Conecte-se agora

Friale anuncia chegada de mais uma onda de frio polar para esta terça

Publicado

em

O meteorologista Davi Friale, em boletim divulgado nesta terça-feira, 19, informou que chegará, dentro de algumas horas, uma nova onda de frio polar, com chuvas e temporais.

Segundo o boletim, terça será com tempo extremamente instável e chuvas a qualquer momento, desde as primeiras horas do dia. De acordo com Friale, a partir desta quarta-feira, 19, até o fim de semana, as chuvas serão pontuais e passageiras no Acre. O calor abafado, com sol e nuvens, volta a predominar a partir de quinta-feira.

“O friozinho polar fará com que a temperatura máxima, durante o dia, fique abaixo de 25ºC, e a mínima, ao amanhecer de quarta-feira, entre 18 e 20ºC, nesta parte do Acre”, afirmou.

“Voltamos a alertar para a alta probabilidade de sérios transtornos à população, nesta terça-feira, como inundação de ruas, queda de galhos e árvores, deslizamentos de terra e eventuais danos às edificações, além do perigo potencial dos raios. Portanto, a população deve ficar atenta e, assim, evitar maiores prejuízos ou transtornos”, acrescentou.

Acre

Desemprego cai no Acre, mas ainda é maior que a média nacional

Publicado

em

O desemprego recuou no Acre no 3º trimestre de 2021, saindo de 16,3% da população em idade de trabalhar para 13,8% -redução de 2,5% no período.

O dado foi divulgado nesta terça-feira (30) pelo IBGE na nova série da PNAD Contínua, que foi reponderada devido a, entre outros fatores, a mudança na forma de coleta de pesquisa, durante a pandemia de Covid-19. A nota técnica do IBGE sobre essa reponderação pode ser acessada no portal do instituto.

No País, a taxa de desocupação do país no 3° trimestre de 2021 foi de 12,6%, com quedas de 1,6 ponto percentual ante o 2º trimestre de 2021 (14,2%) e de 2,2 pontos percentuais frente ao 3º trimestre de 2020 (14,9%).

A taxa nacional é menor que a do Acre em cerca de 1%.

Frente ao trimestre anterior, a taxa de desocupação recuou em 20 das 27 unidades da Federação. As maiores taxas foram em Pernambuco (19,3%), Bahia (18,7%), Amapá (17,5%), Alagoas (17,1%) e Sergipe (17,0%) e as menores, em Santa Catarina (5,3%), Mato Grosso (6,6%), Mato Grosso do Sul (7,6%), Rondônia (7,8%) e Paraná (8,0%).

A taxa de desocupação foi de 10,1% para os homens e 15,9% para as mulheres, e ficou abaixo da média para brancos (10,3%) e acima desta para pretos (15,8%) e pardos (14,2%). A taxa para pessoas com nível superior incompleto (14,3%) foi mais que o dobro da verificada para aqueles com nível superior completo (6,3%).

A taxa composta de subutilização da força de trabalho (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação à força de trabalho ampliada) foi de 26,5%. As maiores taxas foram do Maranhão (43,0%), Piauí (42,7%), Sergipe (42%), Bahia (41,1%), Alagoas (40,8%) e as menores, de Santa Catarina (9,9%), Mato Grosso (12,9%) e Rondônia (16,9%).

O número de desalentados foi de 5,1 milhões de pessoas. O percentual de desalentados na força de trabalho ou desalentada foi de 4,6%. Maranhão (17,6%) e Alagoas (15,1%) tinham os maiores percentuais e Santa Catarina (0,7%), Mato Grosso (1,2%) e Rio Grande do Sul (1,4%), os menores.

O percentual de empregados com carteira de trabalho assinada era de 74,1% dos empregados do setor privado no país. Os maiores percentuais estavam em Santa Catarina (89,2%), Rio Grande do Sul (82,9%), São Paulo (81,8%) e Paraná (80,9%) e os menores, no Maranhão (49,6%), Pará (52,0%), Sergipe (52,8%) e Piauí (54,0%).

O percentual da população ocupada trabalhando por conta própria foi de 27,4% no país. Amapá (38,2%), Amazonas (36,4%) e Pará (36,1%) mostraram os maiores percentuais e Distrito Federal (21,5%), São Paulo (23,4%) e Mato Grosso do Sul (24,2%), os menores.

A taxa de informalidade para o país foi de 40,6% da população ocupada. As maiores taxas foram no Pará (62,2%), Amazonas (59,6%) e Maranhão (59,3%) e as menores, em Santa Catarina (26,6%), São Paulo (30,6%) e Distrito Federal (31,8%).

