Conecte-se agora

Com salários de R$ 8,3 mil, TCE-AM lança edital de concurso público com 40 vagas

Publicado

em

O Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) divulgou, nesta segunda-feira (10), o edital do concurso público para provimento imediato de 40 vagas. Os salários são de R$ 8.328,77 e mais benefícios.

Os cargos são para as áreas de Auditoria Governamental, Auditoria de Obras Públicas, Auditoria de Tecnologia da Informação, e também há vagas no Ministério Público de Contas.

O edital completo foi disponibilizado no Diário Oficial Eletrônico (DOE) do TCE-AM e no site da Fundação Getúlio Vargas (FGV). As inscrições devem ser realizadas no período de 17 de maio a 15 de junho deste ano, no site da FGV.

De acordo com o edital, das 40 vagas:

18 são para área de Auditoria Governamental;

5 são para área de Auditoria de Obras Públicas;

15 são para área de Auditoria de Tecnologia da Informação;

e 2 vagas serão destinadas ao Ministério Público de Contas (MPC).

Requisitos

Para a área de Auditoria Governamental, o candidato deve ter diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em qualquer área de formação, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).

Para a área de Auditoria de Obras Públicas, o candidato deve ter diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em qualquer das áreas de formação da Engenharia ou Arquitetura, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).

Para a área de Auditoria de Tecnologia da Informação, o candidato deve ter diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em tecnologia da informação, em todas as suas acepções, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).

Já para o Ministério Público de Contas, o candidato deve ter diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso graduação de nível superior em Direito, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).

Provas

Segundo o edital, as provas escritas objetivas, de caráter eliminatório e classificatório serão realizadas em Manaus, nos dias 21 (quarta-feira) e 28 (quarta-feira) de julho, pela manhã, para a área de Auditoria Governamental, e à tarde, para a Auditoria de Tecnologia da Informação, Auditoria de Obras Públicas e Ministério Público de Contas.

A prova escrita objetiva, para todos os cargos/áreas, será composta por 100 questões, sendo 50 questões de Conhecimentos Básicos (Língua Portuguesa e Controle Externo) aplicadas no primeiro dia de prova e 50 questões de Conhecimentos Específicos aplicadas no segundo dia de prova. Todas as questões terão cinco alternativas.

Os Conhecimentos Específicos diferenciam para cada área. Para a área de Auditoria Governamental, as 50 questões de Conhecimentos Específicos serão de Administração Financeira e Orçamentária, Contabilidade Geral, Contabilidade Aplicada ao Setor Público, Auditoria e Controle da Administração Pública, Transparência na Administração Pública, Noções de Direito Constitucional e Noções de Direito Administrativo.

Já para o Ministério Público de Contas, as 50 questões de Conhecimentos Específicos serão de Direito Administrativo, Direito Constitucional, Direito Financeiro, Direito Penal, Direito Civil, Direito Processual Civil.

Para os cargos de Auditoria de Obras Públicas e Auditoria de Tecnologia da Informação, os conhecimentos básicos são em Língua Portuguesa, Controle Externo, Noções de Direito Constitucional e Noções de Direito Administrativo.

As especificações dos Conhecimentos Específicos para os cargos de Auditoria de Obras Públicas e Auditoria de Tecnologia da Informação podem ser conferidos no Edital.

Cotidiano

Gladson manifesta pesar pelo falecimento de Nego Bau vítima de parada cardíaca no PS

Publicado

em

O governador Gladson Cameli (Progressistas) emitiu uma nota de pesar pelo falecimento de Renan Almeida Souza, conhecido no Acre como Nego Bau, ocorrido na tarde deste sábado, 15, no Pronto-Socorro de Rio Branco, em decorrência de uma parada cardíaca.

O chefe do executivo acreano disse que a notícia do óbito de Bau foi recebida com tristeza. “Nego Bau tinha 43 anos e foi vítima de uma parada cardíaca. Quero aqui manifestar meu pesar a toda família e aos amigos”.

Aí fim da mensagem, Gladson desejou condolências aos familiares e amigos do agora, ex-morador de rua. “Que neste momento de profunda dor, Deus possa consolar seus corações. Descanse em paz, Nego Bau”, desejou Cameli.

