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Governo faz confusão e volta exigir carteira de vacinação para atualização cadastral

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No início da manhã desta terça-feira, 4, a agência oficial de comunicação do governo do estado publicou matéria dizendo que havia sido suspensa a exigência do comprovante de vacinação para o servidor público poder fazer sua atualização cadastral obrigatória todos os anos. O material, inclusive, trazia uma declaração do governador Gladson Cameli.

Ocorre que minutos depois, a mesma página do governo trocou a publicação por outra que explica que está mantida a exigência da apresentação da carteira de vacina.

“Após o preenchimento do formulário online, disponível na plataforma atualizacaocadastral.ac.gov.br, o servidor deverá anexar a cópia do comprovante de vacinação, atualizado, referente à covid-19 e deverá apresentar-se, respeitando o prazo de até dois dias úteis, ao setor de Gestão de Pessoas de sua lotação, com o comprovante da atualização online devidamente assinado, cópia e original dos documentos que foram atualizados para a conclusão e validação. Nesse momento, as informações serão validadas no cadastro anual”, diz a matéria.

A nota diz ainda que os servidores que, por razões de saúde declaradas em atestado médico, não puderem se vacinar, deverão anexar cópia da justificativa, assinada pelo médico responsável.

Já o servidor que não realizar a atualização cadastral e não apresentar o comprovante de vacinação atualizado, ou apresentação de atestado médico, terá suspenso o pagamento dos seus vencimentos, sem prejuízo de outras medidas cabíveis, podendo ensejar na instauração de processo administrativo disciplinar para apuração de responsabilidade. O pagamento será restabelecido após a regularização, respeitando o calendário de folha de pagamento do Estado do Acre.

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Disputa entre Marina e Izabella, pode fazer Lula optar por Jorge Viana como ministro

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​​A disputa nos bastidores da transição entre as ex-ministras do Meio Ambiente Marina Silva (Rede-SP) e Izabella Teixeira criou um dilema para Luiz Inácio Lula da Silva: a depender do modelo escolhido para a Autoridade Climática, que ele prometeu criar na campanha, uma delas pode acabar fora do governo em 2023.

Até o momento, a tendência de Lula é dar o ministério para uma e a autoridade para outra. Mas, segundo fontes dos grupos de meio ambiente na transição, Marina tem insistido para que a autoridade fique vinculada ao Ministério do Meio Ambiente (MMA), enquanto para Izabella o ideal é que essa estrutura seja diretamente ligada à Presidência da República. E ainda: interlocutores de Izabella dizem que ela aceitaria ser ministra, mas, se a Autoridade Climática ficar sob o controle do MMA, ela não topa comandá-la.

As ex-ministras têm um histórico de atritos na área ambiental, que vem desde o governo de Dilma Rousseff. Já divergiram sobre o Código Florestal aprovado na gestão Dilma e também sobre a construção da usina de Belo Monte, também iniciada com Dilma. No caso atual, a discussão sobre a autoridade climática, estão em jogo a governança e o funcionamento do da política ambiental do futuro governo — além, é claro, da disputa de poder.

As duas propostas foram detalhadas nos relatórios da transição para o meio ambiente e já entregues ao vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB) pelo coordenador dos trabalhos , o ex-governador do Acre Jorge Viana (PT). Elas devem ser apresentadas a Lula nos próximos dias.

O grupo de Izabella sugeriu que fosse criada uma secretaria especial na Presidência da República, com poder para comandar e coordenar ações relativas à sustentabilidade e meio ambiente em vários ministérios. A ideia desse grupo é que, sob o comando de Lula, a pauta climática seria “empoderada”, além de evitar problemas como os já ocorridos no passado, quando os interesses de ministérios como Agricultura ou do Desenvolvimento Econômico se chocavam com os do Meio Ambiente.

Já para o grupo de Marina Silva (Rede-SP), eleita deputada federal em outubro passado, a vinculação da Autoridade ao MMA seria necessária porque a agenda climática tem que estar associada aos temas da pasta, a exemplo de iniciativas como o Fundo Amazônia e o Fundo do Clima. A proposta de criar essa autoridade foi uma das que Marina apresentou como condição para aderir à candidatura de Lula, ainda antes do primeiro turno das eleições.

“O argumento em favor do MMA é forte, mas a questão climática envolve de 8 a 10 outros ministérios, como Agricultura, Transportes, Minas e Energia. Se a Autoridade ficar submetida ao Meio Ambiente, o ministério vai acumular brigas sucessivas com os outros. Se ficar na presidência, as decisões já serão pactuadas com mais força e operacionalidade, e menos conflito”, disse o ex-ministro Carlos Minc (PSB), membro da transição.

Defensores da segunda solução citam arranjos institucionais que já funcionam em outros países — como os Estados Unidos, onde não há ministério do Meio Ambiente, e o presidente Joe Biden nomeou o ex-secretário de Estado John Kerry como enviado presidencial especial para o clima. Kerry fica diretamente ligado ao presidente e trabalha em conjunto com outras agências governamentais ligadas ao tema.

A Alemanha, que transformou seu Ministério da Economia em uma pasta para Bem-Estar e Proteção Climática, distribuiu as atribuições ligadas ao meio ambiente em quatro ministérios diferentes.

No Brasil, há ainda um debate sobre com quem ficará a representação do país na discussão climática internacional — em que tanto Marina Silva como Izabella costumam circular bastante.

