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China aprova o uso da pílula da Pfizer contra Covid-19

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O órgão regulador de produtos médicos da China afirmou neste sábado (12) que deu aprovação condicional para o Paxlovid, medicamento da Pfizer para tratar a Covid-19. Este será a primeira pílula oral contra coronavírus aprovada no país asiático.

A Administração Nacional de Produtos Médicos disse que o Paxlovid foi aprovado para tratar adultos com Covid-19. O país prevê utilizar o medicamento para casos leves a moderados e fim de evitar o risco de progredir para uma condição grave. Um estudo mais aprofundado sobre a droga ainda precisa ser realizado e submetido à autoridade, segundo o órgão.

Ainda não se sabe se China já está conversando com a Pfizer para adquirir o medicamento.

“Este é um marco importante em nossa luta contra a Covid-19”, disse um representante da Pfizer em comunicado, sem fornecer maiores informações.

A aprovação deve impulsionar o lucro da Pfizer, que espera US$ 22 bilhões em vendas do tratamento somente neste ano.

Os executivos da Pfizer disseram que a empresa está em discussões ativas com mais de 100 países sobre o Paxlovid e tem condição de oferecer 120 milhões de unidades de pílulas, se necessário.

Embora várias vacinas estejam disponíveis em todo o mundo para ajudar a prevenir infecções e casos graves de Covid, incluindo uma fabricada pela própria Pfizer, existem poucas opções de tratamento para pessoas infectadas com coronavírus.

Em dezembro, a Pfizer divulgou os resultados finais do teste que mostraram que seu tratamento reduziu a chance de hospitalizações ou mortes em 89% em pacientes com Covid-19 em risco de doença grave, dado o tratamento dentro de três dias após o início dos sintomas, e em 88% quando administrado em até cinco dias.

Além da China, a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) já aprovou o uso da pílula no continente europeu. O Canadá também já aprovou e comprou o medicamento da Pfizer para distruibuir para a população.

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Ministério da Saúde chega ao Acre para investigar mortes por síndromes respiratórias

Equipe técnica fará visita a unidades de saúde com casos de síndrome respiratória

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Uma equipe de investigação do Ministério da Saúde (MS) está no Acre para auxiliar na apuração epidemiológica das síndromes respiratórias agudas graves (Srags). Os técnicos do MS se reuniram com as divisões e núcleos de vigilância na manhã desta segunda-feira, 27, e conversaram com a Secretaria de Saúde de Rio Branco.

“Os técnicos devem permanecer o tempo que for necessário para fazer todas as averiguações necessárias. Eles farão visitas à Secretaria Municipal de Saúde e unidades de saúde do estado onde está havendo atendimento de síndrome respiratória”, explicou o chefe do Departamento de Vigilância em Saúde, Gabriel Mesquita.

A vinda da equipe está sendo coordenada pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) da Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre).

Com informações da Agência de Notícias do Acre

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Ex-presidente da Petrobras diz que devolveu celular com mensagens que incriminariam Bolsonaro

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Na véspera da reunião do Conselho de Administração da Petrobras para analisar o nome do novo comandante da estatal, uma troca de mensagens entre os ex-presidentes da empresa Roberto Castello Branco e do Banco do Brasil Rubem Novaes elevou a temperatura nos bastidores do governo e da petroleira.

O conteúdo das mensagens foi revelado pelo portal Metrópoles e confirmado pelo blog com economistas que participam do grupo em uma rede social, intitulado “Economistas do Brasil”. Em dado momento, Castello Branco chegou a dizer que o celular corporativo que ele devolveu para empresa continha mensagens e áudios que podem incriminar o presidente Jair Bolsonaro. Mas não falou que crimes seriam.

A conversa entre os dois, que ocuparam os cargos no início do governo, se deu por conta de uma reclamação de Novaes em relação a críticas que Castello Branco estaria fazendo contra Bolsonaro.

Cobrado por Novaes no grupo fechado de mensagens, Castello Branco rebateu dizendo: “Se eu quisesse atacar o Bolsonaro, não foi e não é por falta de oportunidade. Toda vez que ele produz uma crise, com perdas de bilhões de dólares para seus acionistas (Petrobras), sou insistentemente convidado pela mídia para dar minha opinião. Não aceito 90% deles (convites) e, quando falo, procuro evitar ataques”.

Em seguida, afirmou: “No meu celular corporativo tinha mensagens e áudios que podem incriminá-lo. Fiz questão de devolver intacto para a Petrobras”.

Castello Branco já havia dito que em seu celular havia mensagens de Bolsonaro cobrando que a Petrobras não reajustasse os preços de combustíveis. O ex-presidente da estatal disse que simplesmente ignorava esses pedidos. No celular, segundo apurou o blog, haveria outras mensagens que poderiam incriminar o presidente da República.