Ao ac24horas, a diretora do hospital, a médica Carolina Pinho, disse que o paciente teve parada cardíaca durante o transporte para o setor de cuidados avançados. “Infelizmente ele estava em estado gravíssimo e não resistiu. A equipe tentou reanimar, mas ele não respondeu às medidas. Lamentamos pela perda de um cidadão tão popular em nossa cidade”, declarou a diretora.

Bau estava entubado na sala de recuperação pós anestésica do hospital, onde aguardava vaga na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), da unidade hospitalar.

O morador das ruas de Rio Branco deu entrada no hospital em dezembro com um dedo amputado. Na unidade de saúde ele passou a usar um dreno no pulmão devido uma perfuração no órgão, ocasionado por uma suposta briga. No local, foi descoberto que Nego Bau estava com tuberculose e fraturas nas costelas.

Continuar lendo

Cotidiano

Sindicato da saúde repudia decreto de Bocalom e promete entrar com ação na justiça

Publicado

em

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado do Acre (Sintesac), vereador Adailton Cruz, resolveu emitir uma nota repudiando a decisão do prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (Progressistas) em suspender todas as licenças e afastamentos legais que estejam em andamento dos servidores da saúde municipal.

Na edição do Diário Oficial de sexta-feira, 14, Bocalom resolveu decretar que fosse suspensa todas as licenças ou afastamento legais de profissionais de saúde ou daqueles que desempenhem funções essenciais que não tenham sido concluídas, além da interrupção de novas autorizações para concessão de licenças em geral, além de determinar o retorno imediato às atividades de 100% dos servidores para atendimento à população do Município de Rio Branco no combate a Covid-19 e Influenza.

Cruz destacou que o decreto de Bocalom é absurda e inconstitucional. “Essa decisão do senhor Prefeito é desumana, justamente com os profissionais mais exauridos, porquanto até os servidores licenciados para tratamento de saúde são afetados e, assim, obrigados a retornarem para o trabalho em 72 horas”, declarou.

O vereador, opositor de Bocalom, disse na nota que o decreto é uma prova de limitação da atual gestão municipal. Porém, o sindicato garante que deverá tomar as devidas providências cabíveis sobre o assunto, incluindo a possibilidade de entrar com uma ação judicial com objetivo de derrubar a medida do prefeito. “O Sintesac está advertindo formalmente o senhor Prefeito quanto a necessidade de rever os termos deste Decreto e, caso não sejamos ouvidos, ajuizaremos a ação devida para impedir que essa arbitrariedade prevaleça”, alertou.

Continuar lendo

Cotidiano

Mosquito da malária intensifica ataques entre meia-noite e 3h da madrugada, diz pesquisa 

Publicado

em

Estudos liderados pela Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP e que tiveram cidades do Acre -Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima, Acrelândia e Rodrigues Alves como locais de pesquisa – ajudam a entender como as ações antrópicas interferem no comportamento e na distribuição de mosquitos transmissores de malária na região amazônica.

O primeiro é o doutorado do biólogo Leonardo Suveges Moreira Chaves. Em um dos resultados, Chaves mostrou que as mudanças causadas pelo homem na vegetação da Floresta Amazônica diminuíram a biodiversidade de mosquitos e levaram o anopheles (Nyssorhynchus) darlingi a se tornar o principal vetor da malária na Amazônia, aumentando o risco de transmissão da doença.

Outro achado importante foi que ambientes florestais fragmentados, habitados por pessoas vulneráveis em casas precárias, são as fontes dessa espécie, enquanto habitats de florestas contínuas ou completamente desmatados, sumidouro.

“Fomos a assentamentos rurais em que havia ocorrência de malária e vimos essa relação: conforme o homem muda a paisagem, a comunidade de mosquitos também sofre alterações, favorecendo a dominância do Ny. darlingi”, explica Chaves. O trabalho deu origem a um artigo publicado em 2021 na revista Plos One.

O segundo estudo faz parte do também biólogo Gabriel Laporta, pesquisador do Centro Universitário FMABC. Para o trabalho, que foi publicado também no início de 2021 na Scientific Reports, Laporta analisou dados de mosquitos anophelinos capturados anteriormente e os utilizou para investigar o quanto o desmatamento impulsiona a ocorrência de malária em paisagens rurais.

O maior risco da doença ocorre em locais onde o desmatamento acumulado atingiu cerca 50% da cobertura vegetal fragmentada. O primeiro pico ocorre após dez anos do início do assentamento, e o segundo, 35 anos depois.

