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Cinco pessoas aguardam vagas em leitos de UTI em hospitais do Acre

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O Boletim de Assistência à Saúde emitido pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre) divulgou nesta quarta-feira (7) que 100% dos leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) estão ocupados em Rio Branco, em decorrência da Covid-19.

Em todo o Estado, dos 106 leitos disponíveis, 103 seguem ocupados, a taxa de ocupação é de 97,2%. Os dados mostram ainda, que 5 pacientes em estado grave da Covid-19, aguardam por um leito.

No Pronto-Socorro da capital e no Instituto de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into), dos 80 leitos disponíveis, todos estão ocupados pelo terceiro dia seguido, conforme dados da Secretaria de Saúde do Acre – Sesacre.

Alto Acre e Juruá

A região do Alto Acre não foi atualizada em relação a ocupação de leitos de UTI, mas, no Juruá, dos 26 disponíveis, 23 estão ocupados. A taxa é de 88,5%.

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Prefeita de Tarauacá nomeia secretários com salários de 8 mil

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No Diário Oficial desta última quinta-feira, 13, a prefeita do município de Tarauacá, Maria Lucinéia (PDT), começou a nomear os secretários do município para atender a mudança do projeto de lei. A polêmica aprovação do PL fez com que o salário dos secretários tivesse um aumento de R$ 77%, um acréscimo de R$ 3, 5 mil, saltando de R$ 4,5 para R$ 8 mil mensais.

Foram nomeados Rosimeire Oliveira Matos De Souza como Secretária Municipal de Administração; Antonio Rosenir Silva Arcenio como Secretário Municipal de Obras e Serviços Urbanos; Deugilson Do Nascimento Silva Secretário Municipal da Floresta e Meio Ambiente; Ana Caroline Porcel Ribeiro Maia nomeada Secretária Municipal de Planejamento; Maria Lucicleia Nery De Lima, irmã da prefeita, para o cargo de Secretária Municipal de Educação e Geania Maria Portela Souza Secretária Municipal de Cultura e Turismo.

As várias leis que foram aprovadas e que suscitaram polêmica entre a população de Tarauacá, já que muitos discordam do gasto de dinheiro público beneficia a prefeita, o vice, vereadores e os secretários com 13º salário, além de férias remuneradas aos parlamentares municipais.

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Homem salva casal de amantes da morte após esposa chegar armada em motel do Acre

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Uma suposta traição ocorrida recentemente na capital acreana já alcançou mais de um milhão de visualizações nas redes sociais.  O trabalhador Gilbert Albuquerque Costa,  resolveu expor a situação que ocorreu enquanto ele trabalhava em um conhecido motel de Rio Branco.

De acordo com Gilbert, certo dia, no período da tarde, presenciou a chegada de um veículo. Nele estava um casal de amantes que adentrou um dos quartos. No entanto, o romance por pouco não acabou em tragédia.

Isso porque o trabalhador relata que a esposa do homem chegou ao local em seguida, em um táxi. Ao descer, ela havia sacado um revólver calibre 38 e ameaçado pôr fim à vida do esposo e da amante.

Foi nesse momento que ele decidiu intervir na situação. Ele ligou para o irmão, que juntos bolaram um plano que acabou salvando a vida do casal infiel.

Eles ligaram para o esposo e contaram o perigo que ele estava correndo. Imediatamente, um outro servidor do motel entra pelo buraco do forro localizado no banheiro e o marido, já vestido e com os seus pertences, sobe para se safar do flagra.

Em seguida, a esposa entra e não encontra o marido, mas sim, a amante com o funcionário na cama. Desolada, a mulher ficou envergonhada e pediu desculpas pela invasão ao quarto e, de quebra, lamentou ter pensado na infidelidade do esposo. Logo depois, ela foi embora do local no mesmo táxi que chegou.

Aos risos, o Costa não mencionou o que aconteceu com o marido após a saída da esposa do tradicional motel na capital.

Veja o vídeo:

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Safra da castanha começa com preço em alta no Acre

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Depois de enfrentar um período de queda no preço, motivado entre outros fatores pela pandemia, um dos produtos símbolo do extrativismo amazônico volta a ter uma boa expectativa de valor de mercado neste ano, de acordo com Cooperativa Agroextrativista de Xapuri (Cooperxapuri), que é associada à Cooperativa Central de Comercialização Extrativista do Acre (Cooperacre).

A previsão para a safra da castanha em 2022 no Acre é animadora, segundo Sebastião Aquino, presidente da Cooperxapuri. Segundo ele, a expectativa de produção do estado nesta safra gira em torno de 1 milhão de latas (unidade de medida de venda da castanha in natura que corresponde a 11 quilogramas) – um montante superior a 10.000 toneladas.

