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Por falta de insumos, Acre está há 2 meses sem fazer exames de DNA em dentes e ossos

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O Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC) em Rio Branco está há cerca de dois meses sem fazer exames de DNA em arcadas dentárias e ossos por falta de insumos. O diretor do Instituto de Análises Forenses, Giulliano Scarante Cezarotto, disse em entrevista ao G1/Acre que o estado regularizou a parte da identificação de drogas, mas a parte da genética em ossos e dentes ainda não.

Com isso, o Acre tem falta de reagente necessário para os exames de DNA mais específicos. Desde o último dia 26 de março, o DPTC afirmou que não tem insumos para a realização desses exames.

O setor continua fazendo os exames com os insumos que possui, que são as amostras de mais fácil extração, como sangue, mucosa bucal. “[…] esses com maior complexidade, de osso e dente, a gente deixa armazenado aguardando ter o recurso para fazer as análises”, disse o diretor.

Uma das dificuldades para aquisição dos insumos tem sido a burocracia e falta desses produtos para a venda, por conta da pandemia, segundo o instituto.

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Mulheres da Indústria entregam cestas básicas à Associação Amigos do Peito e Lar Vicentino

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Em mais uma ação de solidariedade, a FIEAC e o grupo Mulheres da Indústria entregaram na tarde de quarta-feira, 16 de junho, cestas básicas à Associação Amigos do Peito e ao Lar Vicentino. A doação foi feita pelo vice-presidente da Federação das Indústrias do Acre, João Paulo Pereira, e pela empresária Zu Oliveira, uma das coordenadoras do Grupo Mulheres da Indústria.

A Associação Amigos do Peito é um grupo que desde 2002 acolhe pacientes do interior do estado que vêm a Rio Branco para realizar tratamento de câncer. A casa de passagem sobrevive de doações e tem capacidade de receber até 32 pessoas. “Recebemos pessoas que não têm condições financeiras ou parentes na capital. Tem paciente que precisa ficar apenas dois dias, enquanto outros permanecem aqui por meses. Sobrevivemos de doações e, inclusive, não é a primeira vez que a FIEAC nos ajuda. Somos muitos gratos e só temos a agradecer”, declarou Maria Barbosa, presidente da organização sem fins lucrativos.

Já o Lar Vicentino é uma tradicional entidade de Rio Branco que atualmente acolhe 54 idosos. A diretora, Valdenize do Nascimento Rebelo, ficou emocionada com a doação recebida. “Foi um dia abençoado. Tivemos um início de semana difícil, mas Deus abre portas e hoje recebemos essas cestas básicas da FIEAC e também doações de alimentos, frutas, verduras e fraldas geriátricas. É muito gratificante e só temos a agradecer a todos que nos ajudam”, frisou a diretora.

A empresária Zu Oliveira diz que a parceria entre o grupo Mulheres da Indústria e a FIEAC tem feito a diferença e auxiliado os que mais necessitam. “O presidente José Adriano e o vice-presidente João Paulo são muito generosos e estão sempre dispostos a ajudar. Essa solidariedade dos líderes empresariais, junto com as Mulheres da Indústria, tem garantido diversas ações sociais para entidades que realmente precisam de apoio”, ressaltou.

Para o vice-presidente da FIEAC, João Paulo Pereira, é com muito carinho que a Federação das Indústrias está engajada com iniciativas solidárias. “Faz parte do nosso dever, da nossa responsabilidade social. Sabemos da seriedade e do importante papel que essas entidades desenvolvem e nada mais justo do que contribuirmos para que permaneçam realizando esse trabalho tão essencial em Rio Branco”, salientou o empresário.

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Prefeitura de Brasiléia firma parceria com Incra para regularização de polos agroflorestais

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A prefeita Fernanda Hassem acompanhada do secretário de Planejamento Emerson Leão e do secretário de Infraestrutura Rural José Alvanir, recebeu nesta quarta-feira, 16, o superintendente do INCRA no Acre, Sérgio Bayum, e toda equipe técnica. Além do presidente da AMOPREBE, José Maria, representante do Sindicato dos Trabalhadores Rurais Catarina Moreira e beneficiários 

O objetivo da reunião foi a assinatura do termo de adesão ao programa Titula Brasil, que visa a regularização fundiária de polos agroflorestais em assentamentos e o termo de cooperação do programa de fomento que visa beneficiar famílias com linhas de créditos a assentadas e extrativistas nas modalidades Crédito Instalação, Apoio Inicial e Fomento Mulher.

“É motivo de muita alegria receber em nosso município o Superintendente Sérgio e sua equipe técnica. Falo sempre que as instituições precisam dialogar, dar as mãos para que possamos atender o maior número de pessoas possível. Está em nosso plano de governo beneficiar o maior número de produtores rurais, nesse caso essa parceria vai beneficiar assentados e extrativistas, e hoje estamos fechando essa parceria com suporte técnico para que possamos contemplar as famílias e o homem do campo merece todos nossos esforços. Não estamos olhando bandeira partidária e sim, a população”, destacou a prefeita Fernanda Hassem.

