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Comunicação inova com transmissão ao vivo da inauguração da ponte sobre Rio Madeira

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A Secretaria de Estado de Comunicação do Acre inovou e com muita ousadia fez a transmissão ao vivo de toda solenidade de inauguração da ponte sobre o rio Madeira. Além das rádios Difusora Acreana e Rádio Aldeia FM, somente a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) fez a cobertura com radiodifusão em tempo real da região do Distrito do Abunã.

“Foi um desafio colocado pelo secretário de Comunicação Rutembergue Crispim. Durante três dias, técnicos da Rádio Difusora Acreana se deslocaram até a região do Abunã para planejar o melhor sistema de transmissão, uma vez que no local da solenidade não tinha sinal algum para comunicação”, disse Jairo Carioca, diretor da Rede Aldeia de Rádios.

Além da transmissão das rádios Aldeia e Difusora, a Agência de Notícias do Acre, site institucional do governo, realizou a cobertura especial do evento com a alimentação de textos e fotos ao longo do dia, em tempo real. A equipe, composta por repórteres, fotógrafos e cinegrafistas acompanhou detalhes dos bastidores do evento à cerimônia.

O evento desta sexta-feira, 7, que inaugurou a superestrutura de 1.517 metros de extensão de uma ponte, a um custo de mais de R$ 150 milhões, liga o Acre ao restante do país, realizando o sonho da integração.

Os bastidores

Enquanto técnicos trabalharam na instalação de equipamentos para a transmissão, o secretário Rutembergue Crispim viabilizou politicamente, com as equipes dos cerimoniais do Palácio do Planalto e do Palácio Rio Branco, a autorização e o credenciamento dos profissionais que foram escalados para participar da cobertura.

“Foi uma articulação complexa porque envolvia o setor de segurança da presidência, os nossos equipamentos foram instalados em torres próximas da ponte e interligados com o sistema de som do palco central onde ficaram as autoridades, mas, no final deu tudo certo” comentou Junior César, diretor de jornalismo da RDA.

A cobertura jornalística pelo Sistema Público de Comunicação do Acre foi feita por meio de um pool de emissoras AM e FM com apresentação dos radialistas Jairo Carioca e Júnior César e reportagens de Ivan de Carvalho e Floriano Oliveira. As 9h do histórico dia 7 de maio, a transmissão entrou no ar e foi repetida praticamente todo o estado e o sul do Amazonas.

Equipe do governo do Estado na ponte sobre o rio Madeira, acompanhando o governador Gladson Cameli e a primeira-dama do Estado, Ana Paula Cameli Foto: Pedro Devani.
“O sinal foi transmitido via rádio através de uma torre para uma central em Vista Alegre a 30 km da ponte onde ocorreu a solenidade e depois via internet para o nosso sistema”, explicou Raimundo Fernandes, diretor da Difusora Acreana.

O governador Gladson Cameli falou com exclusividade para o sistema público de Rádios que ouviu também secretários de Estado do Acre e de Rondônia, além de parlamentares da bancada federal dos dois estados, empresários do setor produtivo e outras autoridades presentes no evento.

Para o secretário de Comunicação, todos que se esforçaram para essa cobertura histórica orgulham o Sistema Público de Comunicação. Ele agradeceu o empenho de toda a equipe da Secretaria.

“Agradeço o esforço, a dedicação e a disponibilidade de cada um que foi para a cobertura da inauguração da ponte, essa obra que tem um significado histórico tão grande para o Acre, e aos que ficaram em Rio Branco dando o apoio para os profissionais que estavam no evento. Foi um verdadeiro show de competência e dedicação da nossa equipe. Sei que ainda faremos muito pela comunicação institucional do nosso Estado com a equipe forte que temos”, destacou Crispim.

Cotidiano

Congresso derruba veto e retoma suspensão temporária da prova de vida no INSS

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Senadores e deputados decidiram nesta segunda-feira (27) derrubar um veto presidencial a um dispositivo que suspende, até o fim deste ano, a exigência da prova de vida para aposentados e pensionistas beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

No Senado, foram 54 votos a 8 pela derrubada do veto. Na Câmara, foram 353 pela rejeição e 110 pela manutenção do veto. Com a rejeição, o dispositivo vai à promulgação.

As sessões do Congresso costumam ser feitas de modo conjunto, com a presença de deputados e senadores em plenário. No entanto, em razão da pandemia do novo coronavírus, as sessões têm sido realizadas separadamente.

Ao vetar o dispositivo da lei, o presidente Jair Bolsonaro argumentou que a suspensão da prova de vida poderia levar ao pagamento indevido de benefícios. Veja abaixo:

A prova de vida do INSS é feita anualmente pelo segurado e tem como objetivo evitar fraudes e pagamentos indevidos de benefícios.

Em razão da pandemia, a medida foi suspensa em 2020, mas retomada em junho deste ano. Desde então, o INSS pode bloquear os benefícios de quem não fez a prova de vida.

No dia 11 de agosto, o Senado aprovou a suspensão da comprovação até o fim de dezembro. O principal argumento é que a medida ainda é necessária para evitar a contaminação pela Covid-19. O texto foi vetado.

Para justificar o veto, o governo Jair Bolsonaro defendeu que há outras formas para realizar a prova de vida, inclusive com prazo escalonado.

