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Energisa pede que usuários não mexam na rede elétrica por conta própria

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A Energisa relata que o temporal desta sexta-feira (24) fez lançar objetos estranhos, telhas e provocou queda de árvores prejudicando a rede elétrica e interrompendo o fornecimento em várias regiões de Rio Branco.

Devido a intensidade dos serviços, a Energisa pede aos usuários que não mexam na rede elétrica e aguardem as equipes atuarem pela normalização do fornecimento o mais rápido possível.

Veja nota da concessionária:

NOTA TEMPORAL RIO BRANCO

A Energisa Acre informa que o forte temporal que atingiu Rio Branco na tarde desta sexta-feira causou diversos danos à rede elétrica, em diferentes pontos da cidade.

Árvores caíram, objetos estranhos e até partes de telhados foram lançados pelo vento e atingiram postes, fiação e equipamentos, causando a interrupção no fornecimento de energia.

Imediatamente acionamos nosso plano de contingência, reforçando as equipes de atendimento emergencial para reparar os danos causados pela tempestade e reestabelecer o fornecimento de energia o mais breve possível.

Reforçamos o alerta de não mexer na rede elétrica por conta própria e aguardar nosso atendimento.

Reiteramos o compromisso com nossos clientes e seguimos trabalhando até que todos os danos sejam reparados.

Cotidiano

Fórum de Secretários de Finanças discute fortalecimento dos pequenos negócios

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O Primeiro Fórum de Secretários de Finanças foi realizado na última terça-feira, 20, no auditório do Sebrae no Acre e contou com a presença de 17 secretários e representantes. A proposta é reunir os secretários de finanças dos municípios do Acre e discutir melhorias para a classe empresarial e consequentemente à sociedade.

Na ocasião foi assinado um Acordo de Cooperação Técnica cujo objetivo é a conjunção de esforços entre o TCE/AC, a AMAC e o SEBRAE/AC, na execução de ações estratégicas o no intercâmbio de informações, visando procedimentos que contribuam para a implementação da Lei Complementar Federal n. 123/06, da Lei da REDESIM n. 11.598, da lei de Liberação Econômica n. 13.874/2019 e da Lei do Ambiente de Negócios n. 14.195/2021 e suas alterações posteriores, nos municípios acreanos, para o fortalecimento institucional das partes cooperadas s dos empreendimentos locais.

O Superintendente do Sebrae no Acre, Marcos Lameira, participou da abertura do Fórum e falou da importância da união destas instituições para planejar ações que facilitem o fomento aos pequenos negócios. “Nós estamos iniciando o projeto de trabalho, de discussão de políticas públicas. O Sebrae tem sua missão voltada ao pequeno negócio, onde tem pequenos negócios nós estaremos lá, esse é o nosso objetivo, esse é o nosso propósito. E a política pública faz parte da nossa proposta, da nossa finalidade, naquilo que leva ao benefício e aquilo que traz desenvolvimento e transformação para os pequenos negócios. Nós estamos fazendo muito isso, ao longo desta gestão desde o início de 2019 e trabalhando em conjunto com as Prefeituras, seja no desenvolvimento de algumas atividades ou na elaboração e proposições que nós temos feito, onde destaco os Refis municipal, e também, no caso do Estado do Acre, o Refis Estadual”.

Para o Secretário Adjunto da Secretaria de Estado da Fazenda, Amarisio Freitas, a parceria com o Sebrae foi fundamental em algumas ações. “Não adianta a gente ter o melhor planejamento, o melhor orçamento se a gente não tiver arrecadação, porque aí não vai se concretizar, então, no sonho é bonito, mas alguém tem que pagar a conta, e é isso que a gente tem feito, e o Governo do Estado juntamente com o Sebrae, que tem contribuído bastante desde o aumento do limite do Simples Estadual, as conquistas de REFIS, as conquistas nas legislações do ICMS”, disse Amarisio Freitas.

O prefeito de Rio Branco e presidente da AMAC, Tião Bocalom, também reconhece a importância do Sebrae neste processo de desenvolvimento dos pequenos negócios. “O Sebrae tem sido bastante dinâmico e bastante parceiro das empresas mas também dos nossos municípios, eu sei quando fui Prefeito de Acrelândia, o quanto vocês foram importante ao nosso município de Acrelândia, então só agradecer a essa parceria que continua aqui, a marca Sebrae, que a gente precisa continuar fortalecendo no dia a dia que é muito importante pra todos nós gestores”

O evento foi promovido pelo Sebrae em parceria com o Tribunal de Contas do Estado do Acre, Associação dos Municípios do Acre, Prefeitura de Rio Branco, e o apoio do Banco da Amazônia, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

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Cotidiano

Lene Petecão comemora saída do diretor do Hosmac acusado de assédio

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A vereadora Lene Petecão (PSD) usou a Tribuna da Câmara de Rio Branco nesta quinta-feira, 21, para comemorar a saída do diretor do Hospital de Saúde Mental do Acre (Hosmac), Halisson Lima.

O gestor foi acusado de denúncias graves de assédio moral e sexual contra servidoras da unidade. Halisson sempre se defendeu, afirmando que as denúncias eram motivadas por perda de privilégios e corte de vantagens indevidas de parte de alguns servidores. Mesmo assim, o governador resolveu exonerá-lo.

Em sua fala, a parlamentar afirmou da alegria em ver a exoneração do diretor da Hosmac e rememorou o afastamento do então secretário de saúde, Frank Lima.

