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Prêmio de R$ 122 milhões da Mega-Sena sai para bolão com 44 funcionários de empresa

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Funcionários de uma mesma empresa de logística portuária em Santos, no litoral de São Paulo, tiveram um bilhete premiado no concurso 2468 da Mega-Sena e amanheceram milionários neste domingo (3). Cada um dos 44 sorteados faturou R$ 2.786.981,17 em um prêmio total de R$ 122,6 milhões. As informações são do G1.

Um dos cotistas premiados relatou ao G1 que alguns colegas fora do bolão ficaram “aos prantos e choram sem parar”. O sortudo não quis se identificar por motivos de segurança.

Cerca de 60% dos novos milionários são homens e 40% mulheres. Cada um investiu apenas R$ 17,18 em dois jogos com nove números ao todo.

UMA APOSTA VENCEDORA

As dezenas sorteadas pela Caixa Econômica Federal na noite desse sábado (2) foram 22 – 35 – 41 – 42 – 53 – 57. Apenas a aposta de Santos acertou todos os números e levou o prêmio de R$ 122.627.171,80.

A aposta vencedora foi registrada na lotérica Santo & Santo, no bairro Vila Mathias. O grupo fez um bolão de 44 cotas ainda no sábado (2) por volta de 12h.

Após a repercussão do caso, moradores de Santos brincaram com a situação e avisaram nas redes sociais que enviarão currículo para a empresa de logística nesta segunda-feira (4). Isso porque, na opinião deles, muitos funcionários pedirão demissão para curtir o prêmio milionário da Mega-Sena.

Diário do Nordeste

Destaque 3

Ministro do STF suspende decisão do TCU e Acre pode se livrar de diminuição do FPM

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O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu a decisão normativa do Tribunal de Contas da União (TCU) que determinava a utilização dos dados populacionais do Censo Demográfico de 2022 para a distribuição do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) deste ano. Como o levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) não foi finalizado, o ministro determinou que sejam utilizados como patamar mínimo os coeficientes de distribuição do exercício de 2018.

A decisão pode beneficiar 7 municípios acreanos onde a prévia do censo do IBGE mostra que há uma diminuição no número de habitantes. Acrelândia, Marechal Thaumaturgo, Capixaba, Plácido de Castro, Porto Acre, Rodrigues Alves e Sena Madureira teriam redução no repasse do FPM se o novo coeficiente populacional já fosse aplicado.

Na liminar monocrática, que ainda será submetida ao voto dos demais ministros, Lewandowski destacou que o ato do TCU está em discordância com a legislação de janeiro de 2019, que determinou a utilização dos coeficientes do FPM fixados no exercício de 2018 até novo censo demográfico, buscando salvaguardar os municípios que tiverem redução de seus coeficientes em razão de estimativa anual do IBGE.

Cesar Lima, especialista em orçamento público, avalia a decisão do Supremo como uma grande vitória para os municípios. “Até porque eles não tiveram tempo hábil para colocar em seus orçamentos, quer seja a diminuição, quer seja o aumento dessas receitas, eles teriam que fazer todos aí, claro, leis modificativas das suas peças orçamentárias. Mas com certeza aqueles que perderam, e são 15% dos municípios brasileiros – no total de 863 municípios –, teriam sérios problemas para na sua gestão”, afirma o especialista.

O ministro Lewandowski determinou, ainda, que eventuais valores já transferidos a menor devem ser compensados nos próximos pagamentos. Segundo levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), a nova metodologia causaria prejuízo de R$ 3 bilhões para esses municípios.

Ele salientou que mudanças abruptas de coeficientes de distribuição do FPM – especialmente antes da conclusão do censo demográfico – interferem no planejamento e nas contas municipais, causando “uma indesejável descontinuidade das políticas públicas mais básicas, sobretudo de saúde e educação dos referidos entes federados, prejudicando diretamente as populações locais menos favorecidas”.

Segundo dados da Secretaria do Tesouro Nacional, 21 municípios de 12 estados diferentes estão com recursos do FPM bloqueados devido a pendências com a Secretaria da Receita Federal.

O FPM

O FPM é um fundo pelo qual a União repassa aos municípios, a cada dez dias, 22,5% daquilo que arrecada com os impostos de Renda e sobre Produtos Industrializados. Nos dois primeiros pagamentos de 2023, R$ 5,2 bilhões foram repassados às prefeituras.

Os percentuais de participação de cada município são calculados anualmente pelo TCU, a partir do número de habitantes de cada cidade e a renda per capita dos estados. Os municípios são divididos em três categorias: capitais, interior e reserva. Brasília e as demais capitais recebem 10% do FPM, enquanto 86,4% do fundo é dividido pelos demais municípios – considerados como interior –, e aqueles que possuem população superior a 142.633 habitantes, os municípios de reserva, recebem uma cota adicional de 3,6%.

A CNM ainda tem atuado também junto ao Legislativo para aprovar uma lei que estabelece uma transição de dez anos para os municípios migrarem para uma faixa de coeficiente inferior de FPM. Dados da entidade mostram que 863 municípios podem perder R$ 3 bilhões com a adoção da nova metodologia do Tribunal de Contas. A proposição dilui esse impacto em dez anos, levando a uma perda de R$ 300 milhões por ano para esses municípios.

