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Bujari tem 29 presos em 90 dias, em operações contra organizações criminosas

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Neste sábado (27), mais 3 pessoas foram presas no município de Bujari e foram cumpridos 8 mandados de busca e apreensão. As prisões foram motivadas por tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse irregular de arma de fogo.

Foram presos um homem de 47 anos e duas mulheres, uma de 40 anos e outra de 21 anos. Com eles, além da droga, um revólver calibre 38, municiado, celulares e anotações do tráfico. Todo o material apreendido será remetido à perícia.

Entre os detidos, um deles é suspeito de ser uma das lideranças de organização criminosa no município de Bujari que havia saído do presídio há pouco mais de um mês. Estava preso por tráfico de drogas e posse irregular de arma de fogo.

Com as prisões deste sábado, já são 29 pessoas detidas no município de Bujari em menos de 3 meses, de acordo com o delegado Bruno Coelho, que coordenou a ação, que corresponde à segunda fase da operação denominada “Controle”.

Ainda de acordo com o delegado, a operação, que tem o apoio do Departamento de Polícia da Capital e do Interior (DPCI) e da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO), está apenas no início e terá mais desdobramentos.

Cotidiano

Queiroga critica vacinação antecipada e diz que limitou público adolescente por cautela

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O ministro Marcelo Queiroga disse nesta quinta-feira (16) que a decisão de restringir a vacinação de adolescentes apenas aos grupos prioritários (deficiência permanente, comorbidades e privados de liberdade) tem relação com a falta de evidências científicas consolidadas sobre o benefício da imunização para este grupo.

“O Ministério da Saúde pode rever a posição desde que haja evidência científica sólida. Por enquanto, por questão de cautela, temos eventos adversos a serem investigados, temos adolescentes que tomaram vacinas que não estavam recomendadas, temos que acompanhar”, disse o ministro.

Queiroga citou que mais de 3,5 milhões de adolescentes já foram vacinados no Brasil de forma “intempestiva”, ou seja, sem a autorização do Plano Nacional de Imunizações, que previa a aplicação apenas entre os prioritários desta faixa etária (12 a 17 anos) a partir de 15 de setembro.

Segundo Queiroga, 1,5 mil adolescentes apresentaram eventos adversos, o que representa 0.042% do total.

“Não é um número grande, mas temos que ficar atentos” – Marcelo Queiroga, ministro da Saúde

A maioria dos eventos adversos, 93%, ocorreu no público que tomou vacinas sem autorização para uso em adolescentes. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou, em junho, a aplicação da Pfizer a partir dos 12 anos sem restrições.

Segunda dose vetada e argumentos

Queiroga esclareceu que os adolescentes sem comorbidades que já tomaram a 1ª dose não devem tomar a segunda dose.

Como parte dos argumentos para o recuo na previsão de vacinar todos os adolescentes, Queiroga citou a decisão do Reino Unido de não vacinar todos a faixa etária entre 12 e 15 anos.

A recomendação britânica foi tomada com base em um efeito colateral raríssimo provocado pela vacina da Pfizer: uma inflamação no coração chamada de miocardite. O governo britânico diz que vai aguardar mais estudos.

Por outro lado, o próprio ministro Queiroga admitiu que já há indicações de que o risco de miocardite associado à Covid-19 é maior do que o associado à vacinação com os imunizantes que usam a tecnologia mRNA.

A Anvisa disse em julho que acompanhava os relatos de miocardite, sobretudo nos mais jovens após a segunda dose, mas esclareceu que mantinha a recomendação da imunização com a vacina da Pfizer. Na mesma época, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que os casos eram raros e que os benefícios superavam os riscos.

Eventos adversos

O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros, disse que cerca de 93% dos 1,5 mil eventos adversos são considerados erros de imunização: adolescentes que foram vacinados com outros imunizantes que ainda não foram autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Um quantitativo muito grande de pessoas foi imunizado com vacinas que não tem indicação”, disse Medeiros.
São Paulo e Rio de Janeiro foram os estados que mais aplicaram doses em adolescentes: mais de 1,3 milhão e 384 mil doses, respectivamente, de acordo com o Ministério da Saúde.

