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Sebrae irá promover um webinar e parceiros ajudam os candidatos nas inscrições

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O Inova Amazônia é um programa que visa fortalecer a bioeconomia na Amazônia e fomentar o crescimento econômico com inovação aberta, aliado à conservação ambiental. O projeto que pretende conceder bolsas de até R$ 70 mil reais por ideia, está recebendo inscrições até o dia 02 de novembro e possui alguns critérios para a participação dos interessados.

Pensando nisso, o Sebrae no Acre em parceria com algumas instituições de ensino superior, sendo elas: Centro Universitário do Norte, Centro Universitário U:verse, Universidade Federal do Acre, e demais parceiros como o Instituto Federal do Acre, a Embrapa e Sicredi, estão auxiliando os candidatos que possuam dificuldades nas etapas de inscrição, principalmente pelo fato da fase inicial ocorrer de forma online.

Com o intuito de agregar mais conhecimento aos projetos sustentáveis, ocorrerá um webinar intitulado: “Pesquisa, Inovação e Empreendedorismo”, no dia 14 de outubro, às 17h (horário de Brasília). Para participar do evento, que será transmitido pela plataforma do YouTube, basta acessar o site: https://bit.ly/3Bgid2T, e inscrever-se gratuitamente.

Outra ação de apoio aos candidatos é a realização de visitas aos municípios do interior do estado, por uma equipe de consultores do Sebrae, para realização de inscrições e palestras presenciais.  “Realizamos a abertura do projeto através de videoconferência, e agora planejamos viajar aos municípios do Alto Acre para dar todo o apoio às inscrições, inclusive estamos disponibilizando um roteiro à elaboração do pitch, vídeo no qual o candidato apresentará a proposta de negócio sustentável, com duração de três minutos” relatou a gestora do programa Inova Amazônia, Rosa Satiko Nakamura. As demais informações podem ser consultadas no site: www.sebrae.com.br/inovaamazonia.

Cotidiano

Troca de tiros entre facções às margens do Rio Acre deixa um ferido em Rio Branco

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Carlos Magno Nascimento da Silva, de 35 anos, foi ferido com um tiro na noite desta quinta-feira, 8, durante uma troca de tiros entre faccionados de organizações criminosas no bairro Preventório, em Rio Branco.

De acordo com informações da polícia, Carlos Magno estava às margens do Rio Acre, juntamente com outros faccionados, quando iniciou-se uma troca de tiros. Magno chegou a correr, mas foi atingido com um tiro e caiu. A vítima foi levada nos braços por um conhecido até a rua Rio Grande do Sul, no bairro Preventório e lá foi deixado.

Populares que passavam pelo local ao perceberem Carlos Magno sangrando acionaram a ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) os paramédicos prestaram os primeiros atendimentos e encaminharam Carlos ao Pronto-Socorro de Rio Branco em estado de saúde estável.

Policiais Militares estiveram no local e fizeram patrulhamento na região em busca de encontrar os criminosos, mas ninguém foi encontrado.

O caso será investigado pelos Agentes de Polícia Civil da Equipe de Pronto Emprego (EPE), da Delegacia Especializada de Investigação Criminal (DEIC).

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Cotidiano

Colisão termina com carro dentro da residência do proprietário do Bar do Santinho

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O condutor de um veículo modelo Chery, de cor vermelha, perdeu o controle da direção e invadiu a casa do proprietário do bar do Santinho, situado na rua Isaura Parente, no bairro Bosque, em Rio Branco.

De acordo com informações de populares que presenciaram o acidente, o motorista trafegava no carro Chery no sentido centro-bairro, quando ao mudar de faixa não deu o sinal de trânsito e colidiu com outro veículo, vindo a perder o controle da direção e colidir contra a casa do proprietário do Bar do Santinho. Com o impacto, o motorista do Chery sofreu apenas escoriações.

A ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) não foi acionada.

Policiais Militares do Batalhão de Trânsito estiveram no local e isolaram a área para os trabalhos de perícia.

O veículo que colidiu contra a residência foi removido por um guincho.

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Cotidiano

Campanha de Lula pede inelegibilidade de Bolsonaro e filhos no TSE

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A campanha do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva entrou na tarde desta quinta-feira com duas ações de investigação judicial eleitoral no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em que pede a inelegibilidade do presidente Jair Bolsonaro (PL) por abuso de poder político e econômico. Em outra ação, o presidente eleito pede que Flavio e Eduardo Bolsonaro, além de outros apoiadores, se tornem inelegíveis também. No dia 2 de novembro, a CNN revelou que a campanha preparava as ações.

Os escritórios Aragão & Ferraro e Zanin Martins, que representam a coligação, assinam as ações.

Uma das ações, de 53 páginas, se baseia na acusação da utilização da máquina pública durante as eleições. O documento diz que o presidente “concedeu ilegais benefícios financeiros aos cidadãos brasileiros durante o período eleitoral, com o claro intuito de angariar votos e, portanto, influenciar na escolha dos eleitores brasileiros, de modo a ferir a lisura do pleito”.

O documento lista dez ações que, segundo a coligação, compreendem abuso de poder:

Erros na inclusão de beneficiários do Bolsa-Família entre 2019 e 2022.

Vantagens a concursados da Polícia Federal e da Polícia Federal

Antecipação dos repasses do Auxílio-Brasil e do Auxílio-Gás durante o segundo turno

Inclusão de 500 mil famílias no programa “Auxílio-Brasil” em outubro de 2022

Antecipação de pagamento de benefício para caminhoneiros.

Relançamento do programa de negociação de dívidas “Você no azul”, da Caixa Econômica Federal.

