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“A turma dele vem bater na gente o tempo todo, mas eu sou Petecão”, diz Bocalom sobre Gladson

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Mais um capítulo do rompimento da relação entre o prefeito Tião Bocalom e o governador Gladson Cameli aconteceu na manhã desta quarta-feira, 1º, durante ato que marcou a entrega dos novos veículos que vão operar no sistema de coleta de lixo de Rio Branco.

Bocalom, ao discursar, afirmou que sofre perseguição da “turma” de Gladson pelo apoio declarado ao Senador Sérgio Petecão (PSD) ao cargo de governo nas eleições deste ano. “Quando a gente fala que tem R$ 390 milhões na conta da prefeitura de recurso próprio nossos adversários ficam desesperados, aí vão nas redes sociais e cacete no Bocalom. Primeiro porque eu não vou pelo beiço, falei que iria apoiar o Senador Petecão e vou, foi ele quem me apoiou na hora que eu precisei, isso se chama gratidão. Eu nunca falei nada com o governador, deixa ele tocar o trabalho dele, mas o meu candidato vai ser o Petecão. Aí, a turma dele vem pra cima batendo na gente, mas estamos respondendo essas batidas com trabalho”, disse Bocalom.

As relações entre Bocalom e Gladson não são boas desde a campanha quando o governador decidiu pelo apoio a então prefeita Socorro Neri que concorreu à reeleição pelo seu antigo partido, o PSB, e piorou depois Gladson expõe em público uma reclamação do prefeito de Rio Branco em março deste ano durante visita do Presidente da República Jair Bolsonaro. Na ocasião, Bocalom foi vaiado e creditou as vaias à “turma” do governador.

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Rio Branco tem o melhor Índice de Qualidade da Educação do Acre; pior é em Santa Rosa

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A Secretaria Estadual de Educação, Cultura e Desporto (SEE), publicou no Diário Oficial desta terça-feira, 16, o Índice de Qualidade da Educação (IQE) em todos os 22 municípios acreanos.

O índice é resultado de um cálculo que leva em conta a nota recebida pelo IDEB, que é o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, criado pelo governo federal para medir a qualidade do ensino nas escolas públicas, e a taxa de abandono escolar em cada município.

De acordo com os números divulgados pela própria SEE, o melhor Índice de Qualidade da Educação está em Rio Branco, capital do estado, com 6,4 de nota no IDEB. Com uma taxa de abandono de 0,20%, o número final da capital acreana é de 5,408490%. Os municípios de Brasileia e Senador Guiomard também receberam 6,4 de nota do IDEB. Só que com taxas de abandono um pouco maiores, de 0,40% e 1.80% estão em segundo e terceiro lugar respectivamente.

Os menores IQE estão em Santa Rosa do Purus que recebeu 3,4 do IDEB e tem uma taxa de 4,30%, a maior do Acre. Na sequência, aparece o município de Porto Walter com 3,7 do IDEB e 1,20% de taxa de abandono.

Vale ressaltar que o IQE é aplicado na apuração do ICMS para cada município.

Confira a classificação geral do Acre no quadro abaixo:

 

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Líder de facção é executado no Acre em ataque que teve mais de 30 tiros

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O líder de uma organização criminosa identificado como André Luiz do Amaral, de 29 anos, foi executado a tiros na noite desta segunda-feira, 15, na frente de um estabelecimento situado na rua Uirapuru, no bairro Cidade Nova, segundo distrito de Rio Branco.

Segundo a polícia, André estava reunido com amigos na frente do estabelecimento quando criminosos chegaram em uma motocicleta e um veículo de cor branca. O grupo armado efetuou mais de 30 tiros na direção de André, que mesmo ferido, ainda conseguiu correr para dentro do estabelecimento e caiu. Os amigos da vítima saíram ileso durante o ataque. Após a ação, os criminosos fugiram do local.

Populares acionaram a ambulância do suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), mas a equipe apenas atestou o óbito.  O corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavéricos.

Policiais Militares do 2° Batalhão colheram as características dos bandidos, fizeram patrulhamento na região, mas ninguém foi encontrado. A polícia acredita que o crime foi motivado pela guerra entre facções.

O caso segue sob investigação dos Agentes de Polícia Civil da Equipe de Pronto Emprego (EPE) da Delegacia Especializada de Investigação Criminal (DEIC).