As duas, porém, acumulam um histórico de diferenças de conceito e de atritos pessoais que se tornaram explícitos durante a campanha eleitoral de 2014.

Depois de criticar o governo de Dilma Rousseff por Belo Monte e o Código Florestal, Marina disse na ocasião que Dilma representava um retrocesso na área do desenvolvimento sustentável, e acusou sua gestão petista de ser “conivente” com o desmatamento na Amazônia – na prática, uma estocada em Izabella, que era a ministra. A presidente então respondeu dizendo ter feito mais pela Amazônia que Marina.

Com esse histórico e visões diferentes do que deve ser a gestão ambiental do novo governo, nenhum dos membros do grupo da transição acredita que as duas poderiam se acomodar no mesmo ministério.

Nesse caso, Lula poderá indicar aliados que correm por fora da disputa pelo MMA, como o do ex-governador do Acre Jorge Viana (PT), coordenador do GT de Meio Ambiente, e o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Lula tem menos de um mês para solucionar o xadrez.7

FONTE: O GLOBO

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Durante chuva forte, torre cai sobre delegacia e residências em Rio Branco

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A chuva que caiu em Rio Branco na tarde desta segunda-feira, 5, apesar de não ter sido tão intensa como da última sexta-feira, 2, causou estragos.

Imagens mostram uma torre de comunicação que desabou durante a chuva em cima da delegacia e de residências no bairro Apolônio Sales.

O Corpo de Bombeiros informou que está neste momento no local averiguando se há vítimas da queda da torre ou apenas danos materiais.

O bairro foi um dos mais atingidos pela forte chuva. Residências na rua João Correia foram atingidas pela água.

Veja o vídeo:

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Bocalom suspende lei que impede que lojista do Shopping Aquiri venda ou transfira empreendimento

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Na última terça-feira, 29, o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, recebeu os concessionários de lojas do Aquiri Shopping para conversar sobre a Lei Complementar 92/2020.

Em específico o que trata o artigo 17, que diz que os contratos firmados entre os comerciantes, ficam automaticamente revogados após a inserção no local. Assim, “o concessionário fica impedido de realizar a venda ou transferência onerosa e impedido, no caso de falecimento ou doença incapacitante, de transferir a loja a um familiar”.

Para Bocalom, o item é injusto, por isso decidiu suspender os efeitos da portaria que revogava os contratos dos concessionários com o município.

“Estamos buscando caminhos jurídicos para poder evitar tamanho prejuízo a essas pessoas que estão ali há tantos anos trabalhando e que têm o direito adquirido na nossa Lei Municipal. Então está suspenso, por enquanto, até que tenhamos o parecer jurídico da Procuradoria Geral do Município (PGM)”, explicou o prefeito.

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Gana segura a Coreia do Sul e vence a primeira em jogo eletrizante

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Gana venceu na manhã desta segunda-feira (28) a Coreia do Sul por 3 a 2, em partida válida pela segunda rodada do Grupo H. O jogo foi eletrizante do início ao fim. A seleção africana abriu 2 a 0 no primeiro tempo, e os sul-coreanos devolveram o placar na segunda etapa, mas Kudus decretou a vitória ganesa.

Com o resultado, a seleção de Gana pulou para a segunda colocação da chave, com três pontos. A Coreia do Sul é a lanterna, com apenas um ponto somado. Ainda nesta segunda, o líder Portugal, com três, encara o Uruguai, que ocupa o terceiro lugar, também com um ponto.

O jogo

A Coreia do Sul começou melhor, dominando as ações do jogo e explorando exaustivamente cruzamentos em direção à área. Foram sete escanteios a favor dos sul-coreanos nos 20 primeiros minutos de bola rolando.

Mas todo o volume apresentado no começo da etapa inicial pela seleção asiática não foi convertido em gols. Melhor para Gana, que não desperdiçou a melhor chance que teve e abriu o placar. Aos 23, André Ayew cobrou falta em direção à área, e Salisu aproveitou a sobra para estufar a rede.

O gol foi como um balde de água fria para os sul-coreanos, e Gana sentiu que poderia ampliar. Aos 33, Jordan Ayew cruzou em direção à área, e encontrou Kudus livre, que desviou de cabeça e marcou o segundo da seleção africana.

Com a vantagem no marcador, Gana optou por começar a segunda etapa recuada. A ideia do técnico Otto Addo foi chamar a Coreia do Sul para o campo defensivo e tentar golpeá-la nos contra-ataques. Mas não deu certo.

Aos 12, os sul-coreanos diminuíram. Lee Kang-In, que tinha acabado de entrar, roubou a bola de Lamptey pela esquerda e cruzou na medida para Cho Gue-Sung mandar para o fundo do gol. Embalada, a seleção asiática empatou. Aos 15, Kim Jin-Su cruzou, e Cho Gue-Sung balançou a rede novamente.

O jogo dava indícios de que a Coreia do Sul iria virar, mas o futebol prega peças. Aos 22, Mensah cruzou rasteiro para a área, e Iñaki Williams furou. Na sobra, Kudus bateu cruzado e colocou a seleção de Gana novamente na frente do placar.

A Coreia do Sul voltou a ditar as ações do jogo, mas o cansaço falou mais alto. Gana recuou as linhas e repetiu a tática de tentar aplicar um golpe fatal, enquanto os sul-coreanos buscavam retomar a igualdade. O jogo seguiu frenético até o apito final, mas sem alterações no marcador.

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