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Pesquisa mostra que apenas 3% dos homens brasileiros se acham feios

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Uma pesquisa realizada pelo Instituto Ideia, encomendada pela revista GQ Brasil e divulgada nesta quarta-feira (11/5), mostrou que a autoestima do homem brasileiro está em alta. Além de a maioria se achar bonito, os entrevistados deram respostas cheias de confiança e amor próprio sobre inteligência e admiração.

O estudo, intitulado “O Que Pensa o Homem Brasileiro”, ouviu 663 homens com 18 anos ou mais, por todo o Brasil. Entre os entrevistados, apenas 3% se consideram feios. Além disso, 47% responderam que se acham bonitos, o que representa cerca de um em cada dois participantes da pesquisa. Outros 44% se enxergam como “na média” e 6% preferiram não responder.

Em relação à aparência e autocuidado, os dados mostram que a maioria dos homens brasileiros são contrários à ideia de se submeter a um procedimento estético. Apenas 13% disseram já ter feito, ou topariam fazer, uma cirurgia plástica e 9% aceitariam ou já aplicaram botox.

A saúde mental também foi abordada. 16% dos entrevistados assumiram fazer terapia e 65% não teriam problema em fazer um acompanhamento psicológico.

Amor próprio admirável

E não para por aí. A pesquisa também procurou entender o que os homens pensam sobre a própria inteligência e sobre quem eles admiram. 28% dos participantes se acham mais inteligentes que a média. Grande parte (65%) respondeu que se considera dentro da média e somente 7% que se enxergam inferiores neste quesito. Quando questionados sobre qual homem brasileiro eles mais admiram, 7% responderam “eu mesmo”.

O cuidado com a autoestima também está na maneira como eles se vestem. Engana-se quem pensa que os homens não se preocupam com as roupas que usam, seja no dia a dia ou em algum lugar especial. A pesquisa apontou que 69% dos homens evitam transmitir uma aparência desleixada. Além disso, 63% fogem do estilo brega e 61% não gostam de chamar a atenção.

A pesquisa tem margem de erro máxima estimada de aproximadamente 2.85 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.

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Bolsonaro promete ir à Justiça para obrigar Petrobras a reduzir combustíveis

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira, 12, que vai recorrer à Justiça para tentar obrigar a Petrobras a reduzir o preço dos combustíveis. Ele admitiu, no entanto, que são remotas as possibilidades de conseguir decisão favorável e reclamou de interferências do Judiciário em medidas do governo para enfrentar os efeitos da alta na inflação.

“A gente espera redução do preço. Vamos ter que recorrer à Justiça. Sabemos que, quando eu recorro, é quase impossível eu ganhar”, disse Bolsonaro durante live transmitida nas redes sociais nesta quinta-feira, 12. O presidente abriu guerra contra a petroleira estatal pelos constantes reajustes no preço dos combustíveis, que influenciam no aumento da inflação. A disparada dos preços é um dos principais pontos de preocupação de Bolsonaro, que tenta a reeleição. Sem conseguir interferir na estatal, o chefe do Executivo exonerou ontem o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque.

“Estamos fazendo o possível na Petrobras, sem interferência, para ela entender seu papel. Entender como? Fazendo aqui mudanças, como fizemos no Ministério de Minas e Energia. Ministro Bento foi quem pediu para sair. Tínhamos um pequeno problema na Petrobras, ele decidiu assinar sua saída do Ministério de Minas e Energia”, afirmou.

O presidente voltou a dizer que a Petrobras tem “lucro absurdo” e cobrou novamente que governadores reduzam a alíquota do ICMS para diminuir o preço do diesel e do gás de cozinha.

“Abri mão do imposto federal do diesel e gás de cozinha, mas lamentavelmente com o ICMS, que é o imposto estadual, eu sancionei uma nova lei, onde, no final das contas, tendo em vista a fórmula de cálculo do ICMS, o diesel tinha que reduzir 0,30 centavos. Poucas semanas depois, em uma reunião do Confaz, eles aumentaram em 0,30 centavos. A arrecadação do ICMS dos combustíveis tem batido recorde ano após ano”, reclamou. Bolsonaro também culpou a interferência nos preços da Petrobras em governos petistas pelos aumentos atuais.

IPI da Zona Franca de Manaus

O chefe do Executivo criticou a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, de suspender a redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para a Zona Franca de Manaus.

“Lamentavelmente, nosso querido ministro acolheu uma ação, uma liminar, para que os produtos produzidos na Zona Franca de Manaus voltassem a ter um preço mais alto. Essa proposta nossa não ataca os empregos da ZFM. Os políticos carreiristas, como Omar Aziz, fazem demagogia, como se fossem os protetores da ZFM.”

