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Ninguém acerta as seis dezenas e prêmio da Mega-Sena vai a R$ 7 milhões

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Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.411 da Mega-Sena, realizado na noite desta quarta-feira (22) no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. O prêmio acumulou.

Veja as dezenas sorteadas: 07 – 26 – 29 – 34 – 43 – 44.

A quina teve 35 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 45.154,92. A quadra teve 2.517 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 896,99.

O próximo concurso (2.412) será no sábado (25). O prêmio é estimado em R$ 7 milhões.

Para apostar na Mega-SenaAs apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 4,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Cotidiano

Gladson manifesta pesar pelo falecimento de Nego Bau vítima de parada cardíaca no PS

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O governador Gladson Cameli (Progressistas) emitiu uma nota de pesar pelo falecimento de Renan Almeida Souza, conhecido no Acre como Nego Bau, ocorrido na tarde deste sábado, 15, no Pronto-Socorro de Rio Branco, em decorrência de uma parada cardíaca.

O chefe do executivo acreano disse que a notícia do óbito de Bau foi recebida com tristeza. “Nego Bau tinha 43 anos e foi vítima de uma parada cardíaca. Quero aqui manifestar meu pesar a toda família e aos amigos”.

Aí fim da mensagem, Gladson desejou condolências aos familiares e amigos do agora, ex-morador de rua. “Que neste momento de profunda dor, Deus possa consolar seus corações. Descanse em paz, Nego Bau”, desejou Cameli.

Ao ac24horas, a diretora do hospital, a médica Carolina Pinho, disse que o paciente teve parada cardíaca durante o transporte para o setor de cuidados avançados. “Infelizmente ele estava em estado gravíssimo e não resistiu. A equipe tentou reanimar, mas ele não respondeu às medidas. Lamentamos pela perda de um cidadão tão popular em nossa cidade”, declarou a diretora.

Bau estava entubado na sala de recuperação pós anestésica do hospital, onde aguardava vaga na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), da unidade hospitalar.

O morador das ruas de Rio Branco deu entrada no hospital em dezembro com um dedo amputado. Na unidade de saúde ele passou a usar um dreno no pulmão devido uma perfuração no órgão, ocasionado por uma suposta briga. No local, foi descoberto que Nego Bau estava com tuberculose e fraturas nas costelas.

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Cotidiano

Sindicato da saúde repudia decreto de Bocalom e promete entrar com ação na justiça

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O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado do Acre (Sintesac), vereador Adailton Cruz, resolveu emitir uma nota repudiando a decisão do prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (Progressistas) em suspender todas as licenças e afastamentos legais que estejam em andamento dos servidores da saúde municipal.

Na edição do Diário Oficial de sexta-feira, 14, Bocalom resolveu decretar que fosse suspensa todas as licenças ou afastamento legais de profissionais de saúde ou daqueles que desempenhem funções essenciais que não tenham sido concluídas, além da interrupção de novas autorizações para concessão de licenças em geral, além de determinar o retorno imediato às atividades de 100% dos servidores para atendimento à população do Município de Rio Branco no combate a Covid-19 e Influenza.

Cruz destacou que o decreto de Bocalom é absurda e inconstitucional. “Essa decisão do senhor Prefeito é desumana, justamente com os profissionais mais exauridos, porquanto até os servidores licenciados para tratamento de saúde são afetados e, assim, obrigados a retornarem para o trabalho em 72 horas”, declarou.

O vereador, opositor de Bocalom, disse na nota que o decreto é uma prova de limitação da atual gestão municipal. Porém, o sindicato garante que deverá tomar as devidas providências cabíveis sobre o assunto, incluindo a possibilidade de entrar com uma ação judicial com objetivo de derrubar a medida do prefeito. “O Sintesac está advertindo formalmente o senhor Prefeito quanto a necessidade de rever os termos deste Decreto e, caso não sejamos ouvidos, ajuizaremos a ação devida para impedir que essa arbitrariedade prevaleça”, alertou.

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Cotidiano

Mosquito da malária intensifica ataques entre meia-noite e 3h da madrugada, diz pesquisa 

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Estudos liderados pela Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP e que tiveram cidades do Acre -Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima, Acrelândia e Rodrigues Alves como locais de pesquisa – ajudam a entender como as ações antrópicas interferem no comportamento e na distribuição de mosquitos transmissores de malária na região amazônica.

O primeiro é o doutorado do biólogo Leonardo Suveges Moreira Chaves. Em um dos resultados, Chaves mostrou que as mudanças causadas pelo homem na vegetação da Floresta Amazônica diminuíram a biodiversidade de mosquitos e levaram o anopheles (Nyssorhynchus) darlingi a se tornar o principal vetor da malária na Amazônia, aumentando o risco de transmissão da doença.

Outro achado importante foi que ambientes florestais fragmentados, habitados por pessoas vulneráveis em casas precárias, são as fontes dessa espécie, enquanto habitats de florestas contínuas ou completamente desmatados, sumidouro.

