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As mulheres do Senado

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QUE ME LEMBRE, no Acre, será a primeira vez que três mulheres estarão sendo candidatas a um mandato no Senado. Isso é muito bom, porque a um tempo não muito distante, era raro os partidos conseguirem ter mulheres disputando cargos majoritários, como o Senado.

Nem tanto por omissão, mas porque estes espaços eram territórios dominados pelos candidatos homens.  Quem primeiro quebrou este ciclo, se elegendo senadora pelo estado, foi a médica Laélia Alcântara (MDB).  Depois veio a ambientalista Marina Silva (PT). Então, quando se vê a senadora Mailza Gomes (PP), buscando mais um mandato; a deputada federal Vanda Milani (PROS), com a candidatura posta para a única vaga do Senado, e a professora Márcia Bittar (sem partido), entrando no jogo na busca de ser senadora, é para dar um viva às mulheres.

A lembrar que, o eleitorado acreano é majoritariamente feminino. O mais importante de tudo é que, são três mulheres com a qualificação. Com isso, ganha a política e o eleitorado, com mais opção de voto. 

APOIO CERTO

NÃO ARRISCO dizer se a prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem, deixará o PT. Mas arrisco que, para deputado federal não apoiará ninguém do PT, nada mais natural que venha apoiar a Federal, o namorado Israel Milani.

SALDO MÓRBIDO DA “GRIPEZINHA”

O BRASIL já beira as 500 mil mortes pela Covid-19. É o trágico saldo mórbido da “gripezinha,” cantada pelo presidente Bolsonaro. E, há que aplauda o negacionismo.

COLOCAÇÃO LÚCIDA

O DEPUTADO Edvaldo Magalhães (PCdoB) é um político centrado. Considera que o governador Gladson não se encontrou ainda no foco da gestão, mas que acertou ao ficar ao lado da ciência no combate à pandemia, fugindo do negacionismo do Bolsonaro. Magalhães não é radical.

MEU PIRÃO PRIMEIRO

A SECRETÁRIA de Educação, Socorro Neri, conseguiu a  demissão dos antigos ocupantes de cargos de confiança na pasta, e substituiu por nomes da sua gestão na PMRB.

MAIS PRESTIGIADA

A SOCORRO NERI está entre os secretários estaduais com maior prestígio junto ao governador Gladson Cameli.

SEM OPÇÃO DO EQUILÍBRIO

A RECENTE pesquisa do instituto Paraná mostrou Lula e Bolsonaro empatados tecnicamente. E não será outro o cenário da próxima eleição, que terá como protagonistas, os radicais membros das seitas bolsonarista e lulista.

BATEU COM A COLUNA

NA PRIMEIRA reunião dos partidos de esquerda, acontecida esta semana na capital, o PT pôs na mesa do debate, o nome do Jorge Viana de opção ao Senado. Bate com que o BLOG publicou, que não disputará o governo.

VAI FICAR NISSO

O PRINCIPAL apelo que o ex-senador Jorge Viana (PT) tem recebido nas suas andanças e reuniões, é que dispute o governo. Vai ficar nisso, o seu foco mesmo é o Senado.

GRANDE TORCIDA

O EX-SENADOR JORGE VIANA é cauteloso nas declarações, mas não é preciso entender muito de política, para vislumbrar que ele torce para que se confirme as cinco candidaturas postas até aqui ao Senado, dividindo os votos no grupo palaciano, para correr por fora.

OLHAR OTIMISTA

PARA quem acompanha as eleições no Acre há bastante tempo, basta dar uma olhada na chapa do PSL para a Câmara Federal, para ver que não será fácil eleger um deputado. Não há nomes de forte densidade eleitoral.

ELEIÇÃO É ELEIÇÃO

PODE SER que os nomes da chapa do PSL venham a surpreender e obter votação expressiva, e elejam um deputado federal, política nem sempre segue a lógica.

AO PÉ DA LETRA

A CANDIDATA ao Senado, Márcia Bittar, tem seguido ao pé da letra o mantra de que, para cargo majoritário tem que se viabilizar, aglutinar, por isso caiu em campo para buscar aliados. Márcia, terá como certo o PTB-PSL-MDB-REPUBLICANOS, no seu palanque no próximo ano.

