Conecte-se agora

Desconfiança na Presidência da República sobe para 50%

Publicado

em

Pesquisa Datafolha publicada no site do jornal “Folha de S.Paulo” na madrugada desta sexta-feira (24) aponta que a parcela dos brasileiros que não confiam na Presidência da República atingiu 50%. Na pesquisa anterior, feita em julho de 2019, esse percentual era de 31%.

A fatia dos que dizem não confiar no Supremo Tribunal Federal (STF) também subiu: foi de 33% em julho de 2019 para 38%. No Congresso, a desconfiança foi de 49%, naquele ano, para 45% agora.

O Datafolha ouviu presencialmente 3.667 pessoas em 190 municípios brasileiros, entre os dias 13 e 15 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

O Datafolha também questionou os brasileiros sobre a confiança em 7 outras instituições e setores da sociedade. Veja os números:

Presidência da República

Confia muito: 16% (28% em julho de 2019 e 29% em abril de 2019)

Confia pouco: 33% (40% em julho de 2019 e 41% em abril de 2019)

Não confia: 50% (31% em julho de 2019 e 29% em abril de 2019)

STF

Confia muito: 15% (17% em julho de 2019 e 18% em abril de 2019)

Confia pouco: 44% (47% em julho de 2019 e 46% em abril de 2019)

Não confia: 38% (33% em julho de 2019 e 32% em abril de 2019)

Congresso Nacional

Confia muito: 4% (7% em julho de 2019 e 8% em abril de 2019)

Confia pouco: 46% (46% em julho de 2019 e 49% em abril de 2019)

Não confia: 49% (45% em julho de 2019 e 41% em abril de 2019)

As Forças Armadas são as instituições que somam maior quantidade entre os que confiam muito e os que confiam pouco: 76% (37% confiam muito + 39% confiam pouco). Ainda assim, a desconfiança aumentou numericamente: eram 19% que não confiavam em 2019, e agora são 22%.

Forças Armadas

Confia muito: 37% (42% em julho de 2019 e 45% em abril de 2019)

Confia pouco: 39% (38% em julho de 2019 e 35% em abril de 2019)

Não confia: 22% (19% em julho de 2019 e 18% em abril de 2019)

Os partidos políticos não têm a confiança de 61% dos entrevistados. A rejeição era de 58% em 2019. E o Congresso Nacional é visto como não confiável por 49%.

Partidos políticos

Confia muito: 3% (4% em julho de 2019 e 5% em abril de 2019)

Confia pouco: 35% (36% em julho de 2019 e 39% em abril de 2019)

Não confia: 61% (58% em julho de 2019 e 54% em abril de 2019)

Ministério Público e Judiciário têm índices semelhantes. A maioria dos entrevistados confia nessas instituições.

Ministério Público

Confia muito: 15% (23% em julho de 2019 e 25% em abril de 2019)

Confia pouco: 53% (52% em julho de 2019 e 50% em abril de 2019)

Não confia: 30% (23% em julho de 2019 e 22% em abril de 2019)

Judiciário

Confia muito: 15% (24% em julho de 2019 e 25% em abril de 2019)

Confia pouco: 51% (48% em julho de 2019 e 49% em abril de 2019)

Não confia: 31% (26% em julho de 2019 e 24% em abril de 2019)

O Datafolha também perguntou aos entrevistados sobre as redes sociais. Disseram que não confiam nelas 53%. Afirmam que confiam 46% (40% um pouco e 6%, muito).

Redes sociais

Confia muito: 6% (9% em julho de 2019 e 10% em abril de 2019)

Confia pouco: 40% (42% em julho de 2019 e 45% em abril de 2019)

Não confia: 53% (46% em julho de 2019 e 44% em abril de 2019)

A imprensa tinha a desconfiança de 30% há dois anos e agora está com 32%. Dizem confiar na imprensa 66% (soma de confia pouco e muito).

