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Morte de motociclista pode ter sido causada por falta de manutenção na Isaura Parente

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José Alexsandro Cruz Vieira, 25 anos, morreu na manhã da última terça-feira, 8, após perder o controle da motocicleta que pilotava e se chocar contra um poste na rua Isaura Parente, em Rio Branco. Uma moça, que vinha na garupa de Alexsandro, teve fratura no rosto e não corre risco de morte.

Ocorre que a morte do jovem pode ter sido provocada por falta de manutenção na rua. Em imagens enviadas ao ac24horas é possível ver o momento do acidente. A desconfiança é de que Alexsandro tenha perdido o controle da motocicleta ao desviar de um bueiro que estava a várias semanas jorrando água.

Em um vídeo do momento em que o jovem bate com a moto no poste é possível identificar que foi logo após onde está localizado o bueiro. O sentimento de amigos e familiares é que Alexsandro trafegava em baixa velocidade e o acidente só ocorreu por falta de manutenção.

Coincidência ou não, na tarde da última terça-feira, 8, moradores flagraram um veículo e homens trabalhando no exato bueiro que pode ter provocado o acidente.

A reportagem procurou o Depasa, responsável pela manutenção do bueiro, que na verdade se chama poço de visita. A autarquia explicou que por meio de nota que a manutenção já vinha ocorrendo, independente do acidente, e que há relatos de que o motociclista teria batido antes no meio fio, mas diz que está apurando o fato.

“A Divisão de Manutenção da Rede de Esgotamento Sanitário do Depasa informa que, um dia antes do ocorrido, uma equipe do Depasa já se encontrava na região do Manoel Julião, realizando a manutenção da rede coletora de esgoto do local. Há relatos de que, antes de bater no poço de visita, (PV) da rede de esgoto, o condutor teria batido primeiro no meio fio. O fato está sendo apurado, e as medidas cabíveis adotadas”, informa o Depasa.

Veja o vídeo:

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Veja como fica o rendimento da poupança com a alta da Selic

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Com a elevação da taxa básica de juros (Selic) para 4,25% ao ano, a caderneta de poupança passará a render um pouquinho mais. A rentabilidade passará a ser de 0,25% ao mês e 2,98% ao ano, segundo cálculos da Associação Nacional dos Executivos de Finanças Administração e Contabilidade (Anefac).

Antes, com a Selic a 3,5% ao ano, o rendimento da aplicação financeira mais popular do país estava em 0,20% ao mês e de 2,45% ao ano.

Nesta quarta-feira (16), o Copom (Comitê de Política Monetária) elevou a Selic pela terceira vez consecutiva, de 3,50% para 4,25% ao ano, confirmando as expectativas do mercado.

Mesmo rendendo um pouco mais, vale lembrar que a poupança vem perdendo para a inflação há meses. Já são 9 meses seguidos que a modalidade amarga uma queda no poder de compra.

Pela regra em vigor desde 2012, quando a Selic está abaixo de 8,5% a correção anual da caderneta de poupança é limitada a um percentual equivalente a 70% dos juros básicos mais a Taxa Referencial (TR, que está em zero desde 2017).

Simulação de aplicação de R$ 10 mil

Veja como fica um rendimento de R$ 10 mil na poupança num prazo de 12 meses, considerando a manutenção da nova taxa de retorno, segundo simulações do diretor executivo da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira:

– Antes: rendimento era de R$ 245 (totalizando R$ 10.245 ou 2,45% ao ano)

– Agora: rendimento será de R$ 298 (totalizando R$ 10.298 ou 2,98% ao ano)

Vale destacar, porém, que os depósitos feitos até abril de 2012, na chamada “poupança velha”, continuam rendendo 0,50% ao mês e 6,17% ao ano (ou R$ 617 para cada R$ 10 mil aplicados).

Poupança x inflação

No acumulado de janeiro a maio deste ano, os brasileiros já retiraram R$ 23,6 bilhões da caderneta de poupança, de acordo com dados do Banco Central.

Desde setembro do ano passado, a poupança vem perdendo rentabilidade.

Em maio, o retorno em 12 meses, descontada a inflação medida pelo IPCA, foi de -6%, segundo levantamento da provedora de informações financeiras Economatica. Foi o pior rendimento real da poupança desde outubro de 1991, quando o poupador perdeu -9,72% em 12 meses.

Em maio, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi de 0,83% e a inflação oficial do país atingiu 8,06% em 12 meses.

Os economistas do mercado financeiro projetam atualmente uma taxa de 5,82% para o IPCA em 2021, acima do teto da meta do governo para o ano, que é de 5,25%. Já a previsão para a Selic no fim de 2021 está em 6,25% ao ano, o que embute novas altas na taxa de juros nos próximos meses.

Outros investimentos em renda fixa

A elevação da Selic também tende a melhorar a rentabilidade de outras aplicações financeiras em renda fixa, como investimentos em títulos públicos, vendidos por meio do Tesouro Direto, além de Certificado de Depósito Bancário (CDB), Letras de Crédito Imobiliário (LCI), Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e do Agronegócio (CRA).

Embora a poupança deva continuar perdendo para a inflação, a Anefac destaca que a modalidade continuará se destacando, por exemplo, frente aos fundos de renda fixa, principalmente sobre aqueles cujas taxas de administração sejam superiores a 1% ao ano.

Vale lembrar que os rendimentos da caderneta de poupança são isentos do pagamento de imposto de renda e de taxas de administração. Numa aplicação no CDB, por exemplo, o investidor precisaria obter uma taxa de juros de cerca de 85% do CDI para ter a mesma rentabilidade líquida da poupança, já que as aplicações em CDB pagam IR de acordo com o prazo de resgate da aplicação, destaca a Anefac.

