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Sem mortes, Acre registra três novos casos de Covid-19

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A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) informou na tarde desta quinta-feira, 21, o registro de três novos casos de infecção por coronavírus, elevando o número de infectados para 88.022.

Até o momento, o Acre registra 248.834 notificações de contaminação pela doença, sendo que 160.766 casos foram descartados e 46 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 86.067 pessoas já receberam alta médica da doença, sendo que 11 seguiam internadas até o fechamento deste boletim.

Segundo o boletim, nenhuma notificação de óbito foi registrada nesta quinta-feira, fazendo com que o número oficial de mortes por Covid-19 permaneça em 1.842 em todo o estado.

Acre

Nego Bau morre ao sofrer parada cardíaca no Pronto-Socorro

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Um dos personagens mais conhecidos da capital acreana, o morador em situação de rua Renan Souza, conhecido popularmente como Nego Bau, morreu na tarde deste sábado, 15, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Pronto-Socorro de Rio Branco após sofrer uma parada cardíaca.

Ao ac24horas, a diretora do hospital, a médica Carolina Pinho, disse que o paciente teve a parada cardíaca durante o transporte para o setor de cuidados avançados. “Infelizmente ele estava em estado gravíssimo e não resistiu. A equipe tentou reanimar, mas ele não respondeu às medidas. Lamentamos pela perda de um cidadão tão popular em nossa cidade”, declarou a diretora.

Bau estava entubado na sala de recuperação pós-anestésica do hospital, onde aguardava vaga na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), da unidade hospitalar.

Nego Nau deu entrada no hospital em dezembro com um dedo amputado. Na unidade de saúde, ele passou a usar um dreno no pulmão devido uma perfuração no órgão, ocasionado por uma suposta briga. No local, foi descoberto que Nego Bau estava com tuberculose e fraturas nas costelas.

Porém, mesmo com o dreno, Nego Bau fugiu duas vezes do pronto-socorro, mas no início do ano ele foi levado novamente pelo Serviço de Atendimento de Urgência (Samu) para a unidade hospitalar. O Samu informou que Bau foi achado desmaiado na parada final de ônibus do bairro Sobral.

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Acre

Pacientes esperam até 5 horas e denunciam “fura-filas” no Into

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Alguns pacientes, que aguardam até 5 horas no Into para fazerem o teste da Covid-19, denunciaram ao ac24horas neste sábado, 15, que enfermeiros e médicos estão passando amigos na frente para o atendimento no Instituto de Traumatologia e Ortopedia (Into).

Além disso, segundo eles, estão sendo tratados com ‘grosseria’ por parte dos atendentes e das enfermeiras. De acordo com Odicleyson Amaro, de 32 anos, que está no Into com dois irmãos, uma sobrinha e o esposo da sua outra sobrinha, sendo esse último portador de doença crônica, com problemas respiratórios devido ter apenas um pulmão funcionando, há uma desorganização por parte dos funcionários do Into para atender às pessoas com sintomas da covid-19. Ele alega ter chegado ao local às 8h da manhã e o único atendimento que teve foi o da classificação de risco, onde aferiram a pressão e pediram para aguardar.

Observando a confusão para o atendimento, Odicleyson diz ter sugerido a enfermeira atendente que pegasse a ficha de quem já fez o exame e já testou positivo e colocasse para um lado e quem não fez o teste e que não sabe se está positivo, colocasse para o outro. Conforme relatos do paciente, o local não ficaria muito tumultuado. “Ela falou que essa é forma dela trabalhar, que eu não precisava está ensinando ela, que ela sabia sim quem era positivo e quem não era e foi grossa e falou assim ‘ah, você está muito alterado”, declarou.

O jovem rapaz diz que ao tentar informar a imprensa do que estava ocorrendo para buscar amenizar a agonia das pessoas que estavam aguardando junto com ele, chegou um senhor que nem mesmo passou pela classificação de risco e, mesmo assim, já foi encaminhado para dentro do Into, o que causou muita revolta nos que estavam aguardando há horas.

“É alguma panelinha, ou deve ter algum conhecido, porque ninguém é melhor que ninguém, se todo mundo está aqui são pelos mesmos sintomas, então por que o cara vai entrar primeiro que as outras pessoas?”.

