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Operação Padrão de policiais pode suspender visitas em presídios

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O Plano de Operações Especiais (POP) colocado em prática por policiais penais pode suspender as visitas de presos em todos os presídios do Acre. A decisão da classe pela chamada Operação Padrão, acontece em resposta à não aprovação do Projeto de Lei Complementar(PLC) encaminhado à Assembleia Legislativa pelo governo do Estado.

De acordo com o Presidente da Associação dos Policiais Penais, Eder Azevedo, apenas irão deixar de cumprir com o banco de horas, o que irá impactar com a segurança interna e até com a visita de parentes de presos. “O Banco de Horas não é obrigatório. O policial opta se quiser” afirmou.

Na quarta, 17, o Executivo encaminhou à Assembleia Legislativa, o PLC que cria oficialmente a Polícia Penal. Como alguns itens não agradaram a classe, eles se reuniram e iniciaram um movimento na tentativa de pressionar os deputados a fazer as modificações necessárias.

Como não conseguiram o desejado iniciaram a operação padrão que consiste não cumprir o banco de horas, e assim diminuir consideravelmente o número de policiais trabalhando.

Como numa reunião com representantes do executivo com o presidente do Sindicato dos Policiais Penais nada foi resolvido, os agentes de segurança optaram por prosseguir com a Operação Padrão.

“É um movimento legal, já que o banco de horas é optativo. A Operação Padrão reduz o número do efetivo para resguardar a segurança interna, dos policiais e até dos próprios presos”, comentou Joélisson Ramos, Presidente do Sindicato dos Policiais Penais do Acre.

Cotidiano

Ministra Damares garante que prestará assistência para mãe e bebê que nasceu em calçada

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A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, usou as redes sociais nesta quarta-feira, 26, para lamentar o descaso que ocorreu com a moradora de rua, Leliane Gomes da Cruz, que deu a luz a um bebê na calçada em frente a Maternidade Bárbara Heliodora, em Rio Branco.

Diante do caso, a ministra disse que chegou a se assustar com o episódio que foi divulgado nas redes sociais. Segundo ela, ocorreu violência contra Leiliane e o bebê que, já se encontra com membros da família. “Essas imagens chegaram até mim hoje. Elas me assustaram. Este é um flagrante de inúmeras denúncias que recebemos todos os dias aqui em nosso Ministério. A violência neste vídeo é violência contra duas vidas, a da mamãe e do bebê.

Damares, visivelmente indignada com o descaso, disse que sua equipe deverá prestar apoio a mãe – com problemas psicólogos e a criança. “Essa mulher está desnorteada, essa mulher está sozinha, essa mulher está na rua. Essa mulher deveria estar num lugar aconchegante tendo todo o direito ao parto. O bebê está jogado numa calçada chorando, ele deveria estar num lugar protegido, longe de contaminação. Na gravação, é possível ouvir a voz de uma pessoa surpreendida com o que vê. Entende agora o trabalho de um Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos? Minha equipe já está buscando a criança e a mamãe. Vamos ajudar a ambos!”, escreveu.

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Acre 01

Gladson diz que Bolsonaro irá assinar acordo com Peru que autoriza exportação de carne

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Em pronunciamento nas redes sociais na noite desta quarta-feira, 26, o governador Gladson Cameli (Progressistas) comemorou a iniciativa do presidente da República, Jair Bolsonaro, que deverá assinar em fevereiro um acordo com o presidente do Peru, Pedro Castillo, que permitirá a exportação da carne brasileira.

O chefe do executivo acreano garantiu que a medida vai abrir novos mercados com demais países andinos, gerando desenvolvimento econômico. “Muito feliz em saber que no dia 3 de fevereiro o presidente Jair Messias Bolsonaro e o presidente do Peru, Pedro Castillo, vão assinar um acordo muito importante para a exportação da carne brasileira. Com isso, poderemos abrir novos mercados e facilitar a nossa produção e exportação, gerando mais desenvolvimento para o Acre”, declarou.

Por fim, Gladson lembrou que a conquista é resultado do trabalho do governo, que começou com a luta pela construção da Ponte sobre o Rio Madeira e início das obras do Anel Viário de Brasiléia e Epitaciolândia. “Isso é resultado de um trabalho que começou lá atrás, com a nossa luta pela construção da ponte sobre o Rio Madeira, e todos os investimentos de infraestrutura que estamos fazendo”, ressaltou.

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Na rede

Prefeitura de Cruzeiro do Sul dará multa de R$ 104 a quem não usar máscara contra Covid

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O número de novos casos de Covid-19 em Cruzeiro do Sul mais que dobrou nas últimas 24 horas. Na última terça-feira, 25, foram confirmados 64 novos casos, já nesta quarta, foram 137. Os pacientes são atendidos no Posto do Agricultor, na região central, onde há médicos, exames e medicamentos em uma ala montada exclusiva para pessoas com síndrome gripal.