PASSAR CHUVA

SEM DISCUTIR a qualificação profissional do Coronel Ulysses Araújo, mas a sua nomeação para Diretor na Secretaria de Segurança, não vai acrescentar nada, pelo pouco tempo que vai ficar. Como candidato a deputado federal, terá de deixar o cargo em abril do próximo ano.

NÃO GOSTOU NEM UM POUCO

POLÍTICO próximo ao governador Gladson Cameli contou que, ele não gostou nem um pouco de não ver ninguém do seu grupo no desenho do comando regional do PP.

FORA O DESENHO

ESPERAVA ver alguém do seu grupo pelo menos na vice-presidência, e acabou vendo o fortalecimento do prefeito Bocalon, que abiscoitou a vice-presidência, e apoiará o senador Sérgio Petecão (PSD), na eleição a governador.

GRUPO FORTALECIDO

O GRUPO que mais se fortaleceu dentro do PP, foi o da senadora Mailza Gomes (PP), que foi guindada novamente à presidência, e com carta branca para 2022.

NOME PALATÁVEL

O QUE SE OBSERVA dentro do PSD, é que o nome do professor Minoru Kinpara é altamente palatável, sem restrições, para ser candidato ao Senado pelo partido.

ASSUNTO PARA 202

MAS, este é um assunto que o senador Sérgio Petecão (PSD) deixou para bater o martelo dentro do seu grupo, nas discussões de 2022. Até lá, o PSD não toca no assunto vice e senador, na chapa do Petecão para governador.

JUSTIÇA DERRUBARIA

O VETO parcial do governador Gladson ao projeto aprovado na ALEAC, para contratar médicos formados no exterior, tem sentido jurídico. Por diversas vezes a justiça federal derrubou contratações de médicos sem CRM.

SERÁ JUDICIALIZADO

O BLOG tem a informação de que, mesmo que o governador Gladson sancione o projeto na parte central, que autoriza a contratação de médicos formados no exterior com passagem em programas do governo federal, ainda assim o CRM vai para a justiça contestar.

DEPENDE DELA

PERGUNTEI ontem a um Cardeal expressivo do MDB, se o partido encamparia a opção da deputada federal Jéssica Sales (MDB), de vice na chapa do governador Gladson Cameli. Resposta pragmática. “Depende dela, se quiser, o partido estará fechado com ela”, pontuou ao BLOG.

PANOS PARA MANGAS

A QUESTÃO da escolha do vice e do candidato a senador   dará muito pano para as mangas ao Gladson, até resolver. Não haverá solução que não passe por nenhum dos postulantes às duas indicações, de não sair magoado.

DISPUTA SEM FAVORITO

A DISPUTA entre o Gladson Cameli e o Sérgio Petecão, para o governo, não tem amplo favorito. Estar no poder, não é decisivo numa candidatura majoritária. O Gladson era oposição e derrotou o Marcus Alexandre, o candidato do governo do PT. A Socorro Neri, apoiada pelo governo, e no cargo de prefeita, não conseguiu novo mandato. Eleição majoritária costuma se decidir na empatia dos candidatos com o povão. E, com um dado: o Gladson e o Petecão, se mexem bem no contato corpo a corpo.

CONTINUA TUCANA

A DEPUTADA FEDERAL Mara Rocha (PSDB) continua filiada ao partido, e nada impede de mais na frente se recompor com a direção nacional, e continuar na sigla. Em política, o impossível de hoje, é o possível amanhã.

DESFALQUE NA LEGENDA

A DEPUTADA Meire Serafim (MDB) causará uma lacuna na legenda do MDB, a se confirmar a saída do partido. Foi a mais votada parlamentar na última eleição à ALEAC.

ANCORADO EM PAU QUE DÁ SOMBRA

O PREFEITO Mazinho Serafim, que deve deixar o MDB e ser candidato a deputado federal pelo PSD, terá o apoio certo de dois prefeitos: Tanízio de Sá (Manuel Urbano), e Tamir de Sá (Santa Rosa). E pode ter ao seu lado, o prefeito Olavinho, de Acrelândia.

FRASE MARCANTE

“O dinheiro só se torna útil quando você se livra dele.” (Evelyn Waugh).