Em dado trecho, Castello Branco diz que “nunca fui, não sou e nem serei político”, tentando se defender de que estaria tendo uma atuação política ao fazer críticas à política de preços da estatal.

Castello Branco foi demitido da Petrobras diante das insatisfações de Bolsonaro com a política de preços da empresa. O mesmo motivo levou Bolsonaro a demitir os ex-presidentes da estatal Joaquim Silva e Luna e, por último, José Mauro Ferreira Coelho.

Envolvidos não comentam

Procurados pelo blog, tanto Novaes como Castello Branco disseram que não iriam comentar. O ex-presidente do Banco do Brasil afirmou que não iria comentar porque se tratava de um grupo fechado de conversas entre amigos. Castello Branco disse na mesma linha, afirmando que não iria comentar por se tratar de um grupo fechado e que o conteúdo teria sido vazado por alguém.

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Polícia Federal pediu quebra de sigilo de Renan Bolsonaro

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Foto: Cristiano Mariz

A Polícia Federal solicitou a quebra do sigilo telemático de Jair Renan Bolsonaro, filho mais novo do presidente da República, investigado pela Polícia Federal por suspeita de tráfico de influência. O objetivo da medida era obter acesso a dados, documentos e comunicações de Renan Bolsonaro e de outros suspeitos. O pedido, porém, foi rejeitado pela Justiça Federal do Distrito Federal.

Essa solicitação da PF foi apresentada no final do ano passado. Com a quebra do sigilo telemático, os investigadores buscavam acessar registros como e-mails, diálogos salvos em nuvem (dispositivo de armazenamento remoto de mensagens) e outros tipos de arquivos. O juiz Ricardo Leite, substituto da 10ª Vara Federal do Distrito Federal, entendeu que os elementos apresentados eram insuficientes para deferir o pedido dos investigadores. Procurado, o magistrado afirmou que não se manifestaria porque a investigação está sob sigilo.

O advogado Frederick Wassef, que defende Renan Bolsonaro, nega qualquer irregularidade e diz que o rigor da PF na investigação sobre o filho do presidente demonstra que não há interferências de Jair Bolsonaro no órgão.

— Eu acho até ótimo que a PF quebre todos os sigilos pois nada devemos. Jair Renan jamais praticou qualquer ato irregular, não ganhou carro de empresário, nem marcou reunião. Não agiu de forma direta ou indireta para ninguém junto ao governo federal — disse o advogado.

A investigação já obteve indícios de que a arquiteta responsável pelo projeto da reforma da sala comercial pediu ajuda a Jair Renan, em mensagens de celular, para que um empresário fosse recebido pelo presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto. Esse pedido foi revelado pelo GLOBO.

Com base nessas suspeitas, a PF relatou à Justiça que era necessário ter acesso aos diálogos mantidos por Renan Bolsonaro e por outros suspeitos para poder aprofundar a investigação.

A Polícia Federal também buscou outras frentes de apuração no caso. Em uma delas, investigadores obtiveram acesso a diálogos porque um dos alvos investigados franqueou acesso às mensagens do seu celular. A PF ainda obteve do Supremo Tribunal Federal (STF) o compartilhamento de provas apreendidas em investigações que miram bolsonaristas e que podem ter encontrado elementos contra os personagens investigados nesse caso.

Em seu depoimento, Renan Bolsonaro negou ter atuado para favorecer empresários dentro do governo federal e disse que seu nome foi usado por terceiros.

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Bolsonaro escolhe Braga Netto como seu vice

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O presidente Jair Bolsonaro confirmou que o general Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil e da Defesa, será seu candidato a vice-presidente em outubro. “Eu pretendo anunciar nos próximos dias o general Braga Netto como vice”, declarou nesse domingo à noite no programa 4 x 4, no Youtube.

Bolsonaro destacou a atuação de Braga Netto nas Forças Armadas como importante fator para sua escolha.

“Temos outros excelentes nomes, como a Teresa Cristina. O general Heleno quase foi meu vice lá atrás. Entre tantos nomes, pessoas maravilhosas, fantásticas. Gostaria de indicar dez (candidatos a vice), que não teria problemas”, acrescentou.

A declaração de Bolsonaro frustra o Centrão, que gostaria de ter nome próprio na chapa de Bolsonaro. O nome da deputada Tereza Cristina (PP-MS) era o mais cotado dentro do Congresso.

O presidente vive relação estremecida com o seu atual vice, o general Hamilton Mourão. O vice sairá candidato a senador pelo Republicanos do Rio Grande do Sul.

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