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Mazinho diz que críticas de Gerlen são “levianas” e que cessão da usina de asfalto gerou economia

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O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim (União Brasil) usou as redes sociais nesta terça-feira, 24, para realizar esclarecimentos referentes à Usina de Asfalto de Sena Madureira que, atualmente, está sob o comando de uma empresa privada. O gestor frisou que a concessão da usina foi a forma mais adequada que a prefeitura do município encontrou para atender as demandas de asfaltamento das ruas da cidade.

A nota do prefeito se dá em resposta às críticas feitas pelo seu desafeto, deputado estadual Gerlen Diniz (Progressistas), que teria na última sexta-feira, 20, solicitado o retorno da usina de asfalto ao Poder Executivo Municipal. Serafim contou que a declaração de Diniz é “leviana”. “A leviandade abunda quando a incompetência resplandece e a falta de compromisso com o desenvolvimento de Sena Madureira sobressai, eis que por interesses politiqueiros, alguns indivíduos com intuito de macular a briosa administração municipal, divulgam fatos inexistentes com intuito de confundir a população e induzir a erro os órgãos constituídos de fiscalização e controle da lei”, declarou.

Serafim explicou que o município de Sena Madureira adquiriu anos atrás equipamentos para a composição de Usina de Asfaltamento, com o objetivo de produzir material para “tapar buracos”, asfaltamento e recuperação de vias públicas municipais. No entanto, com o passar do tempo os equipamentos foram se desgastando, necessitando de manutenção e reparação, sendo necessário a entrega para a iniciativa privada tendo em vista que os insumos tiveram aumento vertiginosamente de valores. “O alto custo de manutenção para o funcionamento da usina, da aquisição de insumos, a obsolescência programada inerente aos equipamentos dessa natureza, despesas com mão de obra, e guarda das máquinas tornaram inviáveis a utilização dos equipamentos em sua plenitude. Razão pela qual, o Município de Sena Madureira ao receber proposta de cessão da usina por tempo determinado após análise técnica da vantajosidade para o Município, submeteu a proposta ao parlamento municipal que a acolheu de pronto”, comentou.

O gestor lembrou ainda que com o aval da Câmara de Vereadores foi feito o negócio jurídico, gerando economia aos cofres públicos de mais de R$ 400.000,00 (quatrocentos mil reais) por ano. “Esclareço que o instituto da cessão de bens públicos é previsto em lei, o que foi feito apenas para robustecer o ato administrativo, uma vez que o prefeito tem a discricionariedade de ceder bens desde que demonstrados a vantagem para a administração pública, como é o caso (LEI ORGÂNICA – artigo 102)”, ressaltou.

Não deixando seu jeito peculiar polêmico de lado, Serafim classificou o comentário de Gerlen como de pessoa “derrotada” na política. “Portanto, comentários comezinhos de pessoas derrotadas na vida pública não devem interromper a exitosa administração do prefeito Mazinho Serafim, que vem trabalhando diuturnamente pelo povo senamadureirense”, encerrou.

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Binho Marques diz que gestões de Ribeiro e Weintraub se complementam pela omissão

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Na coluna da jornalista Miriam Leitão desta quinta-feira (23), no jornal O Globo, intitulada A Educação entre a omissão e desvios, em que a analista avalia a condução do ex-ministro Milton Ribeiro frente à Educação, uma das fontes ouvidas foi o ex-governador do Acre Binho Marques.

Preso recentemente em operação da Polícia Federal sob a acusação de desmandos na pasta com a participação de pastores que liberavam verba, pediam propina e mandavam na agenda do próprio ministro, Ribeiro teve a sua atuação comparada por Binho com a de seu antecessor, Abraham Weintraub.

Milton Ribeiro assumiu o MEC em julho de 2020, no lugar do ex-ministro Abraham Weintraub, que também deixou a pasta após uma série de polêmicas que deixaram o governo Bolsonaro sem nada a comemorar na área. Na visão do consultor Binho Marques, que além de ex-governador também é especialista em educação, as duas gestões se complementam e têm uma marca em comum: a omissão.

— Eles foram omissos em tudo. O Brasil tem uma organização da educação muito diferente da do resto do mundo. Há muita autonomia dos estados e dos municípios. Mas a maioria não tem condições técnicas nem financeiras. Eles precisam do MEC, é uma necessidade de coordenação. O que vimos foi justamente o contrário, um retrocesso histórico — explicou Marques.

Binho Marques também disse à Miriam Leitão que o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) sempre foi alvo de cobiça dos políticos, porque movimenta um orçamento em torno de R$ 65 bilhões por ano. Mas desde o governo Itamar Franco, passando por Fernando Henrique, Lula, Dilma e Temer, foram criados mecanismos para a blindagem do órgão. No governo Bolsonaro, isso acabou, segundo ele.

— O FNDE, que havia se tornado uma autarquia exemplar, foi completamente loteado, transformado em um balcão de negócios, que lembrou o período pré-Itamar. Acabou a profissionalização — disse.

Miriam Leitão fecha a coluna dizendo que no ensino superior as universidades foram consideradas inimigas do governo.

“Há cortes de energia por falta de verbas, escassez de produtos básicos como papel higiênico, e estrangulamento no valor de bolsas de mestrado e doutorado. Pesquisadores pedem demissão por falta de condições de trabalho. A corrupção e a omissão são os legados do governo Bolsonaro na educação. O ministro Ribeiro fez parte desse projeto”.

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Idaf confirma foco de raiva bovina em quatro colônias em seringal de Sena Madureira

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Em Sena Madureira, agentes do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf), já tem o resultado dos exames de bovinos mortos da região do Alto Rio Iaco: positivo para Raiva bovina.

