Conecte-se agora

Vanda promete processar revista que afirma destino de emenda sua para Padre Bernardo

Publicado

em

A deputada federal pelo Acre, Vanda Milani, disse hoje que nem sabe onde fica o município de Padre Bernardo (GO), e prometeu acionar seus advogados para estudar medidas cabíveis contra a Revista Crusoé, que na edição desta sexta-feira, 14, em reportagem assinada pelos jornalistas Patrik Camporez e Luiz Vassallo, apontou não só o nome do atual senador Márcio Bittar, mas também de Vanda, do Solidariedade, como uma das parlamentares que teria enviado recursos do orçamento paralelo para um município do interior de Goiás.

“Só destinei recursos para os municípios do Acre. Desconheço totalmente esta planilha onde aparece meu nome. Eu nem sei onde fica Padre Bernardo. Também não apresentei emenda de R$ 1,7 milhão para esta localidade”, diz Vanda Milani.

Segundo a revista, na planilha foram destinando mais de R$ 1,5 milhão do orçamento paralelo do Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR) para a cidade goiana, um município do interior de Goiás, por indicação da deputada acreana. A população estimada em 2019 é de 33.835 habitantes.

O ac24horas tentou contato com a prefeita do município, Joseleide Lázaro (DEM), para saber se o município recebeu tal recurso nos cofres públicos, mas obteve sucesso.

Acre 01

Acre fica de fora em nova autorização de importação da Sputnik V; 7 estados irão receber

Publicado

em

Mais uma vez o Acre não foi contemplado com a autorização para a importação excepcional da vacina Sputnik V. Após aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nessa terça-feira, 15, irão receber o imunizante os estados do Rio Grande do Norte, Mato Grosso, Rondônia, Pará, Amapá, Paraíba e Goiás.

A importação aprovada nesta quarta-feira também deverá ser realizada sob condições controladas. Para isso, foram estabelecidas as mesmas responsabilidades e condicionantes aos requerentes.

As principais condições preveem que a vacina deverá ser utilizada apenas na imunização de indivíduos adultos saudáveis; todos os lotes das vacinas importados somente poderão ser destinados ao uso após liberação pelo INCQS; a Anvisa receberá relatórios periódicos de avaliação benefício-risco da vacina; a vacina deverá ser utilizada em condições controladas com condução de estudo de efetividade, com delineamento acordado com a Anvisa e executado conforme Boas Práticas Clínicas; a Anvisa poderá, a qualquer momento, suspender a importação, distribuição e uso das vacinas importadas; dentre outros aspectos destacados no Voto do relator.

Na deliberação da Anvisa, também foram autorizados quantitativos reduzidos de doses a serem importadas para vacinação de 1% da população de cada um dos estados, o que permitirá o adequado monitoramento e ação imediata da Agência, caso seja necessário.

Veja os quantitativos da Sputnik V para os estados:

Rio Grande do Norte – 71.000 doses;

Mato Grosso – 71.000 doses;

Rondônia – 36.000 doses;

Pará – 174.000 doses;

Amapá – 17.000 doses;

Paraíba – 81.000 doses;

Goiás – 142.000 doses.

Fonte: CNN BRASIL 

Continuar lendo

Acre 01

Maior produtor de milho do Acre também denuncia ação truculenta do Mapa com Exército

Publicado

em

Após ver no jornal ac24horas a repercussão de uma ação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com o apoio do Exército, na propriedade do maior produtor de soja do Acre, Jorge Moura, em uma operação denominada Vigia, um outro nome de peso na agricultura do estado também relatou ter sido alvo de uma fiscalização considerada por ele como truculenta.

Henrique Cardoso, da fazenda Nictheroy, no município de Senador Guiomard, conta que os servidores e os militares fortemente armados chegaram à propriedade por volta das 8 horas da manhã da última segunda-feira, 14, quando havia no local apenas funcionários. Segundo ele, as circunstâncias foram semelhantes ao episódio desta terça-feira, 15, na fazenda de Jorge Moura.

