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Amigo confessa ter matado médico acreano na Bahia influenciado por “conselho espiritual”

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O médico Geraldo Freitas que foi preso por suspeita de matar o também médico e acreano Andrade Lopes Santana, 32 anos, confessou o crime nesta sexta-feira, 04, de acordo com a Polícia Civil da Bahia.

Ele foi ouvido, pela segunda vez, no Presídio Regional de Feira de Santana, a cerca de 100 km de Salvador, e admitiu ter assassinado o colega e disse que atirou sem querer. Os dois eram amigos de longa data e estudaram na Bolívia.

Geraldo Freitas foi preso na sexta-feira, 28, horas após o corpo da vítima ser encontrado. Ele foi responsável por registrar o desaparecimento e recepcionar a família de Andrade Santana.

Em depoimento ao delegado Roberto Leal, responsável pela investigação, Geraldo Freitas contou que um guia espiritual teria avisado que ele seria assassinado por dois colegas de profissão.

“Ele falou que não era inimigo de Andrade, que não havia nenhum tipo de impedimento, mas que no dia 24 ele recebeu a ligação de um familiar, essa pessoa é ligada a religião, ele confia muito nessa pessoa, nos conselhos espirituais dessa pessoa, e essa pessoa teria dito que ele seria morto por dois homens e que esses homens utilizariam uma camisa de um time de futebol para cobrir seu rosto e efetuaria dois disparos contra o mesmo”, revelou o delegado.

Preocupado, o suspeito achou que Andrade estaria de conluio com um desafeto dele. Então, perguntou se isso estava acontecendo. Diante de uma resposta negativa, Geraldo teria pedido o celular da vítima, para ver conversas de aplicativo, e apontado uma arma para a cabeça dele.

“Ele acreditou nesse sonho, porque naquele momento que ele recebeu a ligação, ele estava vestido justamente com essa camisa de futebol. Após esse fato, ele foi ao encontro de Andrade no rio, como foi no dia marcado, e em determinado momento ele teve acesso ao telefone de Andrade e percebeu algumas conversas entre Andrade e uma terceira pessoa que segundo o médico investigado, é desafeto dele”, contou.

Segundo o suspeito, Andrade teria resistido em entregar o aparelho e no meio da discussão, atirou sem querer. Ele disse à polícia que a vítima já caiu sem vida. Como estava com uma âncora para prender uma moto aquática, Geraldo disse que utilizou o equipamento para amarrar o corpo de Andrade.

“E pelo teor das conversas, segundo o mesmo, Andrade e essa terceira pessoas estariam planejando a sua morte. Por esse motivo, ele colocou Andrade para pilotar a moto aquática, foi até o meio do rio, e lá no meio do rio, ele exigiu a entrega do celular. Como Andrade não entregou, ele sacou a pistola que ele trazia, colocou contra a cabeça de Andrade e continuou a exigir a entrega do celular. Em determinado momento, Andrade teria feito um movimento brusco e ele efetuou os disparos contra a cabeça do mesmo”, concluiu o delegado.

Para o coordenador Roberto Leal, a versão apresentada não é convincente e a polícia segue investigando o caso. Outras testemunhas ainda serão ouvidas, pessoas ligadas à vítima e ao acusado. A polícia diz que recebeu, nesta sexta, a informação de que o crime pode ter sido motivado por vingança.

“Nós acabamos ouvindo muita gente, muitas versões, e chegamos a pessoas que teriam dito ter visto a vítima em determinado horário em Feira de Santana, quando na verdade ele ainda estava em Araci”, explicou.

“Então tudo isso é feito com critério e cuidado, porque muitas dessas informações não levam a lugar nenhum, são apenas especulações por ser um crime que causou indignação em toda população, a gente realmente precisa ter cuidado, mas não vamos descartar nenhum fato até a investigação completa desse crime”, afirmou.

Antes de ser apontado como suspeito do crime, foi Geraldo Freitas quem recebeu os familiares de Andrade, que saíram do Acre para acompanhar as buscas pelo corpo. O homem também foi o responsável por registrar o desaparecimento do amigo na delegacia de Feira de Santana.

Com informações do G1 Bahia

Cotidiano

MPF instaura inquérito para apurar ‘racismo’ praticado por apresentadores de podcast

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Na edição do Diário Eletrônico desta quarta-feira, 16, o Ministério Público Federal (MPF) instaurou inquérito civil para apurar a ocorrência de racismo contra indígenas praticado pelos apresentadores do “Trio Submundo”, no início de junho.

O programa é apresentado pela internet em formato de podcast, exibido por meio de plataformas de vídeo e redes sociais.

O procurador regional dos Direitos do Cidadão, Lucas Costa Almeida Dias, relata que lideranças indígenas do Acre apresentaram denúncia ao MPF, por meio de publicações em redes sociais, informando que, durante a apresentação de um programa via Internet, que se intitula Podcast Submundo, os três apresentadores proferiram ofensas racistas contra os povos indígenas.