Parte da rua na frente da unidade foi interditada para o tráfego de veículos para garantir mais segurança para quem procura o local. A prefeitura também já exige o uso de máscara em locais públicos e privados com direito à multa de R$ 104,65 em caso de descumprimento.
O valor será majorado, gradativamente em 20%, na primeira reincidência; em 30%, na segunda reincidência; e em 50%, nos demais casos. O não pagamento da multa no prazo estipulado ensejará em negativação do CPF do contribuinte.

No caso da pessoa física, servidor municipal, quando no exercício da função, a não utilização da máscara de proteção individual implicará em advertência administrativa, e, havendo reincidência, abertura de processo administrativo.

Para o acesso a todos os espaços da administração municipal, já é exigida a apresentação da Carteira de Vacinação contra a Covid-19. A exigência abrange os servidores e usuários de todas as secretarias, escolas, postos de saúde, centro administrativo, centro de atendimento ao cidadão e demais órgãos ou instituições municipais.

O número de pessoas internadas no Hospital de Campanha também cresce, mas em ritmo bem menos acelerado. São 13 internados nesta quarta, com 1 na Unidade de Terapia Intensiva. Na terça eram 11 e na segunda, 9 internados.

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Cotidiano

Cerveja pode aumentar os riscos de ter covid, enquanto vinho pode diminuir

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Muito tem se estudado sobre atividades cotidianas que podem reduzir o risco de contrair o coronavírus. Um estudo desenvolvido pelo Shenzhen Kangning Hospital, na China, publicado no jornal acadêmico Frontiers in Nutrition, analisou os diferentes tipos de bebidas alcoólicas e se elas poderiam ajudar nos riscos de contrair a covid. Pessoas que tomam vinho tinto regularmente, por exemplo, se mostraram com 10% a 17% menos chances de contrair a doença. No entanto, pessoas que bebem cidra ou cerveja, se mostraram com mais chance de contrair a covid-19.

O estudo analisou dados de 473.957 pessoas do UK Biobank Study — um projeto de pesquisa que coleta informações sobre saúde e estilo de vida de quase 500.000 participantes no Reino Unido desde 2006. Eles investigaram a associação do álcool com a covid, observando o impacto na infecção e na mortalidade.

A partir das análises, os pesquisadores perceberam que os bebedores de vinho branco e champanhe — que consomem entre 1 a 4 copos por semana — tiveram um risco de 7% a 8% menor de contrair a covid-19, em comparação com os não bebedores. Mas, esse efeito não foi significativo quando consumiram cinco ou mais copos por semana.

Quem consumiu vinho fortificado (entre 1 a 2 copos por semana), apresentaram risco 12% menor de infecção. No entanto, qualquer consumo de três ou mais copos por pessoa não foi associado a menores riscos.

Analisando a cerveja e a cidra, os que consumiram apresentaram de 7% a 28% maior risco de contrair covid-19, independentemente da quantidade que consumiram, em comparação com os não bebedores.

Ou seja, o alto consumo de vinho tinto, vinho branco, champanhe e a baixa ingestão de vinho fortificado tiveram efeitos protetores contra a covid-19. Já o consumo de cerveja e cidra, independentemente da frequência e quantidade de ingestão de álcool, e alto consumo de destilados (mais de cinco copos por semana) foram associados ao aumento do risco de contrair a covid-19.

E por que isso acontece?

Segundo os pesquisadores o menor ou maior risco de covid não está no grau de álcool presente nas bebidas, mas e sim no teor de polifenóis, que têm propriedades antioxidantes.

O vinho tinto, por exemplo, tem as maiores concentrações de compostos fenólicos, como estilbenos, proantocianidinas e resveratrol. Esses polifenóis podem diminuir a pressão arterial, reduzir a inflamação e inibir os efeitos de vírus como a gripe e outras infecções relacionadas ao trato respiratório.

Quando se aderem às células humanas, essas partículas ajudam o corpo a se defender. A cerveja não apresenta esse composto e isso pode ser a chave para entender porquê o vinho se provou mais “defensivo” contra a covid, enquanto outras bebidas não.

Essas descobertas podem sugerir que a classe específica de constituintes polifenólicos pode ser responsável pelo efeito benéfico das bebidas alcoólicas contra a covid-19, e não pela concentração de álcool.

Os pesquisadores explicam ainda que não levaram em consideração os ingredientes e a concentração de polifenóis (estrutura química comum, que atuam como antioxidantes) dos subtipos de bebidas alcoólicas, sendo necessário um estudo com mais detalhes sobre os ingredientes e a concentração de polifenóis no futuro.

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