No Brasil, o rendimento médio real mensal habitual no 3º trimestre de 2021 foi de R$ 2.459, recuando frente ao trimestre anterior (R$ 2.562) e ante o mesmo trimestre de 2020 (R$ 2.766). Frente ao trimestre anterior, o rendimento médio caiu em três UFs: Rio de Janeiro (-11,9%), Amazonas (-6,3%) e Paraná (-5,1%), com estabilidade nas demais. Frente ao mesmo trimestre de 2020, 12 das 27 UFs tiveram queda, com destaque para Roraima (-18,6%), Paraíba (-18%) e Amazonas (-17,2%).

Continuar lendo

Acre

Secretário se envolve em confusão e acaba agredindo funcionário

Publicado

em

O secretário de Serviços Urbanos, do município de Plácido de Castro, Marcos Pinho, se envolveu em uma briga com um motorista de patrol, identificado por Amaral, enquanto abastecia os veículos e maquinários em um posto de combustível da região, na manhã de segunda-feira, 29.

De acordo com as informações apuradas pela reportagem, Marcos e o motorista tiveram uma discussão verbal, contudo, o gestor se alterou e acabou dando um chute e um soco no trabalhador que também reagiu a agressão.

Ao ac24horas, Marcos confirmou a briga, porém, justificou sua atitude. Segundo ele, o motorista chegou no posto alterado e acabou lhe ofendendo, momento em que se iniciou a confusão. “O rapaz [Amaral] veio me cobrar que não havia combustível. Me chamou de Zé Ruela, eu dei um chute, ele me deu uma mãozada e eu revidei”, explicou.

O secretário destacou que a atitude aconteceu no calor da emoção, o que ele considera um erro, porém, Pinho fez duras críticas ao trabalho dos servidores da pasta. “Esse pessoal de dentro da secretaria de obras não acatam ordens, é uma panelinha e querem derrubar a gente”, comentou.

Marcos encerrou a entrevista dizendo que após o episódio conversou com o prefeito Camilo da Silva (PSD) e contou a sua versão dos fatos. “Conversei com o prefeito ele mandou eu ir pra casa, me resguardar pra não acontecer nada. O meu erro foi ter revidado a ação verbal e física. Foi ele que chegou alterado. Ele disse que depois iria conversar e ouvir as duas partes”, concluiu.

Continuar lendo

Acre

Esposa de Sargento será investigada por ocultação de arma e agressão

Publicado

em

Em entrevista nesta segunda-feira, 29, a delegada Carla Brito, falou acerca dos andamentos da investigação envolvendo a tentativa de homicídio por parte do sargento Erisson Nery, do trisal, contra o estudante de medicina, Flávio Endres, 30 anos, na madrugada de domingo, 28, em Epitaciolândia. A investigadora foi a responsável pelo pedido de prisão preventiva, acatado pelo juiz de direito, Clovis de Souza Lodi, da Vara da Comarca de Brasiléia, interior do Acre, nesta segunda-feira (29).

Segundo Carla, já foram colhidos depoimentos de pessoas envolvidas na bebedeira e recolhido as filmagens do circuito interno do local do crime.

“Nós conseguimos obter o momento exato de uma desavença entre o casal e, posteriormente, a situação onde a gente visualiza que a sargento Alda vai de encontro a vítima, aparentemente ela está tentando agredi-lo e há um revide, que através das oitivas, vamos identificar se foi um murro ou um empurrão”, explicou.

A responsável pelas investigações estimou um prazo de 10 dias para o encerramento do inquérito envolvendo o sargento Nery. ”A princípio, tentativa de homicídio [Sargento Nery], podendo ser incluído motivo torpe, ausência de possibilidade de defesa da vítima, que são as qualificadoras constantes no tipo de homicídio que vai agravando a pena”, afirmou.

Em outro trecho, a delegada colocou em xeque as alegações da sargento, Alda Redine, que afirmou em redes sociais que teria sofrido importunação sexual por parte do alvejado, o estudante de medicina, Flávio Endres, de 30 anos.

“Em que pese a informação de uma suposta importunação sexual, que a vítima teria feito com relação a sargento Alda, até o momento, em que estou falando com você, a gente não identificou essa situação pelo menos nas imagens que são mostradas, do ambiente interno onde os envolvidos estavam sentados. Nas imagens, é possível ver os momentos das agressões, disparos e o momento em que a sargento Alda também agrediu a vítima”, explicou.

Ao ser questionada acerca do pedido do juiz, Clóvis de Souza, que a Polícia Civil investigue a conduta de Alda Radine por ajudar o marido a fugir do local, a delegada Carla Brito, afirmou que a sargento será alvo de um inquérito por agressão a vítima e também por ocultação da arma de fogo.