Blog do Crica

A guerra do batom

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DOIS BICUDOS NÃO SE BEIJAM, diz o ditado popular. Dois dos cinco candidatos do grupo do Palácio Rio Branco ao Senado, travam uma guerra surda nos bastidores, com teses antagônicas. 

O grupo da candidata Márcia Bittar (sem partido), composto pelo REPUBLICANOS, PTB, SOLIDARIEDADE, PSC, PDT e PSDB, e sob a orientação do senador Márcio Bittar (sem partido); defende que, o  Gladson anuncie o nome dela ao Senado pela sua chapa, até o fim de dezembro. Diz ter o compromisso do governador de que este fato acontecerá este ano. 

Márcia afirma ser ela a candidata pessoal do presidente Jair Bolsonaro, e que o Gladson sabe deste acordo. Já o grupo que defende a candidatura da senadora Mailza Gomes (PP) é pela tese de que as discussões se estendam até abril, data em que se saberá como se acomodaram os deputados que trocarem de partidos. 

O PP espera abrigar nas suas fileiras cinco novos deputados até esta data. Argumentam seus dirigentes que, por a Mailza já ser senadora, ela é a candidata natural a um novo mandato, e acrescentam o fato do governador ser do seu partido, e ela ter o apoio da direção nacional do PP.

 Esta semana, Mailza esteve com o presidente Bolsonaro de quem afirma ter ouvido comentários de simpatia pela sua candidatura, de agradecimento pela sua lealdade ao projeto do Planalto; chegando a divulgar um vídeo sobre a visita, com a fala do presidente lhe elogiando. Neste fogo cruzado da guerra do batom se encontra o governador Gladson Cameli. 

A lembrar que, também, ainda existem outros três candidatos a senador do seu grupo, os deputados federais Jéssica Sales (MDB), Alan Rick (DEM), e Vanda Milani (PROS). É um nó cego a ser desatado pelo Gladson.

O ABRAÇO DOS AFOGADOS

A PREVISÃO dos dirigentes do PP é ter oito deputados na sua chapa para a ALEAC. Será uma espécie de abraço dos afogados. Desses oito, a tendência é que quatro entrem na eleição com passagem para Manacapuru comprada.

QUESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA

OS DEPUTADOS Cadmiel Bonfim (PSDB) e Luiz Gonzaga (PSDB) devem esperar até abertura da janela para troca de partidos – no fim de março – para ver se os tucanos formarão uma chapa competitiva para a ALEAC. Se não verem cenário para suas reeleições, não ficam no PSDB. Na política, a sobrevivência fala mais alto que a ideologia.

SEM MUITO CAMINHO

O PSDB terá dificuldade de atrair candidatos novos, tendo dois deputados na chapa. Tem duas alternativas: Convencer seus dois parlamentares a saírem do partido para formar uma chapa sem parlamentares; ou então, conseguir que outros deputados se filiem ao PSDB.

QUESTÃO FECHADA

OS DEPUTADOS do PP fecharam questão na defesa da candidatura da senadora Mailza Gomes (PP) ao Senado. Querem empurrar a escolha do candidato a senador na chapa do Gladson para abril, quando já terão filiado cinco novos parlamentares e ficar com mais fichas na mesa.

UNANIMIDADE NA BASE

NÃO HÁ outro caminho ao secretário Alysson Bestene ao não ser o de deixar o PP para se filiar em outro partido. Ficaria antipático um candidato ao governo e seu vice serem da mesma sigla. Além do preferido do Gladson para vice na sua chapa, ele tem unanimidade na base do governo. E tudo caminha no sentido da sua indicação.

VOTA NO CANDIDATO

E, TEM MAIS, a história de que um vice tem de ser um político profissional; ser indicado por um partido, é conversa de trancoso. O eleitor não vota focado no vice, mas no candidato ao governo. O jogo é este.

VICE É COMO MULHER

VICE é como a mulher com quem você vai se casar, se fizer mal escolha será uma união de desavenças. Ninguém pode tirar o direito do Gladson de escolher um vice da sua confiança. Se escolher um medalhão para vice só para agradar meia dúzia de políticos, vai dormir com um porco espinho por quatro anos, caso ele venha a ser reeleito.