As investigações de Chaves e Laporta fazem parte de um projeto maior, coordenado por Maria Anice Sallum, bióloga e professora do Departamento de Epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP. Uma equipe de cientistas viajou, entre janeiro de 2015 a novembro de 2017, para 12 municípios da Amazônia brasileira, e conseguiram capturar mais de 25 mil espécimes de mosquitos, de 173 espécies em 17 gêneros diferentes.

Como Maria Anice contou ao Jornal da USP, as análises também conseguiram identificar o horário de pico da infecção dos mosquitos. “Acontece durante toda a madrugada, mas se acentua entre meia-noite e 3 da manhã”, relata. “Esse é um fato importante e nos mostra que o uso de mosquiteiro impregnado com inseticida tem um efeito positivo.”

A transmissão fora do domicílio também merece atenção, pois as medidas de controle devem ser diferentes. “Tem um grande número de insetos voando fora da casa e, por isso, a população precisa se proteger enquanto cozinha ou toma banho, por exemplo”, alerta a professora.

Maria Anice relata, ainda, que alguns locais da Amazônia apresentaram índices de transmissão tão altos que podem ser comparados aos da África subsaariana. “Em Machadinho D’Oeste (RO), por exemplo, uma pessoa infectada gera 58 novos casos de malária”, conta. “Claro que nem todos os locais são assim, mas Lábrea (AM), Cruzeiro do Sul e Mâncio Lima também tiveram o mesmo comportamento. A novidade do nosso trabalho é que conseguimos quantificar esse índice, conhecido como R0.”

Novos projetos continuam em desenvolvimento no grupo de pesquisa de Maria Anice. Um deles está sendo feito em parceria com o Instituto Nacional de Saúde (NIH) dos Estados Unidos. “Trabalharemos com técnicas de sequenciamento do genoma para ver se há mutações na população de Anopheles Darlingi que indiquem adaptação deles a novas condições ambientais”, conta Maria Anice.

Continuar lendo

Cotidiano

Mulheres acreanas dizem que Estado tem realmente de distribuir absorventes

Publicado

em

Um estudo divulgado na 1ª semana de janeiro diz que 80% das acreanas acham que o Estado deveria distribuir absorventes femininos. Esse mesmo estudo, produzido pelo portal Trocando Fraldas, especializado em saúde da mulher, mostra que as acreanas estão entre as que mais consideram que menstruação impacta negativamente a participação social.

Nesse contexto, o Acre ocupa o sexto lugar no ranking de Estados com maior número de mulheres que tem essa percepção.

No fim do ano passado, uma movimentação oficial promete ao menos reduzir a pobreza menstrual, um fenômeno que faz com que muitas jovens deixem de ir à escola ou ao trabalho por falta de absovente. Em dezembro, os deputados do Acre aprovaram projeto de lei de autoria de Chico Viga (Podemos) determinando a distribuição de absorventes femininos nas escolas públicas do Estado.

Chico Viga lembrou que o projeto visava “corrigir o retrocesso alcançado, referente a dignidade e o desenvolvimento sadio e harmonioso da criança e do adolescente, bem como homologar uma nova era, onde o respeito e os valores inerentes à pessoa humana sejam integralmente resguardados”.

“A população brasileira sofre com a pobreza extrema que aumenta cada vez mais, atingindo, inclusive, a higiene íntima. Neste sentido, os absorventes íntimos não são objetos supérfluos e sim de necessidade básica. Trata-se, portanto, de uma questão de proteção e higiene, além de evitar situações de constrangimento e vexame”, disse.

No Acre, os dados são do relatório de pobreza menstrual divulgado pelo Fundo de População das Nações Unidas mostram que 5,74% das estudantes, não dispõem de condições mínimas para cuidados com higiene pessoal.

“Trata-se de uma lei de fundamental importância para os nossos estudantes, trazendo dignidade aos que vivem em situação de vulnerabilidade, resguardando direitos, evitando constrangimentos, ausências e até o abandono escolar”, destacou o governador Gladson Cameli, ao sancionar a lei.

Continuar lendo

Newsletter

INSCREVER-SE

Quero receber por e-mail as últimas notícias mais importantes do ac24horas.com.

* indicates required

Leia Também

Mais lidas

error: Content is protected !!