“Para aqueles com dificuldades de locomoção ou para idosos acima de oitenta anos que não tenham constituído procurador ou não possuam representante legal cadastrado, há a possibilidade de comprovação de vida por meio de visita de servidor público do INSS à residência do titular”, diz a justificativa do veto.

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Cotidiano

‘Tudo o que excede R$ 2 não é nossa responsabilidade’, diz Petrobras sobre alta da gasolina

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A Petrobras informou nesta segunda-feira (27) que é responsável por apenas R$ 2 na composição de preços da gasolina. Em coletiva organizada às pressas, após o presidente Jair Bolsonaro comentar mais cedo sobre o preço do combustível, a estatal enfatizou, por meio de um vídeo, que “tudo o que excede R$ 2 não é responsabilidade da Petrobras”.

“Temos presença e acompanhamento em diversos órgãos. Isso nos dá um conforto para saber que a Petrobras tem uma governança muito robusta”, disse Joaquim Silva e Luna, presidente da estatal.

Na coletiva, Silva e Luna afirmou que a Petrobras é responsável pela produção e refino do combustível. Depois disso, “ela não se manifesta mais”. Na avaliação dele, a estatal é forte e competitiva e contribui ao país com o pagamento de tributos e dividendos.

“Entendemos que isso [aumento de preços] está com o governo, Ministério de Minas e Energia, [Ministério da] Economia e com a Casa Civil”, reforçou.

Na apresentação, o presidente da estatal exemplificou a composição de preços para a gasolina a R$ 6,10 por litro: R$ 2 por litro vão para a Petrobras, R$ 1,03 por litro vão para custo da mistura do etanol anidro, R$ 0,66 por litro à distribuição e revenda, R$ 0,69 por litro para tributos federais e R$ 1,67 para impostos estaduais.

Questionado sobre a variação no valor dos combustíveis, Silva e Luna afirmou que segue monitorando o valor do petróleo Brent e disse que essa questão é mais geopolítica do que de mercado.

“Não há nenhuma mudança na política de preços da Petrobras. Continuamos trabalhando da mesma forma como sempre trabalhamos”, garantiu.

De acordo com Claudio Mastella, diretor de comercialização e logística da estatal, no entanto, o mercado internacional vive uma alta procura por combustíveis, enquanto a oferta está reduzida. Ele afirmou também que a estatal segue observando o mercado para um eventual reajuste.

“Temos tomado muito cuidado para não repassar essa volatilidade para o mercado interno. Temos a perspectiva para o aumento na demanda e, em função disso, estamos olhando com mais cuidado para a possibilidade de reajuste, sim”, disse.

Sobre o aumento do GLP, Silva e Luna fez uma simulação com um botijão de 13kg a R$ 98,30 e detalhou: R$ 46,90 vão a Petrobras, R$ 36,80 para envase, distribuição e revenda e R$ 14,60 para impostos estaduais.

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Cotidiano

Congresso aprova mudança na LDO para ajudar governo a bancar novo Bolsa Família

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Deputados e senadores aprovaram nesta segunda-feira (27), em sessão do Congresso Nacional, um projeto que permite ao governo federal abrir espaço no orçamento para bancar o Auxílio Brasil, programa social que vai substituir o Bolsa Família.

As sessões do Congresso costumam ser feitas de modo conjunto, com a presença de deputados e senadores em plenário. No entanto, em razão da pandemia, as sessões têm sido realizadas separadamente.

O texto foi aprovado primeiro pela Câmara e, na sequência, pelo Senado. A proposta vai à sanção.

O projeto altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2021 para autorizar o governo a contar com projetos ainda não aprovados para compensar os gastos com programas de transferência de renda.

Atualmente, o Bolsa Família atende 14,6 milhões de famílias. Para lançar o Auxílio Brasil, o governo federal pretende elevar o benefício dos atuais R$ 189 para cerca de R$ 300 e ampliar para 17 milhões o número de famílias beneficiadas.

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Cotidiano

PM diz que irá encaminhar denúncia de tentativa de afogamento e ameaça a corregedoria

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Após as denúncias de agressões físicas, afogamento e ameaças de morte, realizadas nesta segunda-feira, 27, pelo aluno soldado do curso de formação, João Paulo de Oliveira Silva Bortolozo, 30 anos, a assessoria da Polícia Militar emitiu uma nota e informou que deverá investigar o caso.

“Informamos que chegou ao conhecimento do Comando da Corporação, por meio de boletim de ocorrência e termo de declaração, possíveis excessos relacionados às atividades no Curso de Formação de Soldados (CFSD). A Polícia Militar do Acre (PMAC) informa que as denúncias serão encaminhadas ao órgão corregedor para que se proceda a devida apuração”, declarou.

LEIA AQUI:  Aluno soldado da PM do Acre denuncia afogamento e ameaças de morte em curso de formação

Recentemente, a reportagem do ac24horas já havia noticiado denúncias contra os modos operantes aplicados na formação dos alunos.

Em meio a gravidade das denúncias, João Paulo resolveu procurar a delegacia de Polícia Civil para registrar Boletim de Ocorrência sobre o caso. Em seguida, fez o exame de corpo e delito.

O aluno soldado destacou ainda que prestou denúncia formal na Defensoria Pública e na Secretaria de Direitos Humanos. Na ocasião, ele foi informado que a defensoria deverá encaminhar a ocorrência ao Ministério Público do Estado do Acre (MP-AC).

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