NÃO FORMO NESTE TIME

NÃO VOU ENTRAR no time dos que, para serem agradáveis, pregam que a eleição para o governo será decidida em turno único. O senador Sérgio Petecão (PSD), Jenilson Leite (PSB), Mara Rocha (vai para o PL), David Hall (CIDADANIA), Nilson Euclides (PSOL), não vão disputar a eleição com pés e mãos amarrados. É um jogo com todos os sinais de segundo turno.  

ESCUTOU E CALOU

DOIS dos candidatos ao Senado do grupo palaciano já chegaram a buscar entabular conversa, para serem o candidato ao Senado na chapa ao governo do senador Sérgio Petecão (PSD). Petecão escutou e empurrou a decisão para o início do próximo ano, lá para março.

NÃO NECESSARIAMENTE

A CANDIDATA AO SENADO, Márcia Bittar, não necessariamente deve se filiar ao PL, caso seja este o partido escolhido pelo Bolsonaro, para disputar a eleição. Neste caso, a tendência é de se filiar no REPUBLICANOS.

UNIÃO BRASIL

TUDO É MUITO PREMATURO, mas pelas declarações dos que vão comandar nacionalmente o União Brasil, partido que resultará da fusão DEM-PSL, não haverá lugar no novo partido para os bolsonaristas e lulistas, vão de terceira via na disputa da presidência. E, essa posição vai se refletir no estado. Será uma tendência natural em 2022.

APOSTANDO NA DECOLAGEM

O SENADOR Sérgio Petecão (PSD) está apostando na decolagem da candidatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, para a presidência. Pacheco, um político decente, equilibrado, se filiou ao PSD.

ESPERANDO AS PESQUISAS

O GRUPO do deputado federal Alan Rick (DEM) está de olho nas próximas pesquisas, esperando que ele se mantenha como o candidato melhor avaliado do grupo do Gladson. Será seu trunfo para o debate no grupo.  

FRASE MARCANTE

“Para os aliados, as benesses, para a oposição, nenhum copo com água”. Frase do saudoso ex-governador Geraldo Mesquita.

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Blog do Crica

Bestene: “Mailza é a candidata natural”

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O DEPUTADO José Bestene, um dos principais dirigentes do PP, defendeu ontem em conversa com o BLOG de que não deve haver pressa sobre a escolha do nome que disputará o Senado na chapa do governador Gladson Cameli. 

O deputado entende ser este um processo que precisa amadurecer entre os aliados. “Temos que esperar até abril do próximo ano, quando todas as acomodações políticas terão acontecido; se saber para que partido vai o presidente Bolsonaro, para então se falar em candidatura ao Senado, não pode ser um movimento prematuro”, destacou Bestene. 

Para o parlamentar do PP, a senadora Mailza Gomes (PP) é a candidata natural para ocupar a chapa do governador Gladson na vaga para o Senado, porque já está no mandato e tem sido fiel ao projeto do governo. E, segundo ele, ela tem procurado se viabilizar. 

Lembra que o prefeito Tião Bocalom (PP) começou mal nas pesquisas, e acabou eleito. Bestene prevê um PP mais forte ainda a partir de abril de 2022, com uma chapa com vários deputados, que poderá redundar numa eleição de seis a sete parlamentares estaduais. Projeta o PP como o maior partido para a disputa eleitoral do próximo ano.

PESQUISA VAI DEFINIR

PARA os aliados do deputado federal Alan Rick (DEM), o que decidirá quem será o candidato a senador da chapa do União Brasil, partido que surgirá da fusão DEM-PSL, será o resultado de pesquisa eleitoral. Alan é candidato ao Senado. Não se sabe quem presidirá a sigla no Acre.

 NÃO HOUVE IMPOSIÇÃO

 O vice-governador Rocha disse ontem ao BLOG que o seu nome não foi imposto para companheiro de chapa do governador Gladson. “Ele foi quem me convidou, depois de muita indecisão e desgaste, porque as pesquisas apontavam que eu ajudaria na chapa. Eu já estava com tudo encaminhado para disputar a reeleição”, revelou ao BLOG. “Não houve imposição partidária”, acrescentou.

