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Por falta de material, cirurgias não estão sendo realizadas na Fundação

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Pacientes de cirurgias ortopédicas estão vivendo um verdadeiro inferno na Fundação Hospital do Acre (Fundhacre). Inconformados com a demora na realização de cirurgias que são consideradas ainda de emergência, os pacientes e familiares entraram em contato com o ac24horas.

O mais grave é o motivo da demora pela realização das cirurgias confirmadas pelos próprios médicos e pela direção do complexo de saúde. Não existe material para realização dos procedimentos cirúrgicos.

“Infelizmente estamos tendo essa dificuldade. Por conta da Covid-19, foi pactuado que a Fundhacre iria receber esses pacientes oriundos do Pronto-Socorro para desafogar o PS em razão da pandemia. O paciente recebe um primeiro atendimento no pronto-socorro e é encaminhado para a Fundação para os procedimentos restantes. Ocorre que o material é enviado pelo PS, já que o nosso material aqui é usado para os procedimentos eletivos, já que não somos uma unidade de urgência e emergência”, afirma João Paulo Silva, superintendente da Fundação Hospital do Acre.

A falta de material é confirmado pelo diretor geral do PS, Areski Peniche. “Nessa parceria com a Fundação, nós temos o contrato com a fornecedora e encaminhamos esse material para que seja realizado os procedimentos na Fundhacre. O que acontece é que desde janeiro estamos enfrentando dificuldade com as atuais empresas que fornecem material ortopédico. O fato é que abrimos um processo licitatório para contratação de empresa prestadora de serviço na área de ortopedia. Isso até causou dúvidas de que poderia ser uma terceirização dos serviço ortopédico do PS, mas o que estamos fazendo é apenas mudando o contrato e no lugar da empresa entregar apenas o material, vai entregar o serviço como um todo”, diz Areski.

O problema é que essa licitação ainda está em andamento e os pacientes que estão na Fundhacre não podem esperar até o término do processo licitatório. Para tentar encontrar uma saída para o problema, estava marcada para a tarde desta segunda-feira, 3, uma reunião com os gestores da Fundação Hospitalar e do PS e o secretário de saúde, Alysson Bestene.

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