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Setor de eventos protesta contra medidas do governo: “Não somos carregadores do vírus”

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Na manhã desta terça-feira (11), um grupo de organizadores de festas e eventos, realizaram uma manifestação pública em frente a Casa Civil, em Rio Branco, contra as normas impostas pelo Comitê da Covid-19.

Segundo os manifestantes, suas atividades estão sendo prejudicadas com as medidas restritivas, haja vista, de que com mais um ano de fechamento dessas atividades, muitas pessoas que sobrevivem 100% do setor estão passando necessidades. “Não somos carregadores do vírus”, desabafou uma organizadora que não teve o nome revelado.

De acordo com uma das organizadoras do evento, o governador Gladson Cameli (Progressistas) precisa, imediatamente, autorizar o funcionamento das atividades.

Cotidiano

Xapuri começa vacinação de crianças de 10 a 11 anos nesta terça-feira

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Após receber a primeira remessa de vacinas pediátricas, a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) iniciará a vacinação da faixa etária de 5 a 11 anos nesta terça-feira (18).

No entanto, as primeiras crianças a serem vacinadas serão as de 10 e 11 anos de idade. Em seguida, a imunização avançará para faixas mais abaixo.

O local de vacinação é a Unidade Básica de Atendimento Tia Vicência, localizada na rua João Antônio de Carvalho (Rua do Ibama).

Os horários em que o atendimento estará disponível para as crianças é das 8 horas da manhã ao meio-dia e das 2 às 4 horas da tarde.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a vacinação para crianças de 5 a 11 anos no dia 16 de dezembro do ano passado, mas apenas recentemente a vacinação foi iniciada no país.

A chegada do imunizante aos postos dependeu do calendário e da logística do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde (PNI/MS).

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Cotidiano

Floresta Amazônica teve 10.362 km² de mata nativa destruída em 2021, diz o Imazon

Acre foi o terceiro estado com o maior aumento em comparação com o ano anterior: 28%

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Foi o pior ano em uma década. De janeiro a dezembro de 2021 foram destruídos 10.362 km² de mata nativa na Floresta Amazônica, o que equivale à metade do estado de Sergipe.

Os dados são do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), que monitora a região por meio de imagens de satélites.

Apenas em relação a 2020, ano em que o desmatamento na Amazônia já havia ocupado a maior área desde 2012, com 8.096 km² de floresta destruídos, a devastação em 2021 foi 29% maior.

Apesar do mês de dezembro ter apresentado uma redução de 49% no desmatamento, passando de 276 km² em 2020 para 140 km² em 2021, o recorde negativo anual é extremamente grave diante das consequências dessa destruição.

Entre essas consequências estão a alteração do regime de chuvas, a perda da biodiversidade, a ameaça à sobrevivência de povos e comunidades tradicionais e a intensificação do aquecimento global. Quase metade da destruição ocorreu em florestas públicas federais

Cruzando as áreas desmatadas com o banco de dados do Cadastro Nacional de Florestas Públicas do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), os pesquisadores observaram que 4.915 km² foram devastados dentro de territórios federais.

O dado acima corresponde a 47% de todo o desmatamento registrado na Amazônia no ano passado. Apenas nessas áreas, a destruição aumentou 21% em comparação com 2020, sendo a pior em 10 anos.

Criadas para a preservação da biodiversidade e a manutenção dos modos de vida sustentáveis de povos e comunidades, as unidades de conservação federais também viram o desmatamento avançar por seus territórios.

Em 2021, foram devastados 507 km² de mata nativa dentro dessas áreas protegidas, 10% a mais do que no ano anterior. Nesses territórios, a devastação também atingiu o pior patamar da década.

“Para combater o desmatamento, é necessário intensificar a fiscalização, principalmente nas áreas mais críticas. Aplicar multas e embargar áreas desmatadas ilegalmente”, indica a pesquisadora do Imazon Larissa Amorim.

Derrubada também cresceu nas florestas e UCs estaduais

Ainda conforme o mesmo cruzamento, 813 km² foram destruídos em florestas públicas estaduais, o que equivale a 8% do total desmatado na Amazônia. Nessas áreas, o desmatamento também chegou ao maior acumulado da década, crescendo 26% em relação a 2020.

Apenas nas unidades de conservação estaduais, foram destruídos 690 km², 24% a mais do que em 2020. Também o pior acumulado em 10 anos.

“Os estados realizam ações de combate ao desmatamento, porém elas acabam sendo insuficiente diante da crescente devastação que a Amazônia está enfrentando. Os estados precisam assumir o compromisso de intensificar as ações de fiscalização”, completa a pesquisadora.

