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Terremoto com magnitude de 7.5 no Peru é sentido no Acre

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Um forte terremoto que atingiu a cidade de Barranca, no litoral do Peru, neste domingo, 28, foi sentido em várias cidades do Acre, com mais intensidade na região do Vale do Juruá. O tremor foi de magnitude 7.5, classificado como ‘muito forte’.

Moradores do Juruá relatam ao ac24horas que o tremor sentido foi uns dos mais intensos e duradouros dos últimos tempos. Dados oficiais apontam que o evento foi localizado a 112 km de profundidade e segundo o USGS, Instituto de Pesquisas geológicas dos EUA, a magnitude do tremor foi calculada em 7.5 magnitudes.

Do total de 287 eventos dos últimos sete dias , 261 deles foram classificados como de intensidade leve e 23 atingiram o status de moderados. 3 tremores foram classificados entre forte e muito forte, como este que aconteceu hoje.

Nas redes sociais, diversos acreanos relataram o caso envolvendo o tremor e afirmando tê-lo sentido.

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Apreensão de dinheiro falso cresceu 9 vezes no Acre em 2021

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O Acre se mantém como um dos Estados de menor circulação de dinheiro falsificado e encerrou 2021 com 60 cédulas apreendidas pelo Banco Central. Para efeito de comparação, 227.316 notas falsas foram retidas em todo o País no ano passado.

No entanto, o lote retido em 2021 é 9 vezes superior ao de 2020, quando foram recolhidas 7 cédulas. Assim, o Acre é o último entre os Estados quando o assunto é derrame de dinheiro fake. São Paulo liderou em 2021 o ranking do BC, com mais de 87,4 mil notas retidas.

Do total apreendido no Acre em 2021, 36 eram nota de R$100,00; 15 de R$50,00; 7 de R$20; e 2 de R$10,00.

Logo no começo de 2021 ocorreu uma ação contra dinheiro falso. Foi no dia 22 de fevereiro, conduzida pela Polícia Federal. Uma mulher acabou detida quando recebia correspondência contendo cédulas falsas.

A ação foi realizada em conjunto com a Coordenação de Segurança Corporativa dos Correios, que, em ação de fiscalização de rotina, constatou que a encomenda acondicionava conteúdo possivelmente ilícito. Foram encontradas 20 cédulas ostentando o valor de R$ 100, totalizando montante de R$ 2 mil em cédulas falsas.

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Governadores decidem encerrar congelamento do ICMS sobre gasolina e diesel

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Por maioria, os governadores decidiram hoje acabar com o congelamento do preço usado como base para o cálculo do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre combustíveis. Assim, a partir de 1º de fevereiro, esse valor poderá sofrer variações novamente.

O ICMS tem alíquotas fixas, que variam de 25% a 34% de acordo com o estado. Essas alíquotas incidem sobre o preço médio ponderado ao consumidor final, que é reajustado a cada 15 dias. Esse preço médio é afetado pelos reajustes promovidos pela Petrobras nas refinarias, que acabam chegando aos postos.

Em outubro, em acordo firmado no Comsefaz (Comitê Nacional dos Secretários Estaduais de Fazenda), os governadores decidiram congelar o preço usado na base de cálculo por 90 dias, na tentativa de conter os aumentos da gasolina. A medida foi uma contraposição a uma proposta que, à época, havia passado pela Câmara e estava no Senado, que tornaria fixa por um ano a incidência do impostos. Estados chegaram a alegar que, se fosse aprovada, ela poderia levar a uma perda de arrecadação da ordem de R$ 24 bilhões.

Com a decisão de agora, porém, a base de cálculo volta a oscilar conforme os preços nas bombas.

Nesta semana, a Petrobras decidiu subir os preços de combustíveis, após 77 dias sem alterações. O valor médio da gasolina vendida para as distribuidoras passou de R$ 3,09 para R$ 3,24 por litro, um reajuste de 4,85%. Já para o diesel, de R$ 3,34 para R$ 3,61 por litro, alta de 8,08%.

‘ICMS em nada influencia escalada de preços’

Em nota, o Comsefaz afirmou que o preço de referência havia sido congelado para “sinalizar a disposição dos estados para conter os reajustes frequentes da gasolina, diesel e etanol, assim como ficar igualmente demonstrado que essa via em nada influencia a escalada de preços”.

O congelamento do ICMS não conteve a elevação dos combustíveis nas bombas, pois se trata de mero elemento do custo, dependente e repercutido pelo preço da commodity definido e constantemente aumentado pela Petrobras.
Comsefaz, em nota

Comitê critica Petrobras

O Comsefaz criticou a política de preços da Petrobras, defendendo que mudá-la é “determinante para se reverter essa carestia”. Pela política adotada pela empresa, os preço dos combustíveis variam conforme as cotações do dólar e do petróleo no mercado internacional.