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Com suplentes comandando Senado pelo Acre, 16 nomes sonham com mesmo destino

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Atualmente, os três senadores que representam o Acre no Senado Federal não foram votados diretamente pela população. São suplentes que acabaram substituindo seus titulares. Maria das Vitórias (PSD) e Eduardo Velloso (União Brasil) assumiram após os pedidos de licenciamentos de Sérgio Petecão e Márcio Bittar, os dois candidatos ao governo. Já Mailza (Progressistas), herdou o mandato quatro anos atrás quando Gladson Cameli foi eleito governador do Acre.

Quando o eleitor vota em um candidato ao Senado, acaba votando também em seus suplentes que podem assumir a vaga em caso de vacância. Saiba quem são os dois suplentes dos oito candidatos que pediram registro de suas candidaturas no Tribunal Regional Eleitoral do Acre.

Alan Rick (União Brasil) – 1º suplente: Gemil Júnior, ex-diretor do Detran e Secretário de Saúde na gestão do petista Sebastião Viana, empresário e homem forte da administração da Igreja Batista do Bosque; 2º Suplente: Michel Negreiros Casagrande, Coronel da Polícia Militar.

Dimas Sandas (Agir) – 1º suplente: Tiago Farias, conhecido por ser o presidente da Associação dos Cornos do Acre; 2ª suplente é Ivana Moura.

Dra. Vanda Milani (PROS) – 1º suplente: Solino Matos, conhecido aliado do senador Sérgio Petecão; 2º suplente: José Costa;

Dr. Jenilson Leite (PSB) – 1º suplente: César Messias, ex-vice-governador e ex-deputado federal; 2º suplente: Coronel Anastácio, ex-comandante da PM no Acre durante o governo Sebastião Viana.

Márcia Bittar (PL) – 1º suplente: Ivo Galvão, professor; 2ª suplente: Beth Pinheiro, ex-vereadora em Rio Branco.

Nazareth Araújo (PT) – 1º suplente: Sibá Machado, ex-deputado federal e ex-senador; 2º suplente: Tião Bruzugu, fisioterapeuta.4

Ney Amorim (Podemos) – 1º suplente: Rennan Biths, Policial Civil e diretor da PC nos governos Sebastião Viana e Gladson Cameli; 2º suplente: Rui Oscar, advogado.

Sanderson Moura (PSOL) – Augusto Maia, sociólogo; 2º suplente: Pedro Teles, professor.

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Patrimônio de Alan Rick cresceu quase 600% em 8 anos, segundo declaração de bens ao TRE/AC

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O deputado federal Alan Rick Miranda, do União Brasil, foi o oitavo postulante a registrar, na manhã desta segunda-feira (15), último dia do prazo previsto pelo calendário eleitoral, a sua candidatura ao Senado Federal no Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE/AC).

Em números brutos, sem considerar fatores como inflação e valorização de bens, Alan Rick apresentou um crescimento de quase 600% no valor do seu patrimônio desde o ano de 2014, quando foi eleito deputado federal pela primeira vez.

Naquele ano, Miranda declarou à Justiça Eleitoral R$ 268.166,11 em veículos automotores, apartamentos e uma área de terra nua.

Já em 2018, quando se reelegeu, Alan Rick apresentou mais que o dobro em valor dos seus bens declarados. Foram R$ 727.390,11 em fundos de investimentos, participações societárias e uma casa.

Na atual eleição, o valor do patrimônio declarado pelo candidato do União Brasil foi a R$ 2.121.474,30 – envolvendo quatro apartamentos, três terrenos, aplicações e investimentos e veículos automotores.

O parlamentar explica, no entanto, que possui, de fato, apenas um apartamento, que aparece na relação de bens no valor de R$ 500 mil. Os outros três relacionados são apenas cotas de férias, no valor de R$ 28.942,49 cada uma.

Cota de férias é um modelo de investimento em imóvel chamado de multipropriedade ou fração imobiliária, no qual se compra o direito a uma semana ou duas de uso em um hotel ou resort para aproveitar períodos de férias.

No mais, Alan Rick justifica o aumento do valor do patrimônio declarado ao TRE como resultado da valorização de bens no curso dos anos e dos investimentos que realizou nesse período.

O deputado federal chega ao começo da campanha ao Senado em meio a divergências com a maior liderança do União Brasil no Acre, o senador licenciado e candidato ao governo Márcio Bittar.

Alan Rick tinha encaminhado a candidatura a vice-governador na chapa do candidato à reeleição, Gladson Cameli, mas foi impedido após Bittar desmantelar a Comissão Provisória que dirigia o diretório estadual do União Brasil no Acre.

Os suplentes de Alan Rick são o empresário Gemil Salim de Abreu Júnior e o policial militar Michel Negreiros Casagrande.

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