GUINADA NO QUADRO

O QUADRO político atual no estado, não será o mesmo em 2022. Por exemplo, se o Bolsonaro for para o PL; como já é anunciado, encontrará lá a deputada federal Mara Rocha (se filiará ao PL), uma extremista de direita e bolsonarista convicta, como candidata ao governo. Como é que ficará o jogo para governador? Vai rifá-la? 

FICA NO PSL

O vice-governador Major Rocha voltou a aventar ontem a possibilidade de disputar um mandato de deputado federal pelo União Brasil, partido que sairá da fusão DEM-PSL. Sua conversa será com o presidente Luciano Bivar.

PARA QUEM NÃO SABE

 O BLOG tem informação precisa de que todas as lives, entrevistas de dirigentes do PSL; de políticos que querem se filiar ao União Brasil, fazendo a defesa do presidente Bolsonaro foram encaminhadas ao presidente da nova sigla, Luciano Bivar, que é um anti-bolsonarista. Na política, funciona a todo vapor a guerra de bastidores.

ÚNICA GARANTIA

O SENADOR Márcio Bittar ligou ontem para dizer que, a única garantia que tem do presidente Bolsonaro, é a de que a Márcia Bittar será a sua candidata a senadora. Quanto quem Bolsonaro apoiará a governador no estado, não tem esta garantia. E, é assunto para discussão futura.

QUANDO DEZEMBRO CHEGAR

SOBRE a escolha do candidato ao Senado na chapa do governador Gladson, Bittar se posicionou que espera que, este anúncio por parte do governador seja feito até o fim de dezembro. Enfatizou que não ficará com a candidatura da Márcia Bittar paralisada além desta data, não havendo motivo para isso ser empurrado até 2022.

ONDA DE EMISSÁRIOS

O SENADOR Sérgio Petecão (PSD) tem sido procurado por uma onda de emissários petistas buscando uma aliança com o PT. Tem escutado e não dado encaminhamento.

PEDIDO DE CONVERSA

TAMBÉM recebeu um pedido de conversa do deputado Jenilson Leite (PSB); como ele, candidato a governador.

NEM PARA GANHAR O CÉU

A ex-deputada Leila Galvão não quer nem ouvir falar de uma volta ao PT ou de apoiar o seu candidato majoritário. Não esqueceu ter sido fritada pelo antigo partido, quando disputou a reeleição. Apoiará Márcia Bittar ao Senado.

ADEUS, PETECÃO!

O senador Sérgio Petecão (PSD) fez a maior força para ter o ex-deputado Henrique Afonso de vice na chapa do Zequinha para prefeito de Cruzeiro do Sul. Foi eleito, e agora está dando um tuba no Petecão, indo para o PP, disputar um mandato de deputado federal. É a política.

 DEVE ESTAR RINDO

QUEM deve estar rindo nesta altura do campeonato, é o ex-prefeito Vagner Sales, já que o Sérgio Petecão não quis apoiar o seu filho Fagner Sales (MDB) a prefeito de CZS.

CAMINHO NATURAL

TUDO aponta no sentido de que o PT deverá indicar o vice na chapa do deputado Jenilson leite (PSB) ao governo. Precisa de um palanque para a candidatura do Jorge Viana ao Senado, na eleição do próximo ano.

NOMES DE DESTAQUE

TRÊS nomes de destaque na atual bancada da Câmara Municipal de Rio Branco, deverão disputar vagas na ALEAC. Emerson Jarude (MDB), e Michelle Melo (PDT), e Lene Petecão (PSD).

JÁ DIZIA O FILÓSOFO

A ATUAL COMPOSIÇÃO do quadro partidário no estado para as disputas do Senado e do Governo, poderá sofrer modificação profunda, se as pedras no tabuleiro forem mal mexidas. Como dizia o saudoso filósofo do Abunã, Rapirã e cercanias, o saudoso ex-deputado Luiz Pereira: “a política é dinâmica”.

TESE NA MESA

HÁ quem defenda dentro do bloco político palaciano que o governador Gladson diga que apoiará todos os candidatos a senador do seu grupo, evitando assim de se queimar escolhendo um só nome. Tese difícil de vingar.