Coordenador do Fórum Nacional de Governadores, o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), disse que o governo federal não buscou soluções definitivas para os altos preços dos combustíveis e também criticou a política de preços da Petrobras.

Segundo ele, os governadores fizeram a sua parte, congelando o preço de referência para ICMS, mas não houve valorização desse gesto concreto nem respeito ao povo.

Quem está ficando com o benefício, o povo? Não, [o congelamento] só está servindo para aumentar os bilhões em lucros da Petrobras. Onde está o interesse, o compromisso público?

Cobrado pelos sucessivos aumentos do preço dos combustíveis, o presidente Jair Bolsonaro tem dito que a culpa pelo elevado preço dos combustíveis é da incidência do ICMS, imposto estadual —o governo federal é o acionista controlador da Petrobras.

Bolsonaro já foi ao STF para tentar obrigar o Congresso a votar projeto que busca alterar a forma de incidência desse imposto, mas uma ação sobre o tema ainda não foi julgada pela corte.

O que compõe o preço da gasolinuola

O preço da gasolina comum é composto por cinco itens, segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis):

Preço do produtor (refinarias da Petrobras e importadores);

Preço do etanol – o combustível que chega aos postos tem 73% de gasolina A e 27% de etanol;

Tributos federais – PIS, Cofins e Cide;

Imposto estadual – ICMS;

Distribuição, transporte e revenda.

*Com informações de Agência Estado e Reuters

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Morre, aos 95 anos, o poeta amazonense Thiago de Mello

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Morreu na manhã desta sexta-feira (14), aos 95 anos, o poeta e tradutor brasileiro Thiago de Mello em sua casa, em Manaus, de causas naturais. Reconhecido com um dos grandes autores da literatura regional, que completaria 96 anos no mês de março, ele alcançou fama internacional graças a poemas como o clássico Os Estatutos do Homem, escrito em abril de 1964, quando Thiago de Mello era adido cultural da embaixada do Brasil no Chile e amigo de Pablo Neruda.

A informação foi divulgada por meio do twitter do escritor Sérgio Freire, com a frase “Partiu o poeta Thiago de Mello”, e confirmada nos comentários da publicação.

Nascido em 1926 em Barreirinha, no Amazonas, ele sempre foi um defensor da natureza. “Para fazer algo em defesa da humanidade é preciso, em primeiro lugar, que cada um de nós tente persuadir pelo menos um companheiro, que cada um de nós faça qualquer coisa por este planeta Terra tão degradado”, afirmou, durante a Feira Internacional do Livro de Havana, em 2005. “A Terra flutua hoje no espaço como um pássaro em extinção.”

O interesse sempre norteou a carreira do poeta, que largou a faculdade de Medicina para seguir a literatura e lançar, aos 25 anos, seu primeiro livro de poemas, Silêncio e Palavras. Lançou diversas obras até ser exilado em 1964, quando esteve na Argentina, Portugal, França, Alemanha e Chile. Nessa época de repressão militar, tornou-se famoso um verso seu, que dizia: “Faz escuro mas eu canto”. Retornou ao Brasil em 1978, quando seu nome já era conhecido internacionalmente por lutar pelos direitos humanos, ecologia e paz mundial.

A potência de seus versos, especialmente os que pregavam contra a violência e opressão, conquistou muitos adeptos, a partir da década de 1970, no meio estudantil e entre grupos de opositores ao regime militar. E, entre os mais admirados, está Os Estatutos do Homem, que se iniciava com os seguintes versos em seu primeiro artigo: “Fica decretado que agora vale a verdade / Que agora vale a vida / e que de mãos dadas / trabalharemos todos/ pela vida verdadeira”.

Em 1981, Thiago de Mello publicou Mormaço na Floresta, no qual denunciava a destruição da mata da seguinte forma: “Enfim te descobrimos / Foi preciso que as águas mais azuis apodrecessem / que os pássaros parassem de cantar / que peixes fabulários se extinguissem / tua pele verde fosse aberta/ pelas garras de todas as ganâncias”.

“Thiago de Mello é um poeta na contramão da modernidade e isso bastaria para distanciá-lo de seus pares”, escreveu o crítico José Castello, no Estadão, em 1999. Segundo ele, havia muito preconceito e incompreensão cercando a vasta obra do poeta amazonense. “Antes de tudo, é reduzido, um tanto apressadamente, à figura do poeta engajado e sua poesia tomada, mais, como ideologia. Depois, numa época de sofisticação e rapidez, ele se mantém apegado aos temas primitivos e lentos do Baixo Amazonas, aos versos soltos e derramados e, apesar de ateu, a uma visão da poesia como milagre”, observou o crítico.

