Conecte-se agora

Esposa de Bocalom tem piora e prefeito viaja às pressas para MG

Publicado

em

O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (Progressistas), precisou viajar às pressas para o município de Araguari, interior de Minas Gerais, na noite desta segunda-feira (17), devido sua esposa, Dona Beth Bocalom, 64 anos, ter apresentado pioras no quadro de saúde.

Segundo informações repassadas ao ac24horas por pessoas mais próximas à família, a situação de Beth é delicada e não tem perspectiva de melhoras.

Bocalom, que passou o dia das mães com a família, vive o drama de ver a mulher acamada há 5 anos e internada dentro de uma UTI em casa devido ser portadora de uma doença degenerativa conhecida como ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica).

Situação de saúde de Beth Bocalom

Em 2012 a primeira dama da capital começou a sentir atrofia na mão. Ela foi pra fora fazer exames e detectaram Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), uma doença do sistema nervoso que enfraquece os músculos e por consequência afeta todas as funções físicas e motoras.

Já em 2014, o estado dela piorou por conta do grande estresse da campanha de governador. Mesmo ano que a irmã do Bocalom faleceu com a mesma doença.

No ano de 2015, Beth fez vários procedimentos cirúrgicos tentando amenizar a doença, já que a ELA não tem cura, o tratamento ajuda a retardar a situação. No entanto, ainda em 2015 ela sofreu uma parada cardiorrespiratória de 9 minutos, vindo a ser reanimada pela equipe médica. De lá em diante, ela nunca mais voltou. Ficando presa a uma UTI e sendo cuidada por profissional de enfermagem.

Destaque 6

Veja como fica o rendimento da poupança com a alta da Selic

Publicado

em

Com a elevação da taxa básica de juros (Selic) para 4,25% ao ano, a caderneta de poupança passará a render um pouquinho mais. A rentabilidade passará a ser de 0,25% ao mês e 2,98% ao ano, segundo cálculos da Associação Nacional dos Executivos de Finanças Administração e Contabilidade (Anefac).

Antes, com a Selic a 3,5% ao ano, o rendimento da aplicação financeira mais popular do país estava em 0,20% ao mês e de 2,45% ao ano.

Nesta quarta-feira (16), o Copom (Comitê de Política Monetária) elevou a Selic pela terceira vez consecutiva, de 3,50% para 4,25% ao ano, confirmando as expectativas do mercado.

Mesmo rendendo um pouco mais, vale lembrar que a poupança vem perdendo para a inflação há meses. Já são 9 meses seguidos que a modalidade amarga uma queda no poder de compra.

Pela regra em vigor desde 2012, quando a Selic está abaixo de 8,5% a correção anual da caderneta de poupança é limitada a um percentual equivalente a 70% dos juros básicos mais a Taxa Referencial (TR, que está em zero desde 2017).

Simulação de aplicação de R$ 10 mil

Veja como fica um rendimento de R$ 10 mil na poupança num prazo de 12 meses, considerando a manutenção da nova taxa de retorno, segundo simulações do diretor executivo da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira:

– Antes: rendimento era de R$ 245 (totalizando R$ 10.245 ou 2,45% ao ano)

– Agora: rendimento será de R$ 298 (totalizando R$ 10.298 ou 2,98% ao ano)

Vale destacar, porém, que os depósitos feitos até abril de 2012, na chamada “poupança velha”, continuam rendendo 0,50% ao mês e 6,17% ao ano (ou R$ 617 para cada R$ 10 mil aplicados).

Poupança x inflação

No acumulado de janeiro a maio deste ano, os brasileiros já retiraram R$ 23,6 bilhões da caderneta de poupança, de acordo com dados do Banco Central.

Desde setembro do ano passado, a poupança vem perdendo rentabilidade.

Em maio, o retorno em 12 meses, descontada a inflação medida pelo IPCA, foi de -6%, segundo levantamento da provedora de informações financeiras Economatica. Foi o pior rendimento real da poupança desde outubro de 1991, quando o poupador perdeu -9,72% em 12 meses.

Em maio, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi de 0,83% e a inflação oficial do país atingiu 8,06% em 12 meses.

Os economistas do mercado financeiro projetam atualmente uma taxa de 5,82% para o IPCA em 2021, acima do teto da meta do governo para o ano, que é de 5,25%. Já a previsão para a Selic no fim de 2021 está em 6,25% ao ano, o que embute novas altas na taxa de juros nos próximos meses.

Outros investimentos em renda fixa

A elevação da Selic também tende a melhorar a rentabilidade de outras aplicações financeiras em renda fixa, como investimentos em títulos públicos, vendidos por meio do Tesouro Direto, além de Certificado de Depósito Bancário (CDB), Letras de Crédito Imobiliário (LCI), Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e do Agronegócio (CRA).

Embora a poupança deva continuar perdendo para a inflação, a Anefac destaca que a modalidade continuará se destacando, por exemplo, frente aos fundos de renda fixa, principalmente sobre aqueles cujas taxas de administração sejam superiores a 1% ao ano.

Vale lembrar que os rendimentos da caderneta de poupança são isentos do pagamento de imposto de renda e de taxas de administração. Numa aplicação no CDB, por exemplo, o investidor precisaria obter uma taxa de juros de cerca de 85% do CDI para ter a mesma rentabilidade líquida da poupança, já que as aplicações em CDB pagam IR de acordo com o prazo de resgate da aplicação, destaca a Anefac.

