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Acre se aproxima dos 85 mil contaminados por Covid-19

O Acre confirmou nesta segunda-feira, 21, 69 novos casos de infecção por coronavírus, sendo 32 casos confirmados por exames RT-PCR e 37 por testes rápidos. O número de infectados saltou de 84.849 para 84.918 nas últimas 24 horas.

Segundo a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), por meio do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS), mais 2 notificações de óbitos foram registradas nesta segunda, sendo uma do sexo masculino e outra do sexo feminino fazendo com que o número oficial de mortes por Covid-19 suba para 1.732 em todo o estado.

Até o momento, o Acre registra 228.054 notificações de contaminação pela doença, sendo que 143.109 casos foram descartados e 27 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 79.292 pessoas já receberam alta médica da doença, enquanto 114 pessoas seguem internadas até o fechamento deste boletim.

Óbito do sexo masculino:

Morador de Xapuri, F. A. R., de 66 anos, deu entrada no dia 26 de maio, no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC), vindo a falecer no dia, 20 de junho.

Óbito do sexo feminino:

Moradora de Rio Branco, R. C. T., de 29 anos, deu entrada no dia 6 de junho, no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb) vindo a falecer no dia, 20 de junho.

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CGU não vê irregularidade em preço e prazo, mas MS decide cancelar contrato da Covaxin

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O ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário, disse nesta quinta-feira (29) que a auditoria aberta para apurar eventuais irregularidades no contrato de compra da vacina indiana Covaxin não detectou irregularidades no preço, nem nos prazos processuais do acordo. No entanto, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou que o contrato será cancelado.

O contrato da Covaxin se tornou alvo da CPI da Covid no Senado e do Ministério Público Federal depois que o servidor Luis Ricardo Miranda, do Ministério da Saúde, e o irmão dele, o deputado Luis Miranda (DEM-DF), denunciaram “pressão atípica” dentro da pasta pela aceleração da compra da vacina.

A Polícia Federal investiga se o presidente Jair Bolsonaro cometeu prevaricação no caso. O crime consiste em um agente público atrasar ou deixar de agir de acordo com as obrigações do cargo para “satisfazer interesse ou sentimento pessoal”. O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello presta depoimento a Polícia Federal nesta quinta-feira (29) no inquérito que investiga o presidente.

Rosário informou que a auditoria para apurar as eventuais irregularidades para compra da Covaxin não detectou irregularidades no preço estabelecido que “encontrava-se aderente aos preços da empresa a nível mundial”, nem no prazo dos processos que, segundo ele, apresentaram uma celeridade “dentro do normal”.

“A conclusão do nosso trabalho ao término de tudo o que foi realizado é que o preço da vacina Covaxin encontra-se aderente ao preço praticado pela empresa em suas negociações a nível mundial (US$ 15). A contratação de 20 milhões de doses, em que pese você estar com uma incompletude de informações no processo, ela realmente foi contratada para suprir a incerteza do cumprimento do cronograma”, disse.

“Em relação a celeridade do processo, a celeridade foi dentro do normal inexistindo qualquer tipo de aceleração de etapas ou mesmo de não cumprimento de procedimentos legais”, afirmou.

No entanto, o ministro da Controladoria-Geral da União disse que a investigação preliminar continua em andamento e que ainda apura uma suposta adulteração de uma procuração que autoriza a Precisa Medicamentos a falar em nome da Bharat Biotech. Segundo Rosário, o documento não foi emitido pela empresa indiana.

“O documento denominado procuração que consta do processo e que dá poderes e que foi juntado a esse processo no dia 24 de fevereiro, ele não foi emitido pela empresa indiana, em que pese a existência da assinatura do diretor executivo da empresa no documento. Nós verificamos, buscando todo processo um segundo documento que apresentava as mesmas características que é a declaração de inexistência de fatos impeditivos”, disse.

“Todos esses nos dá certeza que esses dois documentos eles foram confeccionados a partir da colagem de um miolo de imagem de texto em português sob uma moldura de imagem de outro documento digitalizado”, afirmou.

