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Gladson irá à COP 26 defender agronegócio sustentável no Acre

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O governador Gladson Cameli confirmou nesta segunda-feira, 26, que irá integrar a comitiva brasileira durante a 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP-26, que irá ocorrer em Glasgow, no Reino Unido, de 31 de outubro a 12 de novembro. O objetivo é discutir ao lado de lideranças mundiais estratégias para reduzir os impactos ambientais.

Cameli deve embarcar na próxima quinta-feira para a jornada que o deixará fora do estado por cerca de 10 dias junto a representantes da área ambiental do estado. O governador também irá procurar fazer uma espécie de prestação de contas quanto ao que vem desenvolvendo no estado a nível de produção e sustentabilidade.

“Vou mostrar nossa realidade, não vou fazer ensaios. Vou assumir o compromisso do que está nas nossas leis, diminuir a questão do desmatamento e reafirmar meu compromisso com o agronegócio sustentável”, declarou ao ac24horas.

Apesar de saber que o presidente da República Jair Bolsonaro deverá ser bombardeado de críticas, Gladson prefere se ater apenas a informações que competem ao estado do Acre. “Vou falar pelo Acre e falar a verdade. Meu negócio é o agronegócio, que o governo federal tem apoiado, mas não sou a favor do desmatamento”.

Para Cameli, o Acre, principalmente a região do Juruá, tem forte prospecção para o ecoturismo e é nisso que pensa em investir. “Vamos investir nisso e aproveitar as oportunidades que temos, sem ferir o meio ambiente”. O chefe do Palácio Rio Branco está em Cruzeiro do Sul e deve se dirigir ao município de Porto Walter ainda nesta segunda, onde irá inaugurar a pista de pouso do aeródromo.

Para Cameli, o Acre estar na COP 26 é uma oportunidade para apresentação de resultados e esforços pela implementação de políticas socioeconômicas e ambientais pautadas no agronegócio de baixas emissões, que tem gerado oportunidades para milhares de pequenos produtores, extrativistas, ribeirinhos e indígenas e ainda de atrair investidores e novas perspectivas de negócios para o mercado de crédito de carbono.

“Nosso desafio é seguir promovendo esses avanços com foco na implementação de políticas socioeconômicas e ambientais de baixas emissões de carbono. A participação do Acre na COP-26 será uma oportunidade gigantesca para atrair negócios que beneficiam nosso povo”, destaca Gladson Cameli.

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Valor da produção do Acre passou dos R$ 2,6 bilhões em 2021

Boi e mandioca comandam o agronegócio no Estado

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O Acre terminou  2021 com Valor Bruto da Produção Agropecuária  de R$ 2.612.497.054,00, resultado que deixou o Estado em 22º lugar no ranking do chamado  VBP, posição melhor que Paraíba, Distrito Federal, Rio Grande do Norte, Roraima e Amapá.

A criação de bovinos tem o maior peso no VBP do Acre e sozinha movimentou R$1,6 bilhão em 2021. Mandioca, milho, banana  e soja aparecem na 2ª e 3ª colocação dos principais componentes do VBP acreano.

A mandioca representou movimentou mais de R$ 533 milhões no ano passado e junto com a boiada foram o par de sucesso na produção local.

O VBP obtido pelo Acre em 2021 é  cerca de R$ 50 milhões superior ao de 2020 mas ainda é menor que 2019 (R$2.919.749.239,00) ano em que se estabeleceu que o agronegócio seria o carro-chefe da economia.

No plano nacional, o agro segue superando as adversidades: em 2021, o  VBP atingiu R$ 1,129 trilhão, 10,1% acima do valor alcançado em 2020 (R$ 1,025 trilhão). De acordo com levantamento da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, as lavouras somaram R$ 768,4 bilhões, o equivalente a 68% do VBP e crescimento de 12,7% na comparação com 2020; e a pecuária, R$ 360,8 bilhões (32% do VBP) e alta de 4,9%. ”O bom desempenho do agro ocorreu mesmo diante da falta de chuvas, seca e geadas em regiões produtoras” diz o Ministério, em nota técnica.

No País, os produtos com melhores resultados no VBP foram: soja, R$ 366 bilhões; milho, R$ 125,2 bilhões; algodão, R$ 27,6 bilhões; arroz, R$ 20,2 bilhões; cacau, R$ 4,2 bilhões; café, R$ 42,6 bilhões; trigo, R$ 12,5 bilhões; carne bovina, R$ 150,9 bilhões; carne de frango, R$ 108,9 bilhões; e leite, R$ 51,8 bilhões. Juntos, responderam por 76% do VBP do ano passado.

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Prefeita de Tarauacá nomeia secretários com salários de 8 mil

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No Diário Oficial desta última quinta-feira, 13, a prefeita do município de Tarauacá, Maria Lucinéia (PDT), começou a nomear os secretários do município para atender a mudança do projeto de lei. A polêmica aprovação do PL fez com que o salário dos secretários tivesse um aumento de R$ 77%, um acréscimo de R$ 3, 5 mil, saltando de R$ 4,5 para R$ 8 mil mensais.

Foram nomeados Rosimeire Oliveira Matos De Souza como Secretária Municipal de Administração; Antonio Rosenir Silva Arcenio como Secretário Municipal de Obras e Serviços Urbanos; Deugilson Do Nascimento Silva Secretário Municipal da Floresta e Meio Ambiente; Ana Caroline Porcel Ribeiro Maia nomeada Secretária Municipal de Planejamento; Maria Lucicleia Nery De Lima, irmã da prefeita, para o cargo de Secretária Municipal de Educação e Geania Maria Portela Souza Secretária Municipal de Cultura e Turismo.

