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Dólar opera em alta de 1,35%, vendido a R$ 5,528 e Bolsa cai

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O dólar comercial operava em alta na manhã de hoje. Por volta das 11h15 (de Brasília), a moeda norte-americana subia 1,35%, negociada a R$ 5,528, com investidores repercutindo o mau humor externo após dados mais fracos da economia chinesa.

No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, operava em queda de 1,31%, a 113.149,08 pontos.

Na sexta-feira (15) o dólar caiu 1,11%, fechando a R$ 5,455 na venda, e a Bolsa fechou a 114.647,992 pontos, com alta de 1,29%.

O valor do dólar divulgado diariamente pela imprensa, inclusive o UOL, refere-se ao dólar comercial. Para quem vai viajar e precisa comprar moeda em corretoras de câmbio, o valor é bem mais alto.

Dados mais fracos do PIB da China e ruídos sobre greve

O apetite do investidor por risco, que cresceu na semana passada, voltava a se esvaziar, após a China revelar que o ritmo de expansão da sua economia foi de 4,9% de julho a setembro, menor do que a taxa de 5,1% esperada por analistas e com desaceleração ante a alta de 7,9% no segundo trimestre.

“Condições financeiras globais mais apertadas e crescimento mais fraco e a crise energética na economia da China provavelmente manterão o apetite por risco limitado e a volatilidade em foco, adicionando fraqueza ao real”, disseram estrategistas do Société Générale em nota.

“O alto prêmio de risco, devido à incerteza política, provavelmente manterá elevadas as taxas de juros dos trechos longos da curva e o real sob pressão de enfraquecimento”, acrescentaram os profissionais, chamando atenção para o fator político doméstico, recorrentemente citado em análises.

Ruídos sobre nova greve de caminhoneiros e expectativas por votação da PEC dos Precatórios na Câmara nesta semana adicionavam cautela ao dia.

Este conteúdo foi gerado pelo sistema de produção automatizada de notícias do UOL e revisado pela redação antes de ser publicado.

Com Reuters e AFP

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Esposa de Sargento será investigada por ocultação de arma e agressão

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Em entrevista nesta segunda-feira, 29, a delegada Carla Brito, falou acerca dos andamentos da investigação envolvendo a tentativa de homicídio por parte do sargento Erisson Nery, do trisal, contra o estudante de medicina, Flávio Endres, 30 anos, na madrugada de domingo, 28, em Epitaciolândia. A investigadora foi a responsável pelo pedido de prisão preventiva, acatado pelo juiz de direito, Clovis de Souza Lodi, da Vara da Comarca de Brasiléia, interior do Acre, nesta segunda-feira (29).

Segundo Carla, já foram colhidos depoimentos de pessoas envolvidas na bebedeira e recolhido as filmagens do circuito interno do local do crime.

“Nós conseguimos obter o momento exato de uma desavença entre o casal e, posteriormente, a situação onde a gente visualiza que a sargento Alda vai de encontro a vítima, aparentemente ela está tentando agredi-lo e há um revide, que através das oitivas, vamos identificar se foi um murro ou um empurrão”, explicou.

A responsável pelas investigações estimou um prazo de 10 dias para o encerramento do inquérito envolvendo o sargento Nery. ”A princípio, tentativa de homicídio [Sargento Nery], podendo ser incluído motivo torpe, ausência de possibilidade de defesa da vítima, que são as qualificadoras constantes no tipo de homicídio que vai agravando a pena”, afirmou.

Em outro trecho, a delegada colocou em xeque as alegações da sargento, Alda Redine, que afirmou em redes sociais que teria sofrido importunação sexual por parte do alvejado, o estudante de medicina, Flávio Endres, de 30 anos.

“Em que pese a informação de uma suposta importunação sexual, que a vítima teria feito com relação a sargento Alda, até o momento, em que estou falando com você, a gente não identificou essa situação pelo menos nas imagens que são mostradas, do ambiente interno onde os envolvidos estavam sentados. Nas imagens, é possível ver os momentos das agressões, disparos e o momento em que a sargento Alda também agrediu a vítima”, explicou.