Imprensa

Confia muito: 18% (21% em julho de 2019 e 24% em abril de 2019)

Confia pouco: 48% (48% em julho de 2019 e 48% em abril de 2019)

Não confia: 32% (30% em julho de 2019 e 26% em abril de 2019)

Grandes empresas brasileiras

Confia muito: 17% (22% em julho de 2019 e 22% em abril de 2019)

Confia pouco: 51% (53% em julho de 2019 e 51% em abril de 2019)

Não confia: 29% (24% em julho de 2019 e 26% em abril de 2019)

Destaque 6

Após quatro meses na cadeia, Justiça concede liberdade a DJ Ivis

Publicado

em

A Justiça do Ceará concedeu liberdade, nesta sexta-feira (22/10), a DJ Ivis após 4 meses de prisão por agressão doméstica. O produtor deve ser solto a qualquer momento.

Iverson de Souza Araújo, conhecido como DJ Ivis, foi preso no dia 14 de julho, depois que vídeos de agressões contra a ex-mulher, Pamella Holanda, foram divulgados por ela nas redes sociais. A prisão aconteceu em um condomínio de luxo em Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza. Os vídeos foram divulgados pelo coluna LeoDias.

Com a decisão de hoje, o cantor e produtor poderá responder em liberdade aos processos. Ele é investigado pelos crimes de lesão corporal, ameaça e injúria no âmbito da violência doméstica.

Para ficar por dentro de tudo sobre o universo dos famosos e do entretenimento siga @leodias no Instagram.

Agora também estamos no Telegram! Clique aqui e receba todas as notícias e conteúdos exclusivos em primeira mão.

Fonte: Metrópoles

Continuar lendo

Destaque 6

Petecão revela que tem recebido pedidos do PT por aliança em 22

Publicado

em

Sérgio Petecão (PSD) tem sido procurado por uma onda de emissários petistas buscando uma aliança com o PT. Tem escutado e não dado encaminhamento.

O Senador recebeu um pedido de conversa do deputado Jenilson Leite (PSB), pelo que o Blog do Crica apurou, tudo aponta no sentido de que o PT deverá indicar o vice na chapa do deputado Jenilson leite (PSB) ao governo pois os petistas precisam de um palanque para a candidatura do Jorge Viana ao Senado, na eleição do próximo ano. Leia mais política no Blog do Crica.

Continuar lendo

Destaque 6

‘Vem mais aumento de combustível aí’, anuncia Bolsonaro

Publicado

em

Por

Depois de acenar aos caminhoneiros com um auxílio diesel ainda sem valor oficial divulgado, o presidente Jair Bolsonaro disse que os combustíveis devem ter novo aumento nos próximos dias. O anúncio foi feito a apoiadores em frente ao Palácio do Alvorada nesta sexta-feira 22.

“Vem mais aumento de combustível aí. Brent [petróleo bruto] tá subindo, dólar também”, disse o presidente aos bolsonaristas.

Antes, o ex-capitão havia tentado justificar a alta no diesel atribuindo o aumento do preço a refinarias implantadas nas gestões do PT.

“Quem matou o Brasil foram aquelas três refinarias em que se gastou quase 200 bilhões e não fez nada”, disse. Em seguida afirmou que já vendeu duas, destacando que seu governo agora importa 30% do óleo diesel usado no Brasil em vez de refinar.

“Nós importamos 30% do diesel. Mas os caras planejaram aquelas três [refinarias] pra meter a mão”, afirmou, tentando tirar sua responsabilidade pela alta no preço.

Aos apoiadores, Bolsonaro não comentou sobre o auxílio diesel que pretende dar aos caminhoneiros autônomos. A informação preliminar é de que o benefício seja de 400 reais e comece a ser pago apenas em dezembro. A oferta é uma tentativa de conter a greve da categoria marcada para o dia 1º de novembro. A ajuda, no entanto, foi considerada uma ‘piada de mau gosto’ por lideranças que organizam a paralisação, que garantiram que a greve está mantida.

Com a atual gestão, a chamada inflação do motorista disparou em outubro e já é a maior desde o governo de Fernando Henrique Cardoso. A alta é puxada justamente pelo preço dos combustíveis.

