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Palácio Rio Branco é tomado por velas em homenagem às vítimas da Covid-19

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Começou por volta das 17 horas desta segunda-feira, 21, o ato que reuniu diversas entidades religiosas em frente ao Palácio Rio Branco, numa homenagem às mais de 500 mil pessoas que faleceram vítimas da Covid-19 desde o início da pandemia, há mais de um ano.

Antes de dar início à oração, padre Massimo Lombardi, representante da Igreja Católica e do Instituto Ecumênico do Acre, mencionou a presença de poucas pessoas no local, uma vez que ele havia feito o convite a um grande número de instituições. “Não tem uma multidão de igrejas como eu imaginava, mas de qualquer maneira estamos aqui”, apontou.

Foto: Sérgio Vale/ac24horas.com

O padre garantiu que, de sua parte, o movimento não se trata de um ato político, mas estritamente religioso. “Quero nos solidarizar com os mortos, com as famílias que perderam pessoas queridas. Aceitei esse convite para levar una palavra de conforto. Deixamos a análise da realidade e responsabilidade de quem possa ter causado tantas mortes para outras pessoas”, argumentou ao ac24horas, antes de fazer as considerações iniciais do ato.

Foto: Sérgio Vale/ac24horas.com

Participaram moradores que perderam amigos ou familiares para a doença e membros de igrejas, religiões de matrizes africanas, entidade espírita, políticos, entre outras. Quinhentas velas foram acendidas em memória das vítimas da pandemia.

Todas as denominações religiosas foram convidadas a estarem presente na homenagem, que acendeu 500 velas na frente do Palácio. “O Brasil tem um grande pluralismo religioso. Todos têm que sentir solidariedade com as mortes que aconteceram

Foto: Sérgio Vale/ac24horas.com

Pastor Emanuel, da Igreja Boas Novas, comentou o índice preocupante da doença no Acre e no país em geral e aproveitou para dizer que a ciência tem dado a sua contribuição. “A igreja se solidariza com todos os acreanos que perderam seus entes queridos por conta da ignorância pessoas que ainda não compreendem o risco da pandemia”.

Foto: Sérgio Vale/ac24horas.com

Em nome do Portal Francisco Cândido Xavier, a representante levantou a bandeira pela dor dos que ainda sentem a perda diante das vidas que se foram. O deputado estadual Jenilson Lopes também foi um dos que falaram ao microfone.

“Esse ato é fundamental para que essas 500 mil pessoas que saíram de perto de nós não se tornem só um número”, disse aos presentes.

Fotos: Sérgio Vale/ac24horas.com (proibida a reprodução)

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Cotidiano

Ciro Nogueira aceita convite de Bolsonaro e será o novo ministro da Casa Civil

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O senador Ciro Nogueira (PP-PI) aceitou oficialmente o convite do presidente Jair Bolsonaro e será o novo ministro da Casa Civil.

Ciro confirmou a informação após se reunir com Bolsonaro no Palácio do Planalto. O próprio presidente já havia antecipado, na semana passada, que o senador iria para a Casa Civil.

“Acabo de aceitar o honroso convite para assumir a chefia da Casa Civil, feito pelo presidente. Peço a proteção de Deus para cumprir esse desafio da melhor forma que eu puder, com empenho e dedicação em busca do equilíbrio e dos avanços de que nosso país necessita”, escreveu Nogueira em uma rede social.

Nogueira é presidente do PP e membro do grupo conhecido no Congresso como Centrão.

A ida dele para a Casa Civil é uma estratégia de Bolsonaro de se fortalecer politicamente. O presidente tenta estreitar seus laços com o grupo, fundamental para o governo ganhar votações no Congresso, e também busca melhorar a relação do governo com o Senado, onde a CPI da Covid tem gerado desgastes para o Palácio do Planalto.

A Casa Civil é um dos mais importantes ministérios da Esplanada e, além de auxiliar na articulação política junto ao Congresso, atua na coordenação de ações do governo com outras pastas.

O ministro da Casa Civil compõe, junto com o ministro da Economia, a Junta de Execução Orçamentária, responsável por definir questões do Orçamento como: remanejamento de verbas entre os ministérios, créditos suplementares e bloqueios e desbloqueios de verba.

Perfil

O parlamentar piauiense de 52 anos de idade circula pelos corredores do Congresso desde 1995, quando tomou posse como deputado federal, aos 26 anos. Ele é considerado em Brasília um “político profissional”.

Após quatro mandatos na Câmara e em meio ao segundo mandato como senador, Ciro assumirá pela primeira vez um cargo no Executivo.

Filho e neto de políticos, o empresário piauiense é formado em direito e, nas últimas eleições, declarou à Justiça Eleitoral ter R$ 23,3 milhões em bens.

