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Após escolha de Lovisaro para chefia do MP, Kátia deixa de seguir Gladson no Instagram

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A procuradora-geral de justiça, Kátia Rejane Araújo, que deve deixar o cargo de chefe do Ministério Público do Acre em janeiro de 2022, não segue mais o governador Gladson Cameli no Instagram. O ato ocorreu após o chefe do executivo nomear o também procurador de justiça Danilo Lovisaro para ocupar o lugar da atual titular pelo biênio 2022-2024. Cameli segue procuradora normalmente nas redes sociais.

O ac24horas apurou que Kátia apoiava a candidatura de seu braço direito na gestão, o promotor Rodrigo Curti, mas este acabou sendo apenas o segundo mais votado na lista tríplice com 41 votos. Lovisaro ficou em primeiro com 48 votos e foi escolhido pelo critério democrático da maioria.

Nos bastidores, Rejane sugeria que o governador havia prometido que a chefia seria de Curti, bastando apenas ele está entre os três mais votados, o que aconteceu na última sexta-feira, 26, porém a suposta promessa não teria sido cumprida, pois Lovisaro foi nomeado.

Tudo indica que os bastidores da escolha do novo chefe do MPAC arranhou as boas relações entre o governador e atual chefe do Ministério Público, tanto que Gladson incumbiu ao secretário da Casa CivIL, Rômulo Grandidier, a informá-la oficialmente sobre a sua decisão de escolher Lovisaro.

Ao ac24horas, Kátia se manifestou sobre o assunto. “A escolha do governador Gladson Cameli foi democrática e não afeta a relação institucional entre o Ministério Público e o Poder Executivo, bem como o respeito e a gratidão que tenho pelo governador”.

*Atualização às 14:00 – após a publicação da matéria no ac24horas, Kátia Rejane voltou a seguir o governador

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“Dar dó de ver os pacientes no PS”, diz Bocalom ao comentar caso de Ailton Oliveira

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O prefeito de Rio Branco Tião Bocalom comentou a situação da saúde estadual ao ac24horas na manhã desta sexta-feira, 24, após visitar o secretário de comunicação da prefeitura, Ailton Oliveira, que sofreu um infarto e se encontra à espera de uma vaga no Santa Juliana para passar por um processo de cateterismo.

LEIA TAMBÉM: Secretário de Comunicação da prefeitura sofre infarto e esposa reclama de atendimento no PS

O gestor da capital acreana se disse assustado com o que viu no pronto-socorro da capital acreana e não poupou críticas à saúde do Acre. “Desde ontem à noite venho acompanhando a situação do Ailton, estive lá hoje pela manhã e vi que a situação está muito deficitária, com um quantidade enorme de pessoas pelos corredores. Fizeram uma nova obra, inauguraram novos leitos, mas a situação é desumana, dar dó de ver os pacientes naquela situação. Espero que o próximo governador resolva essa situação de construir um novo pronto-socorro. Uma pessoa não pode esperar por um cateterismo porque pode ir à óbito”, disse Bocalom.

Bocalom também comentou sobre as mortes dos bebês na unidade de saúde. “Essa questão dos bebês é a prova de que faltou um pouco mais de dedicação da saúde por parte do estado, de ter os respiradores. Não pode acontecer isso depois que o governo federal mandou tanto dinheiro para comprar respiradores”, disse o prefeito.

O gestor da capital acreana contou que o município deve realizar a contratação de novos médicos e dentistas nos próximos meses. “Corrigimos o salário dos médicos e agora vamos fazer um concurso para contratar 48 novos médicos e 64 dentistas para melhorar o atendimento à nossa população”, relatou Bocalom.

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Juíza prorroga análise no pedido de segredo de justiça em questão que envolve blogueiras

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A disputa judicial que teve origem nas redes sociais e que envolve as influenciadoras digitais Ludmilla Cavalcante e Yara Vittal teve, nesta quinta-feira (23), uma nova decisão assinada pela juíza do caso, Zenice Mota Cardozo, da 1ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco.

Em movimentação anterior, Ludmilla requereu ao Judiciário que a ação da qual é autora fosse levada a segredo de justiça sob a alegação de que Yara Vittal está divulgando peças do processo em sua rede social e em jornais expondo dados pessoais seus e de sua advogada.

Na ação inicial, Ludmilla Cavalcante pleiteia medida liminar para que sejam retiradas todas as publicações consideradas ofensivas contra ela das páginas pessoais de Yara Vittal nas redes sociais, além de requerer indenização por danos morais no montante de R$ 50 mil.

Em resposta aos pedidos da blogueira autora da ação judicial, a magistrada determinou que Ludmilla indique precisamente, no corpo da petição inicial, quais as postagens que julga ofensivas contra ela e sua patrona, “tendo em vista que o pedido deve ser certo e determinado”.