O ministro afirmou ainda que “não reconhece quem fez” a ação e que o documento será alvo de investigações.

“Não temos certeza de quem fez isso, a Bharat Biotech não reconhece nem que fez, nem que autorizou a Precisa a fazê-lo, e isso ainda vai ser alvo de novas investigações”, disse.

Questionado por jornalistas, o ministro disse que pode-se dizer que o documento é “falso”.

“Ela [Bharat Biotech] disse que não emitiu. Então, você tem a assinatura dele, não foi feito por ela, a gente pode dizer que ele é falso”, afirmou.

Rosário informou que o documento passará por perícia feita pela Polícia Federal. O ministro ainda afirmou que possíveis casos de corrupção no negócio são tratados pela investigação preliminar em curso, que ainda não tem prazo para ser concluído.

Ainda, segundo Rosário, o contrato da Covaxin não prevê multa em caso de rescisão. Já o valor que o governo reservou para compra da vacina terá o empenho cancelado. O crédito extraordinário, conforme o ministro, terá de ser utilizado para aquisição de outro imunizante. Em fevereiro, o governo empenhou R$ 1,6 bilhão para a compra da Covaxin, que agora será cancelada.

Contrato cancelado

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que o contrato da Covaxin seria cancelado devido a “perda do objeto”.

“A posição do Ministério da Saúde acerca dos fatos apurados pela CGU será de cancelamento do contrato, todavia, em face da própria lei das licitações, nós temos que notificar a empresa contratada para que ela apresente defesa nos autos, mas o objeto que era a contratação de vacinas ele foi perdido”, disse Queiroga.

O ministro afirmou ainda que a perda do objeto se deu, pois as vacinas não foram entregues no prazo e “sequer houve uma autorização e registro da Anvisa para uso emergencial ou registro definitivo”.

“Primeiro, porque essas vacinas não foram entregues no prazo estabelecido no contrato, segundo porque sequer houve uma autorização e registro da Anvisa para uso emergencial ou registro definitivo dessa vacina, mesmo que a Anvisa tenha ultimamente autorizado a importação, o número de doses que nós poderíamos importar era um número muito pequeno que em nada alteraria o curso do nosso programa nacional de imunização”, disse Queiroga.

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Deracre aplica 80 toneladas de asfalto em Rodrigues Alves

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Da varanda de casa garoto observa equipe do Deracre trabalhando no município. Foto: Dhárcules Pinheiro

Até o próximo sábado, 31, o Departamento de Estradas de Rodagem do Acre (Deracre) deve concluir a recuperação de cinco ruas no perímetro urbano de Rodrigues Alves, onde serão aplicadas 80 toneladas de asfalto.

O serviço vem sendo executado desde a semana passada, e segundo o diretor do departamento no Juruá, Luciano Oliveira, foi autorizado pelo governador Gladson Cameli dentro da programação de aniversário da cidade, que na última quinta-feira comemorou 29 anos de fundação.

Uma das ruas alcançada pelo trabalho foi a Avenida Marechal Rondon, que apresentava vários trechos esburacados, mas agora oferece excelente condições de tráfego.

Em outra frente de serviço, o Deracre vai concluir a construção do canal urbano de Rodrigues Alves. Uma obra não concluída pela gestão anterior, e que, segundo Oliveira, será retomada na próxima semana. O departamento já instalou um contêiner no local onde vai funcionar o canteiro da obra e estima concluir o serviço em 40 dias.

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“Se for provado, sim”, diz Gladson sobre exoneração de Valdete

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O governador Gladson Cameli (Progressistas) afirmou nesta quinta-feira, 29, que a diretora financeira da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Acre (Codisacre), Valdete Souza, que virou alvo de uma investigação da Polícia Civil, após uma funcionária acusá-la de praticar “rachadinha”, deverá ser exonerada do cargo caso seja provado a acusação.

