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Previsão de seca severa pode levar comunidades de Rio Branco a abastecimento com pipa

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Ao menos doze comunidades rurais e bairros não atendidos pela rede de água em Rio branco devem ser atendidos por caminhão-pipa pelo Saerb e Depasa neste verão.

A previsão é de uma seca severa na capital. Para enfrentar o fenômeno, a prefeitura anunciou nesta sexta-feira (23) a Operação Estiagem.

“Nós, da Defesa Civil e da Safra, vamos cuidar do abastecimento nas comunidades rurais já mapeadas, enquanto o Depasa fará o atendimento com carro-pipa na área urbana onde não existe rede de abastecimento”, explicou o Major Falcão, coordenador da Defesa Civil de Rio Branco.

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Guida Aquino lamenta falta de apoio de Bittar para construção do Hospital Universitário

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Em audiência pública on-line na Câmara de Vereadores de Rio Branco nesta sexta-feira, 24, a reitora da Universidade Federal do Acre (Ufac), Guida Aquino, pediu mais apoio e sensibilidade da bancada federal em relação à construção do Hospital Universitário (HU).

A audiência foi a pedido da vereadora, Michelle Melo (PDT) e contou com a presença do ex-reitor da instituição, Minoru Kinpara, Guilherme Pulici, do Sindicato dos Médicos, do vice-reitor da Ufac, Josimar Batista, dentre outros.

Em sua fala, Guida disse que esperava apoio do senador Márcio Bittar, já que é atualmente o relator do Orçamento Geral da União (OGU). Ela lembrou que o último Hospital Universitário do Brasil construído no Amapá só ocorreu, após o senador daquele Estado ter alcançado o status de relator do Orçamento Geral da União.

“O projeto do HU está pronto para ser licitado e o que a gente precisa é de apoio político. O Hospital Universitário do Amapá que foi o último a ser construído foi justamente quando o senador da república que representa aquele Estado foi o relator do orçamento e que colocou R$ 100 milhões em um ano e R$ 100 milhões no outro para a construção do hospital”, afirmou.

“Nós tivemos um senador [Márcio Bittar] que foi relator do orçamento e a gente tinha muita esperança que esse primeiro montante [inicial] para o HU poderia já ter sido disponibilizado, mas a gente vai continuar nessa luta, o governador está abraçando essa causa e a gente espera que, de fato, a gente possa conseguir já primeira parte desses recursos. A gente espera que todos os parlamentares abracem essa causa, principalmente, àqueles que podem alocar recursos. Esperamos que ocorra essa sensibilidade”, acrescentou.

O Hospital Universitário da Ufac se encontra pronto para a fase de licitação, no entanto, ainda não existe previsão de recursos do Governo Federal e nem da bancada federal para a iniciação das obras.

Caso construído, o HU oferecia cerca de 280 leitos comuns e 40 em unidades de terapia intensiva, sendo 60 consultórios médicos e 11 salas para centro cirúrgico. Quando finalizado, a capacidade será de 245 mil consultas ambulatoriais por ano e nove mil cirurgias anuais.

O espaço trabalharia atendimentos em regime ambulatorial, de internação, apoio ao diagnóstico e terapia, apoio técnico, desenvolvimento de recursos humanos e pesquisa, gestão e execução administrativa e apoio logístico.

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Três são condenados a mais de 100 anos de prisão por matar e decapitar homem no Acre

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José Maria de Souza Lima, vítima de homicídio em 19 de abril de 2018

Eduardo da Silva Lima, Paulo Sérgio da Silva Rocha e José Vandisson, foram condenados nesta sexta-feira, 24, pelo Tribunal do Júri de Cruzeiro do Sul, a 103 anos de prisão pelo homicídio de José Maria de Souza Lima, ocorrido em 19 de abril de 2018.

Além de vários tiros e facadas, os homens decapitaram a vítima e a colocaram no medidor de energia de uma casa no bairro Telégrafo.

Cinco pessoas participaram do assassinato, sendo que dois menores já foram julgados pela Vara da Infância.

O crime

O corpo de José foi achado dentro da casa dele na comunidade Olivença. A polícia fez buscas no local tentando achar a cabeça de Lima, o que só aconteceu no dia seguinte, no bairro do Telégrafo.

Os vizinhos da vítima disseram à polícia que na hora do crime ouviram os disparos e os suspeitos gritando o nome de uma facção.

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Com emenda parlamentar de mais de R$ 120 milhões, Santa Casa será ampliada e reformada

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Na noite desta quinta-feira, 23, foi realizada com a presença de diversas autoridades públicas uma solenidade que marca oficialmente o lançamento da pedra fundamental que visa a modernização da Santa Casa da Amazônia, oriundo de uma emenda parlamentar do senador da República, Márcio Bittar (MDB), orçada em R$ 126 milhões.

De acordo com o presidente da Santa Casa de Misericórdia no Acre, José Alexsandro, o ato solene marca o início das obras, reforma, ampliação e aquisição de equipamentos hospitalares para a instituição filantrópica que foi fundada em 1924. Segundo Alex, a expectativa é que seja recebido o valor destinado para a execução da obra, que deve ser entregue em até dois anos com expectativa de se iniciar no fim deste ano. “Os atendimentos só vão ocorrer via SUS e será um marco na história da Santa Casa no Estado do Acre, onde a população será atendida em todas as áreas, inclusive, na área de oncologia, onde vamos ajudar as pessoas, que poderão realizar tratamento do câncer no estado sem precisar ir para fora”, declarou.

