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Volante Sergio Busquets, da Espanha, revela que essa será sua última participação na Eurocopa

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Uma atuação de gala antes de um comunicado importante para a carreira. Durante os 90 minutos, a Espanha não teve muita dificuldade para golear a Eslováquia, na última rodada da fase de grupos da Eurocopa.

Com o placar de 5 a 0, a equipe encerrou a primeira fase da competição na segunda posição da Chave E, com cinco pontos somados. Na estreia, a Espanha não saiu do 0 a 0 com a Suécia e empatou com a Polônia, na rodada seguinte. Portanto, o time se despede da fase de grupos com 55,6% de aproveitamento.

Falando em despedidas, o volante Sergio Busquets foi considerado o melhor jogador em campo pela comissão técnica da Uefa. Ele acabou perdendo os dois primeiros jogos de sua seleção, mas retornou de maneira memorável. Em entrevista após o jogo, ele afirmou que sentia muita vontade de estar com o grupo para iniciar a disputa de mais uma edição da Euro, a sua última.

“Tinha muita vontade de estar aqui com o grupo, que é fantástico, e de disputar mais uma Eurocopa, que com certeza vai ser a minha última. Amo representar o meu país”, afirmou o jogador espanhol.

Além disso, Busquets pontuou que espera que esse seja o caminho para a Espanha, adquirindo confiança partida após partida. Ele garantiu ainda que está ciente das dificuldades nas próximas etapas, só que está bastante otimista.

O placar poderia ter sido até mais elástico, se Álvaro Morata não tivesse perdido uma penalidade, aos 10 minutos do primeiro tempo. A cobrança de Morata não fez falta no final do jogo, mas acendeu um sinal de alerta. Afinal, esse é o quinto pênalti consecutivo que a Espanha não manda para as redes adversárias.

De acordo com o volante espanhol, essa questão não chega a afligir o time porque o “futebol tem disso”. Por fim, Busquets ressaltou que a goleada veio acompanhada de um desempenho bom da sua seleção, algo que “dá muita confiança para o que vamos enfrentar pela frente”.

Com a chegada das fases eliminatórias, a Eurocopa promete mais emoção, confrontos incríveis e muitos gols! Ou seja, a oportunidade ideal para que o fã de futebol possa se envolver totalmente com os jogos dos suas seleções favoritas ao acessar as casas de apostas, como a Pinnacle, para deixar os seus palpites.

Por isso, a Pinnacle anunciou diversas novidades a fim de fornecer ainda mais diversão aos seus usuários ao longo do torneio de seleções europeias, como noticiou o portal iGaming Brazil: “Pinnacle apresenta previsões e novos mercados para Eurocopa e Copa América”.

 

Notícias

Quando os números mostram o que você vê, fica mais fácil.

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As pesquisas eleitorais tem servido para tudo ao longo do tempo, inclusive, embora raramente, para retratar a verdade, posto que na maioria das vezes, é utilizada por quem as paga para impulsionar algumas candidaturas e desestimular outras. Já falamos disso e não é segredo pra ninguém que há muita manipulação por aí, algumas delas tão flagrantes que desmoralizam os institutos, como aconteceu com um famoso que teve até que mudar de nome, como um criminoso que arranja uma alcunha para continuar delinquindo.

Quando as pesquisas são manipuladas elas se tornam uma espécie de amparo da mentira, funciona para dar racionalidade a teses infundadas. O corre que, como toda mentira, ela só vige se for dotada de algo que remonta aos filósofos sofistas da antiguidade, ou seja, é rigorosamente necessário que haja verossimilhança com os fatos reais. É condição básica. Se não tiver isto, perde credibilidade e seus objetivos não são alcançados. A verossimilhança é a alma da verdade, embora muitas vezes seja utilizada pela mentira.