Fonte: Carta Expressa

Continuar lendo

Destaque 6

Dólar chega R$ 5,75 e acumula alta de mais de 10% no ano

Publicado

em

Por

O dólar é negociado novamente em forte alta nesta sexta-feira (21), em meio aos temores de piora do cenário fiscal do país após as manobras do governo para driblar o teto de gastos e da debandada de secretários do Ministério da Economia além de especulações sobre uma possível saída do ministro da pasta, Paulo Guedes.

Às 13h31, a moeda norte-americana subia 0,91%, cotada a R$ 5,7165. Na máxima do dia até o momento, chegou a R$ 5,7545– uma alta de mais de 10% no acumulado do ano. Veja mais cotações.

Segundo o blog do Valdo Cruz, o presidente Bolsonaro teria dado sinal vermelho para a sondagem de nomes para substituir o ministro da Economia Paulo Guedes.

Já a Bovespa opera em queda, na contramão dos mercados externos.

A exemplo da véspera, o Banco Central ainda não anunciou ofertas líquidas de dólar para esta sessão.

Na quinta-feira, o dólar fechou em alta de 1,92%, a R$ 5,6651 – maior cotação desde 14 de abril e a maior valorização diária da moeda desde 8 de setembro. Com o resultado, a moeda norte-americana passou a acumular avanço de 4,03% no mês e de 9,21% no ano.

Furo do teto de gastos

Na noite desta quinta-feira, a comissão especial criada na Câmara para analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios aprovou uma mudança no teto de gastos para viabilizar o Auxílio Brasil, programa social que deve substituir o Bolsa Família. O texto agora segue para o plenário.

A proposta de furar o teto para bancar o programa social repercutiu negativamente no mercado, elevando os temores de piora do quadro fiscal e de descontrole dos gastos públicos para financiar medidas vistas como populistas.

“Já estamos falando de um quadro inflacionário bastante preocupante e o gestor tem que perceber que está fazendo alguma coisa errada. Se a inflação no Brasil começou a subir antes de todo mundo e sobe mais forte, com o dólar descolado dado o cenário internacional, o gestor de política econômica tem que desconfiar. Então, é obvio que necessitava um maior cuidado na questão macroeconômica. Não é sair fazendo e a inflação é problema do BC. Tem erros sistemáticos cometidos”, disse a economista Zeina Latif, em entrevista à GloboNews.

Veja vídeo abaixo:

Em meio ao retorno de ameaças de greve de caminhoneiros em razão da alta dos combustíveis, o presidente Jair Bolsonaro também anunciou que o governo vai oferecer uma ajuda de R$ 400 a cerca de 750 mil caminhoneiros autônomos para compensar o aumento do preço do diesel, sem informar de onde vai tirar os recursos nem a partir de quando o benefício será pago.

Após a equipe econômica ter sido atropelada pela ala política do governo Bolsonaro na discussão sobre a fonte de financiamento do novo programa social do governo, quatro secretários do Ministério da Economia pediram demissão dos cargos nesta quinta-feira.

A explosão da dívida pública e o risco de um descontrole da situação fiscal é apontado por analistas e investidores como um dos principais fatores de incerteza doméstica, podendo inclusive inviabilizar uma retomada sustentada da economia brasileira.

“Tirar o teto de gasto e precatórios com limitações podem ser entendidos como abertura de porteira para mais gastos ineficientes, tendo em vista as próximas eleições polarizadas de 2022. Vamos perder a âncora, sem colocar nada no lugar”, afirmou Alvaro Bandeira, economista-chefe do banco Modalmais.

Na visão do mercado, as manobras para furar do teto dos gastos colocam ainda mais pressão no dólar e para o Banco Central elevar a taxa básica de juros, atualmente em 6,25% ao ano. “Isso compromete a expansão do PIB em 2022. Para as classes de renda baixa, o efeito parece ser de dar com uma mão e tirar com a outra, considerando inflação ascendente e desemprego elevado”, acrescentou Bandeira.

Continuar lendo

Bombando

Newsletter

INSCREVER-SE

Quero receber por e-mail as últimas notícias mais importantes do ac24horas.com.

* indicates required

Leia Também

Mais lidas