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Drag Queen fala de preconceito a homofobia e crítica Márcia Bittar: “o close tá errado”

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Com o tema “se a vida te der limões, faça uma limonada”, o Programa da Jô entrevistou na noite desta segunda-feira, 14, a drag queen, Ágata Power, que falou das dificuldades enfrentadas na sociedade em relação ao preconceito a homossexualidade.

Ágata falou do digital influencer que dá vida ao seu personagem, Igor Martins. Apesar de está no mesmo corpo, são duas pessoas diferentes. “Ele me fez ser quem eu sou e com certeza eu ajudo bastante e ensino muito ao Igor. Um drag queen muda a vida de uma pessoa”.

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Ágata contou que sua personagem, apenas o jornalista Igor Martins pode viver. “O drag queen é uma persona, o personagem qualquer pessoa pode viver, já a Água Power, só quem pode viver é o Igor”, explicou.

Power disse ainda que sua identidade foi montada dentro de casa e que aos poucos foi mostrando à sociedade. Além disso, ele relembrou as dificuldades enfrentadas ao logo da vida. “Na minha época não existia esse apoio que a gente vê hoje. Eu era uma criança viada, mas gostava de cantar o tempo inteiro. Na família, minha mãe soube primeiro que sou uma drag queen”, comentou.

Em meio a entrevista, Power explicou as diferenças entre transexual, transgênero, travesti e homossexual. “A gente têm, as pessoas transgênero transgride os gêneros de nascimento. Se ele nasce e não se identifica com o gênero, é uma pessoa trans. A transexualidade é uma questão sexual”, contou.

Ágata também comentou a treta da digital influencer, Yara Vital. Segundo ela, a polêmica pode estar atrelada a problemas de depressão pós-parto. “É um caso complicado porque ela acabou de ter bebê, é algo que mexe com a mulher”, declarou.

Por fim, a drag queen não deixou de dar sua opinião na polêmico declaração da pré-candidata ao senado da República, Márcia Bittar, que disse que professores incentivam prática de sexo nas escolas. “Márcia, o close aí tá errado viu. Você falar de criança, toda criança tem sexualidade. Já é abordado nas escolas entre elas [crianças]. Elas são seres humanos”, encerrou.

Assista a entrevista completa:

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