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Técnicas que debocharam de paciente suicida viram alvo do MP

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As duas técnicas de enfermagem, Socorro Pinto e Rosa María de Oliveira, que foram afastadas dos cargos no pronto-socorro de Rio Branco após serem flagradas fazendo comentários de deboche durante o atendimento a uma paciente que tentou suicídio na capital, se tornaram alvo ds um procedimento administrativo do Ministério Público do Estado do Acre (MP-AC). O despacho foi publicado na edição do Diário Eletrônico desta quarta-feira, 11.

O promotor de justiça Ocimar da Silva Sales Júnior, destacou que a finalidade do procedimento é apurar reportagem publicada no site AC24horas que mostrou por meio de um vídeo, as enfermeiras do Pronto Socorro debochando de uma paciente que teria tentado suicídio em sua residência.

O órgão controlador ressaltou que o presente procedimento não tem conteúdo investigatório por finalidade, mas tão somente de acompanhamento, não sendo consequentemente oportuna, nesse momento, a instauração de procedimento investigatório. “Resolve instaurar procedimento administrativo a fim de acompanhar fato não sujeito a investigação decorrente da presente notícia de fato*, diz trecho do despacho.

A promotoria frisou que espera que seja cumprido a determinação do despacho n° 1368/2021 quanto a reiteração do ofício não respondido direcionado ao Pronto-Socorro da capital e a Secretária de Estado de Saúde (Sesacre) requisitando informações acerca da sindicância instaurada. A finalidade do procedimento é de 1 (um ano).

Relembre o caso

Um vídeo em que apareceram duas profissionais de saúde do Pronto-Socorro de Rio Branco, possivelmente da área de enfermagem, foi enviado ao ac24horas em forma de denúncia. As mulheres apareceram na época fazendo comentários preconceituosos contra uma paciente que teria tentado suicídio em decorrência de uma crise depressiva.

As imagens foram filmadas por uma outra paciente, que se diz revoltada com a situação. A vítima da chacota estava no hospital em busca de tratamento, mas acabou sendo destratada com comentários de deboche em relação ao problema. “Irmã, eu tenho o que fazer, cuida e se mata logo. A pessoa que se mata vai direto pro inferno”, teria dito uma das servidoras. Já a outra profissional acrescenta: “não, maninha, não dá recado. Não manda recado, não!”, disse.

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Homem é condenado no Acre por vender terreno que não era seu

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A 4ª Vara Criminal de Rio Branco, condenou Jânio Capistana da Silva pelo crime de estelionato, por ter vendido três vezes um terreno que não era seu. O acusado deverá cumprir 4 anos de reclusão e pagar 100 dias-multa.

O juiz Cloves Ferreira também determinou que o réu devolva os valores recebidos pelas supostas vendas, com a devida atualização monetária, a contar da data do pagamento integral do valor dos terrenos.

O caso iniciou quando a verdadeira dona do imóvel acabou cedendo em 2019, uma casa localizada no Ramal da Judia, no bairro Belo Jardim I, para um casal de idosos, que são pais do acusado. O mesmo fez um acordo para a construção de uma horta hidropônica, mas depois desapareceu com toda a estrutura que seria destinada aos galpões da horta.

No ano seguinte, Jânio induziu ao erro três outras vitimas para que comprassem o terreno. Os prejudicados informaram que ele se apresentou como se fosse o proprietário, propondo a venda do local para um, no valor de R$ 11 mil, para o segundo, o preço de R$ 20 mil, e o terceiro, disse que entregou seu próprio carro no valor de R$ 10 mil, e uma quantia em dinheiro. No entanto, o réu não era dono do local e nem tinha procuração.

“Ele se aproveitou do sonho de pessoas humildes e batalhadoras para vender algo que não lhe pertencia. Então apropriou-se do esforço daquelas pessoas e de novo as iludiu, porque se comprometeu a ressarcir o dinheiro e mais uma vez as enganou”, evidenciou o magistrado.

O acusado foi preso preventivamente, contudo foi expedido o Alvará de Soltura, porque a pena foi estabelecida em regime inicial aberto. A decisão foi publicada na edição n° 7.050 do Diário da Justiça Eletrônico (pág. 88), da última terça-feira, dia 26.

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Promotor diz que defesa de Alan Araújo difama delegado

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O promotor de justiça Efrain Enrique Mendoza Mendivil Filho, da 6ª Promotoria Criminal, que acompanha o Caso Jonhliane, cujos acusados, Ícaro José da Silva Pinto e Alan Araújo de Lima, vão a júri popular na próxima semana, se manifestou com relação a declarações dadas ao ac24horas pela defesa do segundo réu sobre o andamento da ação penal.

