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A tarrafa de malha fina do Gladson

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NUMA INTERMEDIAÇÃO feita pelo senador Márcio Bittar (MDB), o governador Gladson Cameli sentou na tarde de hoje com o deputado Roberto Duarte (MDB), em Brasília, e jogou a sua tarrafa de malha fina para ter o apoio do parlamentar ao seu governo. 

Duarte tem sido um dos mais cáusticos críticos de ações do governador, e um ardoroso defensor da realização da “CPI da Educação”. A conversa estava tão amorosa que, quando liguei para falar com o deputado Roberto, quem atendeu o seu celular foi o governador: “Aqui, é o Gladson! Me ajude a trazer este homem (Duarte) para o meu lado”, falou antes de passar o telefone ao deputado. 

Roberto Duarte negou que tenha acertado a sua ida para a base do governo: “acho difícil, mas sou amigo do Gladson, tenho votado nos seus projetos”. Mas, durante a conversa caiu numa contradição ao admitir que poderia ir para a base do governo na ALEAC, caso pudesse ser um “governista independente”. Negou ao BLOG DO CRICA que, ele no papo tenha barganhado cargos com o governador. “Nunca vou ter cargo no governo, indicar alguém para depois ser demitido, como aconteceu com a deputada Antônia Sales (MDB) e outros colegas da ALEAC, o que seria um constrangimento”, enfatizou. 

Mas, a conversa foi tão boa que Gladson e Duarte já marcaram uma nova rodada de conversa após o retorno de ambos a Rio Branco. Como na política, boi costuma voar, não aposto nem um centavo furado que o deputado Roberto Duarte (MDB) venha compor na base governista na ALEAC.

ISSO PODE, GLADSON?

O governador Gladson nomeou um advogado do Pró-Saúde para um cargo de confiança. A Diretora do Pró-Saúde, figura de proa de gestões petistas, se negou aceitar o afastamento, e ameaça demitir o rapaz. Quer ser mais real que o Rei. Isso pode Gladson?

TARRAFA NO JURUÁ

NESTE FIM DE SEMANA, o governador Gladson Cameli embarca para Cruzeiro do Sul, para lançar a sua tarrafa e tentar trazer de novo ao governo o grupo do ex-prefeito Vagner Sales, que já se mostrou receptivo à aproximação.

MAIS PARA LÁ, DO QUE PARA CÁ

PELA postagem que recebi do ex-prefeito Vagner Sales, da sua parte não há nenhuma mágoa com a demissão de todos os seus indicados no governo, e pode vir a recompor.

QUE COMA SEU ANGU

OUVI ontem de importante figura do governo de que, o Gladson Cameli não vai mover uma palha a favor de nenhum dos envolvidos nos escândalos da Educação. “Quem fez seu angu, que coma”, disse ao BLOG.

APOIO ABERTO

O DEPUTADO ROBERTO DUARTE (MDB) lançou ontem, a ex-esposa do senador Márcio Bittar, a Márcia Bittar, como a sua candidata ao senado na eleição de 2022. 

CANDIDATURA PARA VALER

E, ressaltou que, a Márcia Bittar é a candidata apoiada pelo Planalto ao Senado, e sua candidatura é para valer.

O JOGO É NOS GROTÕES

SÓ QUE, o jogo para o Senado é nos grotões, e se a Márcia Bittar pretende mesmo ser candidata, tem de deixar de vender beleza em Brasília, e vir cair em campo.

FOI UM PRIMOR

A EXPLICAÇÃO do presidente do PT, Cesário Braga, de que o deputado Jonas Lima (PT) ficou com o governo contra a “CPI da Educação”, foi uma graça: “O PT é democrático.”

PORTEIRA ABERTA

COM ISSO, a porteira do voto livre está aberta para qualquer petista apoiar a reeleição do governador Gladson Cameli ou quem bem entender em 2022.

MAKTUB

O DEPUTADO Jonas Lima (PT) já votou com o governo contra a “CPI da Educação”, e podem anotar: seu irmão, prefeito Isac Lima, deverá apoiar a reeleição do Gladson.

É DANDO QUE SE RECEBE

NA ÚLTIMA ELEIÇÃO municipal, o governador Gladson se desgastou, foi criticado, por apoiar a reeleição do prefeito de Mâncio Lima, Isaac Lima, natural este devolver o favor.

MÉDICO HUMANISTA

O deputado Cadmiel Bonfim (PSDB) foi infeliz ao acusar de “mercenário” o médico Rodrigo Damasceno, por não querer se transferir para Feijó. Muito pelo contrário, Rodrigo é um profissional respeitado e humanista.

INVERTENDO OS VALORES

O DEPUTADO Cadmiel Bonfim (PSDB) mira em direção diferente. Quem deveria ser cobrada pela falta de médicos em Feijó é a secretaria de Saúde, não o citado médico. Esta é a lógica desta discussão.

