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Presidente do Saerb garante que prefeitura assumirá sistema de água dia 1º de janeiro

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Em maio deste ano, o governo do estado e a prefeitura de Rio Branco assinaram a reversão do sistema de água e esgoto na capital acreano que sai do estado e volta a ser de responsabilidade da prefeitura .

Com isso, se iniciou um processo de transição, que já era para ter terminado. Ocorre que a prefeitura não conseguiu se viabilizar a tempo e o prefeito Tião Bocalom pediu ao governo dois adiamentos. A demora em se preparar de forma adequada resultou na saída da então presidente do Saerb, Pollyana Souza. O último adiamento termina agora no dia 31 de dezembro, fazendo com que no primeiro dia de 2022, o sistema de água e esgoto volte a ser de responsabilidade do município.

De acordo com informações obtidas pelo ac24horas, o processo de reversão continua marcado pela lentidão e pessoas que conhecem o sistema afirmam que dificilmente a prefeitura vai ter condições de assumir o serviço na data prevista.

Mas, de acordo com o novo presidente do Saerb, Edvaldo Fortes, que assumiu a autarquia municipal no final de outubro, o município vai cumprir o prazo e estará pronto para receber os sistema no dia 1º de janeiro. “Essa informação não procede, a data está mantida”. disse.

Uma das principais dificuldades, que é a mão de obra, deve ser solucionada com a contratação emergencial de profissionais que hoje são do Depasa e são responsáveis pela operacionalidade do sistema de abastecimento de água em Rio Branco.

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Primeiros ônibus da Rico Transporte chegam a Rio Branco, ainda sem aval de boas condições

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Começaram a chegar a Rio Branco na tarde dessa quinta-feira, 20, os primeiros ônibus da Viação Rico, empresa que irá assumir as linhas abandonadas pela Auto Viação Floresta na capital acreana. No entanto, ainda não passaram por avaliação de boas condições de uso.

Pelos menos oito ônibus já chegaram à capital para serem usados até o fim da licitação que vai ser aberta pela prefeitura para a contratação em definitivo das novas empresas que vão operar no sistema de transporte público em Rio Branco.

O grande temor da população é em relação à qualidade dos veículos que estão chegando na cidade, afinal, o tempo de uso da frota é o principal problema dos atuais ônibus que atendem a população. Nessa quinta, populares flagraram o momento em que a porta de um ônibus caiu no meio de uma rua no bairro São Francisco.

O ac24horas entrou em contato com a RBTrans para saber se os novos ônibus que chegaram na capital acreana já foram avaliados pela prefeitura. Anízio Alcântara, superintendente da RBTrans afirmou que não houve ainda avaliação dos veículos que irão circular na capital acreana. “Não houve nenhuma avaliação por enquanto. O que pedimos é que não sejam veículos muito velhos, com mais de dez anos. Essa história de que eram ônibus encostados pela SPTrans não é verdade. Agora o que as pessoas precisam entender é que essa empresa vem para o Acre de forma provisória, apenas até a gente abrir uma licitação. Então o que a gente espera é que sejam veículos com condições de uso. Vamos esperar chegar todos para a nossa equipe avaliar a frota”, afirma Anízio.

O ac24horas conversou com alguns motoristas que trabalham nas atuais empresas que operam em Rio Branco e acompanharam a chegada dos veículos. Os profissionais que pediram para não serem identificados afirmaram que em comparação a frota que atualmente roda em Rio Branco os ônibus são bem melhores. “Não são ônibus novos, mas se for comparar com os que a gente trabalha, que muitos estão caindo os pedaços, eles aparentam ser bem melhores”, afirma um dos motoristas.

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Delegado descarta envolvimento de Gladson em operação da “Máfia dos Precatórios”

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Em coletiva de imprensa realizada nesta sexta-feira, 21, a Polícia Civil do Estado do Acre concedeu detalhes da Primeira fase da Operação “Status Debitum”, que teve por objetivo colher elementos probatórios de supostos crimes contra a administração pública praticados por uma organização criminosa que atua no pagamento ilegal de precatórios, dívidas do poder público reconhecidas judicialmente.