Comparativo de retorno dos últimos 12 meses

Em 12 meses até maio, o Ibovespa acumulada a maior rentabilidade, descontada a inflação, entre as principais modalidades de investimento, segundo o levantamento da Economatica. Já o dólar tem o pior retorno em 12 meses, com desempenho pior que o da poupança. Veja abaixo o comparativo:

Ibovespa: 33,64%

Fundos multimercados (IHFA): 2,99%

Títulos públicos indexados ao IPCA (IMA-B): 1,03%

Ouro: 0,08%

Euro: -1,75%

Fundos imobiliários: -1,93%

CDI: -5,44%

Poupança: -6%

Dólar: -10,77%

Continuar lendo

Destaque 6

Gladson sanciona projetos de lei que garantem gerar renda e dar fôlego à economia do Acre

Publicado

em

O governador Gladson Cameli (Progressistas) sancionou na tarde desta quarta-feira (16), no salão do Palácio Rio Branco, quatro projetos de lei, cujo objetivo é dar fôlego aos empresários e à população do estado. Os projetos foram aprovados no plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac) em maio.

A solenidade contou com a presença do procurador do Estado, João Paulo Setti, a secretária de empreendedorismo e turismo, Eliane Sinhasique, e os deputados Pedro Longo (PV), Luiz Gonzaga (PSDB) e Antônio Pedro (DEM).

Cameli lembrou que somente em junho deste ano deve rodar mais de R$ 400 milhões de em verbas rescisórias, décimo terceiro e premiações. Na ocasião, o gestor resolveu alfinetar o ex-senador Jorge Viana (PT) que afirmou em entrevista que sua gestão é fraca. Para Cameli, seu governo é bastante fortalecido. “Um governo bom e forte é aquele que roda a economia e ajuda as empresas a crescerem”, declarou.

O secretário de fazenda, Rômulo Glandidier, destacou que a iniciativa deve ajudar o comércio e aquecer a economia do governo . É da iniciativa privada que vem a ajuda o Acre, não podemos matar os empresários. Eles precisam gerar empregos, pagar impostos”, disse.

Dentre as leis sancionadas pelo chefe do executivo, estão: A Lei prorroga o ICMS vencido de janeiro a abril de 2021 para pagamento até outubro deste ano sem juros e multas; a Lei que prevê o parcelamento de ICMS em até 180 meses para as empresas que estiverem em recuperação judicial; a Lei que prorroga o pagamento do IPVA de 2021 até dia 20 de dezembro.

Foi sancionada, ainda, a Lei que reduz a carga tributária do ICMS do Diesel para as empresas de transporte de passageiros, um pedido especial do governador Gladson Cameli.

Grandidier revelou ainda que as leis têm um papel fundamental no Acre em meio a pandemia da Covid-19. “O governador quer facilitar as leis para gerar fôlego aos empresários e a população. Não há queda na arrecadação”, ressaltou.

O deputado estadual Luiz Gonzaga fez questão de agradecer o empenho dos parlamentares da Assembleia Legislativa. Segundo ele, todas as leis que foram aprovadas passaram por aprimoramento do Poder Legislativo.

Continuar lendo

Destaque 6

DNIT assina primeiros contratos do BR-Legal 2 no Acre

Publicado

em

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) assinou, na última segunda-feira (14), a ordem de serviço para o início dos trabalhos nos primeiros contratos do novo Programa Nacional de Sinalização e Segurança Rodoviária (BR-Lega 2).

O Acre foi o escolhido para iniciar o programa no País.

Subdividido em dois lotes, as rodovias federais contempladas são a BR-307, a BR-317 e a BR-364, em um total de 1.177,6 quilômetros de extensão.

O investimento total previsto para o BR-LEGAL 2 no Acre é de R$ 69.742.116,37, sendo R$ 29.796.665,72 destinados para o Lote 1 e R$ 39.945.450,65 para o Lote 2.

O BR-Legal 2 é uma continuidade do BR-Legal e tem como objetivo implantar e manter a sinalização horizontal, vertical e dispositivos de segurança de toda a malha rodoviária federal do país, desempenhando um papel fundamental em relação à prevenção de acidentes de trânsito.

A previsão da Autarquia é que os próximos contratos do BR-Legal 2 sejam assinados em Rondônia e no Rio de Janeiro. Os editais já estão publicados e os demais estados encontram-se em fase de desenvolvimento para licitação. (Com DNIT)

Continuar lendo

Destaque 6

Câmara aprova R$ 450 mi para municípios atingidos por alagação

Publicado

em

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (15) a Medida Provisória 1030/21, que destina crédito extraordinário de R$ 450 milhões para socorro a municípios atingidos por chuvas no início deste ano. A MP será enviada ao Senado.

O dinheiro destinado ao Ministério do Desenvolvimento Regional deve ser usado em ações de defesa civil e assistência a desabrigados e vítimas de enchentes. Do total previsto, segundo a Consultoria de Orçamento da Câmara, já foram empenhados R$ 63,5 milhões (14,1%) e foram efetivamente pagos R$ 55,6 milhões (12,35%). Os recursos vêm do Tesouro Nacional, oriundos da receita da União com concessões e permissões.

Segundo o Poder Executivo, no começo de 2021 ocorreu um recorde histórico de desastres naturais, principalmente em razão de chuvas intensas em número 4,5 vezes maior que a média dos anos anteriores.

Ao recomendar a aprovação do texto original da MP, o relator, deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES), destacou que a falta de compensação para neutralizar o impacto sobre o resultado primário “não se configura um problema formal, pois a legislação permite a abertura de créditos extraordinários mesmo sem haver a indicação da origem dos recursos”.

Ele lembrou que o Executivo poderá, se necessário, aumentar o contingenciamento de outras despesas primárias para atingir o equilíbrio orçamentário e não prejudicar o alcance da meta de déficit fiscal de R$ 247 bilhões para 2021.

Continuar lendo

Bombando

Newsletter

INSCREVER-SE

Quero receber por e-mail as últimas notícias mais importantes do ac24horas.com.

* indicates required

Leia Também

Mais lidas