“Esse procedimento está em curso e é importante mencionar que de acordo com as imagens que a gente tem, a sargento Alda agrediu a vítima que estava caída no chão, posteriormente, ela tá sendo contida e não participa dos demais desdobramento. Ao final, a sargento Alda tenta tirar a arma da Darlene que depois de um minutos, ela [Alda] consegue reaver a arma, arma essa que não foi apresentada e nem localizada. A informação oficial que eles colocaram nos autos é que não se recordam de onde desfez da arma, enquanto essa informação o sargento Nery optou pelo direito de ficar em silêncio. Entretanto, elas serão inquiridas novamente e esse mandato do judiciário em relação a conduta dela também vai ser apurado. Com relação à questão da voz de prisão é muito claro que não teria condições, ela estava do lado de fora, mas ficou boa parte do tempo sendo contida. Na verdade, ela também acabou sendo autora de uma agressão e isso tá muito bem sendo retratado no vídeo”, afirmou.

“A Darlene afirmou que não sabia onde deixou a arma do crime, entretanto, há um vídeo onde a Alda pega a arma e a trava e depois a gente não tem outro vídeo de sequência. Então, ela por ser policial, não é possível crer que ela se desfez da arma no local e a gente sabe que a última pessoa a pegar essa arma não foi a Darlene”, acrescentou.

Por fim, ao ser questionada sobre o desfecho de Darlene, a delegada afirmou que segundo depoimentos de populares e as imagens colhidas, ela será tratada por enquanto como testemunha. De acordo com a delegada, Darlene foi a única a conseguir tirar a arma das mãos do sargento Nery.

“Segundo relato dos seguranças, ela pediu que chamassem o Samu e ficou perguntando se alguém era médico para socorrer a vítima. A gente ver que naquele momento, ela estava sob efeito de bebidas alcoólicas como os outros dois, mas que naquele momento, foi muito importante ela ter tomado a arma. Analisando as imagens, se ela não tivesse tomado a arma, poderia ter acontecido algo pior. Neste momento, não tem uma investigação aberta contra ela, ela está sendo ouvida como testemunha”, encerrou.

Continuar lendo

Acre

Vídeo mostra sargento fora de si e 2ª esposa segurando arma

Publicado

em

O saldo da confusão ocorrida na madrugada do último domingo (28) em um dos ambientes mais bem frequentados das cidades de Epitaciolândia, Brasiléia e Cobija, quando um estudante de medicina foi alvejado com quatro tiros e ainda foi esmurrado quando estava inerte no chão, poderia ter sido ainda pior, pelo que mostram novos vídeos que circulam na internet.

O primeiro de uma sequência de três vídeos mostra o que parece ser o começo do tumulto, ainda dentro do QGIV Gastrobar, quando o sargento Erisson Nery troca empurrões com alguns homens que estão em uma das mesas, sendo contido por seguranças. O relógio da gravação feita por uma das câmeras de monitoramento do local marca o horário de 0h02.

O segundo vídeo é de um telefone celular, feito por um homem que ao mesmo tempo em que filma, narra o que vê. O estudante Flávio Endres já está no chão, ferido, enquanto ao seu lado o sargento Nery, aparentemente descontrolado, tenta agredir um homem que está perto da vítima. O militar resiste às tentativas de um dos seguranças para contê-lo.

O mesmo vídeo mostra o sargento se afastando enquanto uma das esposas do “trisal”, Darlene Oliveira, está quase sobre o estudante com uma pistola na mão. Ela tenta afastar um homem que tenta se aproximar de Flávio e esbraveja. Em seguida, Nery retorna e tenta puxá-la pelo braço chamando-a para ir com ele. Ela resiste e continua a segurar perigosamente a arma.

No terceiro vídeo, Darlene e Alda aparecem abraçadas e conversando, mas com a segunda tentando tirar a arma da mão da primeira. Um homem fora do vídeo pede a arma, mas não é atendido. A gravação se encerra com Alda conseguindo, enfim, tomar a arma da companheira que afirma que a pistola está destravada. “E daí, garota, e daí?”, ela diz.

O sargento Erisson Nery foi preso preventivamente nesta segunda-feira (29) e teve a medida cautelar mantida em audiência de custódia. Ele foi transferido para Rio Branco onde permanecerá no Batalhão Ambiental ou no Batalhão do Bope. Alda Radine deverá ter, a pedido da Justiça, a sua conduta analisada pela PM por ter ajudado o marido a fugir e não ter-lhe dado voz de prisão.

Veja o vídeo:

video
Continuar lendo

Newsletter

INSCREVER-SE

Quero receber por e-mail as últimas notícias mais importantes do ac24horas.com.

* indicates required

Leia Também

Mais lidas