Anúncio da liberação de uso do FGTS “futuro” para financiar imóveis.

Aumento de R$ 1 bilhão dos subsídios ao programa Casa Verde e Amarela.

Anúncio de crédito para mulheres empreendedoras.

Antecipação do pagamento de benefícios para taxistas e caminhoneiros como Anúncio de Benefício Extra de Até R$ 500 no fim do ano para taxistas.

Crédito Consignado do Auxílio-Brasil.

A coligação aponta que “não se critica a maior parte das medidas adotadas, em sua essência, em favor dos cidadãos brasileiros” mas diz que “as irregularidades ora apontadas se dão na medida em que Jair Bolsonaro e seus apoiadores se valem da máquina pública para otimizar tais programas sociais com o claro intuito de promover campanha eleitoral em favor do candidato à reeleição, o que é vedado pela legislação brasileira”.

Atos contra sistema eleitoral

Na outra ação, de 198 páginas, a coligação pede que além de Bolsonaro, também se tornem inelegíveis o candidato a Vice, Braga Neto, os filhos do presidente, senador Flavio Bolsonaro e o deputado Eduardo Bolsonaro, a deputada Carla Zambelli, o deputado eleito Nikolas Ferreira, Gustavo Gayer e Magno Malta.

Nesta ação, o objeto “diz respeito a reiterados atos atentatórios dos investigados contra o sistema eleitoral brasileiro, a visarem a abalar a normalidade e higidez do pleito, para, assim, deslegitimar o sufrágio eleitoral democrático e seguro, incutindo nos eleitores o sentimento de insegurança e descrença no sistema eleitoral e, por consequência, atentando contra a existência do próprio Estado Democrático de Direito”.

Os atos mencionados se dividem em antes da campanha eleitoral, no período eleitoral, no dia da eleição e depois da eleição:

Atos praticados antes da campanha eleitoral

Divulgação do Inquérito no 1.361 ao nascimento da desinformação do suposto ataque “hacker” às urnas.

A disseminação e ramificação da fake news sobre suposta “fraude na urna” e a propagação da tese de insegurança do sistema eleitoral.
Ataque às autoridades do Poder Judiciário.

Encontro com Embaixadores para deslegitimar o processo eleitoral.

Descredibilização das pesquisas eleitorais.

Instauração do medo de ir às urnas e ataque a participação política pública.

Atos praticados durante a campanha eleitoral

Intensificação do ataque aos institutos de pesquisas durante a campanha eleitoral.

Consolidação da narrativa de perseguição política – “eleições manipuladas”, “decisões parciais” e “censura”.

Ataques às autoridades judiciárias durante a campanha eleitoral.

Reinvindicação por 154 mil inserções de rádio na Região Nordeste que eram de responsabilidade fiscalizatória da Coligação e não do TSE.

Ataque à segurança das urnas eletrônicas.

Auditoria apócrifa apresentada pelo Partido Liberal ao Tribunal Superior Eleitoral

Adesão ao discurso e contribuição de toda base de apoiadores na propagação da desinformação

Atos praticados no dia da realização do segundo turno da eleição de 2002Instrumentalização da Polícia Rodoviária Federal

Atos praticados após a divulgação do resultado do segundo turno da eleição de 2022

Manifestações antidemocráticas com o intuito de perturbar a diplomação do presidente eleito

Live sobre suposta fraude nas urnas eletrônicas.

Pedido de anulação de votos depositados em 279 mil urnas eletrônicas sem respaldo fático-comprobatório.

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Cotidiano

Ibovespa fecha em queda de 1,67% com receios fiscais; dólar sobe a R$ 5,21

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O Ibovespa fechou em queda de 1,67% nesta quinta-feira (8), aos 107.249.04, com sinais nocivos sobre o rumo fiscal do país endossando receios de que a política monetária restritiva no Brasil dure mais do que o previsto. Este foi o menor patamar de fechamento em quatro meses, desde 5 de agosto.

Entre as ações, CVC puxou as perdas, com desvalorização de 10,23%, seguida por Azul, -7,61%, e Pão de Açúcar, -6,97%. Na ponta oposta, Meliuz teve ganhos de 8,85%.

Já o dólar encerrou em alta de 0,18%, cotado a R$ 5,215, em meio a negociações instáveis, com investidores ajustando posições após perdas recentes da moeda, acompanhando a tramitação da PEC do Estouro e digerindo o comunicado de política monetária do Banco Central, que trouxe alertas fiscais ao governo eleito.

Na véspera, a moeda norte-americana fechou em queda de 1,23%, a R$ 5,206, patamar de encerramento mais baixo desde quinta-feira passada (R$ 5,197).

Copom
O Banco Central decidiu manter a Selic em 13,75% na véspera e afirmou que irá acompanhar “com especial atenção” os desenvolvimentos futuros da política fiscal e seus efeitos nos preços de ativos e expectativas de inflação.

O Credit Suisse e a XP Investimentos revisaram projeções e agora não esperam mais cortes da taxa básica de juros até o final do ano que vem, prevendo que uma redução deve ocorrer apenas em 2024. Antes, o banco suíço estimava uma redução a 11,5% e a XP, a 10% em 2023.

Em meio a preocupações no mercado como rumo fiscal do país, o Senado aprovou também na quarta-feira a PEC do Estouro que expande por dois anos o teto de gastos em R$ 145 bilhões. O texto agora segue para a Câmara dos Deputados.

No exterior, Wall Street abriu em alta, em sessão marcada por dados mostrando um aumento moderado nos pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos, enquanto persiste o receio com o efeito da política monetária do Federal Reserve na economia.

*Com informações de Reuters

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