Comparativo de retorno dos últimos 12 meses

Em 12 meses até maio, o Ibovespa acumulada a maior rentabilidade, descontada a inflação, entre as principais modalidades de investimento, segundo o levantamento da Economatica. Já o dólar tem o pior retorno em 12 meses, com desempenho pior que o da poupança. Veja abaixo o comparativo:

Ibovespa: 33,64%

Fundos multimercados (IHFA): 2,99%

Títulos públicos indexados ao IPCA (IMA-B): 1,03%

Ouro: 0,08%

Euro: -1,75%

Fundos imobiliários: -1,93%

CDI: -5,44%

Poupança: -6%

Dólar: -10,77%

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Gladson sanciona projetos de lei que garantem gerar renda e dar fôlego à economia do Acre

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O governador Gladson Cameli (Progressistas) sancionou na tarde desta quarta-feira (16), no salão do Palácio Rio Branco, quatro projetos de lei, cujo objetivo é dar fôlego aos empresários e à população do estado. Os projetos foram aprovados no plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac) em maio.

A solenidade contou com a presença do procurador do Estado, João Paulo Setti, a secretária de empreendedorismo e turismo, Eliane Sinhasique, e os deputados Pedro Longo (PV), Luiz Gonzaga (PSDB) e Antônio Pedro (DEM).

Cameli lembrou que somente em junho deste ano deve rodar mais de R$ 400 milhões de em verbas rescisórias, décimo terceiro e premiações. Na ocasião, o gestor resolveu alfinetar o ex-senador Jorge Viana (PT) que afirmou em entrevista que sua gestão é fraca. Para Cameli, seu governo é bastante fortalecido. “Um governo bom e forte é aquele que roda a economia e ajuda as empresas a crescerem”, declarou.

O secretário de fazenda, Rômulo Glandidier, destacou que a iniciativa deve ajudar o comércio e aquecer a economia do governo . É da iniciativa privada que vem a ajuda o Acre, não podemos matar os empresários. Eles precisam gerar empregos, pagar impostos”, disse.

Dentre as leis sancionadas pelo chefe do executivo, estão: A Lei prorroga o ICMS vencido de janeiro a abril de 2021 para pagamento até outubro deste ano sem juros e multas; a Lei que prevê o parcelamento de ICMS em até 180 meses para as empresas que estiverem em recuperação judicial; a Lei que prorroga o pagamento do IPVA de 2021 até dia 20 de dezembro.

Foi sancionada, ainda, a Lei que reduz a carga tributária do ICMS do Diesel para as empresas de transporte de passageiros, um pedido especial do governador Gladson Cameli.

Grandidier revelou ainda que as leis têm um papel fundamental no Acre em meio a pandemia da Covid-19. “O governador quer facilitar as leis para gerar fôlego aos empresários e a população. Não há queda na arrecadação”, ressaltou.

O deputado estadual Luiz Gonzaga fez questão de agradecer o empenho dos parlamentares da Assembleia Legislativa. Segundo ele, todas as leis que foram aprovadas passaram por aprimoramento do Poder Legislativo.

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DNIT assina primeiros contratos do BR-Legal 2 no Acre

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O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) assinou, na última segunda-feira (14), a ordem de serviço para o início dos trabalhos nos primeiros contratos do novo Programa Nacional de Sinalização e Segurança Rodoviária (BR-Lega 2).

O Acre foi o escolhido para iniciar o programa no País.

Subdividido em dois lotes, as rodovias federais contempladas são a BR-307, a BR-317 e a BR-364, em um total de 1.177,6 quilômetros de extensão.

O investimento total previsto para o BR-LEGAL 2 no Acre é de R$ 69.742.116,37, sendo R$ 29.796.665,72 destinados para o Lote 1 e R$ 39.945.450,65 para o Lote 2.

O BR-Legal 2 é uma continuidade do BR-Legal e tem como objetivo implantar e manter a sinalização horizontal, vertical e dispositivos de segurança de toda a malha rodoviária federal do país, desempenhando um papel fundamental em relação à prevenção de acidentes de trânsito.

A previsão da Autarquia é que os próximos contratos do BR-Legal 2 sejam assinados em Rondônia e no Rio de Janeiro. Os editais já estão publicados e os demais estados encontram-se em fase de desenvolvimento para licitação. (Com DNIT)

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Câmara aprova R$ 450 mi para municípios atingidos por alagação

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A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (15) a Medida Provisória 1030/21, que destina crédito extraordinário de R$ 450 milhões para socorro a municípios atingidos por chuvas no início deste ano. A MP será enviada ao Senado.

O dinheiro destinado ao Ministério do Desenvolvimento Regional deve ser usado em ações de defesa civil e assistência a desabrigados e vítimas de enchentes. Do total previsto, segundo a Consultoria de Orçamento da Câmara, já foram empenhados R$ 63,5 milhões (14,1%) e foram efetivamente pagos R$ 55,6 milhões (12,35%). Os recursos vêm do Tesouro Nacional, oriundos da receita da União com concessões e permissões.

Segundo o Poder Executivo, no começo de 2021 ocorreu um recorde histórico de desastres naturais, principalmente em razão de chuvas intensas em número 4,5 vezes maior que a média dos anos anteriores.

Ao recomendar a aprovação do texto original da MP, o relator, deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES), destacou que a falta de compensação para neutralizar o impacto sobre o resultado primário “não se configura um problema formal, pois a legislação permite a abertura de créditos extraordinários mesmo sem haver a indicação da origem dos recursos”.

Ele lembrou que o Executivo poderá, se necessário, aumentar o contingenciamento de outras despesas primárias para atingir o equilíbrio orçamentário e não prejudicar o alcance da meta de déficit fiscal de R$ 247 bilhões para 2021.

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