Ao entrevistar pessoalmente o poeta, Castello ofereceu uma precisa descrição de um homem marcado – e, por isso mesmo, valorizado – por contradições. “Cara de índio, cabelos revoltos, bata branca, Thiago tem mesmo um jeitão de profeta, ou de místico, que contraria (superficialmente, pois ele se considera um utópico) seu perfil de artista ateu e de esquerda. Fala mansa, acentuada pela idade, olhar perdido e grandes silêncios dão a impressão de possuir conexões secretas com outros mundos que não podemos ver. Mas não foge da vida social. Não dispensa convites para seminários, palestras e eventos literários, mas está sempre ansioso para voltar para o silêncio da floresta.”

Velório

O velório será realizado no Centro Cultural Palácio Rio Negro, na Avenida Sete de Setembro, 1546, Centro, com o horário a confirmar.

Luto oficial

O governo do Amazonas decretou, nesta sexta-feira (14), luto oficial de três dias pelo falecimento do poeta Thiago de Mello, aos 95 anos de idade. Um dos maiores e mais respeitados poetas brasileiros, Thiago de Mello é um expoente da cultura amazônica e deixa um importante legado para a literatura mundial.

Com obras traduzidas para mais de 30 idiomas, Thiago de Mello foi homenageado pelo Governo do Amazonas em 2021, quando artistas de diferentes segmentos se uniram para a leitura do poema “Faz escuro, mas eu canto”.

O poeta é membro da Academia Amazonense de Letras e recebeu o destaque de Personalidade Literária do Prêmio Jabuti, em 2018. O autor foi reconhecido pelo conjunto da obra, que é referência na literatura regional brasileira.

De acordo com a Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa, o velório será realizado no Centro Cultural Palácio Rio Negro, na avenida Sete de Setembro, 1546, Centro, com horário a confirmar e seguindo todos os protocolos de segurança sanitária.

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Letalidade por Covid entre grávidas é cinco vezes maior entre não vacinadas, diz estudo

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O Observatório Obstétrico Brasileiro COVID-19, OOBr COVID-19, faz alerta sobre a importância da vacinação contra o SARS-CoV-2 entre as grávidas e aquelas que foram mães recentemente. Pesquisa baseada em estatísticas oficiais evidencia a relevância da imunização, ao concluir que gestantes e puérperas hospitalizadas sem qualquer vacinação têm 5,26 vezes mais chances de ir a óbito do que aquelas que receberam duas doses.

A situação entre esse grupo específico de mulheres pode ser ainda mais alarmante. Hoje, diz a associação, é impossível aos especialistas dimensionar o quadro com exatidão e a própria extensão da variante Ômicron, pois faltam dados atualizados para análise e decisões em saúde em razão do apagão de dados do Ministério da Saúde.

Entre as gestantes e puérperas sem qualquer imunização contra a Covid-19, a letalidade, considerando-se exclusivamente os casos graves, é de 14,6%. Por outro lado, no grupo com pelo menos uma dose, a porcentagem cai para 9,3%.

Em suma, a possibilidade de óbito de uma gestante ou puérpera com Síndrome Respiratória Grave (SRAG) por Covid-19 que não recebeu nenhuma dose da vacina é 66% (Odds Ratio = 1,66 com IC95% 1,19 – 2,38) maior do que a daquelas que receberam pelo menos uma dose.

A relação muda quando se compara os universos sem nenhuma dose contra Covid-19 e as gestantes ou puérperas com esquema vacinal completo. A letalidade 14,6%, no grupo zero-imunização cai para 3,2%, nas com suas doses.

Portanto, a chance de óbito de uma gestante ou puérpera com SRAG por Covid-19 que não recebeu nenhuma dose da vacina é 5,26 vezes maior do que daquelas de ciclo completo (Odds Ratio = 5,26 com IC 95% 1,63 -16,66).

O observatório considera os dados de gestantes e puérperas de 10 a 55 anos, internadas com Síndrome Respiratória Grave (SRAG) por Covid-19 com diagnóstico por teste PCR ou antígeno, a partir de maio de 2021 (quando iniciada a campanha de vacinação contra Covid-19 para gestantes e puérperas). São números do SIVEP-Gripe (https://opendatasus.saude.gov.br/dataset/bd-srag-2021), atualizados em 13 de outubro de 2021.

Dos casos de gestantes e puérperas internadas com SRAG por Covid-19 (casos graves) e que têm informação sobre vacinação contra Covid-19, 80,4% não tomaram nenhuma dose da vacina.

“Se ponderamos apenas os episódios do grupo com informação da data da segunda dose, temos que apenas 4,3% das gestantes e puérperas internadas com SRAG tomaram as duas doses”, avalia.

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