Dono de uma produção de 7.500 toneladas de milho por safra, o fazendeiro informa que emprega 120 funcionários e diz que a ação dos órgãos estadual e federal não se justifica. De acordo com ele, a situação de intimidação e constrangimento que considera ter sofrido é um estímulo a se retirar do estado, onde avalia que quem trabalha e produz sofre perseguição dos governos.

LEIA MAIS: Exército e Mapa fazem operação na fazenda de Jorge Moura e pecuarista se revolta 

Mapa diz que presença do Exército é necessária, mas que não há intenção de intimidar

“Essa atitude do Mapa e do Idaf de entrar dessa maneira na nossa fazenda, fechando a porteira e não deixando ninguém sair e ninguém entrar, como se fosse uma ditadura, me deixou indignado e eu faço minhas as palavras do Jorge Moura. Então é com muito pesar que eu estou pensando seriamente em ir embora desse estado porque não é possível aceitar isso”, disse o produtor.

Ao ac24horas o presidente do Idaf, Francisco Thum, disse que o trabalho da operação Vigia é coordenado pelo Mapa, com acompanhamento do órgão de defesa estadual, e voltado para o combate ao contrabando de produtos veterinários e o comércio de animais, mas também relacionado a ilícitos como roubo de gado na região da fronteira acreana.

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Acre (FAEAC), Assuero Veronez, lamentou os episódios envolvendo a operação e afirmou que a entidade vai fazer denúncia ao Ministério da Agricultura e ao governo do Acre a respeito dos incidentes. Para ele, não há nenhuma contestação à fiscalização, mas à maneira como os órgãos fizeram o procedimento.

“O que nos assusta é essa truculência toda, essa demonstração de força, com um caminhão de soldados do Exército muito bem armados, claramente com o objetivo de intimidar e de constranger, numa atitude desnecessária porque não estava havendo nenhuma posição do proprietário de impedir qualquer ação do Poder Público, que tem legitimidade para tal”, disse Veronez.

Em nota, o Ministério da Agricultura informou que as fiscalizações no estado estão ocorrendo de maneira simultânea, com apoio do IDAF, da Polícia Civil e do Exército Brasileiro, e que se trata de uma ação rotineira com o objetivo de coibir o comércio de animais silvestres e uso de defensivos agrícolas e produtos veterinários irregulares contrabandeados dos países vizinhos.

Quanto à presença do Exército nos trabalhos de fiscalização, o Ministério da Agricultura diz que a medida é necessária por se tratar de região de fronteira, onde há a possibilidade de conflitos e a presença do tráfico de drogas e armas, esclarecendo que não há o objetivo intimidar produtores rurais, sendo isso explicado aos proprietários na chegada da fiscalização.

Continuar lendo

Acre 01

Governo recua e estádio voltará a ser Arena da Floresta e caixa d’água será prata ou bronze 

Publicado

em

Após receber centenas de críticas, o governador Gladson Cameli decidiu voltar atrás em algumas decisões sobre o uso das cores em prédios e monumentos públicos, assim como a nomenclatura que haviam sido alteradas em sua gestão.  Neste domingo, 13, o governo anunciou por meio da assessoria nas redes sociais que erros devem ser reconhecidos, referindo-se à pintura na cor azul da caixa d’água da Seis de Agosto, ao nome do estádio Arena Acreana e entre outros.

Diante da repercussão negativa, Cameli disse: tenho acompanhado as reclamações das pessoas por conta da pintura azul em alguns prédios públicos. O uso dessa cor tem dado margem para que alguns digam que é usada porque é a cor do partido ao qual sou filiado. Aliás, acho uma bobagem alguém se achar dono de alguma cor. Como o povo do Acre e eu mesmo criticamos o uso de símbolos e cores partidárias em prédio e até em helicóptero públicos, tenho que tomar uma decisão”, anunciou ao jornalista Altino Machado.

