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Com a maior biodiversidade do mundo, Fauna brasileira tem mais de 100 mil espécies

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De acordo com dados do Relatório Nacional sobre a Biodiversidade, a fauna brasileira é uma das mais ricas do mundo, com cerca de 100 mil espécies de animais, entre vertebrados e invertebrados.

O Brasil tem a maior biodiversidade em fauna e flora do planeta Terra. Entre os vertebrados, abriga cerca de 517 espécies de anfíbios (das quais 294 são endêmicas), 468 de répteis (172 endêmicos), 524 de mamíferos (com 131 endêmicas), 1.622 de aves (191 endêmicas), cerca de 3 mil peixes de água doce e uma fantástica diversidade de artrópodos: só de insetos, são cerca de 15 milhões de espécies, segundo o Relatório Nacional sobre a Biodiversidade.

Mas a biodiversidade do país é constantemente atacada por atividades ilegais como tráfico e a caça, diretamente ligadas ao desaparecimento de milhares de espécimes. Além de movimentar um mercado criminoso intenso, provoca danos aos animais, que sofrem com maus tratos e práticas abusivas para evitar ações de fiscalização, uma das atividades prioritárias do Ibama.

As práticas ilegais que ameaçam a fauna e a flora estão sujeitas a penalidades e sanções, previstas na Lei Federal nº 9.605/1998 e no Decreto Federal nº 6.514/2008 que tratam de crimes ambientais. Ações efetivas de prevenção e fiscalização de atividades ilícitas são realizadas pelo Ibama, sempre em parceria com os Órgãos Ambientais Estaduais (OEA), Polícias Militares (PM), Polícia Federal (PF), Policia Rodoviária Federal (PRF), Polícias Civis (PCs), Ministérios Públicos (MP), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

A população pode colaborar apresentando denúncias de toda forma de crime ambiental, por meio do chat da Ouvidoria Eletrônica do Ibama, não devendo comprar animais silvestres não autorizados, não praticar caça ou pesca ilegal, não soltar animais silvestres na natureza sem a autorização de uma instituição competente, denunciar ações desmatamento, de caça ou comércio ilegal de animais silvestres, não realizar queimadas, não desmatar ilegalmente e proteger os mananciais de água.

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Bolsonaro comemorou quando Lula foi solto, diz Moro

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O ex-juiz Sergio Moro (Podemos) disse nesta quinta-feira (2) que o presidente Jair Bolsonaro (PL) comemorou quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi solto da prisão, em 2019. Em entrevista à Jovem Pan Paraná, o ex-ministro da Justiça afirmou que Bolsonaro não tentou reverter a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, por 6 votos a 5, pôs fim à prisão de condenados em segunda instância.

No dia seguinte à decisão da Corte, o petista foi solto na Superintendência da PF (Polícia Federal) em Curitiba, após determinação da Justiça Federal.

“O que a gente sabia é que o Planalto, o presidente comemorou quando o Lula foi solto em 2019 porque ele entendia que aquilo beneficiava ele literalmente. Então, ele não trabalhou para manter a execução em segunda instância”, disse Moro.

Ainda conforme o ex-juiz, Bolsonaro começou a sabotar todas as suas ações no ministério. O presidente também não teria cumprido com a palavra de que ninguém, mesmo membros do governo, seriam poupados de quaisquer investigações.

“Ele não fez nada disso. Ao contrário, começou a sabotar o que eu fazia. Até que chegou em um momento que eu simplesmente saio [do ministério]”, afirmou.

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PIB do Brasil cai 0,1% e país entra em recessão econômica

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No terceiro trimestre de 2021, o PIB variou -0,1% frente ao trimestre anterior, na série com ajuste sazonal. A Agropecuária caiu 8,0%, a Indústria ficou estável (0,0%) e os Serviços subiram 1,1%.

Entre as atividades industriais, houve quedas de 1,1% em Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos, de 1,0% nas Indústrias de transformação e de 0,4% nas Indústrias extrativas. Apenas a Construção (3,9%) apresentou crescimento.

Os números foram divulgados nesta quinta-feira (2) pelo IBGE.

Nos Serviços, registraram alta: Outras atividades de serviços (4,4%), Informação e comunicação (2,4%), Transporte, armazenagem e correio (1,2%), Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,8%). As Atividades imobiliárias (0,0%) ficaram estáveis, ao passo que houve variações negativas em Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (-0,5%) e Comércio (-0,4%).

Pela ótica da despesa, a Formação Bruta de Capital Fixo teve variação negativa de 0,1% em relação ao trimestre imediatamente anterior. A Despesa de Consumo das Famílias teve expansão de 0,9% e a Despesa de Consumo do Governo cresceu 0,8%.

No setor externo, tanto as exportações de Bens e Serviços (-9,8%) quanto as Importações de Bens e Serviços (-8,3%) tiveram quedas em relação ao segundo trimestre de 2021.