SE VIRANDO NOS TRINTA

DIRIGENTES partidários estão se virando nos trinta atrás de mulheres para completar chapas a deputado federal. Como só poderão ser lançados nove candidatos, a cota feminina tem de ser preenchida com nomes de votos.

FRASE MARCANTE

“De mordomia só não gosta quem nunca usufruiu.”  Frase do sarcástico e saudoso ex-deputado Hermelindo Brasileiro (PDS).

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Blog do Crica

Alguém sabe como vai terminar essa “bagaça”?

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NÃO ME PERGUNTEM, como é que vai terminar essa bagaça da escolha do candidato ao Senado na chapa do governador Gladson Cameli, que não saberei informar. São cinco bocas para uma única colher de pirão. 

Ontem (19) o deputado Gerlen Diniz (PP) colocou mais gasolina no fogo, ao defender que, a candidata ao Senado do grupo palaciano deve ser a senadora Mailza Gomes (PP), que até o momento não tem mostrado nenhum sinal de desistência de tentar um novo mandato, pelo contrário, se encontra em campanha aberta. Isso, mostra ela ter o apoio da base regional do partido para a sua empreitada. 

Como também da direção nacional. Some-se a este cenário a declaração da cúpula nacional do PP, que mesmo que venha para o partido, não caberá ao presidente Jair Bolsonaro; mas sim aos diretórios dos estados, a escolha dos nomes para senador. 

Tudo isso leva a uma única conclusão: a senadora Mailza Gomes (PP) só não disputará um novo mandato se não quiser, ou se conseguirem convencê-la a retirar a candidatura. É um belo de um abacaxi para o Gladson descascar. A Mailza só não será candidata ao Senado se ela não quiser. Não tem outro cenário.

BRINCANDO DE EMPRÉSTIMO

A revelação do secretário da Fazenda, Rômulo Grandidier, de que os empréstimos autorizados pela ALEAC não avançaram devido à taxa de juros elevada, deixa uma única interpretação: brincaram de fazer empréstimos. Se faz todo um debate na ALEAC para a contratação desses empréstimos, e os valores acabaram não sendo usados? É ou não é brincadeira de caba-cega, secretário? Quem é que garante que este novo empréstimo de 41 milhões da FONPLATA será usado? Depois da revelação, é de duvidar.

TERÁ QUE SER GUINCHADO

FALANDO no secretário da Fazenda, Rômulo Grandidier, ele pôs o seu nome à disposição do PP e do Gladson para ser candidato a deputado federal. Sem base política, para ser eleger, ele terá de ser puxado guinchado pela máquina governamental. Quer ser o candidato do PP, no Juruá.

DAVA-SE UM JEITO

NA ENTREVISTA de ontem ao ac24horas, o deputado Gerlen Diniz, revelou ser mais um dos arrependidos na tripulação da nau que votou no Bolsonaro, e que não vota mais. Na verdade, o Bolsonaro foi uma decepção geral.

BAGAGEM DA EXPERIÊNCIA

PARA QUEM já foi deputado federal, dirigente partidário, secretário de estado, o Osmir Lima pode somar muito em experiência no PSDB na articulação política, partido onde acabou de se filiar. Terá uma missão difícil: formar chapa.

PARADO NO REDEMOINHO

O PSDB é hoje um partido parado no redemoinho. Não conseguiu até o momento ter nem um esboço de nomes para compor chapas completas para deputado estadual e deputado federal. Candidato não cai do céu, Correinha!

NÃO É ESSA COCA-COLA!

DE TANTO FALAREM, fui dar uma olhada ontem nos nomes da chapa de deputado federal do PSL. Estão avaliando para cima, não é essa Coca-Cola que falam.

FICOU MAIS COMPLICADO

COM a nova legislação ficou mais complicado montar chapas de candidatos a deputado federal. Só poderão ser lançados nove nomes. E, um pelo outro, vão ter que ter cada um a média de mais de 6 mil votos, para chegar ao quociente, que deve ser em torno de 57 mil votos, para eleger um federal. E, mais difícil ainda é arrumar boas candidatas para cobrir a cota feminina obrigatória.