Márcio Bittar, senador e relator do orçamento da União, contou que se sente feliz com a parceria com a administração do hospital. “Como relator do orçamento, destinar recursos para a compra de equipamentos hospitalares deverá beneficiar milhares de acreanos”, comentou.

Na oportunidade, foi celebrado um convênio educacional da Santa Casa da Amazônia com o Centro Universitário Uninorte. O sócio proprietário da universidade, Ricardo Leite, disse que a parceria é uma honra à instituição que atua no Acre há mais de duas décadas. “Já firmamos diversas parcerias, inclusive com o governo. Para a gente é uma alegria participar do lançamento da pedra fundamental da nova Santa Casa da Amazônia. Aceitamos o convite e vamos firmar parceria que visa melhorar a formação dos acadêmicos”, ressaltou.

Representando o governo do Estado, o vice-governador Wherles Rocha (PSL), disse que o lançamento da pedra fundamental é um passo para o avanço da saúde na região. “Durante muitos anos a Santa Casa passou por uma situação difícil na área da saúde, mas graça a visão do Alex nós não perdemos esse espaço. Após a construção, ela vai oferecer ao povo acreano um tratamento de qualidade para as pessoas”, argumentou.

A comissão do projeto foi coordenada pelo médico Eduardo Veloso, que na oportunidade enfatizou que a obra marca a mudança nos rumos da medicina no Acre. “A Santa Casa vai passar para um novo patamar. Já temos um aporte financeiro do senador Márcio Bittar”.

O também senador da República, Sérgio Petecão (PSD), fez elogios ao trabalho realizado pelo administrador do hospital, José Alexsandro. Para Petecão a reforma vai beneficiar diretamente a população do estado. “Quem ganha é o povo. Espero que com a reforma, o trabalho seja muito melhor do que já vem sendo prestado”, destacou.

Participaram do ato, o eminente Maçom cruzeirense Osmir D’Albuquerque Lima Filho, o prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim (MDB), Márcia Bittar, propensa pré-candidata ao senado da República, a deputada estadual Meire Serafim (MDB), médicos que atuam no hospital, funcionários, representantes de comunidades indígenas e demais autoridades.

Fotos: Sérgio Vale/ac24horas.com

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Ex-presidente de Sindicato de Xapuri é preso após confundir policiais com assaltantes

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O seringueiro Francisco de Assis Monteiro de Oliveira, de 62 anos, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xapuri até a semana passada, foi preso na noite desta quarta-feira (22) após fugir de uma abordagem feita por policiais do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) nas proximidades de sua colocação, localizada no Projeto de Assentamento Equador.

De acordo com informações prestadas pela família do sindicalista ao ac24horas, Assis Monteiro, como é mais conhecido, entrava na mata nas imediações de onde mora, portando uma espingarda, para caçar, junto com a sua esposa, quando foi abordado por um homem de arma em punho. Tratava-se de uma operação que o Gefron fazia na região.

A família alega que Monteiro confundiu os policiais com possíveis assaltantes, uma vez que o agente de segurança que o abordou estaria à paisana, assim como o carro em que ele estava seria descaracterizado, o que fez com ele ficasse bastante assustado e tomasse a decisão de voltar para o seu carro, que estava perto dali, e fugir em direção à sua residência.

Na fuga, Assis teve o carro alvejado por alguns disparos que atingiram a lataria e um dos pneus. Depois disso, ele largou o carro já próximo de sua propriedade, fazendo o restante do trajeto a pé. De casa, ele acionou a Polícia Militar de Xapuri, que enviou uma guarnição ao local. Depois de se informar da situação com o Gefron, a PM o conduziu à delegacia da cidade.

Procurado pela reportagem na manhã desta quinta-feira (23), o delegado titular de Xapuri, Gustavo Neves, informou que ainda não havia ouvido Assis Monteiro a respeito dos fatos. De acordo com ele, o motivo da prisão foi uma munição de espingarda encontrada no interior do veículo pelo Gefron para a qual o seringueiro não tem licença de uso.

O delegado também informou que ouviria Francisco de Assis ainda na manhã desta quinta-feira e que arbitraria a fiança para que ele pudesse ser liberado. Ele deverá responder pelo crime de posse de munição, previsto no artigo 12 da Lei nº 10.826 de 22 de Dezembro de 2003. A espingarda que ele estaria usando ainda não havia sido localizada.

O Estatuto do Desarmamento criminaliza o ato de possuir ou manter sob sua guarda arma de fogo, acessório ou munição, de uso permitido, em desacordo com determinação legal ou regulamentar, no interior de sua residência ou dependência desta, ou, ainda no seu local de trabalho, desde que seja o titular ou o responsável legal do estabelecimento ou empresa.

Discípulo de Chico Mendes, Francisco de Assis Monteiro de Oliveira foi uma figura importante da história do líder sindical mais famoso do Brasil a ponto de ser considerado pelo jornalista Zuenir Ventura, em seu livro-reportagem “Chico Mendes: Crime e Castigo” como o herdeiro mais autêntico da obra do ambientalista assassinado em Xapuri em dezembro de 1988.

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