O procurador do Estado João Paulo Setti e o ex-presidente da OAB-AC (Ordem dos Advogados do Brasil seccional Acre), Erick Venâncio, foram alvos da investigação por supostamente participarem de um esquema de corrupção relacionado à aquisição de precatórios milionários a baixo custo mediante informações privilegiadas. Na ocasião, foi realizado o cumprimento de 13 mandados de busca e apreensão, sendo 8 (oito) cumpridos em Rio Branco/AC e 5 (cinco) no Estado de Mato Grosso do Sul/MS.

O delegado-geral da Polícia Civil, Josemar Portes, fez questão de enfatizar o não envolvimento do governador Gladson Cameli (Progressistas) e de sua esposa, a primeira-dama, Ana Paula Cameli, no escândalo dos precatórios. Segundo ele, ocorreu o inverso, o chefe do executivo fez questão de solicitar que os fatos fossem apurados com o rigor da lei. “O governador Gladson Cameli não é investigado na Operação de hoje. Posso garantir que ele não é investigado, não há elementos que apontem fatos ligados nem a ele e nem a entes queridos [Ana Paula Cameli]”, ressaltou.

Sobre a operação, Portes destacou que o assunto é de conhecimento público. “Nosso trabalho é investigar para elucidar os fatos. O objetivo é para que não gere dúvidas e nós vamos chegar a conclusão. A operação visou colher dados com base na denúncia”, explicou.

O delegado Pedro Resende explicou que os precatórios são dívidas reconhecidas pela justiça. Ele destacou que um dos investigados após perder o cargo, ele desceu para o 1° grau na instância judiciária, com isso, foi solicitado a abertura do sigilo fiscal. “Essa pessoa perdeu o foro e foi para o 1° grau e a justiça deferiu as médias que foram cumpridas hoje. Vamos investigar os documentos, computadores e demais elementos. Agora vamos buscar mais elementos. O que se investiga é pagamento irregular de precatórios, lavagem de dinheiro, corrupção e demais crimes”, citou.

Participaram da coletiva, os delegados Felipe Martins e Pedro Buzolin, ambos da delegacia de repreensão as ações criminosas organizadas, além de Pedro Resende e Rodrigo Noll, da delegacia especializada de combate a corrupção.

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Concurso do IBGE tem mais de 6,2 mil candidatos no Acre há um dia do fim da inscrição

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O ac24horas obteve com exclusividade o número parcial de candidatos ao concurso do IBGE, cujas inscrições terminam nesta sexta-feira (21).

Para recenseador, 3.217 candidatos disputam 680 vagas -ou pouco mais de 4 inscritos por vaga na parcial repassada às 9 horas desta quinta-feira (20).

São 786 vagas paga Agente Censitário Supervisor Agente Censitário Municipal e ambos cargos somam 3.033 inscritos até o horário informado.

No total, 6.250 pessoas se inscreveram até agora para o concurso que realizará o Censo Demográfico deste ano.

No País, as inscrições para o processo seletivo do Censo Demográfico 2022 com mais de 200 mil vagas temporárias para recenseador e agente censitário. As vagas estão distribuídas em 5.297 municípios do país. As inscrições devem ser feitas no site da Fundação Getúlio Vargas (FGV), empresa responsável pela seleção. A taxa de inscrição pode ser paga até o dia 16 de fevereiro. Candidatos de baixa renda inscritos no CadÚnico e doadores de medula óssea podem solicitar isenção da taxa.

São oferecidas 183.021 vagas para recenseador. Para concorrer, os candidatos precisam ter o ensino fundamental completo. Os recenseadores do IBGE atuarão diretamente na coleta das informações nos mais de 70 milhões de domicílios do país. O profissional ganha por produção. Clique aqui para simular a remuneração.