PACOTE FECHADO

NUMA CONVERSA ontem com o senador Márcio Bittar foi fechado o pacote de uma dobradinha política em Brasiléia, pela qual o ex-vereador Joelson Pontes deve ser candidato a Federal e a Leila Galvão a deputada estadual.

DILEMA DE BONS CANDIDATOS

O PSD do senador Sérgio Petecão tem uma chapa fortíssima para deputado estadual, com nomes qualificados e de votos. Longe de ser solução, virou um problema: a nova lei eleitoral só permite lançar 25 candidatos à ALEAC, e na chapa tem mais de trinta nomes. A foice terá que cortar cabeças.

NÃO TEM PESO

UM NOME PARA vice-governador não precisa ter peso político. Nem ser indicação de um partido. Tem de ter a confiança extrema do candidato a governador. O eleitor não vota no vice, mas em quem disputa o governo.  

LEMBRANDO O BINHO

UM EXEMPLO é o Binho Marques. É um técnico que não gosta de política partidária tradicional, foi colocado na chapa do Jorge Viana como vice, e o JV se elegeu folgado.

PLANO B

PARECE que o PCdoB terá de colocar em prática o seu Plano B, de montar chapas próprias para estadual e federal. Não conseguiu até aqui formar uma federação com outros partidos. Todo político quer ser protagonista.

UMA CORREÇÃO

Se um governador se afastar para disputar o Senado, o seu vice assumirá apenas por 9 meses. A observação é do tarimbado político do Juruá, Romário Tavares. Registro.

TODOS OS CAMINHOS LEVAM Á ROMA

NOVA pesquisa, e o Lula disparado, com folga na intenção de votos sobre Bolsonaro. Lula tem 43% e Bolsonaro 24%. A surpresa na nova pesquisa do instituto Genial-Quaest é o apresentador Datena em terceiro, com 11%. Ciro Gomes ficou com 10%. E, não venham com teoria da conspiração contra o Bolsonaro, ele perde em todas as pesquisas feitas até aqui, pelos mais variados institutos.

FRASE MARCANTE

“Os mais fortes de todos os guerreiros são estes dois: tempo e paciência”. Leon Tolstói.

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Blog do Crica

Ao velho Boca o que é do velho Boca

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O PREFEITO TIÃO BOCALOM tem sido muito criticado pela sua forma centralizadora de administrar a capital, com uma visão atrasada de quando foi prefeito de Acrelândia, há três décadas; época em que, o município tinha meia dúzia de ruas. Mas, quando acerta, não se pode deixar de lhe outorgar os méritos. 

Todos os prefeitos que passaram pela prefeitura de Rio Branco não conseguiram baixar o preço das passagens de ônibus, pelo contrário, sempre fizeram coro com os empresários, sancionando um reajuste do bilhete atrás do outro. E, o usuário do transporte coletivo pagando o pato dos aumentos.

 Numa cidade onde é grande o índice de desempregados, baixar em 50 centavos o preço da passagem, é um avanço considerável. Não interessa de onde saiu o custeio, mas sim que o benefício foi coletivo. Para quem usa este tipo de transporte duas vezes por dia, é uma economia diária de 1 real. Multipliquem isso por 12 meses e teremos uma economia razoável no bolso da população de baixa renda. 

Tem que atacar agora a questão do serviço de péssima qualidade prestado pelas empresas de ônibus. Mas, isso é outro passo. O certo é que, o prefeito quebrou a castanha dos que lhe atacaram na campanha, lhe chamando de mentiroso, quando fez a promessa de reduzir o valor das passagens. Então, ao velho Boca o que é do velho Boca. 

SEM NENHUM SENTIDO

O PREFEITO Bocalom é um declarado negacionista do ambientalismo, por isso, não tem sentido participar da conferência do clima na Noruega, a COP 26, onde líderes mundiais discutirão o combate às mudanças climáticas. Pelo Bocalon, a Amazônia estaria hoje toda pavimentada de lajotas. A viagem vai trazer o que de benefício para a sua gestão? Isso é coisa do secretário Normando Sales!

NENHUM SINAL

A SENADORA MAILZA GOMES (PP) não dá nenhum sinal de que vai recuar na sua intenção de buscar mais um mandato, em 2022. Colocou um batalhão de pessoas nos bairros distribuindo panfletos contendo informações sobre seu mandato, espécie de prestação de contas.