Ao ser questionada acerca do pedido do juiz, Clóvis de Souza, que a Polícia Civil investigue a conduta de Alda Radine por ajudar o marido a fugir do local, a delegada Carla Brito, afirmou que a sargento será alvo de um inquérito por agressão a vítima e também por ocultação da arma de fogo.

“Esse procedimento está em curso e é importante mencionar que de acordo com as imagens que a gente tem, a sargento Alda agrediu a vítima que estava caída no chão, posteriormente, ela tá sendo contida e não participa dos demais desdobramento. Ao final, a sargento Alda tenta tirar a arma da Darlene que depois de um minutos, ela [Alda] consegue reaver a arma, arma essa que não foi apresentada e nem localizada. A informação oficial que eles colocaram nos autos é que não se recordam de onde desfez da arma, enquanto essa informação o sargento Nery optou pelo direito de ficar em silêncio. Entretanto, elas serão inquiridas novamente e esse mandato do judiciário em relação a conduta dela também vai ser apurado. Com relação à questão da voz de prisão é muito claro que não teria condições, ela estava do lado de fora, mas ficou boa parte do tempo sendo contida. Na verdade, ela também acabou sendo autora de uma agressão e isso tá muito bem sendo retratado no vídeo”, afirmou.

“A Darlene afirmou que não sabia onde deixou a arma do crime, entretanto, há um vídeo onde a Alda pega a arma e a trava e depois a gente não tem outro vídeo de sequência. Então, ela por ser policial, não é possível crer que ela se desfez da arma no local e a gente sabe que a última pessoa a pegar essa arma não foi a Darlene”, acrescentou.

Por fim, ao ser questionada sobre o desfecho de Darlene, a delegada afirmou que segundo depoimentos de populares e as imagens colhidas, ela será tratada por enquanto como testemunha. De acordo com a delegada, Darlene foi a única a conseguir tirar a arma das mãos do sargento Nery.

“Segundo relato dos seguranças, ela pediu que chamassem o Samu e ficou perguntando se alguém era médico para socorrer a vítima. A gente ver que naquele momento, ela estava sob efeito de bebidas alcoólicas como os outros dois, mas que naquele momento, foi muito importante ela ter tomado a arma. Analisando as imagens, se ela não tivesse tomado a arma, poderia ter acontecido algo pior. Neste momento, não tem uma investigação aberta contra ela, ela está sendo ouvida como testemunha”, encerrou.

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Distribuidora não entrega diesel e deixa ônibus sem combustível

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A empresa Auto Viação Floresta Cidade do Rio Branco LTDA teve de comprar o próprio óleo diesel para que parte dos ônibus pudessem rodar nesta segunda-feira, 29, após a distribuidora que fornece o combustível não realizar a entrega do produto.

Com isso, parte da operação do serviço de transporte no município de Rio Branco ficou prejudicada em função de problemas no abastecimento dos veículos, que ocorreu logo pela manhã.

Segundo a empresa de transporte coletivo, o último lote de combustível não foi entregue pela distribuidora, conforme o estabelecido. “Diante disso, houve a necessidade de sanar o problema com a aquisição de óleo diesel nos postos de combustíveis locais, o que demandou tempo até que o problema fosse sanado e de fato iniciado o cumprimento de algumas linhas”, afirma.

Mais de 10 linhas de ônibus ficaram prejudicadas na capital acreana por conta desse problema. Para resolver, a Auto Viação Floresta Cidade do Rio Branco LTDA ofereceu suporte com 5 ônibus que percorreriam as linhas comprometidas durante a situação excepcional.

“Diante do ocorrido, a empresa pede desculpas aos usuários afetados em decorrência do problema gerado e relata que estará tomando as devidas providências com a empresa responsável pela distribuição de combustível”, diz a nota.