O governo federal diz que os estados aplicaram doses de outras vacinas além da Pfizer: AstraZeneca, CoronaVac e Janssen.

Secretários defendem vacinação

Um dia antes da decisão do ministério, na quarta-feira, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), que participa das decisões sobre os rumos do Plano Nacional de Imunizações, afirmou que a “vacinação de todos os adolescentes é segura e será necessária”.

Nesta quinta, o Conass e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) solicitaram posicionamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre a vacinação de adolescentes.

O pedido dos conselhos foi feito com base na nova orientação do Ministério da Saúde e também num “possível evento adverso grave relacionado à vacina Pfizer em adolescente do estado de São Paulo”. O ofício não explica que evento adverso é este.

Ministério x OMS

Ao anunciar o recuo, o ministério ressalta que os adolescentes sem comorbidades formariam o “último subgrupo elegível para vacinação e somente vigoraria a partir do dia 15 de setembro”.

Em uma das suas justificativas para deixar de prever o público amplo, a pasta argumentou na nota informativa que a “Organização Mundial de Saúde não recomenda a imunização de criança e adolescente, com ou sem comorbidades”.

Entretanto, a afirmação não corresponde ao posicionamento da entidade. A OMS afirma que “crianças e adolescentes são menos propensos a ter complicações por causa da doença”, mas na sequência não traz indicação contrária: diz apenas que a vacinação ampla deste público é “menos urgente” do que vacinar outros grupos, como pessoas mais velhas, com comorbidades e trabalhadores da saúde.

No Brasil, o imunizante da Pfizer é o único que tem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ser aplicado nesta faixa etária. Pelo mundo, outras vacinas já são aplicadas em menores de 18 anos.

Governo lista outros argumentos

Ainda em sua “nota informativa”, o Ministério da Saúde destacou que a “maioria dos adolescentes sem comorbidades” não sofrem de casos graves da doença, que há “somente um imunizante” avaliado em ensaios clínicos, e que “os benefícios da vacinação em adolescentes sem comorbidades ainda não estão claramente definidos”.

Por fim, o governo ressalta a “redução na média móvel de casos e óbitos (queda de 60% no número de casos e queda de mais de 58% no número de óbitos por covid-19 nos últimos 60 dias) com melhora do cenário epidemiológico”.

O ministério não explicou sobre se a decisão tem relação com a falta de imunizantes disponíveis para avançar com o ritmo da vacinação no Brasil.

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Cotidiano

Rosana Gomes assina convênio com governo para pavimentação e recuperação de ruas

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A prefeita de Senador Guiomard, Rosana Gomes (Progressistas), em solenidade na última terça-feira, 13, assinou um convênio com o governo do Acre que garantirá a pavimentação e recuperação de ruas no município. O convênio prevê 2500 metros de cobertura asfáltica para recapeamento e micro revestimento, além de 250 toneladas de asfalto.

Em seu discurso, a prefeita fez questão de agradecer ao governador Gladson Cameli pela parceria e salientou que o maior beneficiado será o povo tanto da zona rural como da zona urbana.

Rosana também destacou o serviço de limpeza e coleta dos entulhos com o apoio do governo. Por fim, a prefeita convidou para subir no dispositivo de honra o vice-prefeito Ney do Miltão e todos os vereadores de Senador Guiomard presentes no evento.

O convênio prevê 2500 metros de cobertura asfáltica para recapeamento e micro revestimento, além de 250 toneladas de asfalto.

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Cotidiano

Mais de 5 mil declarações de ITR 2021 já foram enviadas à Receita Federal no Acre

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Até esta quinta-feira (16) mais de 5 mil declarações de Imposto Territorial Rural 2021 já foram enviadas à Receita Federal no Acre e a expectativa é de que 12.210 declarações sejam entregues em todo o Estado até o dia 30 de setembro, fim do prazo.