Há ainda 18.420 vagas de agente censitário supervisor (ACS) e 5.450 de agente censitário municipal (ACM), ambas exigem ensino médio completo. Os salários são de R$ 1.700 e R$ 2.100, respectivamente. O ACM gerencia o trabalho do posto de coleta, enquanto o ACS, subordinado ao ACM, tem como principal função orientar os recenseadores durante a execução dos trabalhos de campo.

As vagas de agente censitário têm inscrição única. Ao candidato com melhor classificação na prova, será oferecida a vaga de ACM. Os demais terão direito às vagas de ACS, de acordo com a ordem de classificação.

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Mais de 70% dos acreanos entraram 2022 atolados em dívidas e renda comprometida

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Mais de 70% dos moradores de Rio Branco entraram 2022 enterrados em dívidas. Os dados mais atuais da Federação do Comércio do Acre mostram que o prazo médio para a regularização de dívidas pendentes é de 30 dias para 65% dos entrevistados, sendo o cartão de crédito o que apresenta o maior compromisso dos consumidores.

Por conta das dívidas, uma parcela considerável está com restrição de crédito, ou seja, 44% dos consumidores entrevistados que possuem dívidas atrasadas. A parcela da população com o maior endividamento no município de Rio Branco tem renda mensal de até cinco salários mínimos.

“Mais de 71% dos entrevistados estão endividados e 80% destes tem até 50% de renda comprometida”, observa Egídio Garó, especialista da Federação do Comércio do Acre.

Ter entrado o ano atolado em dívidas não é “privilégio” dos acreanos. O nível de endividamento médio das famílias brasileiras em 2021 foi o maior em 11 anos. É o que aponta a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Segundo o levantamento, o último ano apresentou recorde do total de endividados, registrando uma média de 70,9% das famílias brasileiras, enquanto dezembro alcançou o patamar máximo histórico para os meses consecutivos, 76,3% do total de famílias. A taxa de incremento de famílias com dívidas também foi a maior já observada, revelando que as famílias recorreram mais ao crédito para sustentar o consumo.

Na comparação com 2020, das cinco regiões do País, apenas o Centro-Oeste apresentou queda do índice, 0,3 ponto percentual. O Norte registrou estabilidade, e o Sudeste se destacou com aumento de 5,9 p.p., seguido pelo Sul (+5,5 p.p.) e o Nordeste (+4,5 p.p.). Contudo, considerando o total de endividados, o Sul contou com o maior percentual, aproximando-se de 82%. Já na avaliação por faixa de renda, o endividamento médio das famílias com até 10 salários mínimos mensais aumentou 4,3 p.p., chegando a históricos 72,1% do total. Na faixa de renda superior, acima de 10 salários mínimos, o indicador aumentou ainda mais, 5,8 p.p., e fechou em 66,0%.

No caminho oposto dos indicadores de endividamento, no último ano, os números de inadimplência apresentaram queda. De acordo com a pesquisa, o percentual médio de famílias com contas e/ou dívidas em atraso diminuiu 0,3 p.p. na comparação com 2020, chegando a 25,2%. Após iniciar 2021 em patamar superior ao observado no fim do ano anterior, o percentual mensal teve redução até maio, mas passou a apresentar tendência de alta desde então, alcançando 26,2% em dezembro e ficando acima da média anual.

O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas e/ou dívidas em atraso e que, portanto, devem permanecer inadimplentes também contou com uma redução na comparação com 2020, 0,6 p.p., totalizando 10,5% dos lares no País. Os números indicam que essa parcela de consumidores apresentou movimentos diferentes ao longo do ano. Enquanto, no primeiro semestre, o indicador de inadimplência recorrente oscilou entre baixa e alta, a partir de julho passou a registrar tendência de queda, encerrando o ano em 10% do total de famílias, abaixo da média anual. (Com CNC)

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