DISTÂNCIA LONGA

MAS, em todo este contexto não cabe pedir a cassação do mandato do deputado Cadmiel Bonfim, existe a justiça para ser acionada, se o CRM e o médico assim quiserem.

MALA E CUIA

DO GRUPO do ex-prefeito Deda somente dois vereadores não vão lhe acompanhar na sua saída do PROS e ida para o PODEMOS. Não aceita composição com o grupo da deputada federal Vanda Milani, que lhe tomou o PROS.

SERIA O FIM DA PICADA

O DEDA aceitar ser vassalo do grupo da deputada federal Vanda Milani (SD), depois do golpe que lhe aplicou ao lhe tomar o partido, seria o fim da picada para a sua imagem.

GANHA DEPUTADA

COM a entrada do grupo do ex-prefeito Francisco Deda no PODEMOS, o partido vai ganhar a deputada Maria Antônia, que também deixará o PROS 

FICA NO PT

O PREFEITO de Assis Brasil, Jerry (PT), negou ao BLOG que deixará o partido. Se diz agradecido com o apoio que vem recebendo do governo, mas não implica em deixar o PT.

XADREZ POLÍTICO

A POLÍTICA TEM as suas variantes. No citado caso é cada um tomar o seu rumo político, e a vida segue normal.

PODER PARALELO

O senador Márcio Bittar (MDB) tem hoje uma espécie de poder paralelo no governo estadual, e ninguém duvida de que irá ocupar mais espaços, do que os generosos que detém.

PERDA DE TEMPO

O SENADOR Sérgio Petecão (PSD) é candidato ao governo em 2022, e a sua candidatura está tão avançada que, ele já trata da elaboração do seu “Plano de Governo.” Será perda de tempo tentar lhe convencer ao contrário.

FRASE MARCANTE

“A boca do sábio está em seu coração. O coração do ignorante está em sua boca”. Ditado turco.

Acre 01

Nenê Junqueira repudia operação do Mapa com o Exército em fazenda de Jorge Moura

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O secretário de Produção e Agronegócio do Acre, Nenê Junqueira, se indignou com o fato ocorrido na fazenda Campo Esperança, do empresário Jorge Moura, no município de Capixaba, por volta do meio-dia desta terça-feira, 15.

Na ocasião, a propriedade foi visitada por servidores do Ministério da Agricultura, Abastecimento e Pecuária (Mapa) e do Instituto de Defesa Agropecuária do Acre (Idaf/Ac) escoltados por soldados do Exército Brasileiro.

A presença dos militares na propriedade foi recebida pelo produtor, que estava acompanhado da família no momento da abordagem, como uma atitude desnecessária, desrespeitosa e como uma demonstração de intimidação.

O episódio ganhou repercussão em meio aos produtores rurais e causou desgaste entre a classe produtora e os governos do estado e federal, a quem a Federação de Agricultura e Pecuária do Acre (FAEAC) pretende recorrer.

Por meio de nota, Nenê Junqueira repudiou a ação que faz parte de uma operação denominada Vigia, que consiste em uma operação de fiscalização na linha de fronteira, de responsabilidade do Mapa, voltada para a fiscalização de herbicidas.

“Na ocasião, a equipe entrou no local com o Exército, parecendo uma operação de guerra. Será que é correto tratar quem trabalha desta forma, sem um aviso prévio. Afinal, que ameaça representa um produtor rural?”, questionou o secretário.

Junqueira disse ainda que a situação causou desconforto e constrangimento, uma vez que se trata de um produtor rural que merece respeito, segundo ele, assim como tantos outros no estado do Acre.

“Falta de respeito com quem emprega e produz”, afirmou.

Por fim, o secretário disse que não compactua com o que ocorreu e pediu ao senador Marcio Bittar para falar sobre o assunto com a ministra da Agricultura, Teresa Cristina, e que comunicou o fato ao governador Gladson Cameli.

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Acre 01

Gladson estuda decretar desobrigação de uso de máscaras para vacinados com 2° dose

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Após o presidente Jair Bolsonaro defender a desobrigação do uso de máscaras para vacinados e recuperados da Covid-19 e deixar a decisão final aos governadores e prefeitos, o governador Gladson Cameli (Progressistas) declarou à imprensa na manhã desta terça-feira (15) que estuda a publicação de um decreto nos próximos dias para que os acreanos imunizados deixem de usar o equipamento de proteção individual facial.

Bolsonaro já havia informado na quinta – 10 de junho – que pediu ao ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, um parecer para liberar vacinados e recuperados da Covid de usar máscaras em vias públicas e privadas.

“Eu aguardo um estudo se vai manter aquela programação da quantidade de vacinas. Estou pensando em adotar algumas medidas, como por exemplo a retirada do uso de máscaras”, explicou. Entretanto, Cameli foi enfático ao dizer que com o possível decreto, as pessoas não serão obrigadas a não usarem máscaras.

