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A vida de Francisca, grávida do 11º filho e que há mais de 4 anos espera por uma laqueadura

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Neste dia das mães, 8, o videomaker do ac24horas, Kennedy Santos, vai mostrar a história de Francisca Rodrigues, moradora do bairro Rosalinda, que tem apenas 39 anos e é mãe de 10 filhos. Aliás, de 11, já que Francisca está grávida de 7 meses.

Apesar de cuidar de todos os filhos, Francisca e o marido sobrevivem com dificuldade, já que são muitas “bocas” para sustentar.
Sem conseguir se adaptar a contraceptivos, Francisca é a prova do quanto é falho o programa de planejamento familiar do SUS, já que há mais de quatro anos, a mãe de 11 luta por uma simples cirurgia de laqueadura.

Assista ao vídeo a seguir e conheça a rotina de Francisca, que apesar de ser mãe de 10, consegue cuidar dos filhos e não abre mão de ser uma dona de casa zelosa manter.

Francisca precisa ainda de ajuda com fraldas, roupas e produtos de higiene para a criança que vai nascer. Assista e veja como ajudar.

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Latrocínio ou crime político? Livro revela detalhes sobre a morte de Edmundo Pinto

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Às vésperas de completar 30 anos, a misteriosa e impactante morte do ex-governador do Acre, Edmundo Pinto, continua a povoar o imaginário do povo acreano por meio de versões que ganharam enorme repercussão pública, mas que nunca foram comprovadas. Conspiração política? Crime executado a mando da empreiteira Odebrecht por conta de denúncias de superfaturamento em obras executadas no Acre?

As perguntas acima são tema de uma pesquisa de mais de três anos, trabalho do escritor mineiro Bernardino Coelho da Silva que resultou no livro Quarto 704, lançado recentemente, traz revelações sobre os fatos que envolveram as investigações do fatídico acontecimento da madrugada do dia 17 de maio de 1992, no apartamento 704, do Della Volpe Garden Hotel, no centro da capital paulista.

De acordo com a investigação policial, Edmundo Pinto de Almeida Neto, um jovem e dinâmico político, que foi eleito governador do Acre em 1990, aos 37 anos de idade, depois de cumprir mandatos de vereador e de deputado estadual, em Rio Branco, sua cidade natal e capital acreana, foi vítima de latrocínio durante um assalto frustrado praticado por três criminosos liderados por um ex-garçom do próprio hotel Della Volpe.

Com 453 páginas, a obra de Bernardino Coelho promete mostrar a verdade real sobre o crime e os fatos que envolveram as investigações que o sucederam, com a revelação de todos os detalhes para pôr fim à discussão sobre se teria sido mesmo um crime político, hipótese levantada e se mantido viva por muitos anos após a morte do político, ou se realmente o fato que abalou o estado acreano foi latrocínio, como concluiu a justiça.

O livro percorre histórico de Edmundo Pinto, desde o começo da sua vida acadêmica e política, iniciadas na Universidade Federal do Acre (Ufac) e no Movimento Eclesial de Base da Igreja Católica, passando pela sua chegada ao governo do Acre, após ter sido vereador e deputado, até a sua morte, que ocorre em meio a denúncias de malversação de verbas para a construção do Canal da Maternidade, em Rio Branco.

O autor

Bernardino Coelho da Silva, tem 67 anos. É natural de Tumiritinga (MG), formado em Direito, com pós-graduação em Gerenciamento de Projetos, pela Fundação Getúlio Vargas, e em Gestão de Negócios pela Faculdade de Estudos Administrativos de Minas Gerais (FEAD/BH). Atualmente radicado em Serra (ES), trabalha como como escritor e pesquisador, com 14 livros publicados.

O livro está disponível para compra na página do Clube dos Autores.

