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Acre recebe novo lote com mais de 11 mil doses de vacina nesta sexta

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O Acre vai receber na tarde desta sexta-feira, 9,  mais um lote de vacinas enviadas ao estado pelo Ministério da Saúde. De acordo com o comunicado do governo do estado, serão 11.250 doses, divididas entre 6.259 doses da vacina AstraZeneca/Fiocruz e 5 mil doses da CoronaVac/Butatan.

O último lote que chegou ao Acre foi no último dia 27 de março. O estado recebeu até o momento 132.250 doses.

O estado aguarda a liberação por parte da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a liberação do uso da vacina russa Sputnik V. O governo acreano adquiriu 700 mil doses do imunizante que deveriam chegar na segunda quinzena deste mês. Como a vacina ainda não foi autorizada pelo órgão nacional, a expectativa é de atraso na entrega.

Acre

Idoso que escapou da Covid-19 comemora aniversário em hospital

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Internado com Covid-19 desde o dia 19 no Hospital de Campanha de Rio Branco, o aposentado José Ambrosio de Lima Filho, completou 69 anos nesta quarta feira, 23, com direito a bolo e visita da família dentro da unidade hospitalar. Todos os protocolos sanitários foram seguidos pelos familiares e o paciente pôde interagir com parentes e equipe no aniversário.

“Tenho muito o que comemorar porque escapei da Covid e estou vivo. Agradeço a essa equipe maravilhosa, a minha família e a Deus por esse momento de alegria. Estou mais confiante agora que sairei daqui sem sequela para viver feliz ao lado da minha família”, citou emocionado.

O diretor do INTO e Hospital de campanha, médico Osvaldo Leal, destaca todo o trabalho em torno da recuperação dos pacientes. “Celebrar a vida de nossos pacientes tem se tornado um hábito de nossa equipe. Importante nestes momentos destacar a luta pela vida e o trabalho em torno da recuperação de nossos pacientes”, conclui o gestor.

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Cotidiano

Justiça do Acre condena a 2 anos de prisão terceirizados da Eletrobras que roubavam fios

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A Vara Criminal de Senador Guiomard condenou Jair Ferreira e Dilanez da Silva, acusados da prática de peculato ocorrido no município. A dupla foi condenada a dois anos de prisão, em regime inicial fechado. A decisão, do juiz de Direito Romário Faria, considerou que a condenação é medida que se impõe, já que tanto o crime quanto a autoria do delito foram comprovados durante a instrução processual.

Entenda o caso

O Ministério Público do Acre (MPAC) narrou na denúncia que o crime foi praticado na Rodovia AC 40, próximo a uma empresa de água mineral, quando os réus, na condição de funcionários de Construtora Nhambiguaras, prestadora de serviços da Eletrobras, subtraíram, para proveito de ambos, 180 metros de fios da rede pública de energia elétrica.

Segundo o MPAC, os denunciados teriam praticado o peculato-furto enquanto fingiam estar trabalhando, realizando reparos na rede pública de energia elétrica. Dessa forma, foi requerida a condenação dos réus pela prática do crime contra à Administração Pública peculato, em sua modalidade furto.

A denúncia foi julgada procedente pelo magistrado titular da Vara Cível de Senador Guiomard, Romário Faria. Para o magistrado tanto a materialidade quanto a autoria do delito foram satisfatoriamente comprovadas, uma vez que os réus foram presos em flagrante e conduzidos a uma delegacia de polícia, após serem vistos por um funcionário da prefeitura, que os avistou e chamou as forças de segurança da PMAC.

“Embora os réus (um deles somente na Delegacia) tenham negado os fatos asseverando que estavam cumprindo seus deveres, pois tinham autonomia, para cortar fios que estivessem caídos ao chão e pudessem causar dano à população”, o juiz sentenciante que esse não era o caso dos denunciados, no dia em que foram presos em flagrante.

As penas fixadas pelo Juízo Criminal são de dois anos de prisão, em regime inicial fechado, como estabelece a legislação penal em vigor. Ainda cabe recurso da sentença.

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Cotidiano

Ex-satanista Daniel Marstral acusa Bruno Borges de jogada de marketing

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Durante entrevista ao Flow Podcast nesta quarta-feira, 23, o ex-satanista Daniel Mastral, que declara conferencista cristão, autor de livros como O Discortinar da Alta Magia, Filhos do Fogo – Guerreiros da Luz e da trilogia Filho do Fogo, comentou sobre o episódio envolvendo Bruno Borges, conhecido nacionalmente como Menino do Acre.

Na entrevista, ele relembrou do caso e afirmou que Bruno Borges usou o desaparecimento como golpe de marketing para promover um livro onde revelaria os códigos que deixou no quarto às vésperas do registro do desaparecimento.