Pará e Amazonas lideram a devastação

Em 2021, dos nove estados que compõem a Amazônia Legal, apenas o Amapá não apresentou aumento do desmatamento em relação a 2020. Além de superarem a devastação registrada no ano anterior, Acre, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins também tiveram as maiores áreas de floresta destruídas em 10 anos.

Líder histórico, o Pará manteve a primeira colocação no ranking dos que mais desmatam, com 4.037 km² devastados, 39% do registrado em toda a Amazônia. No estado, houve aumento da derrubada da floresta tanto em áreas federais quanto estaduais. Além disso, mais da metade das 10 terras indígenas e das 10 unidades de conservação que mais desmataram em 2021 ficam em solo paraense.

Segundo estado que mais desmatou, o Amazonas foi o que apresentou o maior crescimento na devastação em relação ao ano anterior. Isso porque a destruição registrada em solo amazonense passou de 1.395 km² em 2020 para 2.071 km² em 2021, uma alta de 49%. No Amazonas, também houve aumento do desmatamento tanto em áreas federais quanto estaduais.

Terceiro colocado no ranking de desmatamento em 2021, Mato Grosso devastou 1.504 km² no período, 38% a mais do que no ano anterior. Isso fez com que o estado tivesse o segundo maior aumento em relação a 2020.

Rondônia (1.290 km²) e Acre (889 km²) ocuparam a quarta e a quinta colocação em área desmatada, mas o Acre foi o terceiro com o maior aumento em comparação com o ano anterior: 28%.

Com informações do Boletim do Desmatamento na Amazônia Legal, divulgado nesta segunda-feira (17) pelo Imazon.

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Cotidiano

Pacientes ficam sem atendimento por falta de médicos em Urap de Rio Branco

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A Unidade de Referência em Atenção Primária (Urap) do bairro Vila Ivonete, em Rio Branco, viveu um verdadeiro caos na manhã desta segunda-feira (17). Pacientes com sintomas de Covid-19 que chegaram ainda de madrugada ficaram até às 10 horas esperando e ainda não tinham sido atendidos.

Segundo eles, são dois os problemas principais, no entanto, o mais sério é a falta de médicos. Nesta segunda, a unidade não tinha nenhum profissional para atender os pacientes. De acordo com a diretora da unidade, Franciana Dantas, um médico testou positivo para Covid-19 e outra profissional aderiu à greve.

Com isso, centenas de pessoas não conseguiram atendimento médico. O outro problema é a grande quantidade de pacientes com sintomas da Covid-19 que procuram a unidade para fazer o teste da doença.

Franciana conta que só há uma sala fazendo exames, o que não é suficiente para atender a demanda. “Essas pessoas estão na fila para Covid, só temos uma sala e, infelizmente, a demanda só aumenta”, explica.

Os pacientes, que preferem não se identificar, fizeram diversos vídeos mostrando a situação na manhã de hoje na Urap. Pessoas com comorbidades que chegaram antes das 5 da manhã ainda não haviam sido atendidas.

Veja o vídeo:

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Cotidiano

MP passa a atuar em bandeira laranja por conta da nova onda da Covid-19 no Acre

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O Ministério Público do Estado do Acre (MP-AC) decretou nesta segunda-feira, 17, novas medidas para o enfrentamento de emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do novo coronavírus.

Baseado na decisão do decreto de emergência do governo, o promotor, Celso Jerônimo de Souza, decidiu retornar ao Plano de Diretrizes do Ministério Público do Estado do Acre, com a finalidade de retomada gradual das atividades presenciais nas Unidades Administrativas, em especial, assim como orientação quanto ao trabalho remoto e à identificação de servidores contaminados pelo COVID-19 que estejam exercendo suas funções.

O promotor destacou que o órgão deverá realizar um levantamento interno a fim de aferir o quantitativo e nível de vacinação contra a COVID-19 no âmbito do Ministério Público do Estado. Assim, o órgão passará a funcionar nos moldes da bandeira laranja em todo o Acre. “Declarar todas as Unidades Administrativas do Ministério Público do Estado do Acre em nível de risco de “Alerta”, bandeira de cor laranja, para fins de observância dos protocolos de retomada das atividades presenciais

A duração da decisão é de 30 (trinta) dias, a contar da publicação do presente ato, mesmo estando sob vigência a bandeira laranja, em todas as Unidades Administrativas, Capital e Interior, os gestores das Unidades e chefias imediatas (Procuradores de Justiça, Promotores de Justiça e Diretores), deverão manter ou elaborar nova escala para as atividades presenciais no percentual de até 30% (trinta por cento). “As atividades nas áreas finalísticas poderão ser realizadas integralmente na modalidade remota, cabendo ao membro ou chefe imediato deliberar acerca da forma de desenvolvida.

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