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Polícia é recebida a bala em rota do tráfico entre Acre e Peru e troca tiros com traficantes

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Militares do Grupamento de Operações Especiais, da Polícia Militar de Cruzeiro do Sul, chegavam a uma localidade no Rio Juruá Mirim, no último sábado, 14, quando foram recebidos à bala por quatro homens que estavam em uma residência. O local é conhecido como rota do tráfico na divisa entre Acre e Peru, onde os traficantes buscam a droga que entra no estado.

Os disparos aconteceram quando a guarnição se aproximava do local conhecido como Chico da Quelé. A equipe também atirou contra os indivíduos, que se embrenharam em área de mata e conseguiram fugir.

O objetivo da missão no Rio Mirim era inibir o tráfico de drogas. A área onde aconteceram os disparos, segundo os militares do GOE, já é próxima ao Peru e é conhecida como rota do tráfico.

No Registro feitos pelos policiais e entregue na delegacia de Polícia Civil e para o comandante da PM eles afirmam que “mesmo após buscas pelo raio aproximado, afim de encontrar algum dos indivíduos, até mesmo um deles atingido, não foi possível. Avistamos material que usam para o transporte e acomodação da droga, e também os suprimentos dos indivíduos. Como nada mais contundente foi encontrado, deixamos o local”, citaram os militares.

O comandante da Polícia Militar de Cruzeiro do Sul, tenente coronel Edvan Rogério, disse que novas operações serão feitas no local. “Nossa atuação naquela região é continua e será reforçada. Não vão intimidar a Polícia Militar do Acre com tiros”, afirma.

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Valor do litro do combustível dispara em cidades isoladas do Acre e passa de R$ 10

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Nas quatro cidades isoladas do Acre via terrestre, os preços cobrados pelo litro da gasolina e do diesel são os mais altos do Estado e estão ultrapassando o valor de R$ 10.

No município de Jordão, o litro da gasolina está sendo vendido a R$ 10,25, no único posto de combustível da cidade.

Em Marechal Thaumaturgo, no alto Rio Juruá, o litro da gasolina custa R$ 10, 15. Já o óleo diesel está mais caro ainda e alcança os R$ 10,75. Em Porto Walter, o litro da gasolina é comercializado a R$ 10 e em Santa Rosa, os consumidores pagam R$ 9 pelo litro da gasolina.

No posto de combustível local, a determinação da retirada de um dígito, na descrição do preço, não foi obedecida. Desde o dia 7 de maio os postos de combustíveis não devem mais apresentar o valor do litro com três dígitos, mas sim com dois dígitos decimais. A regra foi instituída pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, a ANP.

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Caso Jonhliane: Advogados de Alan Lima dizem que investigação policial foi mal feita, parcial e seletiva

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Marcado para os dias 17 e 18 de maio, terça e quarta da próxima semana, o julgamento dos dois denunciados pelo Ministério Público como responsáveis pelo acidente de trânsito que causou a morte da comerciária Jonhliane Paiva de Souza, de 30 anos, no dia 6 de agosto de 2020, promete ser um dos mais movimentados dos últimos tempos na capital acreana.

Ícaro José da Silva Pinto e Alan Araújo de Lima foram pronunciados pela justiça no dia 12 de maio do ano passado, pelo juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditoria Militar da Comarca de Rio Branco. Pela decisão de pronúncia, Ícaro responde pelo homicídio doloso, omissão de socorro e embriaguez ao volante. Já Alan, será julgado apenas pela morte da jovem.

Nesta quarta-feira (11), o ac24horas conversou com dois dos advogados do acusado Alan Araújo de Lima, que a exemplo de Ícaro Pinto também aguarda o julgamento preso. Helane Christina da Rocha Silva e Carlos Venícius Ferreira Ribeiro afirmaram que o trabalho de investigação policial foi mal feito e realizado de maneira tendenciosa e seletiva.

Helane Christina destacou que de trinta e seis câmeras de monitoramento existentes no trecho da avenida Antônio da Rocha Viana onde ocorreu o acidente, o perito analisou apenas três, o que, na opinião dela, prejudicou o conjunto de provas relacionado à velocidade que os veículos desenvolviam nos momentos que antecederam o trágico acontecimento.