É o que presenciamos atualmente com determinadas pesquisas vinculadas a certo grupo de jornais e TV’s. Sai uma pesquisa tal e, em cima dos números manipulados sob a capa protetora da “metodologia empregada”, os resultados são propagados maximamente, dando a impressão de que são reais. No caso presente, o ex-presidiário petista Lula da Silva já estaria eleito no primeiro turno. Quem disse? As TV’s e jornais. Com base em quê? Nas pesquisas que eles mesmos pagaram. 

E a verossimilhança? Bem, aí é que está o imbróglio. Se não houvesse campanha e livre manifestação popular, se vivêssemos em algum país socialista nos quais elas são proibidas, jamais saberíamos, teríamos que comer no prato da mídia oficial (ou oficialesca, dá no mesmo). Ocorre que apesar dos “iluministros”, somos livres e é aí que a verossimilhança da notícia vai pro espaço. As noticia-pesquisas não batem com as ruas, com as manifestações, com os ajuntamentos populares, com a realidade socioeconômica brasileira. Ainda que tentem, com ajuda da justiça, impedir que sejam propagadas, as imagens do Brasil são claríssimas, inegáveis. As ruas estão com Bolsonaro e todos os dias o demonstram, detonando as pesquisas e, com elas, a mentira propagada à larga. Enquanto isso, o ex-presidiário faz campanha em ambientes controlados.

Nesta sexta-feira, 23 de setembro, saiu (quadro acima) uma nova pesquisa da Brasmarket, instituto desvinculado da velha mídia, que rotineiramente faz avaliações para uma associação de supermercados. Os resultados são diametralmente opostos aos que vemos nos jornais e TV’s. À primeira vista, o sujeito que não desgruda da TV poderia dizer que são tendenciosos. Como podem ser mais verdadeiros do que William Bonner? É aí que surge, vigorosa, dona da verdade, vossa excelência a verossimilhança.

Os dados da Brasmarket são a cara das ruas. Cabe ao cidadão escolher em que acredita, se nos seus olhos – manifestações nas ruas, ou no William Bonner. Com quem está a verossimilhança? Quem parece estar falando a verdade? Que dados guardam coerência com a realidade observada?

Segundo os dados do quadro acima, na comparação com a pesquisa anterior da Brasmaket, Bolsonaro aumentou a popularidade junto ao eleitorado, (antes era de 43,5%). Já Lula, que antes tinha 30,5% das intenções, também aumentou menos de um ponto percentual. Ciro Gomes e Simone Tebet apresentaram uma redução, dado que antes somavam 7,6% e 4,6%, respectivamente. 

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número de identificação “BR-00580/2022”. Ao todo, foram ouvidas 2.400 pessoas por meio de entrevistas telefônicas, com aplicação de questionários estruturados e padronizados junto a amostra representativa da população pesquisada.

Resumo: Bolsonaro cresceu um pouco, Lula cresceu um pouco e os outros dois perderam um pouco, o que ratifica a polarização evidente nas ruas. Mais. Com esses números, considerando-se apenas os votos úteis, Bolsonaro em ascendência pode ganhar no primeiro turno, o que, aliás, explica o desespero verificado nos últimos dias quando o PT recorre aos “artistas” e aos próprios adversários (Ciro e Simone) em campanha pelo voto útil. Também dá razão ao Presidente que vem afirmando como certa a vitória no primeiro turno. Enfim, os dados parecem retratar os fatos.

Resta saber se, coerentemente com as ruas e pesquisas como esta, os resultados do botãozinho do TSE acenderá a vitória de Bolonaro ou, se, por algum motivo alheio a quem não manja de tecnologia da informação e, menos ainda de computadores monstruosos, o ex-presidiário será ungido em obediência ao consórcio midiático progressista e William Bonner sabe mais que o povo. A ver em 02 de outubro.

Valterlucio Bessa Campelo escreve às sextas-feiras no site ac24horas e, eventualmente, no seu BLOG, no site Liberais e Conservadores do Puggina, na revista Navegos e outros sites.

