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Eleições para a reitoria da Ufac acontecem nesta quarta-feira

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A comunidade acadêmica da Universidade Federal do Acre (UFAC), escolhe nesta quarta-feira, 18, os ocupantes dos cargos de reitor e vice-reitor, que estarão a frente da entidade durante os anos de 2022 a 2026.

Este ano a votação será no formato on-line, das 8h às 21h, no Portal de Eleições da Ufac. A apuração dos votos ocorre logo em seguida e será divulgada após às 21h.

Mais de 17 mil pessoas poderão participar da inciativa, sendo 914 docentes, 16 mil discentes de graduação e pós-graduação e 695 técnico-administrativos.

As eleições contam com uma única chapa inscrita, composta pela professora Guida Aquino, para a reitoria, e pelo professor Josimar Batista, para vice. Os representantes estão na administração superior desde 2018 e visa à reeleição.

Para votar, o eleitor deve ter acesso a usuário e senha do IdUfac, plataforma que fornece uma credencial de acesso único.

Para informações de como participar do pleito, a comissão eleitoral disponibilizou uma página no site da Ufac, com informações gerais sobre as eleições, material de apoio com tutoriais de como votar pela internet e como fazer o primeiro acesso ou recuperação de senha do IdUfac.

Além disso, a fim de tirar dúvidas e promover o acesso ao sistema IdUfac, há pontos estratégicos no campus-sede, em Rio Branco, e no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. Também há um canal de atendimento via WhatsApp para mais esclarecimentos.

“É tempo de continuar. Estamos nos colocando à disposição da nossa instituição, pois acreditamos que não é o tempo de recuar, mas de entornar a luta, unidos por um único propósito: trabalhar por uma universidade que seja cada vez mais plural, equânime e que zele sempre pelo bem comum do nosso povo acreano”, disse Guida Aquino.

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Ministério da Saúde chega ao Acre para investigar mortes por síndromes respiratórias

Equipe técnica fará visita a unidades de saúde com casos de síndrome respiratória

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Uma equipe de investigação do Ministério da Saúde (MS) está no Acre para auxiliar na apuração epidemiológica das síndromes respiratórias agudas graves (Srags). Os técnicos do MS se reuniram com as divisões e núcleos de vigilância na manhã desta segunda-feira, 27, e conversaram com a Secretaria de Saúde de Rio Branco.

“Os técnicos devem permanecer o tempo que for necessário para fazer todas as averiguações necessárias. Eles farão visitas à Secretaria Municipal de Saúde e unidades de saúde do estado onde está havendo atendimento de síndrome respiratória”, explicou o chefe do Departamento de Vigilância em Saúde, Gabriel Mesquita.

A vinda da equipe está sendo coordenada pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) da Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre).

Com informações da Agência de Notícias do Acre

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Após Bittar jantar com o MDB, Gladson abraça senador e diz que Márcia poderá ser vice em chapa

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Diferente do que vinha afirmando, que a escolha do vice seria exclusivamente dele, nesta segunda-feira, 27, em Cruzeiro do Sul, ao lado do senador licenciado Márcio Bittar (União Brasil) o governador Gladson Cameli (Progressistas), disse que a ex-esposa do Congressista, Márcia Bittar, poderá ser a candidata a vice na chapa dele, por indicação do presidente Bolsonaro e do próprio Márcio. A decisão, segundo ele, será tomada em uma reunião na quarta-feira, 29.

LEIA TAMBÉM:  Bittar diz a emedebistas que não vai mais procurar Gladson e sinaliza candidatura própria

“O partido do presidente Bolsonaro, o PL, certamente estará na chapa. Eu quero aglutinar e evitar rupturas com o senador Márcio Bittar, que muito tem ajudado o Estado. Quarta-feira vamos ouvir todos e decidir essa questão. Marcia é a indicação de um senador da República e do presidente da República, mas vamos decidir juntos”, explicou

Cameli e Bittar chegaram ao evento de lançamento da nova etapa da obra da AC-405 , com recursos do senador. Vestidos de coletes iguais do Deracre e muito sorridentes, o governador e o senador trocaram abraços e o gestor elogiou Bittar várias vezes.

Já Márcio Bittar não respondeu ao ac24horas se ele será candidato ao governo do Estado ou se a ex-mulher dele será vice de Gladson. “Esses assuntos são só entre eu e o Gladson. Não vou falar sobre isso”, citou.

No último sábado, 25, o senador jantou com dirigentes do MDB em um restaurante de Rio Branco e conversaram sobre as eleições de 2022. Na conversa, Bittar teria reforçado que caso Cameli não cumprisse o acordo de anunciar Márcia como vice, ele poderia disputar o governo nesta eleições.

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Ex-presidente da Petrobras diz que devolveu celular com mensagens que incriminariam Bolsonaro

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Na véspera da reunião do Conselho de Administração da Petrobras para analisar o nome do novo comandante da estatal, uma troca de mensagens entre os ex-presidentes da empresa Roberto Castello Branco e do Banco do Brasil Rubem Novaes elevou a temperatura nos bastidores do governo e da petroleira.