A MAILZA É TINHOSA

A SENADORA MAILZA GOMES (PP) é tinhosa. Segurou todas as pressões do governador Gladson e manteve o seu apoio à candidatura do prefeito Tião Bocalom à PMRB. E, agora a candidata é ela, mais um motivo para manter.

FARINHA APARTADA

OS HASSEM, para variar, vão entrar divididos na eleição. Os ex-prefeitos Luiz Hassem e André Hassem, pai e filho, não apoiarão candidatos da família a deputado estadual, mas a reeleição do deputado Nicolau Júnior (PP).

VISÃO MAIS CLARA

VÁRIAS pesquisas de institutos diferentes estão programadas para serem realizadas e fechadas, no mês de novembro. Poderemos ter uma nova visão de como é que estão na opinião pública os candidatos ao Senado.

IMBATÍVEL NO JURUÁ

A DEPUTADA FEDERAL Jéssica Sales (MDB) aparece como imbatível ao Senado em recentes pesquisas no Juruá, notadamente, nos municípios no entorno de Cruzeiro do Sul. Se não sair ao Senado, terá uma reeleição segura.

ANIMADO

FALANDO em pesquisas no Juruá, o senador Sérgio Petecão (PSD) se mostra animado com resultados positivos, em três dos seus municípios. Quer reduzir a vantagem do governador Gladson na região, para trazer a decisão da disputa do governo para seu terreiro, a capital.

QUESTÃO DE TEMPO

A DECISÃO já está tomada, o Jorge Viana (PT) vai mesmo disputar a única vaga do Senado; não ter feito o anúncio até aqui é apenas uma estratégia para não antecipar a campanha, deixando a declaração para o início de 2022.

SOBRE PESQUISA

LEITOR manda um comentário sobre pesquisa, que transcrevo: “Pesquisa é como nota de 500 reais. O Bocalom aparecia na rabada na eleição de governador, e perdeu por uma mixaria de votos. O Bocalom aparecia na rabeira das pesquisas para prefeito, e ganhou a eleição. A melhor pesquisa é a das urnas”. Feito o registro.

UMA BELA MEXIDA

COM A ABERTURA da janela partidária para a troca de filiações, o quadro político para deputado federal, deputado estadual, deve dar uma bela mexida no estado.

CANDIDATURA MANTIDA

O DEPUTADO FEDERAL Alan Rick (DEM), que cumpre um mandato propositivo, continua com dois focos: presidir o partido que sair da fusão DEM-PSL; e, viabilizar sua candidatura ao Senado. Uma aspiração depende da outra.

CHEIO DE ZÉ PAGAMELA

A DISPUTA nos bastidores para saber quem será o vice do governador Gladson Cameli, mira 2026. Os postulantes acreditam que, o Gladson se reelege; se afastará no tempo certo para ser candidato ao Senado, e o vice será governador por um ano e oito meses. Está cheio de Zé Pagamela, de olho na boutique palaciana.

DEBANDADA NO PSL

ARTICULISTAS políticos da grande imprensa estão prevendo uma debandada de deputados bolsonaristas do PSL, para se filiarem ao partido que o presidente Bolsonaro escolher. A fusão PSL-DEM terá candidato próprio para a presidência.

TUDO PASSA PELA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL

CASO se confirmem as pesquisas e o Lula ganhe a eleição de presidente, o próximo governador do estado que defender o Bolsonaro na campanha vai comer da banda podre para liberar recursos. É assim que o jogo é jogado.

REDUTOS FECHADOS

TODAS as pesquisas que vi até o momento sobre a preferência para governador em Feijó e Tarauacá, quem aparece liderando é o deputado Jenilson Leite (PSB). Normal, são seus redutos eleitorais fechados.

SINAL DE ALAGAÇÃO

A METEREOLOGIA mostra que tem chovido mais que o normal em outubro, o que pode ser prenúncio de alagação no pique do inverno. Péssimo para os prefeitos e os que moram em áreas alagadiças.

FRASE MARCANTE

“Os políticos não conhecem nem o ódio e nem o amor. São conduzidos pelo interesse e não pelo sentimento”. Philip Chesterfield.

 

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