Ainda de acordo com Aquino, apenas em Xapuri, que costuma, segundo ele, contribuir com um percentual que varia entre 15% e 20% da produção do estado, a castanha pode fazer circular na economia local cerca de R$ 10 milhões no decorrer de 2022. Isso porque a safra largou com o preço da lata sendo praticado acima do esperado no começo de janeiro.

“A previsão é de que seja uma safra de média a grande, o que significa cerca de 1 milhão de latas em todo o estado. Em Xapuri, a estimativa é de que a produção atinja entre 150 e 200 mil latas, fazendo circular cerca de R$ 10 milhões no município, em razão do bom preço com que a safra começou”, disse.

Nesse começo de janeiro, a lata da castanha está sendo comprada ao produtor pelo preço médio de R$ 70 reais. Dependendo da dificuldade de acesso ao local onde o comprador precisa ir buscar a castanha, o valor praticado pode ser um pouco menor, como uma espécie de compensação pelo maior esforço e custo despendidos para a retirada do produto.

Em setembro passado, em conversa com o ac24horas, o presidente da cooperativa de Xapuri já havia feito a previsão de que o preço da castanha largaria acima dos R$ 50 reais nesta safra. Nos últimos dois anos, entre uma safra e outra, o valor da lata da castanha chegou a cair pela metade, fazendo, em muitos casos, com que não compensasse a sua coleta pelo extrativista.

Na época, o presidente da Cooperacre, Manoel Monteiro, explicou em uma conversa com uma equipe da Embrapa que os motivos da queda do valor de mercado da castanha nesse período foram a existência de estoques do produto nas usinas e cooperativa – o que fez com que a busca pela compra ao produtor caísse – e a pandemia da Covid-19.

“Com os efeitos da crise sanitária, a Cooperacre, que é a principal indústria de beneficiamento da castanha do Acre, reduziu em 60% a capacidade de compra dos seus associados. Em números, isso correspondeu a uma queda superior a metade do que a cooperativa comprava antes do começo da pandemia”, explicou, à época, Manoel Monteiro.

Em 2022, o bom preço que vem sendo praticado no começo da safra se deve a uma corrida de empresas de fora do estado pela compra da castanha, principalmente do Peru, que não conseguiram cumprir com os contratos de exportação referentes à produção passada. Há, atualmente, uma concorrência pelo produto, cujo preço tende a continuar subindo.

Como ainda não comprou matéria-prima suficiente para iniciar o processamento, a Cooperacre ainda não pôs para funcionar as suas usinas de beneficiamento de castanha, o que deve ocorrer a partir do fim de janeiro. A empresa possui uma indústria em Rio Branco e outra em Xapuri que funcionam por um período de cerca de 8 meses por ano.

As safras da castanha sempre começam no mês de janeiro e se estendem por mais dois ou três meses, dependendo da região e do tamanho da produção. As castanheiras começam a soltar os ouriços a partir de dezembro, período em que não ocorre a coleta. Nos meses seguintes, os extrativistas começam o trabalho de quebrar os invólucros e retirar a castanha no meio da floresta.

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Rio Branco é a terceira capital mais cara para se viver no Brasil

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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do último mês de dezembro subiu 0,51% em Rio Branco, encerrando 2021 com altas acumuladas de 11,43%. Esse índice põe Rio Branco na terceira colocação entre as capitais mais do Brasil em 2021, perdendo apenas para Curitiba, onde o IPCA do ano ficou acumulado em 12,73% e Vitória (11,50%). Os dados foram divulgados na manhã desta terça-feira, 11, pelo Instituto Brasileiros de Geografia e Estatística.

A inflação de Rio Branco em dezembro é inclusive superior à média nacional, que foi 0,22 ponto percentual, abaixo da taxa de 0,95% registrada em novembro. Com isso, em todo o País, o ano de 2021 se encerra com variação de 10,06%, acima dos 4,52% registrados em 2020. Em dezembro de 2020, a variação havia sido de 1,35%.

A maior variação veio de vestuário (2,06%), que acelerou em relação a novembro (0,95%). Na sequência, vieram Artigos de Residência (1,37%) e Alimentação e bebidas (0,84%), grupo este que contribuiu com o maior impacto no índice do mês (0,17 p.p.).

Além disso, ainda em nível nacional -e com reflexos para Rio Branco – destacam-se as variações do segmento de habitação (0,74%) e transportes (0,58%), inferiores às observadas no mês anterior (1,03% e 3,35%, respectivamente). O grupo Saúde e cuidados pessoais, por sua vez, teve alta de 0,75%, após a queda de 0,57% em novembro. Os demais ficaram entre o 0,05% de Educação e o 0,56% de Despesas pessoais.