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Acre

Marcia Bittar diz que deverá trabalhar pelo agronegócio

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A candidata ao Senado Federal Márcia Bittar (PL), retomou as agendas e participou nesta sexta-feira, 23, de uma caminhada na entrada do bairro Tancredo Neves, onde conversou com comerciantes e populares.

Após a caminhada, a candidata marcou presença em uma grande reunião no Palácio do Comércio, promovida pelo empresário Henrique Afonso, candidato a deputado estadual.

Durante a sua fala, Henrique Afonso falou sobre a necessidade de políticas que visem o avanço e o crescimento econômico do Estado, pauta apoiada por Marcia, que vê no agronegócio um dos pilares para esse desenvolvimento. “A gente precisa avançar muito nesse Estado e um dos avanços é justamente o desenvolvimento econômico. Eu sou um senhor de 60 anos vendo os mesmos discursos, já estou de cabelo branco e nunca mudaram. A gente precisa sair da inércia. Conheço Márcia a mais de 30 anos nas lutas e precisamos eleger políticos comprometidos com o desenvolvimento. Temos todas as condições, nós temos que plantar a semente”, disse Henrique.

Bittar contou que deverá focar no desenvolvimento econômico do Acre. “Nós estamos chegando na reta final, eu andei muito no Estado inteiro e não arredo o pé, nós temos que tomar um lado, estou do lado do desenvolvimento, do agronegócio, da família e da tradição cristã do nosso Brasil, não podemos permitir a volta de ideias políticas e econômicas tão nefastas como a florestania, que atenta contra tudo que nós defendemos”, declarou Márcia.

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Destaque 6

Em eleição na CNC, Leandro Domingos compõe chapa vencedora

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O presidente do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac/AC, Leandro Domingos, foi reeleito na manhã desta quinta-feira, 22, vice-presidente Financeiro da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Domingos fez parte da chapa do empresário amazonense José Roberto Tadros, também reeleito como presidente da CNC. O mandato segue até novembro de 2026, e Tadros foi candidato em chapa única, construída em consenso dentro da unidade. O vice-presidente do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac/AC e diretor superintendente do Sebrae no Acre, Marcos Lameira, também assumiu cargo na Diretoria da CNC.

José Roberto Tadros, 76 anos, é presidente licenciado da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Amazonas (Fecomércio-AM) e preside o Conselho Deliberativo Nacional do Sebrae. Ele renova o mandato na CNC, iniciado em 2018, e será reconduzido ao cargo no mesmo dia que a nova Diretoria tomará posse, em 19 de novembro.

Já Leandro Domingos Teixeira Pinto é formado em Economia e Direito, e é o atual presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Acre (Fecomércio/AC), das administrações regionais do Sesc e do Senac e do Conselho de Representantes da Fecomércio. Iniciou suas atividades empresariais em 1979. Eleito com a atual Diretoria da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), foi nomeado para a vice-presidência Financeira da entidade.

A gestão da Diretoria liderada por Tadros tem sido marcada pela modernização administrativa da Confederação, pelo fortalecimento da unidade do Sistema Comércio, pela valorização do trabalho do Sesc e do Senac e por uma intensa atuação na representação e defesa dos empresários do comércio de bens, serviços e turismo.

“Esta casa é uma casa de líderes, não de um líder só. Agradeço a todos pela confiança na renovação do mandato. Tivemos quatro anos muito difíceis, dois deles de pandemia que ceifou a vida de mais de 600 mil pessoas e trouxe um grande baque para a economia. Superamos grandes desafios e avançamos. Agora, vamos unidos e mais fortes para mais quatro anos de realizações”, afirmou José Roberto Tadros, após a proclamação do resultado.

Mais sobre a CNC

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), fundada em 4 de setembro de 1945, é a entidade sindical que representa 5 milhões de empresas do comércio de bens, serviços e turismo, setores que, juntos, respondem por cerca de 1/4 do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e geram aproximadamente 25 milhões de empregos diretos e formais.