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Acre 01

Governo recua e estádio voltará a ser Arena da Floresta e caixa d’água será prata ou bronze 

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Após receber centenas de críticas, o governador Gladson Cameli decidiu voltar atrás em algumas decisões sobre o uso das cores em prédios e monumentos públicos, assim como a nomenclatura que haviam sido alteradas em sua gestão.  Neste domingo, 13, o governo anunciou por meio da assessoria nas redes sociais que erros devem ser reconhecidos, referindo-se à pintura na cor azul da caixa d’água da Seis de Agosto, ao nome do estádio Arena Acreana e entre outros.

Diante da repercussão negativa, Cameli disse: tenho acompanhado as reclamações das pessoas por conta da pintura azul em alguns prédios públicos. O uso dessa cor tem dado margem para que alguns digam que é usada porque é a cor do partido ao qual sou filiado. Aliás, acho uma bobagem alguém se achar dono de alguma cor. Como o povo do Acre e eu mesmo criticamos o uso de símbolos e cores partidárias em prédio e até em helicóptero públicos, tenho que tomar uma decisão”, anunciou ao jornalista Altino Machado.

Gladson reclama que qualquer cor que seja usada resulta em críticas à sua gestão. “Sendo assim,  o estádio Arena da Floresta vai continuar sendo Arena da Floresta e não Arena Acreana. A caixa d’água do bairro 6 de Agosto terá a pintura na cor prata original ou na cor bronze dos últimos anos”, garante.

O governo informou que também irá recuperar a pintura original do Colégio Estadual Barão do Rio Branco. “O que tem que prevalecer é o bom gosto, a sobriedade no uso de cores, que deve levar em conta valores estéticos e históricos. Asseguro que os pórticos de parques e o Palácio Rio Branco não serão pintados de azul, conforme chegaram a sugerir em redes sociais”, disse.

Por fim, Cameli assegurou ser autêntico, com capacidade de recuar e reconhecer eventuais erros de sua gestão. “Já fiz isso várias vezes e farei quantas forem necessárias. Minha preocupação é evitar o erro daqueles que perderam a capacidade de ver e ouvir e jamais recuaram ou admitiram as suas falhas. Não carrego esse peso”, concluiu.

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Acre 01

Pazuello ignorou por três dias pedidos de oxigênio para o Acre

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O general Eduardo Pazuello, quando esteve à frente do Ministério da Saúde (MS) ignorou por três dias um pedido da Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) para que fossem enviados cilindros de oxigênio ao Estado. A solicitação, feita no dia 12 de março, só foi respondida no dia 15, depois de Pazuello deixar o cargo. As informações constam de documentos entregues pelo próprio Ministério da Saúde à CPI da Covid-19 no Senado.

O pedido foi feito por e-mail pela Secretaria de Saúde do Acre que necessitava de ajuda para não ficar sem estoque de oxigênio, como já havia acontecido em Manaus, no Amazonas, também durante a gestão de Pazuello.

“Prezados, encaminho o Ofício no. 634/2021/SE/GAB/SE/MS, que trata do risco iminente de desabastecimento de oxigênio nos municípios do Estado do Acre. Solicito confirmação de recebimento”, escreveu a secretaria da saúde do Acre.

Uma funcionária de apoio do Ministério da Saúde respondeu, depois de três dias: “Boa tarde! Acuso recebimento. Desculpe a demora“. A pasta se comprometeu a enviar para o Acre 300 cilindros de oxigênio. A primeira leva, com 60 cilindros, foi entregue no dia 17.

Na CPI, os senadores se mostraram estupefatos com o fato de o Ministério levar três dias para responder a um e-mail que pedia regime de urgência e por se tratar de risco de falta de oxigênio necessário para salvar vidas.

De acordo com informações da CPI, o Acre não chegou a ficar sem oxigênio, mas precisou adotar um plano de contingência. Ao menos duas empresas privadas, Oxiacre e Oxivida, chegaram a anunciar que não tinham mais o produto para fornecer na época.

Na capital Rio Branco há três hospitais particulares e somente um deles tem usina própria de distribuição de oxigênio. Os três hospitais públicos do Estado têm usinas próprias de distribuição.

Como as unidades da capital sofriam colapso pela alta demanda de pacientes, somados ao risco eminente de acabar o oxigênio, alguns precisaram ser transferidos para Manaus no dia 13 de março.

Pelo visto, faz parte do talento do especialista em logística do governo Bolsonaro ignorar informações e mensagens direcionadas a ele quando se tratam de situações da pandemia. Além da crise de abastecimento no Amazonas e da ameaça de falta de oxigênio no Acre, Pazuello também ignorou repetidas ofertas de vacina tanto da Pfizer quanto do Instituto Butantan para a imunização dos brasileiros.

Em seu depoimento na CPI, no entanto, o general disse aos senadores que saiu do ministério com o sentimento de “missão cumprida”.

Fonte: Hora do Povo

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