Em relação a igual período do ano anterior, o PIB cresceu 4,0% no terceiro trimestre de 2021. O Valor Adicionado a preços básicos teve alta de 3,7% e os Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios subiram 6,2%.

Entre as atividades, a Agropecuária caiu 9,0% em relação a igual período de 2020. Esse resultado explica-se, principalmente, pelo desempenho de alguns produtos da lavoura que possuem safra relevante no terceiro trimestre e apresentaram retração na estimativa de produção anual e perda de produtividade: café (-22,4%), algodão (-17,5%), milho (-16,0%), laranja (-13,8%) e cana de açúcar (-7,6%). Além disso, as estimativas para Pecuária também apontaram um fraco desempenho dessa atividade no trimestre analisado.

A Indústria cresceu 1,3%. Entre suas atividades, a Construção apresentou o melhor resultado no volume do valor adicionado (10,9%), corroborada pelo aumento da ocupação nessa atividade. As Indústrias extrativas também cresceram (3,5%) em relação ao terceiro trimestre de 2020, puxadas pela alta na extração de minério de ferro.

A atividade de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos, por sua vez, caiu 4,6%, com a piora nas bandeiras tarifárias, devido à escassez hídrica nacional. Da mesma forma, as Indústrias de transformação caíram 0,7%, influenciadas, principalmente, pelas quedas na fabricação de produtos alimentícios, móveis, bebidas, material elétrico e equipamentos de informática.

O valor adicionado de Serviços avançou 5,8% na comparação com o mesmo período do ano anterior, com destaque para a alta de Informação e comunicação (14,8%), Outras atividades de serviços (13,5%) e Transporte, armazenagem e correio (13,1%).

Cresceram também: Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (2,9%), Comércio (2,8%) e Atividades imobiliárias (1,7%). Apenas as Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (-1,3%) caíram, afetadas pelo aumento dos sinistros, em especial, no caso dos planos de saúde.

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Fronteira com o Acre, Pando já enfrenta 4ª onda de Covid-19

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O médico Danny Hugo Mendoza Ojopi, diretor técnico do Serviço Departamental de Saúde (Sedes) vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Humano e Social do Governo de Pando, na Bolívia, informou recentemente que o departamento vizinho ao Acre está na terceira semana da quarta onda de Covid-19.

No município de Porvenir, cuja sede fica a 35 quilômetros de Cobija, foi registrada uma morte nos últimos dias de um paciente positivado para o coronavírus. Desde agosto passado não eram registrados óbitos em Pando. A vítima, um jovem de 17 anos, não tinha tomado nenhuma dose da vacina contra a Covid-19.

Pando tem um acumulado de 7.087 casos de Covid-19 desde o começo da pandemia, com 325 mortes. A esmagadora maioria desses casos, 5.354, se concentra em Cobija, a capital do departamento, que faz fronteira com as cidades acreanas de Brasiléia e Epitaciolândia.

O diretor Danny Hugo Mendoza também afirmou que as atividades de testagem em massa para a população em geral e vacinação são realizadas em todas as unidades de saúde do departamento como parte do plano de contenção da comunidade para quarta onda do Covid-19.

A informação da saúde boliviana preocupa no lado acreano por conta do trânsito livre entre os dois países, especialmente depois da confirmação da chegada da nova cepa batizada de ômicron. Com uma situação de aparente tranquilidade, várias cidades acreanas programam realizar eventos populares na virada do ano.

O governo do Acre, depois de confirmar que realizaria a festa de réveillon em Rio Branco, após um ano sem a comemoração, voltou atrás e afirmou, nesta segunda-feira (29), que analisa se o evento vai realmente acontecer. O pedido de prudência com o assunto foi feito pelo governador Gladson Cameli à sua equipe.

No começo de novembro, o secretário de Empreendedorismo e Turismo (SEET) do Acre, Jhon Douglas da Costa Silva, afirmou que a festa seria realizada em parceria com a prefeitura da capital, por meio da Fundação Garibaldi Brasil, que estudava fazer a festa de réveillon em dois locais: na Gameleira e no Mercado Velho.

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Reforma do prédio da PM deve ser entregue antes do dia 3 de janeiro

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Após seis meses de trabalho, as obras de reforma do Quartel do Comando Geral da Polícia Militar, situado em Rio Branco, poderão acabar antes do prazo determinado. A obra deve ser entregue antes da data prevista, no dia 3 de janeiro de 2022.

O prédio localizado na zona central da cidade é um dos mais antigos de Rio Branco e sofreu uma reforma quase que total.

De acordo com o contrato 042/2021, a reforma foi iniciada no dia 3 de maio e deveria ser entregue em 3 de janeiro de 2022. A obra, sob a responsabilidade da Empresa Borges Comércio e Construções, já está bem adiantada e certamente será concluídas antes do prazo estipulado. O valor total da obra é de R$ 2.653.044,00.

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