A equipe de Sena Madureira com apoio da equipe de Feijó atenderam a notificação na região de pequenas propriedades no início do mês de junho. Vários animais morreram com os mesmos sintomas em um curto espaço de tempo, se confirmando posteriormente como sendo raiva, a qual é transmitida por morcegos hematófagos, que se alimenta de sangue.

“O Seringal Sacado fica 3 dias subindo o rio de barco, cerca de 4 ou 5 colônias. Enquanto ainda era suspeita, o IDAF orientou os responsáveis pelos animais daquela região a vacinarem os bovinos e a fazer reforço com 30 dias.” disse a médica veterinária Aline Montovani, do Idaf.

Uma equipe fez vistoria no local, região de pequenas colônias, há algumas semanas. Vários animais, segundo o Idaf, morreram com a doença naquela região. O principal transmissor da doença é o morcego hematófago, que se alimenta de sangue.

“Três dias subindo o rio de barco, no Seringal Sacado, são cerca de quatro ou cinco colônias. Vacinamos os animais e orientamos fazer o reforço”, disse a veterinária Aline Montovani, do Idaf. As equipes que atenderam a notificação foram a de Sena Madureira com o apoio do grupo de Feijó.

De posse dos exames, os técnicos voltam à região do Seringal Sacado para fazer o chamado “perifoco”, que é um conjunto de ações baseado na captura de animais ao redor de 12 quilômetros do foco para detectar espécie dos morcegos e atuar para que os produtores evitem manipular animais que estejam apresentando sintomas neurológicos. Além disso, orientações técnicas com relação a obrigatoriedade da vacina, já que existe um foco.

“Após o resultado positivo, a suspeita se confirma, fazendo com que seja necessário o retorno à região do seringal para realizar o chamado “perifoco”, que é um conjunto de ações baseado na captura de morcegos, 12 quilômetros ao redor do foco para identificar a espécie e fazer o controle populacional dos quirópteros”, confirma a veterinária.

Aline Montovani explica quais os sintomas da doença: os animais com raiva apresentam sintomas neurológicos como incoordenação motora (´cai os quartos´, como o produtor diz), hiperestesia (o animal fica muito reativo a barulhos), dificuldade para deglutir, por isso tem excesso de saliva. Dificuldade de urinar e defecar.

Além disso, conforme o tempo vai passando, ele cai e não consegue se levantar mais, fica em decúbito esternal, faz movimentos de pedalagem e com cerca de 8 dias vai à óbito. Pode haver também ranger de dentes.

A única forma de prevenção é pela vacinação dos animais e as pessoas devem evitar contato com a saliva do animal. O morcego transmissor é denominado desmodus rotundus e se alimenta de sangue de todos os mamíferos.

Aline Montovani destaca a importância de se vacinar cães e gatos também. A raiva é uma zoonose e não tem cura, só prevenção.

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Aparelhos de eletrocardiograma descalibrados comprometem atendimento em Tarauacá

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Um paciente, que prefere não ser identificado, procurou o ac24horas para denunciar a falta de exame de eletrocardiograma no Hospital Sansão Gomes no município de Tarauacá. O paciente relatou que foi à unidade hospitalar achando que estava com princípio de infarto e foi informado pelo profissional médico que o atendeu que não seria possível fazer o exame, mesmo sendo vital para se descobrir se há algum problema cardíaco. O eletro é muito utilizado para flagrar arritmias e taquicardias ou bradicardias, quando o peito bate rápido ou devagar demais, respectivamente. Mas é um teste inicial. Ou seja, ele aponta possíveis suspeitas, que devem ser confirmadas com outros exames.

“Eu fiquei muito preocupado porque a própria médica me disse que infelizmente não poderia pedir um eletrocardiograma, já que os equipamentos que fazem os exames estão há meses sem conserto”, afirma.

O ac24horas procurou o diretor geral da unidade, Francisco Assis, que confirmou o problema para realização dos exames. “Na verdade, nós temos dois aparelhos que estão funcionando. O problema é que os profissionais que realizam o exame perceberam que em alguns resultados têm acontecido interferências anormais e para não gerar nenhuma tomada errada de decisão nas análise clínica dos médicos foi decidido pela suspensão dos exames. Eu já entrei em contato com a empresa responsável pela manutenção e eles devem chegar aqui amanhã para fazer a calibragem dos aparelhos. Nossa expectativa é que até sexta esses aparelhos já estejam funcionando perfeitamente”, disse.

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Negando acordo da família e o PT, Gladson cutuca Bittar e JV: “os dois se alfinetam, eu governo”

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Em agenda em Brasília, desde o início da semana, o governador Gladson Cameli (Progressistas) conversou com a reportagem do ac24horas na tarde desta quarta-feira, 22, e negou a insinuação do senador Márcio Bittar (União Brasil) de que haja acordos com a família ‘Cameli’ para que apoie nas eleições deste ano ao ex-senador Jorge Viana (PT).

LEIA TAMBÉM: JV alfineta Gladson após aval de Bolsonaro para Bittar apoiar aliados

A suposta suspeita de “conchavos” entre Viana e Cameli ocorreu em uma declaração do senador Márcio Bittar, onde o mesmo afirmou que o petista era ingrato ao não reconhecer supostos apoios, incluindo da família de Hildebrando Pascoal em suas eleições passadas no Acre. No entanto, Gladson negou veementemente a existência de qualquer diálogo nesse sentido com JV. “Não há nada disso”, comentou.

O chefe do executivo acreano se mostrou incomodado com as alfinetadas de Jorge Viana e Márcio Bittar e disse que segue focado em governar o estado. “Enquanto os dois se alfinetam, eu governo o Acre”, declarou.

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