E continuou: “Muito fácil, só chegar aqui e ter um conhecido, dizer o que está sentindo e passar na frente. Chegou uma médica, saiu lá de dentro, pegou os documentos de duas pessoas e entrou. Uma médica, veio aqui nesta tenda aqui de fora. É difícil, a pessoa fica 4 horas, 5 horas sem atendimento e por ter algum conhecido o cara já entra na frente, tem que ter alguma fiscalização com relação a isso”, desabafou.

A reportagem do ac24horas tentou contato com a direção do hospital, no entanto, devido ao grande número de pessoas, não pode dar maiores informações sobre o caso.

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Acre

Gladson faz visita deputada Jéssica e deseja sucesso na recuperação

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A deputada federal Jéssica Sales (MDB), que faz tratamento contra um câncer de mama em São Paulo, recebeu na sexta-feira, 14, a visita do governador Gladson Cameli (Progressistas) que resolveu prestar solidariedade e apoio ao tratamento da parlamentar na sexta-feira, 14.

Gladson, em suas redes sociais desejou sucesso na recuperação de Sales. “Estive visitando minha querida amiga, a deputada Federal, Jéssica Sales e sua família. Estamos torcendo pela sua recuperação”, escreveu.

Também em suas redes sociais, Jéssica agradeceu o apoio do governador Gladson Cameli e se disse emocionada com a surpresa. “Meus queridos, que noite especial! Recebi a pouco a visita surpresa do meu primo governador, Gladson Cameli. Fiquei muito feliz e emocionada. O verdadeiro sentimento é aquele que expressamos em ações e pequenos gestos! Seguiremos firmes, unidos e fortes! Com Deus no controle e guiando nossos passos”, comentou.

Inclusive, recentemente, a parlamentar já realizou a primeira cirurgia para a instalação do chamado “Port-A-Cath”, um cateter.

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Acre

Acre recebe mais de 7,2 mil doses de vacinas contra Covid para crianças

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Na noite de sexta-feira, 14, o voo da Latam chegou ao Aeroporto de Rio Branco, com o primeiro lote de vacinas contra a Covid-19 destinada à imunização de crianças de 5 a 11 anos.

Segundo informações repassadas pelo governo, nessa primeira remessa do Ministério da Saúde, o Acre receberia 7,2 mil doses do imunizante, o que representa somente 6% do público de crianças que devem ser vacinadas no Estado. A estimativa da Secretaria de Saúde do Estado (Sesacre) é imunizar aproximadamente 120 mil crianças.

Em recente entrevista ao ac24horas, quatro representantes de família afirmaram que deverão imunizar os filhos contra o coronavírus. Um deles, que não teve a identidade revelada, disse que os pequenos precisam da vacina para não correr o risco de morte.

Após a chegada na Central, em Rio Branco, as doses vão estar disponíveis para os municípios do interior do estado de 24 a 48 horas, é o que informou a coordenadora do Plano Nacional de Imunização no Acre, Renata Quilles que que ainda garantiu que a imunização dará início na próxima segunda-feira, 17.

Na madrugada de quinta, às 4h38, o primeiro lote da vacina da Pfizer contra Covid-19 para crianças de 5 a 11 anos. A remessa com 1.248.000 doses desembarcou no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP).

O imunizante, que saiu de Amsterdam, na Holanda, foi descarregado em Viracopos com auxílio da Receita Federal e da Polícia Federal e seguiu, em caminhão, para o centro de distribuição do Ministério da Saúde, em Guarulhos (SP), às 8h18. Agora, as doses serão distribuídas para os estados.

A Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, no dia 16 de dezembro, a vacinação de crianças desta faixa etária. Em 5 de janeiro deste ano, o Ministério da Saúde informou que não será exigida receita médica para vacinar o grupo.

Critérios no Acre

O Acre não vai exigir prescrição médica para vacinar crianças entre 5 e 11 contra a Covid-19, segundo a Sesacre. Em dezembro do ano passado, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, chegou a afirmar que recomendaria a cobrança do documento.

No último dia 5, o Ministério da Saúde divulgou as regras para a vacinação de crianças de 5 a 11 anos – e abriu mão da exigência de receita médica para imunização desta faixa etária.

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