“Uma alegria pessoal minha a exoneração do diretor do Hosmac, um possível assediador. Quero parabenizar o governador por ter feito isso, porque os servidores vão ter tranquilidade de cuidar da pessoa que procuram ali porque estão com problema mental. Essa vereadora que vos fala é quem pediu o afastamento do secretário Frank Lima. E também é essa vereadora que vos fala quem pediu o afastamento do suposto assediador do Hosmac. Nenhuma mulher merece passar por essa situação”, salientou Lene.

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Cotidiano

Faltam medicamentos e fraldas nos postos de saúde de Rio Branco, diz vereador

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O vereador Arnaldo Barros (Podemos) usou a Tribuna da Câmara de Rio Branco nesta quinta-feira, 21, para denunciar a falta de medicamentos básicos como o Enalapril, utilizado para pressão nos postos de Rio Branco.

Em sua fala, o parlamentar afirmou que vem faltando até fraldas para idosos e cobrou agilidade da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) na resolução do problema.

“A secretária me disse que não tinha previsão da chegada desses medicamentos, dentre esses medicamentos, falta os dos diabéticos e tem alguns que estão desempregados e não tem como comprá-los e também tem o remédio para pressão. Todos os medicamentos são importantes, mas quem não tem essas condições pode ir até a óbito por conta desses medicamentos”, afirmou.

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Cotidiano

Área de pastagens cresceu 200% na Amazônia nos últimos 36 anos, segundo o MapBiomas

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As pastagens ocupam 154 milhões de hectares de norte a sul do país, com presença em todos os seis biomas, sendo o principal uso dado ao solo brasileiro. Essa área praticamente equivale a todo o estado do Amazonas, que tem 156 milhões de hectares. Os dados fazem parte de um mapeamento inédito do MapBiomas apresentado no último dia 13 de outubro, pelo YouTube.

Segundo o estudo, a área destinada à pecuária é ainda maior se considerar que a ela se somam parte das áreas de campos naturais, principalmente no Pampa e Pantanal, que cobrem 46,6 milhões de hectares no país, e áreas de mosaico de agricultura e pastagem onde o mapeamento não permitiu a separação ou elas ocorrem de forma consorciada, cobrindo 45 milhões de hectares.

A análise das imagens de satélite entre 1985 e 2020 permitiu também avaliar a qualidade das pastagens brasileiras e constatar uma queda nas áreas com sinais de degradação de 70% em 2000 para 53% em 2020. No caso das pastagens severamente degradadas houve uma redução ainda mais expressiva.

Elas representavam 29% das pastagens em 2000 (46,3 milhões de hectares) e agora representam 14% (22,1 milhões de hectares). Essa melhora foi identificada em todos os biomas, sendo que os que apresentaram maior retração nas áreas severamente degradadas foram Amazônia (60%), Cerrado (56,4%), Mata Atlântica(52%) e Pantanal (25,6%).

“A qualidade das pastagens tem importância estratégica para o produtor e para o país. Para o produtor, pela relação direta com a produtividade do rebanho, seja ele de corte ou de leite. Para o país, pela capacidade das pastagens bem manejadas de capturar carbono”, explica Laerte Ferreira, professor e pró-reitor de Pós-Graduação (PRPG) da Universidade Federal de Goiás e coordenador do levantamento de pastagens do MapBiomas.

De 1985 a 2020, pelo menos 252 milhões de hectares são ou já foram pastagem. A partir da análise de imagens de satélite foi possível detectar duas fases distintas no processo de conversão que transformou quase um terço do país em pastagens nesse período.

“Ele foi mais intenso entre 1985 e 2006, quando se registrou um crescimento de 46,3% na extensão ocupada por pastagens, que passou de 111 milhões de hectares para 162,4 milhões de hectares. Em meados dos anos 2000, a área total de pastagem parou de crescer e até encolheu, registrando uma retração de 5% de 2005 a 2020”, diz o estudo.

Essa aparente estabilidade esconde um intenso processo de mudança de uso de solo, com a conversão de áreas de vegetação nativa para pecuária e a ocupação de áreas já convertidas pela agricultura. No caso específico da Amazônia, as imagens de satélite mostram que a pecuária avançou, entre 1985 e 2020, 38 milhões de hectares – um aumento de cerca de 200%.

Esse crescimento fez com que a Amazônia seja o bioma com maior extensão de pastagens cultivadas, com 56,6 milhões de hectares, seguido por Cerrado (47 milhões de hectares), Mata Atlântica (28,5 milhões de hectares), Caatinga (20 milhões de hectares) e Pantanal (2,4 milhões de hectares).

O estudo ainda mostra que agricultura e pecuária ganharam 81,2 milhões de hectares entre 1985 e 2020 – um crescimento de 44,6%. As atividades agropecuárias cresceram em cinco dos seis biomas brasileiros, com exceção da Mata Atlântica. Dados específicos sobre o avanço da agricultura foram apresentados em um estudo inédito do MapBiomas lançado nesta quarta-feira (20).

Em termos percentuais, o bioma mais ocupado por pastagens cultivadas é a Mata Atlântica, com 25,7%, seguido por Cerrado (23,7%), Caatinga (23,1%), Pantanal (16%) e Amazônia (13,4%). Os estados líderes em área de pastagem são Pará (21,5 milhões de hectares), Mato Grosso (21 milhões de hectares) e Minas Gerais(19,3 milhões de hectares). O Acre possui entre 1,56 e 2 milhões de hectares de pastagens.

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