“Ele sumiu e de repente aparece pleno da silva e diz que ia publicar um livro a respeito desses códigos. O pior que os códigos que ele pegou eram do manual dos escoteiros mirins, dos sobrinhos do Pato Donald e lá tinha um código deles lá de escoteiro que o “A” é uma bolinha e ele pegou dali do manualzinho”, afirmou o Mastral.

Em meados de 2017, Bruno Borges desapareceu por cinco meses. O amigo dele, Marcelo Ferreira, de 25 anos, acabou preso por ter testemunhado falsamente à polícia enquanto o sumiço do amigo ainda era uma incógnita às autoridades investigativas.

O primeiro livro de Bruno Borges, que renderia, segundo a polícia, lucro para ele e o amigo Marcelo, já foi lançado – é o primeiro da série TAC – Teoria da Absorção do Conhecimento. Em poucos dias, rendeu o primeiro lugar no ranking dos mais procurados e, antes mesmo do lançamento oficial, já estava com mais de 14 mil exemplares reservados, no entanto, foi vendido mais de duas mil cópias na época, virando um verdadeiro fracasso.

Na série, Borges revela uma metodologia capaz de potencializar a absorção e a criação de novos conhecimentos. O acreano também propõe uma série de práticas e mecanismos que podem levar o indivíduo a multiplicar seus conhecimentos. O livro tem uma visão dialética clássica, porém, propõe uma metodologia completamente inovadora na forma de explicá-la.

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Acre 01

Vereador no Acre é atacado após dizer que movimento autista é levantado por politicagem

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Em meio à dificuldade e sem ter atendimento específico, como diagnóstico e tratamento para crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), um grupo de pelo menos 70 mães que faz parte da Associação Família Azul de Senador Guiomard (Asasg), no interior do Acre, realizaram uma manifestação cobrando que a prefeitura da cidade possa atender e dar condições mínimas às crianças portadoras do TEA.

No entanto, a manifestação que deveria ganhar apoio, gerou polêmica e revolta após o presidente da Câmara Municipal de Senador Guiomard, Magildo Lima (Progressistas), ter dito, em sessão plenária na terça-feira (22), que haviam, supostamente, pessoas fazendo política por trás do movimento. “Essa causa é de todos e é da prefeita Rosana Gomes, é que muitas vezes tem pais sendo manipulados através de política. Essa palavra não é minha, muita gente já percebeu isso, tem gente se promovendo, fazendo política usando da situação daquelas famílias, como se os vereadores não tivessem ajudando”, argumentou.

Segundo Lima, os vereadores estão empenhados em amparar projeto para beneficiar as famílias. Vai ser aprovado por unanimidade e quando chegar na mãos da prefeita ela vai ajudar”, declarou.

Ocorre que a fala gerou revolta, pro se tratar de uma pauta delicada e de saúde infantil. A professora Adriana Rogéria, presidente da Asasg, usou as redes sociais para relatar que sofreu inúmeros ataques de representantes do povo, no intuito de calar as famílias de autistas. “Pra eles, calar as famílias é mais fácil do que resolver o problema. As represálias chegaram!”, escreveu.

Já a profissional de educação, Márcia Silva, se manifestou contra a fala de Magildo, dizendo que quem se diz “representante do povo” e questiona quem luta por seus direitos está precisando rever seu papel de figura pública. “É incrível como certas pessoas têm a (nada invejável) capacidade de menosprezar a dor alheia e, isso, é uma habilidade tão inerente ao caráter delas que nem devíamos mais nos admirar com alguns tipos de atitudes e comentários de gente assim, mas nós ainda nos surpreendemos, ainda nos irritamos, ainda nos magoamos”.

Ela sugeriu que, antes de criticar uma causa, deve-se procurar conhecer e se informar a respeito da mesma. “O mal do ser humano é medir os outros por si próprio. Nem sempre pessoas engajadas estão em busca de favorecimento pessoal. Quem não se dispõe a ajudar deveria no mínimo respeitar”, ressaltou.

Adriana contou que no município não existia qualquer tipo de informação sobre dados dos autistas. “Eu fiz um senso via Associação, localizei 95 crianças com laudo e outras ainda em investigação. Mas com laudo fechado temos 95 crianças na Associação. Não existe nenhum tipo de atendimento por parte do Município, nem clínico e nem social. As que têm atendimento não chegam a 10% e fazem particular. E outras no Dom Bosco, em Rio Branco. A maioria se encontra na lista de espera do Dom Bosco, Mundo Azul e APAE há mais de 1 ano”, revelou.

Presidente nega ofensa às famílias

Após a repercussão do caso, Magildo conversou com a reportagem do ac24horas e disse que sempre tem ajudado a classe na região. Segundo ele, nesse ano, deverá doar R$ 2 mil reais para a associação realizar o Dia das Crianças.

Acerca da polêmica, Lima disse que a presidente da associação, Adriana Rogéria, estaria fazendo politicagem. “Ela tá fazendo política no tocante aos autistas. Falei na sessão que, infelizmente, têm pessoas que estão fazendo política, O chapéu caiu para ela”, comentou.

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