As declarações foram dadas à imprensa após a solenidade de inauguração da nova sede do Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE/AC). “Ah, se for provado sim, com certeza [exoneração de Valdete]. Eu não vou compactuar com essas coisas e que sirva de exemplo pra qualquer um que esteja fazendo isso”, afirmou Gladson Cameli.

Valdete, que já foi presidente do partido PMN, supostamente exigia das pessoas que ela indicou para o cargo comissionado em outras secretarias um valor mensal que deveria ser entregue em espécie em sua casa ou mesmo no gabinete. Segundo a reportagem da TV Gazeta, ela nega as acusações e debitou as denúncias devido ao seu estilo de falar o que pensa e atribuiu o caso a “fogo-amigo”.

O delegado responsável pelas investigações, Pedro Rezende, está com uma lista de pessoas para prestarem depoimentos sobre o caso, um deles é o diretor geral, Marcelo Messias, primo do governador Gladson Cameli (Progressistas). Segundo a denunciante, Marcelo sabia das rachadinhas, mas não fez nada.

No evento do TRE, Cameli isentou o primo Marcelo Messias e afirmou que confia plenamente nele e em sua honestidade. “São situações que eu concordo que é preciso avançar no sentido de resolver essas empresas falidas. Eu não compactuo com o que não é correto, o fato de direito é isso. Vocês sabem que o Estado é muito grande e a responsabilidade é minha, mas temos aí pessoas que não entendem o que deve ser feito. O Marcelo tem toda a minha confiança, sei da sua credibilidade e honestidade e esses casos pontuais nós vamos apurar e determinei que tudo fosse apurado”, destacou Gladson.

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Separada, Nicole Bahls ironiza suposta traição dançando funk

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Ao que tudo indica, a separação de Nicole Bahls e Marcelo Bimbi ainda vai render boas histórias. Após uma suposta traição, a modelo postou nas redes sociais um vídeo em que aparece dançando funk. Para os seguidores, a performance daria entender uma indireta a Bimbi.

“Perfeita”, “maravilhosa”, “diva”, foram alguns adjetivos deixados pelos fãs no campo de comentários da postagem.

LEIA TAMBÉM: >>> Vídeo mostra Marcelo Bimbi com acreana apontada como pivô da separação com Nicole

Ao R7, Nicole disse apenas que deseja tudo de bom para o ex. “Desejo que ele seja feliz , hoje entendo que realmente não era pra mim, que Deus tem algo melhor pra minha vida . Tenho mergulhado no trabalho para não pensar muito na vida pessoal”, declarou ela.

Separação

O fim do casamento de Nicole Bahls e Marcelo Bimbi foi confirmado ao R7 no domingo (25). “Marcelo foi uma marido muito bom para mim durante oito anos, mas no final, acabamos nos afastando. Não tenho nada para dizer sobre ele que não seja coisas boas”, declarou ela.

Na quarta-feira (28), a modelo comentou sobre alguns vídeos que começaram a circular na internet em que o ex-marido aparecia com a consultora de moda Maryllia Gabriela. “Estou triste, mas desejo que ele seja feliz, só isso”, disse a modelo, que preferiu não se estender no assunto.

Naquela data, mais a noite, a mulher apontada como pivô da separação de Nicole e Marcelo se pronunciou sobre a polêmica. “Eu queria dizer que a internet está cheia de ódio, cheia de juízo de valor, cheia de gente que sabe apontar o dedo e dizer o que você fez ou deixou de fazer. Queria dizer para vocês que eu estou com a consciência limpa. Eu sei do meu coração e eu sei da minha verdade”, disse.

“Vocês que estão aí no direct, estão perdendo o tempo de vocês. Aqui, a minha vida vai continuar, vou seguir com meu conteúdo, com seguir com tudo o que eu faço e gratidão para quem está me mandado mensagem de amor”, falou.

Nicole e Marcelo estavam oficialmente casados desde dezembro de 2018. No final de 2019, eles chegaram a dar um tempo na relação, mas reataram logo em seguida.

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