Veja a nota na íntegra:

A empresa Auto Viação Floresta Cidade do Rio Branco LTDA informa através desta nota que na data de 29 de novembro de 2021 parte da operação do serviço de transporte no Município de Rio Branco restou prejudicada em função de problemas no abastecimento dos veículos que ocorreram logo pela manhã.

Em suma, o último lote de combustível não foi entregue pela empresa distribuidora conforme o estabelecido, não sendo possível o abastecimento de parte da frota dos ônibus.

Diante disso, houve a necessidade de sanar o problema com a aquisição de óleo diesel nos postos de combustíveis locais, o que demandou tempo até que o problema fosse sanado e de fato iniciado o cumprimento de algumas linhas.

Em consequência, diversos itinerários foram afetados com a falta de ônibus abastecidos dentro do horário padrão, entre elas as linhas dos bairros São Francisco/Placas, Benfica, Wanderley Dantas, Jacarandá, Panorama, Taquari/Praia do Amapá, Circular Tropical/Morada do Sol, Belo Jardim, Apolônio Sales/Mangueira, Apolônio Sales/Altamira e Ramal Bom Jesus.

A empresa Via Verde Transportes ofereceu suporte com 5 ônibus que percorreriam as linhas comprometidas durante a situação excepcional.

Diante do ocorrido, a empresa pede desculpas aos usuários afetados em decorrência do problema gerado e relata que estará tomando as devidas providências com a empresa responsável pela distribuição de combustível.

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Governo decide retirar PL de policiais na Aleac após protestos

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Foto: Sérgio Vale

O governo do Acre emitiu na noite desta segunda-feira, 29, uma Nota acerca dos fatos que permeiam as tratativas com a comissão do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen).

A nota é assinada pelos secretários da Casa Civil, Rômulo Grandidier, Justiça e Segurança Pública, Paulo César dos Santos, Assuntos de Governo, Alysson Bestene, e Ricardo Brandão de Planejamento e Gestão.

No esclarecimento, o governo lamentou à ‘radicalização’ do movimento da classe, que culminou em atos, no último sábado, 27 de novembro de 2021, quando os manifestantes, que se diziam representantes da classe, bloquearam as vias de acesso ao Complexo Penitenciário Francisco D’ Oliveira Conde, em Rio Branco.

No sábado, policiais penais bloquearam o portão de entrada, fardados e armados, colocando, segundo o Governo, em risco real os familiares dos presos que ali estavam para visitas.

Na nota, o Governo afirma que decidiu do retorno ao Poder Executivo Estadual do Projeto de Lei que versa sobre a criação do Cargo de Policial Penal, encaminhado à Assembleia Legislativa do Estado (Aleac).

Segundo os secretários, uma remessa de informações e pedido de providências, serão feitos por meio da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), ao Controle Externo da Atividade Policial (Gacep) do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) para apurar a conduta do profissionais.

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Iapen terá de explicar ao MP suspensão de visitas a detentos

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) quer explicações do Instituto de Administração Penitenciária (IAPEN) sobre os motivos de não terem  acontecido as visitas aos detentos como estavam programadas no último sábado, 27.

No documento enviado ao presidente do IAPEN,  Arlenílson Cunha, o promotor de justiça Tales Tranin pede explicações sobre o  ocorrido, já que as visitantes foram proibidas de entrar no presídio por policiais penais que estavam de folga em protesto contra o governo.

Como retaliação, as visitas, principalmente, mulheres de presos, fizeram uma barricada na entrada do presídio. Os detentos que ficam Papudinha , Defla, Bope e Batalhão Ambiental ficaram  sem almoçar e sem jantar,  já que a manifestação impediu as refeições serem transportadas.

“Estou solicitando do presidente os motivos do IAPEN autorizar as visitas e os próprios policiais penais impedirem a entrada dos visitantes . O que MPAC não admite é que um impasse entre governo e IAPEN sobre para os direitos dos reeducandos e as visitas do sábado, onde muitas vezes são pessoas humildes que vem de  outros municípios e que muitas vezes não tem nem o que comer, sejam impedidas de entrar no presídio”, explica Tranin.

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