As várias leis que foram aprovadas e que suscitaram polêmica entre a população de Tarauacá, já que muitos discordam do gasto de dinheiro público beneficia a prefeita, o vice, vereadores e os secretários com 13º salário, além de férias remuneradas aos parlamentares municipais.

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Homem salva casal de amantes da morte após esposa chegar armada em motel do Acre

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Uma suposta traição ocorrida recentemente na capital acreana já alcançou mais de um milhão de visualizações nas redes sociais.  O trabalhador Gilbert Albuquerque Costa,  resolveu expor a situação que ocorreu enquanto ele trabalhava em um conhecido motel de Rio Branco.

De acordo com Gilbert, certo dia, no período da tarde, presenciou a chegada de um veículo. Nele estava um casal de amantes que adentrou um dos quartos. No entanto, o romance por pouco não acabou em tragédia.

Isso porque o trabalhador relata que a esposa do homem chegou ao local em seguida, em um táxi. Ao descer, ela havia sacado um revólver calibre 38 e ameaçado pôr fim à vida do esposo e da amante.

Foi nesse momento que ele decidiu intervir na situação. Ele ligou para o irmão, que juntos bolaram um plano que acabou salvando a vida do casal infiel.

Eles ligaram para o esposo e contaram o perigo que ele estava correndo. Imediatamente, um outro servidor do motel entra pelo buraco do forro localizado no banheiro e o marido, já vestido e com os seus pertences, sobe para se safar do flagra.

Em seguida, a esposa entra e não encontra o marido, mas sim, a amante com o funcionário na cama. Desolada, a mulher ficou envergonhada e pediu desculpas pela invasão ao quarto e, de quebra, lamentou ter pensado na infidelidade do esposo. Logo depois, ela foi embora do local no mesmo táxi que chegou.

Aos risos, o Costa não mencionou o que aconteceu com o marido após a saída da esposa do tradicional motel na capital.

Veja o vídeo:

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Safra da castanha começa com preço em alta no Acre

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Depois de enfrentar um período de queda no preço, motivado entre outros fatores pela pandemia, um dos produtos símbolo do extrativismo amazônico volta a ter uma boa expectativa de valor de mercado neste ano, de acordo com Cooperativa Agroextrativista de Xapuri (Cooperxapuri), que é associada à Cooperativa Central de Comercialização Extrativista do Acre (Cooperacre).

A previsão para a safra da castanha em 2022 no Acre é animadora, segundo Sebastião Aquino, presidente da Cooperxapuri. Segundo ele, a expectativa de produção do estado nesta safra gira em torno de 1 milhão de latas (unidade de medida de venda da castanha in natura que corresponde a 11 quilogramas) – um montante superior a 10.000 toneladas.

Ainda de acordo com Aquino, apenas em Xapuri, que costuma, segundo ele, contribuir com um percentual que varia entre 15% e 20% da produção do estado, a castanha pode fazer circular na economia local cerca de R$ 10 milhões no decorrer de 2022. Isso porque a safra largou com o preço da lata sendo praticado acima do esperado no começo de janeiro.

“A previsão é de que seja uma safra de média a grande, o que significa cerca de 1 milhão de latas em todo o estado. Em Xapuri, a estimativa é de que a produção atinja entre 150 e 200 mil latas, fazendo circular cerca de R$ 10 milhões no município, em razão do bom preço com que a safra começou”, disse.

Nesse começo de janeiro, a lata da castanha está sendo comprada ao produtor pelo preço médio de R$ 70 reais. Dependendo da dificuldade de acesso ao local onde o comprador precisa ir buscar a castanha, o valor praticado pode ser um pouco menor, como uma espécie de compensação pelo maior esforço e custo despendidos para a retirada do produto.

Em setembro passado, em conversa com o ac24horas, o presidente da cooperativa de Xapuri já havia feito a previsão de que o preço da castanha largaria acima dos R$ 50 reais nesta safra. Nos últimos dois anos, entre uma safra e outra, o valor da lata da castanha chegou a cair pela metade, fazendo, em muitos casos, com que não compensasse a sua coleta pelo extrativista.

Na época, o presidente da Cooperacre, Manoel Monteiro, explicou em uma conversa com uma equipe da Embrapa que os motivos da queda do valor de mercado da castanha nesse período foram a existência de estoques do produto nas usinas e cooperativa – o que fez com que a busca pela compra ao produtor caísse – e a pandemia da Covid-19.

“Com os efeitos da crise sanitária, a Cooperacre, que é a principal indústria de beneficiamento da castanha do Acre, reduziu em 60% a capacidade de compra dos seus associados. Em números, isso correspondeu a uma queda superior a metade do que a cooperativa comprava antes do começo da pandemia”, explicou, à época, Manoel Monteiro.

Em 2022, o bom preço que vem sendo praticado no começo da safra se deve a uma corrida de empresas de fora do estado pela compra da castanha, principalmente do Peru, que não conseguiram cumprir com os contratos de exportação referentes à produção passada. Há, atualmente, uma concorrência pelo produto, cujo preço tende a continuar subindo.

Como ainda não comprou matéria-prima suficiente para iniciar o processamento, a Cooperacre ainda não pôs para funcionar as suas usinas de beneficiamento de castanha, o que deve ocorrer a partir do fim de janeiro. A empresa possui uma indústria em Rio Branco e outra em Xapuri que funcionam por um período de cerca de 8 meses por ano.

As safras da castanha sempre começam no mês de janeiro e se estendem por mais dois ou três meses, dependendo da região e do tamanho da produção. As castanheiras começam a soltar os ouriços a partir de dezembro, período em que não ocorre a coleta. Nos meses seguintes, os extrativistas começam o trabalho de quebrar os invólucros e retirar a castanha no meio da floresta.

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