“Fomos a assentamentos rurais em que havia ocorrência de malária e vimos essa relação: conforme o homem muda a paisagem, a comunidade de mosquitos também sofre alterações, favorecendo a dominância do Ny. darlingi”, explica Chaves. O trabalho deu origem a um artigo publicado em 2021 na revista Plos One.

O segundo estudo faz parte do também biólogo Gabriel Laporta, pesquisador do Centro Universitário FMABC. Para o trabalho, que foi publicado também no início de 2021 na Scientific Reports, Laporta analisou dados de mosquitos anophelinos capturados anteriormente e os utilizou para investigar o quanto o desmatamento impulsiona a ocorrência de malária em paisagens rurais.

O maior risco da doença ocorre em locais onde o desmatamento acumulado atingiu cerca 50% da cobertura vegetal fragmentada. O primeiro pico ocorre após dez anos do início do assentamento, e o segundo, 35 anos depois.

As investigações de Chaves e Laporta fazem parte de um projeto maior, coordenado por Maria Anice Sallum, bióloga e professora do Departamento de Epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP. Uma equipe de cientistas viajou, entre janeiro de 2015 a novembro de 2017, para 12 municípios da Amazônia brasileira, e conseguiram capturar mais de 25 mil espécimes de mosquitos, de 173 espécies em 17 gêneros diferentes.

Como Maria Anice contou ao Jornal da USP, as análises também conseguiram identificar o horário de pico da infecção dos mosquitos. “Acontece durante toda a madrugada, mas se acentua entre meia-noite e 3 da manhã”, relata. “Esse é um fato importante e nos mostra que o uso de mosquiteiro impregnado com inseticida tem um efeito positivo.”

A transmissão fora do domicílio também merece atenção, pois as medidas de controle devem ser diferentes. “Tem um grande número de insetos voando fora da casa e, por isso, a população precisa se proteger enquanto cozinha ou toma banho, por exemplo”, alerta a professora.

Maria Anice relata, ainda, que alguns locais da Amazônia apresentaram índices de transmissão tão altos que podem ser comparados aos da África subsaariana. “Em Machadinho D’Oeste (RO), por exemplo, uma pessoa infectada gera 58 novos casos de malária”, conta. “Claro que nem todos os locais são assim, mas Lábrea (AM), Cruzeiro do Sul e Mâncio Lima também tiveram o mesmo comportamento. A novidade do nosso trabalho é que conseguimos quantificar esse índice, conhecido como R0.”

Novos projetos continuam em desenvolvimento no grupo de pesquisa de Maria Anice. Um deles está sendo feito em parceria com o Instituto Nacional de Saúde (NIH) dos Estados Unidos. “Trabalharemos com técnicas de sequenciamento do genoma para ver se há mutações na população de Anopheles Darlingi que indiquem adaptação deles a novas condições ambientais”, conta Maria Anice.

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Cotidiano

Mulheres acreanas dizem que Estado tem realmente de distribuir absorventes

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Um estudo divulgado na 1ª semana de janeiro diz que 80% das acreanas acham que o Estado deveria distribuir absorventes femininos. Esse mesmo estudo, produzido pelo portal Trocando Fraldas, especializado em saúde da mulher, mostra que as acreanas estão entre as que mais consideram que menstruação impacta negativamente a participação social.

Nesse contexto, o Acre ocupa o sexto lugar no ranking de Estados com maior número de mulheres que tem essa percepção.

No fim do ano passado, uma movimentação oficial promete ao menos reduzir a pobreza menstrual, um fenômeno que faz com que muitas jovens deixem de ir à escola ou ao trabalho por falta de absovente. Em dezembro, os deputados do Acre aprovaram projeto de lei de autoria de Chico Viga (Podemos) determinando a distribuição de absorventes femininos nas escolas públicas do Estado.

Chico Viga lembrou que o projeto visava “corrigir o retrocesso alcançado, referente a dignidade e o desenvolvimento sadio e harmonioso da criança e do adolescente, bem como homologar uma nova era, onde o respeito e os valores inerentes à pessoa humana sejam integralmente resguardados”.

“A população brasileira sofre com a pobreza extrema que aumenta cada vez mais, atingindo, inclusive, a higiene íntima. Neste sentido, os absorventes íntimos não são objetos supérfluos e sim de necessidade básica. Trata-se, portanto, de uma questão de proteção e higiene, além de evitar situações de constrangimento e vexame”, disse.

No Acre, os dados são do relatório de pobreza menstrual divulgado pelo Fundo de População das Nações Unidas mostram que 5,74% das estudantes, não dispõem de condições mínimas para cuidados com higiene pessoal.

“Trata-se de uma lei de fundamental importância para os nossos estudantes, trazendo dignidade aos que vivem em situação de vulnerabilidade, resguardando direitos, evitando constrangimentos, ausências e até o abandono escolar”, destacou o governador Gladson Cameli, ao sancionar a lei.

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