A CNC trabalha de forma integrada com 34 Federações (27 estaduais e 7 nacionais) que agrupam mais de mil sindicatos empresariais. A Confederação administra, também, um dos maiores sistemas de desenvolvimento social do Brasil – o Serviço Social do Comércio (Sesc), com atuação nas áreas de educação, saúde, cultura e lazer; e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), principal agente da educação profissional voltada para o setor do comércio de bens, serviços e turismo.

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Destaque 6

Pesquisa Ipespe: Lula tem 46%; Bolsonaro, 35%

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Pesquisa XP/Ipespe para as eleições presidenciais de 2022, divulgada nesta sexta-feira (23), traz o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente, com 46% das intenções de voto no primeiro turno, seguido pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), com 35%. O primeiro turno das eleições está marcado para 2 de outubro.

Depois aparecem Ciro Gomes (PDT), com 7%, e Simone Tebet (MDB), com 4%. Em seguida, Soraya Thronicke (União Brasil), com 1%.

Em relação à pesquisa anterior, divulgada em 31 de agosto, Lula subiu três pontos percentuais, acima de margem de erro, indo de 43% para 46%. Bolsonaro manteve 35%. Ciro e Tebet oscilaram para baixo; o pedetista, de 9% para 7%, e a emedebista, de 5% para 4%.

Na pesquisa divulgada nesta sexta, Vera Lúcia (PSTU), José Maria Eymael (DC), Felipe D’Avila (Novo), Padre Kelmon (PTB) e Sofia Manzano (PCB) não pontuaram. Leonardo Péricles (UP) não foi citado por nenhum entrevistado.

Os que dizem que irão votar em branco, anular, não votarão em nenhum candidato ou não vão votar somam 5%. Os que não souberam ou preferiram não responder são 2%.

Foram entrevistadas 2.000 pessoas por telefone entre os dias 19 e 21 de setembro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais. O levantamento tem 95,5% de confiança.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08425/2022.

Veja abaixo os resultados.

Primeiro turno

Intenção de voto estimulada para presidente

  • Lula (PT) — 46%
  • Jair Bolsonaro (PL) — 35%
  • Ciro Gomes (PDT) — 7%
  • Simone Tebet (MDB) — 4%
  • Soraya Thronicke (União Brasil) — 1%
  • Felipe D’Avila (Novo) — 0%
  • Vera Lúcia (PSTU) — 0%
  • José Maria Eymael (DC) — 0%
  • Padre Kelmon (PTB) – 0%
  • Sofia Manzano (PCB) — 0%
  • Léo Péricles (UP) — 0
  • Branco/Nulo/Não vai votar – 5%
  • Não sabe/Não respondeu – 2%

Segundo turno

O levantamento também simulou cinco cenários de segundo turno.

Intenção de voto estimulada para presidente

Cenário 1

  • Lula (PT) — 54%
  • Jair Bolsonaro (PL) — 37%
  • Branco/Nulo/Nenhum/ Não sabe/Não respondeu — 9%

Cenário 2

  • Lula (PT) — 51%
  • Ciro Gomes — 30%
  • Branco/Nulo/Nenhum/ Não sabe/Não respondeu — 20%

Cenário 3

  • Lula (PT) — 53%
  • Simone Tebet — 25%
  • Branco/Nulo/Nenhum/ Não sabe/Não respondeu — 23%

Cenário 4

  • Ciro Gomes (PDT) — 47%
  • Jair Bolsonaro (PL) — 43%
  • Branco/Nulo/Nenhum/ Não sabe/Não respondeu — 10%

Cenário 5

  • Jair Bolsonaro (PL) — 43%
  • Simone Tebet — 42%
  • Branco/Nulo/Nenhum/ Não sabe/Não respondeu — 15%
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