Gladson reclama que qualquer cor que seja usada resulta em críticas à sua gestão. “Sendo assim,  o estádio Arena da Floresta vai continuar sendo Arena da Floresta e não Arena Acreana. A caixa d’água do bairro 6 de Agosto terá a pintura na cor prata original ou na cor bronze dos últimos anos”, garante.

O governo informou que também irá recuperar a pintura original do Colégio Estadual Barão do Rio Branco. “O que tem que prevalecer é o bom gosto, a sobriedade no uso de cores, que deve levar em conta valores estéticos e históricos. Asseguro que os pórticos de parques e o Palácio Rio Branco não serão pintados de azul, conforme chegaram a sugerir em redes sociais”, disse.

Por fim, Cameli assegurou ser autêntico, com capacidade de recuar e reconhecer eventuais erros de sua gestão. “Já fiz isso várias vezes e farei quantas forem necessárias. Minha preocupação é evitar o erro daqueles que perderam a capacidade de ver e ouvir e jamais recuaram ou admitiram as suas falhas. Não carrego esse peso”, concluiu.

Continuar lendo

Acre 01

Pazuello ignorou por três dias pedidos de oxigênio para o Acre

Publicado

em

O general Eduardo Pazuello, quando esteve à frente do Ministério da Saúde (MS) ignorou por três dias um pedido da Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) para que fossem enviados cilindros de oxigênio ao Estado. A solicitação, feita no dia 12 de março, só foi respondida no dia 15, depois de Pazuello deixar o cargo. As informações constam de documentos entregues pelo próprio Ministério da Saúde à CPI da Covid-19 no Senado.

O pedido foi feito por e-mail pela Secretaria de Saúde do Acre que necessitava de ajuda para não ficar sem estoque de oxigênio, como já havia acontecido em Manaus, no Amazonas, também durante a gestão de Pazuello.

“Prezados, encaminho o Ofício no. 634/2021/SE/GAB/SE/MS, que trata do risco iminente de desabastecimento de oxigênio nos municípios do Estado do Acre. Solicito confirmação de recebimento”, escreveu a secretaria da saúde do Acre.

Uma funcionária de apoio do Ministério da Saúde respondeu, depois de três dias: “Boa tarde! Acuso recebimento. Desculpe a demora“. A pasta se comprometeu a enviar para o Acre 300 cilindros de oxigênio. A primeira leva, com 60 cilindros, foi entregue no dia 17.

Na CPI, os senadores se mostraram estupefatos com o fato de o Ministério levar três dias para responder a um e-mail que pedia regime de urgência e por se tratar de risco de falta de oxigênio necessário para salvar vidas.

De acordo com informações da CPI, o Acre não chegou a ficar sem oxigênio, mas precisou adotar um plano de contingência. Ao menos duas empresas privadas, Oxiacre e Oxivida, chegaram a anunciar que não tinham mais o produto para fornecer na época.

Na capital Rio Branco há três hospitais particulares e somente um deles tem usina própria de distribuição de oxigênio. Os três hospitais públicos do Estado têm usinas próprias de distribuição.

Como as unidades da capital sofriam colapso pela alta demanda de pacientes, somados ao risco eminente de acabar o oxigênio, alguns precisaram ser transferidos para Manaus no dia 13 de março.

Pelo visto, faz parte do talento do especialista em logística do governo Bolsonaro ignorar informações e mensagens direcionadas a ele quando se tratam de situações da pandemia. Além da crise de abastecimento no Amazonas e da ameaça de falta de oxigênio no Acre, Pazuello também ignorou repetidas ofertas de vacina tanto da Pfizer quanto do Instituto Butantan para a imunização dos brasileiros.

Em seu depoimento na CPI, no entanto, o general disse aos senadores que saiu do ministério com o sentimento de “missão cumprida”.

Fonte: Hora do Povo

Continuar lendo

Bombando

Newsletter

INSCREVER-SE

Quero receber por e-mail as últimas notícias mais importantes do ac24horas.com.

* indicates required

Leia Também

Mais lidas