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Bocalom joga “bucha” do Ruas do Povo para Gladson Cameli

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O prefeito Tião Bocalom (Progressistas) declarou nesta sexta-feira, 13, em solenidade na sede da prefeitura de Rio Branco que não deverá realizar obras de pavimentação nas 605 ruas do Programa Ruas do Povo que estão judicializadas por conta de uma série de irregularidades ocorridas nas gestões anteriores.

De acordo com o chefe do executivo municipal, a responsabilidade em solucionar a má qualidade dos serviços prestados à população é do governo do Estado, no caso, do governador Gladson Cameli. “O Ruas do Povo é responsabilidade do governo. Foram gastos mais de R$ 400 milhões, sendo R$ 200 somente na capital. Como a prefeitura vai resolver esse problema? A rua não é responsabilidade da prefeitura é do governo. Não é justo. A prefeitura não vai entrar nessa. Quem tem que resolver é o governo”, declarou.

Bocalom fez questão de adiantar que deverá junto a Procuradoria Geral do Município (PGM) acionar a justiça para que os responsáveis executem as obras. “O que não pode é a população pagar o prejuízo. Os responsáveis pela obra admitiram que pagaram por 97% das obras e na sua grande maioria está deteriorada. Eles não conseguiram nem prestar contas. Quem pegou e gastou esse dinheiro foi o governo do Estado e não a prefeitura”, comentou.

O prefeito deixou claro que se a prefeitura fosse pavimentar as Ruas do Povo deveria gastar mais de R$ 300 milhões. “A prefeitura não pode assumir um negócio desse”, garantiu.

Ao fim da sua justificativa, Bocalom afirmou que teme ser alvo de processo da justiça o que poderia acarretar em impeachment. “Estou preocupado em não virar réu”, encerrou.

Acre

Caseiro é morto a golpes de terçado na cabeça em chácara na Vila Acre

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O saseiro Arnaldo Ferreira Matos Filho, de 58 anos, foi encontrado morto dentro de uma casa em uma chácara localizada na Rodovia AC-40, na região do bairro Vila Acre, em Rio Branco.

Segundo informações da polícia, o cunhado de Arnaldo chegou na chácara no início da tarde e foi até a casa chamá-lo. Arnaldo foi encontrado morto dentro do quarto com cortes profundo na cabeça.

A Polícia Militar foi acionada e isolou a área para os trabalhos do perito em criminalística. Inicialmente o perito constatou três cortes profundo de terçado na cabeça.

O corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavéricos. O caso segue sob investigação dos Agentes de Polícia Civil da Equipe de Pronto Emprego (EPE) da Delegacia Especializada de Investigação Criminal (DEIC).

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Acre

Julgamento do caso Jonhliane poderá ser assistido via Google Meet

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O Caso Jonhliane será levado a Júri Popular nos dias 17 e 18 de maio, a partir das 8h, no Fórum Criminal, situado na Cidade da Justiça em Rio Branco. Para acompanhar o julgamento de forma virtual é preciso realizar cadastro por meio do WhatsApp (68) 9.9235-8362. O cadastramento se encerra na próxima segunda-feira, dia 16,  ao meio-dia, tanto para acompanhamento presencial, quanto on-line.

Já os jornalistas interessados em realizar a cobertura das sessões devem encaminhar e-mail, até esta sexta-feira, 13, para a Gerência de Comunicação do Tribunal de Justiça do Acre: [email protected], com o assunto “Credenciamento Júri”,  informando a quantidade de pessoas da equipe e o meio de comunicação.

Conforme o rito estabelecido pela Lei n° 11.689/2008, primeiramente serão ouvidas as testemunhas de acusação, posteriormente as de defesa. Em seguida, os réus – Ícaro José da Silva Pinto e Alan Araújo de Lima – serão interrogados pelo Ministério Público e defesa.

Após depoimentos, começam os debates entre acusação e defesa, réplica e tréplica. Ao final, os jurados votarão e assim a sentença é definida pela maioria dos votos. Então, o juiz Alesson Braz encerra o julgamento lendo a sentença perante aos réus e todos presentes.

Relembre o caso

Jonhliane foi vitimada em um acidente de trânsito, na manhã do dia 6 de agosto de 2020, na Avenida Antônio da Rocha Viana da capital acreana. Os acusados estão presos preventivamente. Ícaro foi denunciado pelo cometimento de homicídio doloso, omissão de socorro e embriaguez ao volante. Alan, por homicídio doloso.

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Acre

Segunda quinzena de maio terá dez leilões judiciais no Acre

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No dia 17, haverá leilão judicial da Vara Cível de Brasiléia e está disponível um terreno urbano e duas motos. No dia seguinte está agendada a venda pública da 1ª e 2ª Vara Cível, 1ª Vara de Fazenda Pública, todas de Rio Branco, com: um galpão no bairro Aviário e outro no Parque Industrial, um sítio na estrada do Quixadá, um terreno no Distrito Industrial e duas casas.

Um balcão de loja em madeira com sete metros de cumprimento pode ser arrematado no leilão da Vara Única de Porto Acre. Uma casa na Antônio da Rocha Viana e 12 metros quadrados de granito verde pérola, no leilão da 1ª Vara de Fazenda Pública, ambos se encerram no dia 20 de maio.

Dia 23 será reofertado um terreno em Senador Guiomard. Outra reoferta ocorre no leilão da Vara Única de Xapuri, previsto para o dia 26, com uma minicentral de ar condicionado. O calendário do mês de maio se encerra com dois leilões de Epitaciolândia, nos dias 27 e 30: uma moto e uma máquina retífica, uma máquina plaina e uma de coluna.

Todas as atividades ocorrerão na modalidade eletrônica, por isso é necessário um cadastro prévio. Os produtos estão com venda direta aberta para lances no site da leiloeira: clique aqui!

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Acre

Câmara Criminal nega Habeas Corpus a “Sheyky” do Bonde dos 13

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A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) decidiu por unanimidade negar Habeas Corpus para José Airton da Costa Luz, conhecido como “Sheyky”, identificado no cadastro eletrônico da facção criminosa Bonde dos 13.

Os advogados do acusado argumentaram que o cadastro ocorreu em 2020, mas na época da prisão (outubro de 2021) ele já havia se desvinculado da facção e trabalhava para sustentar seu filho menor de idade.

A desembargadora Denise Bonfim ponderou que ao optar por se filiar a facção o indivíduo passa a se submeter às ordens emanadas de seus superiores, não sendo possível contrariá-las. Portanto, a prisão preventiva evita a reiteração delitiva. O pedido de liberdade provisória foi negado.

“O tipo penal de integrar organização criminosa é permanente, isto é, trata-se de delito cuja ação se protrai no tempo até a sua cessação, advindo, por isso, a necessidade da decretação da prisão preventiva como meio de se interromper as atividades do grupo criminoso, sendo oportuno destacar que, apesar da afirmativa de que há época da prisão o paciente já não fazia mais parte da facção, não há nenhuma prova constituída nos autos de que este se desligou”, concluiu a relatora.

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