“Foi tão parcial o trabalho do delegado, somente com o intuito de acusar, que ele pegou as câmeras do Posto Village até o momento que o beneficiava, até o momento em que o Alan passava. Mas quando o Alan voltava [para prestar socorro à vítima], ele não juntou no processo e nem mostrou na mídia. Ele teria a obrigação de levar a verdade ao processo e à opinião pública”, disse.

Carlos Venícius Ribeiro reforçou a afirmação de que houve parcialidade na condução das investigações por parte do delegado Alex Danny, que à época era da 1ª Regional da Polícia Civil, e chegou a dizer que o procedimento foi vergonhoso. Ele também disse que se tenta mostrar que houve a disputa de um racha para se justificar uma acusação de homicídio com dolo eventual.

“A polícia investigou muito esse caso, e muito mal. É preciso que se diga isso. Uma investigação seletiva, vergonhosa e que hoje, certamente, obsta aquilo que é o direito mais importante do ser humano, que é o direito de defesa. Em meio a isso tudo, há um ‘racha imaginário’ que foi criado para transformar um homicídio de trânsito em um homicídio com dolo eventual”, afirmou.

O advogado também afirmou que existem diferenças entre os dois acusados que precisam ser observadas na análise do processo e consideradas no âmbito do julgamento. Para ele, Ícaro e Alan não podem ser julgados como se fossem a mesma pessoa como, segundo ele, tentam mostrar a investigação e a denúncia formulada pelo Ministério Público.

“Há nesse processo um responsável pela morte da Jonhliane, que é o Ícaro. Nós temos um culpado, que é confesso. Então nós permitir que eles sejam condenados como se fossem uma pessoa só. São condutas absolutamente distintas. E se até hoje as defesas de Ícaro e Alan não tiveram coragem de falar dessa diferença abissal de condutas, isso agora está sendo admitido”, acrescentou.

A advogada Helane Christina ainda disse que por conta da posição social de Ícaro e Alan a mídia acreana reservou um espaço para repercutir o caso como não fez em outros episódios semelhantes ou mais graves, segundo ela, do que o acidente que vitimou Jonhliane. Ela também afirmou que em dois desses casos, os acusados não estão presos e deles a imprensa pouco ou nada fala.

Helane se referiu aos casos de Lucas Oliveira, que foi acusado pela então namorada, Emely Juliana, de tê-la jogado de um carro em movimento durante uma briga, em dezembro do ano passado, e de Gabrielly Lima Mourão, que atropelou e matou a dentista Maria Josilayne Ferreira Duarte, também no ano passado, depois de perder a direção de seu carro na Estrada da Floresta, na capital.

O MP acusa os dois motoristas de estarem disputando um “racha” quando Ícaro, que dirigia uma BMW a mais de 150 km/h, segundo a perícia, atingiu a motocicleta na qual a vítima, que tinha 30 anos na época do acidente, se dirigia ao seu trabalho, no supermercado Araújo do Segundo Distrito. A tragédia aconteceu na avenida Antônio da Rocha Viana nas primeiras horas da manhã.

O julgamento está marcado para começar às 8h da próxima terça-feira (17) e deverá ser encerrado apenas no dia seguinte, em razão da grande quantidade de testemunhas. A repercussão do caso fará com que a sessão seja muito concorrida e para ter acesso ao júri se necessário cadastramento, tanto para familiares da vítima e dos acusados quanto para a imprensa e o público em geral

O juiz titular da 2ª Vara do Tribunal do Júri, Alesson Braz, limitou o número de vagas para que o júri possa ser acompanhado pelos familiares dos réus e da vítima, além da imprensa e comunidade. Serão disponibilizadas quatro cadeiras para os familiares dos réus; quatro para os familiares da vítima; quatro para a imprensa e 31 vagas para o público em geral.

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