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Mesmo com chegada do 5G, sinal de internet no Acre segue entre os piores do País

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Tendo a Oi como principal operadora, o sinal da internet fixa no Acre chega a 2023 entre os três piores do País, segundo o ranking Melhor Escolha. A velocidade de download não passa dos 76 mega, só maior que a do Amapá (72 mega) e de Roraima (70).

A internet no Acre é 20% menor que a média nacional (79 mega). Pela ordem, Oi, Sem Fronteiras, Claro e Unonet apresentam o melhor download no Acre.

O ranking considerou milhões de testes de velocidade para determinar a internet fixa mais rápida do Brasil. Em nível nacional, a Vivo Internet foi a operadora que se destacou entre todas as outras. Ela teve a melhor média de download, alcançando uma velocidade de 101 mega, superando todas as outras operadoras com cobertura nacional.

Dentre as maiores cidades do Brasil, Curitiba, Belo Horizonte, Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro tiveram destaque ao registrarem velocidades de internet maiores que a média nacional, que é de 79 mega.

A má posição do Acre indica que a internet 5G ainda não se consolidou nem mesmo nos pontos sinalizados de Rio Branco. Queixas envolvendo a péssima qualidade do sinal são frequentes na maior cidade do Acre e apagões são relatados no interior.

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Pesquisa Delta põe Marcus Alexandre liderando e Bocalom com maior rejeição

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O Instituto Delta divulgou no início deste mês de janeiro uma pesquisa sobre a preferência do eleitorado de Rio Branco sobre os possíveis candidatos a prefeito em 2024. De acordo com o levantamento estimulado, o ex-prefeito Marcus Alexandre lidera com 30% e na segunda posição surge o atual prefeito Tião Bocalom (PP) com 18%, seguido também pela deputada federal eleita e ex-prefeita Socorro Neri (PP), com 17%.

Na quarta posição surge o deputado Jenilson Leite (PSB) com 10% e na quinta posição aparece o ex-deputado Ney Amorim (Podemos) com 8%. Minoru Kimpara e Emerson Jarude registraram 6% e 4%, respectivamente. 7% dos entrevistados não souberam responder ou não sabem.

Já no quesito rejeição, Bocalom lidera com 31,82%. Ney aparece a segunda pior rejeição com 16,67%, seguido por Marcus Alexandre com 11,36%. Socorro e Jarude empatam com 4,55%. Minoru aparece com 5,30% e o detentor da menor rejeição é Jenilson com 0,76%.

A pesquisa, que foi contratada pelo MDB, ouviu 1.000 eleitores entre os dias 2 a 6 de janeiro. A margem de erro é 3 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiabilidade é de 95%.

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Empresas têm até 31 de janeiro para regularizar pendências de dívida ativa federal

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A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Acre (Fecomércio/AC) está alertando a microempresários, microempresas e empresas de pequeno porte que o dia 31 de janeiro é o prazo final para regularização de pendências de dívida ativa federal.

De acordo com a assessoria da entidade, o edital PGDAU nº1, de 17 de janeiro deste ano, divulgou propostas para adesão à liquidação de créditos inscritos em dívida ativa, ainda segundo informa o assessor. Quem tiver interesse, deve acessar o REGULARIZE, disponível no endereço eletrônico www.regularize.pgfn.gov.br .

Para tanto, podem ser negociados valores iguais ou inferiores a R$ 50 milhões, que estejam há mais de um ano em contestação ou aqueles créditos obtidos até 31 de dezembro de 2022.

“Para a adesão, será considerada a capacidade de pagamento da empresa, de forma que essa possa ajustar seus débitos de acordo com os recursos que dispõe. Além disso, os créditos tributários federais podem ser pagos em até 60 parcelas, com descontos em créditos irrecuperáveis, podendo ser utilizados créditos líquidos devidos pela União”, explica o assessor da presidência da Fecomércio-AC, Egídio Garó.

Garó acrescenta ainda que, na adesão, as inscrições parceladas ficam condicionadas à desistência do parcelamento. “Caso haja, em curso e, deverá abranger todas as inscrições elegíveis não garantidas, parceladas ou suspensas por decisão judicial, mediante a formalização da Declaração de Receita/Rendimento disponível, no REGULARIZE”, explica.

O empresário deverá fornecer, sempre que solicitado, informações sobre bens, direitos, valores, transações, operações e outros atos que permitam conhecer a situação econômica ou outros aspectos que dificultem a conclusão do acordo.

“As transações por adesão na cobrança da dívida ativa da União podem ser parceladas em conformidade com a capacidade de pagamento, com descontos que variam de: 70% com prazo de pagamento em até 24 parcelas; 55% em até 48 parcelas; 40% em até 72 parcelas; e 25% para pagamentos em até 133 parcelas mensais e consecutivas”, acrescenta o assessor.

Além disso, contenciosos de até 60 salários mínimos poderão ser negociados com entrada de 5%, pago em até 5 parcelas mensais, e o restante, após a incidência das reduções de até 7 meses, com redução de 50%; em até 12 vezes, com redução de 45%; em até 30 meses, com redução de 40$ e, em até 55 parcelas, com redução de 30%.

“Demais informações podem ser obtidas acessando o Edital PGDAU nº 1, de 17 de janeiro de 2023. Micro empresários, micro empresas e empresas de pequeno porte com dívidas ativas têm uma excelente oportunidade de quitação de seus débitos e, com isso, buscar o equilíbrio tributário, financeiro e econômico necessários ao desenvolvimento e crescimento dos negócios”, finaliza Garó.

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