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Epidemiologista diz que Acre já vive terceira onda de Covid-19

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O estado do Acre já vive uma terceira onda de contaminação pelo novo coronavírus. A afirmação é do epidemiologista Marcos Lima, que integra o grupo técnico de apoio ao Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19. De acordo com ele, a sazonalidade de doenças respiratórias ocorre geralmente entre a segunda quinzena de janeiro e até segunda quinzena de março.

“Ano passado, o SARS-COV2 apresentou esse comportamento. Acreditamos que irá se repetir. A diferença é que esse ano temos pessoas vacinadas, um surto de gripe por influenza e uma nova variante”, destacou ao ac24horas.

O epidemiologista não tem dúvidas sobre o aumento contínuo de casos nos próximos dias, mas acredita que quem está vacinado vai apresentar, em sua maioria, apenas quadro leve da doença. “Teremos um aumento de casos, sim. Acredito que serão quadros leves principalmente em pessoas completamente vacinadas e entre aquelas que receberam a dose de reforço. Alguns estudos apontam que a variante Ômicron tem preferência pela vias aéreas superiores, causando um quadro com sintomas muito parecidos com a gripe”, afirma.

No auge da pandemia em 2021, o Acre foi obrigado a levar pacientes para Manaus por falta de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no estado. Marcos conta que a preocupação é com quem não foi vacinado. “Nossa preocupação é com as pessoas não vacinadas, essas, muito provavelmente, poderão desenvolver quadros mais graves e precisar de assistência em UTI”, explica.

Outra preocupação com a possibilidade de aumento dos casos seria a necessidade mais uma vez de impor medidas severas para impedir o avanço da pandemia, como o fechamento do que não é essencial e restrições ainda mais duras como já aconteceu anteriormente.

“Essa é a grande questão. Hoje, temos uma arma poderosa que são as vacinas. Se tivermos uma grande parte da população vacinada, não será necessário indicação de medidas mais restritivas à circulação de pessoas. O uso de máscaras ainda é extremamente necessário. A sociedade também precisa fazer a sua parte, o Estado está fazendo a sua, oferecendo vacinas e recursos para assistência, caso necessário. Se percebemos que há um aumento muito grande de casos, e nossas taxas de internação aumentarem, a indicação de bandeiras mais restritivas poderá ser feita ao governo do Estado, cabendo ao governador Gladson tomar a decisão final”, explica.

O boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde nessa terça-feira, 11, voltou a assustar os acreanos. Depois de alguns meses com o registro muito baixo de novos casos, o documento informou que em 24 horas o Acre registrou 188 novos casos da Covid-19 e duas mortes provocadas pela pandemia.

Acre

Ludmila grava video xingando seguidores e depois apaga

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Em um vídeo publicado nas redes sociais, nesta terça-feira, 6, a Influenciadora digital, Ludmilla Cavalcante desabafou e chegou a xingar alguns de seus seguidores.

Completamente abalada, a blogueira inicia a gravação dizendo não aguenta mais todo mundo falando mal de tudo o que faz, dessa vez se referindo ao cabelo, que por ter mudado o visual, estaria recebendo opiniões negativas.

“Não quero saber de ninguém falando do car*lh* do meu cabelo. Eu não pedi a opinião de ninguém, não sou obrigado a ficar aguentando gente escrota o dia inteiro. Eu vou mandar para put* que pariu, tomar no c*, não sou mais obrigada a aguentar”, expressou.

Por estar em São Paulo, ela afirma que algumas pessoas estão cobrando uma visita à filha Antonella, que mora no estado com o pai e se desespera por não querer que falem de sua maternidade.

“Eu estou em São Paulo há 5 dias trabalhando, se eu pudesse ir naquela cidade, eu já tinha ido. Estou gastando o dinheiro que eu tenho com advogado, me matando dentro de um processo judicial e eu não admito gente vir falar que eu sou uma mãe isso ou aquilo”, esclareceu.

Em diversos momentos Ludmilla afirma que está cansada, exausta e irritada e mantém o diálogo com várias palavras obscenas. Após poucos minutos, a publicação foi excluída.

