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Damasceno desmente Sesacre e diz que remoção para Tarauacá ocorreu legalmente

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O impasse entre a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) e o médico Rodrigo Damasceno continua, na noite de quinta-feira (13) a história ganhou mais um capítulo. É que após a nota do órgão dizer que sua remoção ao município ocorreu de forma irregular e sem autorização da saúde, o médico rebateu e disse que teve autorização do órgão competente.

Damasceno contou que ficou admirado com o teor da nota, pois segundo o profissional de saúde, sua lotação em Tarauacá não ocorreu “na marra”.

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“Segundo o que eles falaram estou trabalhando com o meu segundo contrato (Que Realmente fiz o concurso a Época para Feijó) já em Tarauacá é por conta própria, como diz o bom acreano “Na Marra”, e o pior ou melhor de tudo é que eles me pagam todos meses, mesmo eu sendo um insurgente. Nesse ponto a nossa querida Sesacre se enganou. E olha que tiveram quase duas semanas para tentar justificar o injustificável”, declarou.

Damasceno apresentou, inclusive, o número do documento que consta da autorização de remoção para a terra do abacaxi. “Primeiro, como consta no documento em anexo, fui lotado em Tarauacá no dia 9 de Fevereiro de 2017, documento assinado pela Gerente de Pessoal que pode ser consultado pela Sesacre com o número 069/2017. Ou seja, não vim “Na marra” trabalhar em Tarauacá. No dia 20/02/2018 tive a minha lotação mais uma vez confirmada pelo Secretário, deduzindo-se que em resposta ao requerimento do MP. Como está comprovado na minha Ficha de Assentamento Funcional, que também está em anexo. E deixo a disposição da saúde, embora tenha sido ela mesmo que me ofertou”, explicou.

Porém, Damasceno reconheceu os vários capítulos da história e voltou a se colocar à disposição do município de Feijó. “Já me prontifiquei em ajudar Feijó, só não concordei com a forma como trataram essa situação. Na minha humilde opinião a Sesacre segue se confundindo e como não tem motivo plausível para justificar essa confusão que eles mesmo fizeram, tentam jogar uma cortina de fumaça e com informações falsas. Acho que chegou a hora da instituição se portar como tal, procurar seu servidor e conversar. Chega de postagens na mídia, acho que tanto a População de Feijó quanto de Tarauacá merecem um Tratamento Melhor”, encerrou.

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