tudo isso, o poder pelo poder”, perguntou.

Sobre a medida de Bittar, Alan relembrou o processo de formação do União Brasil no Acre e que o partido foi confiado à condução do senador, cuja atitude lhe causou grande surpresa. “O papel do timoneiro é proteger os seus e não esmagar os seus. Será que vale a pena a política onde eu passa por cima de tudo e de todos?”.

A respeito das motivações de Márcio, Alan disse ser direito dele não concordar, mas argumentou que o nome de Márcia Bittar como vice de Gladson não evoluiu em uma eleição difícil, e que é direito do governador escolher o seu vice. “O vice é um casamento, e o governador não é obrigado a casar com quem ele não ama”

Para Alan Rick, o resultado da não aceitação da situação que se impôs – a rejeição do nome de Márcia e o convite a ele para ser o candidato a vice – foi a iniciativa, por Márcio Bittar, da criação de um projeto de vingança contra o governador Gladson Cameli que culminou com um “golpe” dentro do partido.

“Mas é claro que foi um golpe, não há outro nome para isso. Foi um golpe dentro do partido, infelizmente foi o que aconteceu para me impedir de ser candidato a vice a dois dias da convenção. Para nos destituir da executiva e nos tirar o direito de aceitar o convite do governador”, afirmou Alan Rick.

Perguntado sobre a afirmação de Márcio Bittar de que Alan seria obrigado a pedir voto para ele, caso seja candidato a governador, o deputado disse que não procede. “Eu já consultei o advogado do União Brasil em Brasília, o doutor Fabrício, e ele foi bem claro: ‘deputado, você não tem obrigação nenhuma, então não vai rolar”.

Sobre a possibilidade de acontecerem mudanças no cenário até a convenção desta sexta-feira, o parlamentar disse que tudo pode acontecer. “Eu já vi vaca voando. Já vi de tudo na política. Mas vamos vencer essa batalha e homologar o nosso nome para o Senado”, enfatizou.

Por fim, ele foi informado sobre o indeferimento da ação que aliados seus impetraram no Tribunal Superior Eleitoral contra a dissolução da Comissão Provisória do União Brasil no Acre. “Seria uma tentativa de restaurar a comissão anterior, mas sabíamos que ia ser muito difícil”, concluiu.

Assista a entrevista:

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“Sou candidato a governador e o Alan terá que pedir votos para mim”, diz Bittar

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O SENADOR MÁRCIO BITTAR (União Brasil) disse ainda há pouco ao BLOG DO CRICA que não vê problema algum para o deputado federal Alan Rick (União Brasil) ser candidato a senador.

LEIA MAIS: Alan Rick se lança candidato ao Senado pelo União Brasil

“Só que, na convenção de amanhã vou lançar a minha candidatura a governador e o Alan terá a obrigação de pedir votos para mim, sob pena de ser enquadrado na lei de infidelidade partidária e perder a legenda”, anunciou ontem Márcio Bittar (União Brasil) ao BLOG DO CRICA em primeira mão. Bittar diz ter o respaldo da executiva nacional.

 

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Câmara aprova 137 novos cargos comissionados para Bocalom com gastos de R$ 4,5 milhões

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Em sessão realizada nesta quinta-feira, 4, os vereadores aprovaram na Câmara Municipal de Rio Branco o Projeto de Lei Complementar n° 54/2022 enviado pela prefeitura de Rio Branco, propondo a criação de 137 novos cargos comissionados na estrutura municipal e gerando um custo de aproximadamente R$ 4,5 milhões por ano aos cofres públicos. A matéria foi aprovada por 13 votos favoráveis contra um contrário do vereador Emerson Jarude (MDB).

Jarude disse ser inaceitável que enquanto o município enfrenta sérios problemas na pavimentação, iluminação pública, saneamento básico, transporte coletivo e tantas outras áreas, a preocupação primordial da prefeitura seja criar mais cargos comissionados em pleno ano eleitoral. “É o maior número de cargos comissionados da história da prefeitura de Rio Branco”, declarou.

O Projeto de Lei Complementar prevê 130 novos cargos em comissão, desde CEC-1 a CEC-9 e mais 7 cargos de natureza militar.

A matéria destaca que os cargos comissionados devem ajudar na realização das obras do Poder Executivo – como por exemplo, auxiliar na execução do restaurante popular na Baixada Sobral, em Rio Branco.

De acordo com o prefeito Tião Bocalom, o aumento dos cargos em comissão “respeitará o limite mensal de gastos de R$ 2.770.851,44 para os cargos civis e R$ 131.300,00 para os cargos de natureza militar, não incluídos os encargos sociais e previdenciários correspondentes”, diz trecho do PLC.

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MP quer condenar Bocalom e RBTrans por improbidade na contratação da Ricco Transporte

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O Ministério Público do Acre (MPAC) propôs uma Ação Civil Pública (ACP) em que pede pela condenação do prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (Progressistas) e do Superintendente da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (RBTRANS), Anízio Alcântara, por improbidade administrativa devido a contratação da empresa Ricco Transporte. O documento foi divulgado na quarta-feira, 3.

O órgão controlador solicitou a anulação do contrato com a empresa que assumiu o transporte coletivo de Rio Branco, de forma emergencial, em fevereiro de 2022 e que, recentemente, teve um aporte financeiro aprovado de R$ 8 milhões para operar os serviços na cidade.

Na análise da ação, o MP destacou que a escolha da empresa Ricco foi de forma parcial – ignorando os princípios constitucionais da isonomia, legalidade, impessoalidade, moralidade, igualdade e publicidade”.

A Promotora de Justiça Laura Cristina de Almeida Miranda, ressaltou os investimentos feitos pela gestão municipal, como o gasto inicial no valor de R$ 747,6 mil reais para garantir o translado dos ônibus vindos de São Paulo e do Rio de Janeiro, até a capital acreana, “sem juntada de quaisquer documentos aos autos que pudessem atestar a legalidade e regularidade do referido custeamento”, diz trecho da ACP.

A promotora pontuou ainda a proposta de lei apresentado pela prefeitura em junho de 2022 e aprovada na Câmara Municipal de Rio Branco no dia 30 de junho, no valor de quase R$ 8 milhões, proposta pela empresa Ricco, alegando que somente prestaria o transporte público coletivo por mais 30 dias, diante de um suposto prejuízo diário de R$ 40 mil, decorrente do “aumento do preço do litro do diesel, a não atualização do valor da passagem ou o pagamento do custo de operação do sistema de transporte público pelo município e o fim do pagamento relativo das gratuidades de idosos e deficientes”, destacava a proposta da Ricco.

Caso a ação seja acatada, Bocalom e Anízio podem ser obrigados a devolver o valor de quase R$ 9 milhões, estimado na ação, além de perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de 5 a 8 anos, pagamento de multa civil de até 2 vezes o valor do dano e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de 5 anos.

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