Faltando 15 dias para o fim do prazo de entrega da DITR-2021, 3.574.539 milhões de contribuintes já enviaram a declaração à Receita Federal em todo o País.

Pessoas e empresas que são proprietárias, titulares do domínio útil ou possuidoras a qualquer título do imóvel rural estão obrigadas a apresentar a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural.

O contribuinte deve elaborar a declaração por meio do Programa Gerador da Declaração do ITR, disponibilizado na página da Receita Federal http://www.gov.br/receitafederal e transmiti-la pela Internet.

Quem não apresentar a declaração no prazo está sujeito à multa de 1% ao mês ou fração de atraso, lançada de ofício e calculada sobre o total do imposto devido.

O valor do imposto pode ser pago em até 4 quotas iguais, mensais e sucessivas, sendo que nenhuma quota pode ter valor inferior a R$ 50. O imposto de valor inferior a R$ 100,00 deve ser pago em quota única e a quota única ou a 1ª quota deve ser paga até o último dia do prazo para a apresentação da DITR.

Diversas instituições de Ensino Superior possuem o Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF) em parceria com a Receita Federal e estão prestando orientações para o preenchimento e entrega da DITR, de forma virtual e gratuita para a sociedade.

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Cotidiano

Duarte pede fim de agendamento de vistorias veiculares e canal exclusivo para garagistas

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Os deputados estaduais Roberto Duarte (MDB) e Pedro Longo (PV) se reuniram nesta quinta-feira, 16, com a diretoria do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/AC) para tratar da situação em que os revendedores, lojistas e despachantes vem sofrendo nos processos de compra e venda de veículos novos e usados no Acre.

Na reunião, o emedebista salientou que a demanda de atendimento em vistorias de veículos do Detran que se encontra reduzida, vem sendo incompatível com o crescimento de vendas do mercado automobilístico, gerando assim acúmulo de veículos pendentes de vistorias.

Segundo Duarte, os proprietários de veículos sofrem com a falta de vagas para marcar vistorias no Departamento Estadual de Trânsito (Detran-AC). O procedimento, necessário para transferir a titularidade de automóveis, é realizado somente de forma presencial, mediante um agendamento prévio. Porém, o serviço se encontra com vagas reduzidas, apesar de Rio Branco ter mais de 80% da população com uma dose da vacina.

“Esse sistema de agendamento de veículos limita o número de vistorias de veículos particulares e revendas, logo, quando abrem as novas vagas para agendamento estão atendendo compras e vendas realizadas anteriormente com atraso médio de 20 dias. Por exemplo, abrem-se as vagas hoje para agendar daqui há 20 dias, as vendas que já foram realizadas anteriormente”, argumentou Duarte.

Em outro trecho da reunião, Duarte citou que as revendedoras estão com dificuldades em razão da lentidão do Detran em não conseguir transferir de imediato para empresa, com isso, impedindo a empresa de revenda para o cliente, pois ainda não finalizou a primeira transferência, portanto gerando um prejuízo financeiro para o governo e mercado local.

“Na venda do veículo para o cliente, com a grande demanda de espera para a transferência junto ao Detran, o cliente circula com o veículo em nome da empresa ou de proprietário anterior correndo riscos de: multas, envolvimento em acidentes, atos ilícitos , e outros. Ocasionando, prejuízos para as empresas como multas, processos judiciais e outros transtornos.”.

Por fim, Duarte pediu à diretoria do Detran que retire o agendamento, voltando a atender na fila de espera por ordem de chegada para atender as transferências de veículos no ato da compra ou venda.

Além da criação de um atendimento para as concessionárias e revendedoras separados do atendimento ao público particular. Por exemplo, usar a antiga instalação onde faziam troca do lacre das placas, em anexo as vistorias, para atender um número maior de vistorias.

Em respostas aos parlamentares, a diretora do Detran, Thaynara Martins, afirmou que o turno da tarde ficará reservado para atender os garagistas.

“Será sem agendamento prévio, por ordem de chegada, desde que os garagistas não concorram às vagas de agendamento para a população no geral, que terá seu atendimento no turno da manhã”, salientou.

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