Os benefícios estão divididos entre Apoio Inicial Fomento e Fomento mulher com valores variados que visa a para compra de, equipamentos, agrícolas, criação de pequenos animais, bacia leiteira, piscicultura, plantio de mandioca, feira livres, produção de frutas, verduras e legumes artesanato, produção de queijo, dentre outros 

O superintendente do INCRA Sérgio Bayum destacou a importância da parceria. “Agradeço a receptividade da prefeita Fernanda e toda sua equipe, saio daqui de Brasiléia muito feliz, pois nosso papel é firmar parcerias, para que possamos atender o produtor rural, que está lá na ponta e que produz, que cria. Saio satisfeito que a prefeitura de Brasileia que nos dará suporte, a associação e sindicato também são parceiros para que possamos melhorar a vida dos produtores rurais e extrativistas”, disse 

No Projeto Apoio Inicial, o primeiro produtor assinou hoje a liberação do projeto do extrativista Alexandre Xandão.  “É um momento muito importante para nós extrativistas, isso significa que o homem do campo está sendo valorizado juntando melhoria de vida e sustentabilidade”, finalizou.

Pagamento dos projetos tem desconto que variam de 80% a 90% de desconto com prazo de 1 ano.

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Vacinação para indústria avança em Rio Branco com apoio da FIEAC e do SESI

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A vacinação contra a covid-19 para industriários segue em ritmo avançado em Rio Branco. Após atingir a meta de imunização no Parque e Distrito Industrial, a imunização nesta quarta-feira, 16 de junho, está concentrada em um único ponto de vacinação, o Ginásio do SESI, localizado no bairro Manoel Julião.

Além da vacinação prioritária à indústria, o Ginásio do SESI abriu espaço hoje também para a imunização do público em geral, com idade a partir de 50 anos. O local deve também receber um mutirão de vacinação neste fim de semana, com previsão de o atendimento ocorrer das 8h às 22h.

O presidente da FIEAC, José Adriano, e o secretário de Saúde de Rio Banco, Frank Lima, acompanharam nesta manhã a vacinação no Ginásio do SESI. “Somos gratos a essa parceria com a prefeitura de Rio Branco, ao prefeito Tião Bocalom e ao secretário Frank Lima por terem proporcionado a realização dessa campanha de Imunização da Força de Trabalho do Setor Industrial. A FIEAC e o SESI estão empenhados para garantir que os industriários sejam todos vacinados na capital para que passemos a nos preocupar com a recuperação da economia”, tem declarado o presidente José Adriano, em postagens nas redes sociais.

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Maior produtor de milho do Acre também denuncia ação truculenta do Mapa com Exército

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Após ver no jornal ac24horas a repercussão de uma ação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com o apoio do Exército, na propriedade do maior produtor de soja do Acre, Jorge Moura, em uma operação denominada Vigia, um outro nome de peso na agricultura do estado também relatou ter sido alvo de uma fiscalização considerada por ele como truculenta.

Henrique Cardoso, da fazenda Nictheroy, no município de Senador Guiomard, conta que os servidores e os militares fortemente armados chegaram à propriedade por volta das 8 horas da manhã da última segunda-feira, 14, quando havia no local apenas funcionários. Segundo ele, as circunstâncias foram semelhantes ao episódio desta terça-feira, 15, na fazenda de Jorge Moura.

Dono de uma produção de 7.500 toneladas de milho por safra, o fazendeiro informa que emprega 120 funcionários e diz que a ação dos órgãos estadual e federal não se justifica. De acordo com ele, a situação de intimidação e constrangimento que considera ter sofrido é um estímulo a se retirar do estado, onde avalia que quem trabalha e produz sofre perseguição dos governos.

LEIA MAIS: Exército e Mapa fazem operação na fazenda de Jorge Moura e pecuarista se revolta 

Mapa diz que presença do Exército é necessária, mas que não há intenção de intimidar

“Essa atitude do Mapa e do Idaf de entrar dessa maneira na nossa fazenda, fechando a porteira e não deixando ninguém sair e ninguém entrar, como se fosse uma ditadura, me deixou indignado e eu faço minhas as palavras do Jorge Moura. Então é com muito pesar que eu estou pensando seriamente em ir embora desse estado porque não é possível aceitar isso”, disse o produtor.

Ao ac24horas o presidente do Idaf, Francisco Thum, disse que o trabalho da operação Vigia é coordenado pelo Mapa, com acompanhamento do órgão de defesa estadual, e voltado para o combate ao contrabando de produtos veterinários e o comércio de animais, mas também relacionado a ilícitos como roubo de gado na região da fronteira acreana.

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Acre (FAEAC), Assuero Veronez, lamentou os episódios envolvendo a operação e afirmou que a entidade vai fazer denúncia ao Ministério da Agricultura e ao governo do Acre a respeito dos incidentes. Para ele, não há nenhuma contestação à fiscalização, mas à maneira como os órgãos fizeram o procedimento.

“O que nos assusta é essa truculência toda, essa demonstração de força, com um caminhão de soldados do Exército muito bem armados, claramente com o objetivo de intimidar e de constranger, numa atitude desnecessária porque não estava havendo nenhuma posição do proprietário de impedir qualquer ação do Poder Público, que tem legitimidade para tal”, disse Veronez.

Em nota, o Ministério da Agricultura informou que as fiscalizações no estado estão ocorrendo de maneira simultânea, com apoio do IDAF, da Polícia Civil e do Exército Brasileiro, e que se trata de uma ação rotineira com o objetivo de coibir o comércio de animais silvestres e uso de defensivos agrícolas e produtos veterinários irregulares contrabandeados dos países vizinhos.

Quanto à presença do Exército nos trabalhos de fiscalização, o Ministério da Agricultura diz que a medida é necessária por se tratar de região de fronteira, onde há a possibilidade de conflitos e a presença do tráfico de drogas e armas, esclarecendo que não há o objetivo intimidar produtores rurais, sendo isso explicado aos proprietários na chegada da fiscalização.

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