Segundo o órgão controlador, após análise do vídeo com os comentários proferidos pelos apresentadores, constatou-se a veiculação de discurso de ódio feito pelos apresentadores com nítida discriminação em razão da etnia da pessoa que foi objeto da matéria, ofendendo-a na matriz de sua identidade.

O procurador frisou que são nítidos o desprezo demonstrado pelos apresentadores contra os indígenas. O MPF alega que o trio violou direitos fundamentais do indígena retratado na matéria e de toda uma coletividade, formada por pessoas etnicamente identificadas como indígenas, bem como infringiu deveres e obrigações previstos em tratados internacionais, princípios e valores éticos e sociais presentes na Constituição Federal e, por fim, normas do ordenamento jurídico brasileiro.

Diante da denúncia, todos os fatos colhidos na instrução do inquérito, como a proporção do dano causado pela publicação na rede mundial de computadores, e a repercussão disso, servirão para embasar a proposição de ação civil pública contra os três investigados, além do encaminhamento da documentação à Polícia Federal para a instauração de inquérito policial.

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Cotidiano

“Enquanto as covas do cemitério aumentam, o tomógrafo do Juruá se encontra na caixa”, diz Jéssica Sales

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Essa foi a sensação vivida pela deputada Jéssica Sales (MDB) ao visitar o Hospital Regional do Juruá e se deparar com o novo aparelho de Tomografia Computadorizado encaixotado há quatro meses, quando deveria estar em plena atividade auxiliando no diagnóstico de doenças de centenas de pacientes de Cruzeiro do Sul e do Vale do Juruá, como é essa a finalidade. O aparelho de Tomografia Computadorizado foi adquirido por meio de recurso de emenda parlamentar de autoria da deputada Jéssica Sales no orçamento de 2020, para melhorar a estrutura da regional. Para se ter uma ideia, a parlamentar destinou na ocasião o montante de R$ 16 milhões para a compra de equipamentos e materiais permanentes de uso hospitalar, dentre esses, o aparelho de tomografia computadorizado, que ainda aguarda a sensibilidade da Secretaria de Saúde (Sesacre) para entrar em atividade.

“Mais uma vez eu peço a sensibilidade do Governo do Estado para que seja resolvida essa situação insustentável”, disse a deputada Jéssica Sales. De acordo com as informações, a justificativa dada pela Sesacre, é que será necessária a construção de um espaço para acomodar o equipamento.

“Quero acreditar, no entanto, que o governador Gladson Cameli não é sabedor dessa situação. Aqui é a terra dele, o povo dele. Ele fez um hospital de campanha em 45 dias. Qual a dificuldade para montar o tomógrafo? Já se passaram quatro meses, as covas aumentando no cemitério e o aparelho na caixa. Nada justifica “, indagou.

Jéssica Sales disse ainda que, como médica, tem se preocupado muito com a Saúde no Juruá e no Estado do Acre e não medirá esforços para continuar cobrando um tratamento humanizado para a população, assim como, buscando recursos federais para um atendimento com qualidade às famílias mais necessitadas.

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Cotidiano

Antônia Sales volta a denunciar abandono do tomógrafo em hospital de Cruzeiro do Sul

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A deputada Antônia Sales (MDB) disse nesta quarta-feira (16) durante sessão virtual da Assembleia Legislativa que acompanha a agenda de sua filha, a deputada federal Jéssica Sales, e denunciou que na Maternidade do Juruá, para a qual foram destinados recursos parlamentares, a situação é boa, mas no Hospital Regional do Juruá há descaso muito grande por parte do governo.

“Desde o ano passado, R$16 milhões estão na conta da Secretaria de Estado da Saúde para equipar o Hospital do Juruá. No entanto, fico decepcionada com tamanho descaso”, disse, referindo-se ao tomógrafo que está desde março encaixotado no corredor.

Segundo a emedebista, o tomógrafo que vem sendo usado está velho e ultrapassado, mas o governo não instalou o novo. “Falta de respeito com Cruzeiro do Sul. Não podemos continuar de braços cruzados, tem de se dar a resposta ao povo”, disse, afirmando que dinheiro tem para realizar o serviço.

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Cotidiano

PF prende peruanos com 6 kg de cocaína no Aeroporto Internacional de Rio Branco

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Policiais federais prenderam na segunda-feira (14) dois cidadãos peruanos que transportavam aproximadamente 6kg de cocaína no Aeroporto Internacional de Rio Branco.

Na ocasião, os agentes realizavam o monitoramento dos passageiros na área de embarque, momento em que suspeitaram dos peruanos. Ao proceder à revista foram encontradas 6kg de substâncias entorpecentes na bagagem de mão dos indivíduos.

Ao serem questionados sobre a origem da droga, ambos confessaram que receberam a droga na cidade peruana de Puerto Maldonado e tinham a intenção de transportar a droga num voo com destino a São Paulo.

Os dois foram encaminhados para a delegacia de polícia da cidade para os devidos procedimentos de praxe, em seguida, encaminhados ao presídio. Os presos responderão por tráfico internacional de drogas, cuja pena pode ultrapassar 15 anos de prisão.

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Bombando

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