ASSISTA AO VÍDEO EXCLUÍDO NA ÍNTEGRA:

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Acre

Defesa Civil prevê que Rio Acre alcance 16 metros em 2023

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O início do mês de dezembro tem sido marcado por fortes chuvas em Rio Branco. Além dos transtornos que o aguaceiro tem ocasionado, já que estão vindo acompanhados de fortes ventos, se tornado temporais, a população dos bairros mais baixos da capital acreana já começa a pensar na possibilidade de uma alagação nos primeiros meses de 2023.

A preocupação da população é justificada pelo monitoramento da Defesa Civil de Rio Branco. O trabalho de análise das chuvas atuais e das previsões para o início do ano ligam o sinal de alerta das autoridades. “Neste início de dezembro tem sido muito chuvoso e as chuvas não têm acontecido apenas em Rio Branco, ocorrem também nos municípios e essa água acaba desaguando aqui. Por isso, trabalhamos sim com a possibilidade de uma enchente no ano que vem”, afirma Cláudio Falcão, coordenador da Defesa Civil.

O monitoramento aponta para uma provável enchente considerada de média para grande, com o nível do Rio Acre atingido cerca de 16 metros, o que poderia afetar quase mil famílias. “A gente trabalha com um limite de 16 metros, que é considerada de média para grande enchente. Por exemplo, se o rio atingir entre 15,70 ou 15,80m, teríamos umas 600 famílias atingidas, com a necessidade de remoção de cerca de 100 famílias. De qualquer maneira, a Defesa Civil trabalha com o pior cenário, esperando que o melhor sempre aconteça”, enfatiza Falcão.

Com a chuva registrada nesta última segunda, o nível do Rio Acre subiu mais de três metros em Rio Branco em 24 horas e na medição desta manhã estava com 8,74 metros.

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Acre

Acre registra mais de 200 casos de Covid-19 nesta terça-feira

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A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), por meio do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS), informa que foram registrados 205 novos casos de coronavírus nesta terça-feira, 6 de dezembro. O número de infectados notificados é de 154.941 em todo o estado.

Nenhum óbito foi notificado nesta terça, 6, fazendo com que o número oficial de mortes por Covid-19 permaneça em 2.032 em todo o estado.

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Acre

IBGE: 72,77% da população do Acre já está recenseada

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O IBGE divulgou nesta terça-feira (6) o 4º balanço da coleta do Censo Demográfico 2022. Desde o início da operação, em 1º de agosto, até o dia 05 de dezembro, foram recenseadas 168.018.345 pessoas, em 59.192.875 domicílios no país.

O Acre está com 72,77% de sua população recenseada e se inclui entre os cinco Estados com menor contagem até agora. Esse percentual é também inferior à média nacional, de 78,73% dos habitantes visitados pelo IBGE.

O Instituto relata que está enfrentando dificuldades relativas à falta de pessoal para atuar como recenseador em determinados locais. Em todo o país, de 28/11 a 4/12, o IBGE contava com 60.611 recenseadores em ação, 33,1% do total de vagas disponíveis.

“Os cinco estados menos adiantados na evolução da coleta – Mato Grosso, Amapá, Espírito Santo, Acre e São Paulo – estão com, respectivamente, 42,1%, 35,6%, 30,3%, 40,0% e 31,9% das vagas ocupadas ativas”, diz o Instituto.

Do total de pessoas recenseadas em todo o País, 29,43% estavam na região Nordeste, 39,54% no Sudeste, 14,76% no Sul, 8,79% no Norte e 7,44%no Centro-Oeste. Até o momento, 48,4% da população recenseada eram homens e 51,6% eram mulheres.

Esse total corresponde a 78,73% da população estimada do país. O estado mais adiantado, ou seja, com maior proporção de pessoas recenseadas em relação a população estimada, é o Piauí (96,2%), seguido por Sergipe (91,2%) e Rio Grande do Norte (89,8%). Os menos adiantados são Mato Grosso (65,9%), Amapá (66,9%) e Espírito Santo (70,67%).

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