Em entrevista concedida ao jornal nesta quarta-feira (11), os advogados Helane Christina da Rocha Silva e Carlos Venícius Ferreira Ribeiro afirmaram que o trabalho de investigação policial foi mal feito e realizado de maneira tendenciosa e seletiva, o que, segundo eles, criou obstáculos ao direito de defesa dos acusados.

LEIA TAMBÉM: Caso Jonhliane: Advogados de Alan Lima dizem que investigação policial foi mal feita, parcial e seletiva

O representante do Ministério Público respondeu que o posicionamento dos advogados sobre a investigação policial ocorre pelo fato de o que está contido no inquérito não interessar aos objetivos da defesa. Para ele, o trabalho da polícia foi bem dirigido, imparcial e de forma alguma seletivo.

“Os cálculos matemáticos revelaram que o veículo que colidiu contra a vítima trafegava a uma velocidade de 150 km/h. Se a defesa entende que a investigação foi mal feita, parcial, seletiva, vergonhosa etc., é porque ela não lhe aproveita. Não se atira pedras em árvores que não dão frutos, pertinente lembrar esse dito popular. Não cai bem em lugar nenhum difamar e, pior, caluniar um funcionário público”, afirmou.

De acordo com Efrain Mendoza, o que mais embasou a denúncia do Ministério Público contra os dois acusados foi o laudo pericial e não os depoimentos das testemunhas. Segundo ele, o trabalho pericial foi um dos mais bem feitos que viu e que as declarações das testemunhas apenas ilustraram o que mostra a peça probatória.

“Principalmente, tendo em vista que o trabalho foi realizado pelo Instituto de Criminalística, órgão independente, que não sofre nenhuma influência de qualquer autoridade, o qual elaborou laudo de local do crime, no qual se demonstra claramente que os acusados estavam disputando uma corrida ilegal de carros potentes”, disse o promotor.

O promotor também fez referência ao trabalho do delegado responsável pelo inquérito, Alex Danny. “O delegado que presidiu a investigação é pessoa honrada, pai de família e que trabalha duro na Segurança Pública do Estado”.

O fiscal da lei também comentou a relação que a advogada Helane Christina fez do Caso Jonhliane com outros em que os responsáveis não respondem presos aos processos como ocorre com Ícaro e Alan. Segundo ele, não se pode comparar casos quando suas circunstâncias são diferentes.

“No que concerne a outros casos que tratam sobre vítimas de trânsito, infelizmente muito frequentes em nosso estado, é importante esclarecer se suas circunstâncias apontam para a presença do dolo eventual, como ocorre em crimes envolvendo manobras arriscadas, dentre elas o emprego excessivo de velocidade em vias movimentadas e as disputas ilegais, crime de racha, já estando sedimentado nos tribunais superiores que se trata de crime de homicídio doloso”, pontuou.

O que disse o delegado do caso

O ac24horas também ouviu o delegado do caso, Alex Danny, acusado pelos defensores do réu Alan Lima de ser parcial na condução do inquérito policial. Ele disse que “o advogado deve proceder de forma que o torne merecedor de respeito e que contribua para o prestígio da classe e da advocacia”.

O delegado também afirmou que “em um Estado Democrático de Direito, cada entidade deve procurar o bem cumprir no exercício da sua função e se preocupar apenas em ver a Justiça ser materializada”.

“Mais do que procurar capa de matéria jornalística a fim de obter a promoção pessoal, acredito que é dever do advogado exercer seu trabalho com zelo dentro dos autos a fim de lograr êxito na absolvição de seu cliente”, ressaltou.

Quanto à instituição Polícia Civil, o delegado afirmou que “ela é uma polícia de Estado e garantidora de direitos que não está vinculada a qualquer pessoa, mas sim a fatos, portanto merecedora de respeito”.

“Se tudo que a defesa tem neste caso é tão meramente atacar a credibilidade de um trabalho feito ao custo do suor de tantos servidores públicos, pessoalmente eu só tenho a desejar muito sucesso e paz aos nobres causídicos”, concluiu.

A defesa de Ícaro Pinto

A reportagem tentou manter contato com os advogados do acusado Ícaro José da Silva Pinto, mas não obteve êxito até o fechamento desta publicação. Os advogados Sanderson Silva de Moura e José Denis Moura, que defendiam o réu, tiveram a renúncia do caso homologada pelo juiz Alesson Braz no último dia 27 de abril. Seguem na defesa dele, os advogados Luiz Carlos da Silva Neto e Geovane Veras Pessoa, segundo consta no processo.

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