O conteúdo das mensagens foi revelado pelo portal Metrópoles e confirmado pelo blog com economistas que participam do grupo em uma rede social, intitulado “Economistas do Brasil”. Em dado momento, Castello Branco chegou a dizer que o celular corporativo que ele devolveu para empresa continha mensagens e áudios que podem incriminar o presidente Jair Bolsonaro. Mas não falou que crimes seriam.

A conversa entre os dois, que ocuparam os cargos no início do governo, se deu por conta de uma reclamação de Novaes em relação a críticas que Castello Branco estaria fazendo contra Bolsonaro.

Cobrado por Novaes no grupo fechado de mensagens, Castello Branco rebateu dizendo: “Se eu quisesse atacar o Bolsonaro, não foi e não é por falta de oportunidade. Toda vez que ele produz uma crise, com perdas de bilhões de dólares para seus acionistas (Petrobras), sou insistentemente convidado pela mídia para dar minha opinião. Não aceito 90% deles (convites) e, quando falo, procuro evitar ataques”.

Em seguida, afirmou: “No meu celular corporativo tinha mensagens e áudios que podem incriminá-lo. Fiz questão de devolver intacto para a Petrobras”.

Castello Branco já havia dito que em seu celular havia mensagens de Bolsonaro cobrando que a Petrobras não reajustasse os preços de combustíveis. O ex-presidente da estatal disse que simplesmente ignorava esses pedidos. No celular, segundo apurou o blog, haveria outras mensagens que poderiam incriminar o presidente da República.

Em dado trecho, Castello Branco diz que “nunca fui, não sou e nem serei político”, tentando se defender de que estaria tendo uma atuação política ao fazer críticas à política de preços da estatal.

Castello Branco foi demitido da Petrobras diante das insatisfações de Bolsonaro com a política de preços da empresa. O mesmo motivo levou Bolsonaro a demitir os ex-presidentes da estatal Joaquim Silva e Luna e, por último, José Mauro Ferreira Coelho.

Envolvidos não comentam

Procurados pelo blog, tanto Novaes como Castello Branco disseram que não iriam comentar. O ex-presidente do Banco do Brasil afirmou que não iria comentar porque se tratava de um grupo fechado de conversas entre amigos. Castello Branco disse na mesma linha, afirmando que não iria comentar por se tratar de um grupo fechado e que o conteúdo teria sido vazado por alguém.

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Polícia Federal pediu quebra de sigilo de Renan Bolsonaro

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Foto: Cristiano Mariz

A Polícia Federal solicitou a quebra do sigilo telemático de Jair Renan Bolsonaro, filho mais novo do presidente da República, investigado pela Polícia Federal por suspeita de tráfico de influência. O objetivo da medida era obter acesso a dados, documentos e comunicações de Renan Bolsonaro e de outros suspeitos. O pedido, porém, foi rejeitado pela Justiça Federal do Distrito Federal.

Essa solicitação da PF foi apresentada no final do ano passado. Com a quebra do sigilo telemático, os investigadores buscavam acessar registros como e-mails, diálogos salvos em nuvem (dispositivo de armazenamento remoto de mensagens) e outros tipos de arquivos. O juiz Ricardo Leite, substituto da 10ª Vara Federal do Distrito Federal, entendeu que os elementos apresentados eram insuficientes para deferir o pedido dos investigadores. Procurado, o magistrado afirmou que não se manifestaria porque a investigação está sob sigilo.

O advogado Frederick Wassef, que defende Renan Bolsonaro, nega qualquer irregularidade e diz que o rigor da PF na investigação sobre o filho do presidente demonstra que não há interferências de Jair Bolsonaro no órgão.

— Eu acho até ótimo que a PF quebre todos os sigilos pois nada devemos. Jair Renan jamais praticou qualquer ato irregular, não ganhou carro de empresário, nem marcou reunião. Não agiu de forma direta ou indireta para ninguém junto ao governo federal — disse o advogado.

A investigação já obteve indícios de que a arquiteta responsável pelo projeto da reforma da sala comercial pediu ajuda a Jair Renan, em mensagens de celular, para que um empresário fosse recebido pelo presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto. Esse pedido foi revelado pelo GLOBO.

Com base nessas suspeitas, a PF relatou à Justiça que era necessário ter acesso aos diálogos mantidos por Renan Bolsonaro e por outros suspeitos para poder aprofundar a investigação.

A Polícia Federal também buscou outras frentes de apuração no caso. Em uma delas, investigadores obtiveram acesso a diálogos porque um dos alvos investigados franqueou acesso às mensagens do seu celular. A PF ainda obteve do Supremo Tribunal Federal (STF) o compartilhamento de provas apreendidas em investigações que miram bolsonaristas e que podem ter encontrado elementos contra os personagens investigados nesse caso.

Em seu depoimento, Renan Bolsonaro negou ter atuado para favorecer empresários dentro do governo federal e disse que seu nome foi usado por terceiros.

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