Ciro Nogueira, que apoiou governos petistas e o do ex-presidente Michel Temer (MDB), aproximou-se de Jair Bolsonaro em meados de 2020. Desde então, passou a fazer parte da comitiva do presidente durante viagens ao Nordeste para inauguração de obras e se tornou um dos principais defensores de Bolsonaro no Congresso.

Minirreforma ministerial

A ida de Nogueira para a Casa Civil faz parte de uma minirreforma ministerial costurada por Bolsonaro.

O atual ministro da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, deve ir para a Secretaria-Geral da Presidência, hoje comandada por Onyx Lorenzoni.

Com isso, Onyx deve ir para o novo Ministério do Trabalho, que será recriado. Até então, no governo Bolsonaro, o Trabalho ficava sob a responsabilidade do Ministério da Economia.

Os novos postos de Ramos e Onyx ainda não foram confirmados oficialmente.

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Cotidiano

“Eu não tenho preço”, diz Petecão sobre possível proposta para retirar sua candidatura

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Quem ainda tinha esperança numa reaproximação entre o governador Gladson Cameli e o senador Sérgio Petecão (PSD), acaba de perdê-la após entrevista concedida na manhã desta terça-feira, 27, pelo senador  Sérgio Petecão. O parlamentar declarou que sua candidatura ao governo é inegociável.

Na entrevista, Petecão descartou retirar a sua pré-candidatura em troca de cargos na estrutura do governo. “Esse pessoal que rodeia o Gladson, eu não estou dizendo que é o Gladson, mas que diz o Petecão, na hora certa o Gladson compra ele, eu digo que: eu não tenho preço. Se o Gladson me der o governo dele todinho e todas as secretarias e falar: ‘Petecão, tá aqui’, eu não tenho preço e eu sou pré-candidato a governador. Eu deixo isso muito claro porque eles planteiam isso [retirada de candidatura]. Eu não tenho preço e nem estou preocupado com a secretaria”, ressaltou.

Em outro trecho, o senador disparou críticas em relação à postura de Cameli e as suas frases, por exemplo, como “Eu determino”, frase bordão do Chefe do Poder Executivo.

“O governo é dele e ele bota e tira quem quiser, ‘a caneta é minha’ ‘eu determino’. Pelo amor de Deus, me dá uma tristeza tão grande quando vejo esse vocabulário, principalmente, com as pessoas humildes que foram às ruas e que hoje estão passando dificuldades, mas é da política. Eu não guardo mágoa e nem rancor. Agora, essa história de conversar não existe. O Petecão é pré-candidato ao Governo do Estado”, declarou.

Por fim, Petecão criticou Cameli por ter perdido uma grande oportunidade de dialogar com os ex-governadores para discutir alternativas para o Acre nesse período de pós-pandemia.

“Não só o Acre, o país passa por um momento difícil, mas eu acho que o mínimo que tem que ser feito é discutir alternativas. Na minha humilde opinião, eu acho que o Gladson perde uma grande oportunidade de tá dialogando, e chamar os ex-governadores para conversar e saber a opinião deles pra sair dessa situação. Eu acho que é a hora, agora tem que ter humildade e humildade isso não compra e nem acha, isso é do caráter da pessoa”, salientou.

 

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Cotidiano

Autorizado concurso público com 375 vagas na Controladoria Geral da União

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A autorização do novo concurso para a Controladoria Geral da União (concurso CGU) está publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (27).

São 375 vagas, sendo 300 de auditor federal de finanças e controle, para nível superior, e 75 de técnico federal de finanças e controle, de nível intermediário. Os detalhes serão publicados em breve no edital.

A portaria 8949, que autoriza o certame, diz que a responsabilidade pela realização do concurso será da Controladoria-Geral da União, a quem caberá editar as respectivas normas, mediante a publicação de editais, portarias ou outros atos administrativos necessários, de acordo com as disposições.

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Cotidiano

Inscrições para o segundo semestre de 2021 do Sisu começam dia 3 de agosto

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O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) referente ao segundo semestre de 2021 terá as inscrições abertas no próximo dia 3 de agosto.

O Sisu é o sistema informatizado do Ministério da Educação (MEC), no qual as instituições públicas de ensino superior oferecem vagas aos candidatos participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

oderá participar do Sisu o estudante que tenha realizado o último Enem e obtido nota na redação maior que zero e que não tenha participado na condição de treineiro. As inscrições para o Sisu devem ser efetuadas exclusivamente pela internet, por meio do endereço eletrônico: http://sisu.mec.gov.br.

Entre os dias 3 e 6 de agosto, o sistema ficará disponível para inscrição dos candidatos.

No momento da inscrição, o candidato poderá escolher até duas opções de curso. Será possível alterar as opções durante o período das inscrições. Os candidatos serão selecionados de acordo com a nota do Enem, dentro do número de vagas em cada curso, por modalidade e concorrência.

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