O resultado do grupo vestuário (2,06%) foi influenciado principalmente pelas altas das roupas masculinas (2,53%) e roupas femininas (2,00%), que juntas contribuíram com um impacto de 0,05 p.p. no IPCA de dezembro. Os demais itens do grupo também tiveram alta, com destaque para roupas infantis (2,11%) e calçados e acessórios (1,92%). Os preços das joias e bijuterias subiram 1,09%, após a queda de 0,28% no mês anterior.

No grupo dos Artigos de residência (1,37%), as principais contribuições vieram dos itens mobiliário (2,07%) e eletrodomésticos e equipamentos (1,77%). Cabe destacar, ainda, a aceleração dos itens tv, som e informática (0,70%) e consertos e manutenção (0,79%), cujas variações em novembro haviam sido de 0,03% e 0,06%, respectivamente.

Em alimentação e bebidas (0,84%), o subgrupo alimentação no domicílio passou de alta de 0,04% em novembro para 0,79% em dezembro. O principal destaque foram as frutas (8,60%), cujos preços haviam caído no mês anterior (-0,43%). O mesmo aconteceu com as carnes, que subiram 1,38%, após a queda (-1,38%) observada em novembro. Além disso, os preços do café moído (8,24%) subiram pelo 10º mês consecutivo, acumulando alta de 50,11% no período de março a dezembro. Outro destaque foi a cebola, com alta de 20,94%. No lado das quedas, cabe mencionar o recuo nos preços da batata-inglesa (-14,55%), do tomate (-9,21%) e do leite longa vida (-2,89%).

A alimentação fora do domicílio, por sua vez, passou de -0,25% em novembro para 0,98% em dezembro. O lanche e a refeição tiveram variação idêntica (1,08%) e contribuíram, juntos, com 0,06 p.p. no índice do mês.

O grupo habitação (0,74%) desacelerou em relação ao mês anterior (1,03%), por conta da energia elétrica (0,50%), cuja alta em novembro havia sido de 1,24%. Desde setembro, permanece em vigor a bandeira Escassez Hídrica, que acrescenta R$ 14,20 na conta de luz a cada 100 kWh consumidos. As variações das áreas foram desde -2,88% em Goiânia, onde houve redução de PIS/COFINS, até 5,61% em Porto Alegre, onde houve reajuste de 14,70% em uma das concessionárias pesquisadas, válido desde 22 de novembro.

“Em Rio Branco (1,25%), as tarifas foram reajustadas em 10,66% no dia 13 de dezembro”, lembra o IBGE.

Ainda em habitação, a alta do gás encanado (6,55%) deve-se aos reajustes de 17,64% em São Paulo (11,56%), vigente desde 10 de dezembro, e de 6,90% no Rio de Janeiro (0,61%), desde 1º de novembro. A taxa de água e esgoto (0,65%) também subiu em dezembro, consequência dos reajustes de 9,05% em Salvador (8,74%), a partir de 29 de novembro, e de 9,86% no Rio de Janeiro (2,89%), em vigor desde 8 de novembro.

A desaceleração observada no grupo dos Transportes (de 3,35% para 0,58%) é consequência principalmente da queda no preço dos combustíveis (-0,94%), depois de sete meses seguidos de alta. Além da gasolina (-0,67%), também houve recuo nos preços do etanol (-2,96%) e do óleo diesel (-0,33%). O gás veicular (0,68%) foi o único a apresentar alta em dezembro. Entre os demais subitens que compõem o grupo, os destaques foram as passagens aéreas (10,28%), com impacto de 0,06 p.p. no índice do mês, e os transportes por aplicativo (11,75%), que contribuíram com 0,03 p.p. Além disso, os preços dos automóveis novos (1,85%) e usados (0,42%) seguem em alta.

Após a queda de 0,57% em novembro, o grupo Saúde e cuidados pessoais registrou alta de 0,75% em dezembro. Os preços dos itens de higiene pessoal subiram 2,32% e contribuíram com 0,08 p.p. no índice do mês. Os produtos farmacêuticos, por sua vez, tiveram alta de 0,06%, desacelerando em relação ao mês anterior (1,13%).

Além do mais, a inflação de Rio Branco foi a que mais pesou nas contas regionais. “No que concerne aos índices regionais, todas as áreas pesquisadas tiveram alta em dezembro. A maior variação ocorreu no município de Rio Branco (1,18%), por conta dos itens de higiene pessoal (3,34%) e dos automóveis novos (3,37%). Já o menor resultado foi observado em Brasília (0,46%), onde pesou a queda nos preços da gasolina (-3,38%)”, conclui o IBGE em sua pesquisa sobre o IPCA de dezembro.

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