Quanto ao pedido da parte autora de que o processo seja levado ao status de segredo de justiça, a juíza argumentou em seu despacho que esse é um caso de exceção, sendo que a regra é a publicidade dos atos processuais, optando pela postergação de decisão a esse respeito até que as últimas determinações sejam cumpridas.

“Como ainda não se tem a dimensão exata das referidas ofensas porque não declinadas na petição inicial, e considerando que ao que consta estão todas publicadas nas redes sociais, postergo a análise da tramitação em segredo de justiça para após o cumprimento da determinação retro”, assinalou a magistrada.

A juíza ainda advertiu que “qualquer publicação decorrente desse feito que possa implicar em dano à honra e a imagem de quaisquer das partes ou operadores do direito no processo poderão ser analisados, incumbindo ratificar a boa-fé que deve reger os litigantes”.

Na mesma decisão, a juíza Zenice Mota Cardozo determinou a retificação do valor atribuído à causa, inicialmente de R$ 10 mil, passando a constar com o mesmo valor proveito econômico almejado na ação, ou seja, R$ 50 mil.

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Secretário de Comunicação da prefeitura sofre infarto e esposa reclama de atendimento no PS

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A esposa do jornalista Ailton Oliveira, secretário de comunicação de Rio Branco, a também jornalista Melissa Jares, publicou vídeos em sua rede social avisando que o marido estava tendo um infarto e foi levado para o pronto-socorro da capital acreana na madrugada desta sexta-feira, 24.

Jares reclamou das condições da unidade de saúde e afirmou que Ailton Oliveira passou a noite inteira em uma maca no corredor do PS . “Revoltante você precisar do pronto-socorro da sua cidade, você levar seu marido que está tendo um infarto e ele não poder fazer um cateterismo porque o PS não faz o procedimento e o hospital credenciado não tem vaga. O pior ainda é ficar jogado no corredor porque não há um leito de enfermaria disponível”, afirmou.

O ac24horas entrou em contato com a jornalista já na manhã de hoje e foi informado que Ailton continua no corredor do PS à espera de uma vaga para fazer o cateterismo.

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Binho Marques diz que gestões de Ribeiro e Weintraub se complementam pela omissão

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Na coluna da jornalista Miriam Leitão desta quinta-feira (23), no jornal O Globo, intitulada A Educação entre a omissão e desvios, em que a analista avalia a condução do ex-ministro Milton Ribeiro frente à Educação, uma das fontes ouvidas foi o ex-governador do Acre Binho Marques.

Preso recentemente em operação da Polícia Federal sob a acusação de desmandos na pasta com a participação de pastores que liberavam verba, pediam propina e mandavam na agenda do próprio ministro, Ribeiro teve a sua atuação comparada por Binho com a de seu antecessor, Abraham Weintraub.

Milton Ribeiro assumiu o MEC em julho de 2020, no lugar do ex-ministro Abraham Weintraub, que também deixou a pasta após uma série de polêmicas que deixaram o governo Bolsonaro sem nada a comemorar na área. Na visão do consultor Binho Marques, que além de ex-governador também é especialista em educação, as duas gestões se complementam e têm uma marca em comum: a omissão.

— Eles foram omissos em tudo. O Brasil tem uma organização da educação muito diferente da do resto do mundo. Há muita autonomia dos estados e dos municípios. Mas a maioria não tem condições técnicas nem financeiras. Eles precisam do MEC, é uma necessidade de coordenação. O que vimos foi justamente o contrário, um retrocesso histórico — explicou Marques.

Binho Marques também disse à Miriam Leitão que o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) sempre foi alvo de cobiça dos políticos, porque movimenta um orçamento em torno de R$ 65 bilhões por ano. Mas desde o governo Itamar Franco, passando por Fernando Henrique, Lula, Dilma e Temer, foram criados mecanismos para a blindagem do órgão. No governo Bolsonaro, isso acabou, segundo ele.

— O FNDE, que havia se tornado uma autarquia exemplar, foi completamente loteado, transformado em um balcão de negócios, que lembrou o período pré-Itamar. Acabou a profissionalização — disse.

Miriam Leitão fecha a coluna dizendo que no ensino superior as universidades foram consideradas inimigas do governo.

“Há cortes de energia por falta de verbas, escassez de produtos básicos como papel higiênico, e estrangulamento no valor de bolsas de mestrado e doutorado. Pesquisadores pedem demissão por falta de condições de trabalho. A corrupção e a omissão são os legados do governo Bolsonaro na educação. O ministro Ribeiro fez parte desse projeto”.

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